Sexta feira de chuva em vários municípios da região do Pajeú
Por André Luis
Registro da chuva em São José do Egito nesta tarde. Foto: Erbi Andrade
Por Anchieta Santos
Alegria no sertão com a volta da chuva. Já no início da tarde tinha chuva em várias cidades da região do Pajeú. Se estendendo por toda tarde e até entrando pela noite em algumas localidades.
Houve registro de boa chuva em Afogados da Ingazeira 23mm, Tabira, Quixaba, Iguaracy 68mm, Ingazeira, São José do Egito e Carnaíba 19mm. Chuva também nas áreas rurais do Pajeú foi citada pelos ouvintes do Programa Rádio Vivo na manhã deste sábado, como: Campos Novos, Travessão, Monte Alegre, Carnaúba dos Vaqueiros, Góes, Curral Velho dos Pedros , Jiquiri, Varzea da Cruz, Curisco, Santo Antonio, Serrote Verde, Capim Grosso, Nazaré, Saco dos Queiróz, marcela, caiçara, Poço Grande, Roça de Dentro, Serrinha, Encruzilhada, Carapuça, Barreiros, Pintada, Cedro, Jardim, Chico Pereira, castanheira, Cajá de Baixo, Ibitiranga 18mm e Inveja.
Para este sábado a previsão é de que a chuva volte e a possibilidade é de 90%.
O deputado federal André Janones (Rede-MG) afirmou que não aceitará assumir um ministério no quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, exibida nesse domingo (1º), e reforçada em uma publicação na rede social X. “Eu não vou aceitar nenhum ministério. Está […]
O deputado federal André Janones (Rede-MG) afirmou que não aceitará assumir um ministério no quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, exibida nesse domingo (1º), e reforçada em uma publicação na rede social X.
“Eu não vou aceitar nenhum ministério. Está cravado”, declarou o parlamentar, que confirmou sua intenção de permanecer na Câmara dos Deputados.
A declaração ocorre após o nome de Janones ser mencionado nas articulações para a formação do próximo governo, especialmente diante da possibilidade de criação de um Ministério da Comunicação Digital.
O deputado ganhou destaque durante o segundo turno das eleições presidenciais ao organizar o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que ultrapassou 10 milhões de participantes. O espaço foi utilizado para mobilizar apoiadores e coordenar o compartilhamento de conteúdos favoráveis à reeleição do presidente.
Após a entrevista, Janones utilizou a rede social X para explicar os motivos da decisão. Segundo ele, assumir uma função no Executivo poderia limitar a liberdade de atuação política que pretende manter no Congresso.
“Porque não posso ter as amarras da liturgia de um cargo nem ficar preso em compromissos burocráticos!”, escreveu.
O deputado também afirmou que considera a Câmara o espaço mais adequado para continuar desenvolvendo o trabalho de mobilização realizado durante a campanha eleitoral.
“Um ministério seria minha zona de conforto”, declarou, ao defender a continuidade de sua atuação parlamentar e digital.
Em um áudio encaminhado aos integrantes do “Exército do Lula”, Janones também explicou que pretende utilizar a estrutura de mobilização para acompanhar e apoiar propostas do governo no Congresso Nacional.
Durante a entrevista ao Fantástico, o parlamentar reconheceu que o modelo de organização adotado no canal, centralizado em suas orientações, não representa uma forma plena de participação democrática. Segundo ele, o formato foi utilizado como uma estratégia temporária durante a disputa eleitoral.
Janones também confirmou que permanecerá na Rede Sustentabilidade. O deputado justificou a decisão pela independência que afirma encontrar na legenda e pela relação de lealdade que mantém com o partido.
A possibilidade de sua participação no Executivo ganhou espaço após Lula agradecer publicamente sua atuação durante a campanha e destacar a importância da comunicação digital para o próximo mandato.
O presidente recebeu Janones no Palácio da Alvorada na quinta-feira (29), quando os dois conversaram sobre a mobilização nas redes sociais.
Apesar das especulações envolvendo uma possível pasta de Comunicação Digital, a criação do ministério ainda não foi oficializada pelo governo federal.
Fonte: Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução
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A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, recorreu à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) para tentar reverter sua prisão preventiva. A iniciativa, divulgada nesta segunda-feira (2), aponta supostas violações de direitos e questiona a demora do Supremo Tribunal Federal (STF) em analisar um pedido de liberdade apresentado em setembro. Os advogados […]
A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, recorreu à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) para tentar reverter sua prisão preventiva. A iniciativa, divulgada nesta segunda-feira (2), aponta supostas violações de direitos e questiona a demora do Supremo Tribunal Federal (STF) em analisar um pedido de liberdade apresentado em setembro.
Os advogados acionaram o órgão internacional, vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA), argumentando que o empresário permanece preso sem uma decisão sobre a solicitação de soltura protocolada em 18 de setembro.
Vorcaro está preso preventivamente desde março, por determinação do ministro André Mendonça. A defesa sustenta que a manutenção da prisão, sem a apreciação do pedido mais recente, compromete garantias relacionadas ao devido processo legal e ao direito de receber uma decisão judicial em prazo razoável.
No documento encaminhado à comissão, os advogados apresentam sete alegações de violações de direitos. Entre elas estão questionamentos sobre as condições de detenção, a divulgação de conversas privadas extraídas do celular apreendido pela Polícia Federal e a ausência de resposta ao pedido de liberdade.
A defesa também questiona a integridade de provas digitais reunidas durante a investigação e solicita a preservação dos arquivos originais, além do acesso ao material.
Segundo os representantes do empresário, o objetivo é que o Estado brasileiro adote providências para restabelecer sua liberdade mediante medidas cautelares ou assegure a análise do pedido de soltura por um magistrado competente no prazo de cinco dias.
Os advogados argumentam que Vorcaro colaborou com as investigações e respondeu aos questionamentos apresentados pela Polícia Federal em quatro depoimentos, sem exercer o direito ao silêncio.
Impasse no STF
A tramitação do caso sofreu mudanças após as investigações envolvendo o Banco Master alcançarem informações relacionadas a integrantes do Supremo.
Em setembro, os procedimentos da Operação Compliance Zero foram encaminhados à Presidência do STF. Na quinta-feira (29), Edson Fachin decidiu manter provisoriamente os processos sob sua responsabilidade por até 90 dias, contados a partir de 12 de setembro, incluindo a possibilidade de analisar pedidos urgentes.
Apesar da medida, a defesa afirma que a solicitação de liberdade apresentada em setembro continua sem decisão.
Os advogados também solicitaram uma audiência com Fachin, prevista para esta terça-feira (3), para tratar da situação processual do empresário.
A Comissão Interamericana pode examinar denúncias de violações de direitos humanos e solicitar providências aos Estados. O órgão, entretanto, não funciona como instância recursal do STF e não tem competência para determinar diretamente a soltura de Vorcaro.
Investigação sobre o Banco Master
Na semana passada, a Polícia Federal concluiu um dos inquéritos relacionados ao Banco Master e indiciou Vorcaro e outras 14 pessoas por suspeitas de crimes contra o sistema financeiro nacional.
A investigação envolve operações financeiras relacionadas à negociação de carteiras de crédito com o Banco de Brasília (BRB).
O relatório deverá ser analisado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), responsável por avaliar a apresentação de eventual denúncia à Justiça.
O indiciamento não representa condenação nem transforma automaticamente o investigado em réu.
Em depoimento à Polícia Federal, Vorcaro negou ter cometido crimes e afirmou que não provocou prejuízos ao BRB. Sua defesa também contestou as conclusões do relatório policial.
O PT pretende iniciar, nesta terça-feira (3), conversas com todos os partidos do Centrão para discutir a composição do quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O presidente nacional da legenda, Edinho Silva, foi escolhido para conduzir as primeiras negociações. Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles nesta segunda-feira (2), a orientação do Palácio […]
O PT pretende iniciar, nesta terça-feira (3), conversas com todos os partidos do Centrão para discutir a composição do quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O presidente nacional da legenda, Edinho Silva, foi escolhido para conduzir as primeiras negociações.
Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles nesta segunda-feira (2), a orientação do Palácio do Planalto é ouvir as lideranças partidárias antes de definir a distribuição de ministérios e outros espaços na administração federal a partir de janeiro de 2027.
Diferentemente das negociações realizadas no terceiro mandato, Lula pretende estabelecer critérios mais rigorosos para a participação das legendas no governo. A principal exigência será o compromisso de apoio às propostas do Executivo nas votações do Congresso Nacional.
De acordo com a reportagem, o presidente deverá solicitar aos partidos uma estimativa do número de votos que poderão garantir para projetos considerados prioritários. A medida busca reduzir as dificuldades enfrentadas pelo governo em votações nas quais partidos da base apoiaram propostas contrárias aos interesses do Planalto.
Além de Edinho Silva, outros interlocutores políticos e o próprio Lula poderão participar das reuniões com representantes do Centrão.
As articulações também envolvem partidos que apoiaram Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais. Entre eles estão o Republicanos, o MDB e a Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP. O PSD, por sua vez, manteve posição de neutralidade na disputa.
Parte dessas legendas ocupou ministérios durante o terceiro mandato de Lula, apesar das divergências políticas e eleitorais registradas ao longo do período.
A intenção do governo é reconstruir sua base de apoio para a próxima legislatura, especialmente diante do fortalecimento da oposição no Senado e na Câmara dos Deputados.
As conversas ainda estão em fase inicial. Não foram anunciados acordos sobre a distribuição de ministérios nem compromissos formais de apoio das legendas que participarão das negociações.
Fonte: Metrópoles
Foto: Kebec Nogueira/Metrópoles
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Tristeza Foi confirmada a morte de Girlânia Cachoeira, 51 anos, esposa do cantor e compositor sertaniense César Amaral. Girlânia encontrava-se internada em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado grave de saúde. César Amaral chegou a anunciar nesta segunda-feira (02/11), nas redes sociais, o cancelamento temporário do evento de gravação do seu audiovisual “No Canto […]
Foi confirmada a morte de Girlânia Cachoeira, 51 anos, esposa do cantor e compositor sertaniense César Amaral. Girlânia encontrava-se internada em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado grave de saúde.
César Amaral chegou a anunciar nesta segunda-feira (02/11), nas redes sociais, o cancelamento temporário do evento de gravação do seu audiovisual “No Canto do Forró”, com participações confirmadas de Flávio José, Flávio Leandro, Juarez entre outros artistas que seriam divulgados ao longo do período do evento. O motivo era o agravamento da saúde da esposa.
O novo audiovisual estava programado para acontecer no dia 27 de novembro, no município de Sertânia.
“A gravação do meu audiovisual em Sertânia é um sonho, mas neste momento a prioridade absoluta é a saúde da minha esposa, que se encontra na UTI. O projeto será remarcado em breve, assim que possível”, declarou o cantor.
A música Jeito Louco era uma das preferidas de Girlândia, usada para homenagear o marido em seu aniversário. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.
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A jovem Nathalia Gadelha Filgueiras, de 20 anos, filha de brasileiros, era copilota do avião que caiu nesse domingo (1º), na Flórida, nos Estados Unidos, deixando nove mortos. A identidade da jovem foi confirmada pela família nesta segunda-feira (2). Nathalia vivia nos Estados Unidos com a família e trabalhava como piloto comercial. Ainda não há […]
A jovem Nathalia Gadelha Filgueiras, de 20 anos, filha de brasileiros, era copilota do avião que caiu nesse domingo (1º), na Flórida, nos Estados Unidos, deixando nove mortos. A identidade da jovem foi confirmada pela família nesta segunda-feira (2).
Nathalia vivia nos Estados Unidos com a família e trabalhava como piloto comercial. Ainda não há confirmação se ela nasceu no Brasil ou em território norte-americano.
A jovem começou a se interessar pela aviação ainda na adolescência. Aos 17 anos, em outubro de 2023, conquistou sua licença de piloto privado, antes mesmo de obter a carteira de motorista.
Durante o ensino médio, Nathalia participou de um programa de formação aeronáutica na West Boca Raton High School, na Flórida. O interesse pela profissão também foi incentivado pelo pai, que praticava aviação como hobby.
Segundo informações divulgadas pela imprensa norte-americana, a copilota acumulava aproximadamente 1.300 horas de voo e trabalhava como piloto comercial havia nove meses. Ela pretendia construir carreira na aviação, pilotando aeronaves comerciais ou jatos particulares.
O acidente aconteceu quando um jato executivo Learjet 60, que havia decolado de Austin, no Texas, com destino às Bahamas, caiu em uma área residencial do condado de Palm Beach.
A aeronave perdeu altitude rapidamente antes de atingir o solo e explodir. Todas as nove pessoas que estavam a bordo morreram.
Antes da queda, a tripulação informou aos controladores de tráfego aéreo que enfrentava turbulência, formação de gelo e condições meteorológicas adversas. Pouco depois, declarou emergência ao comunicar uma descida acentuada.
A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) e o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) investigam as circunstâncias do acidente.
A causa da queda ainda não foi determinada. As autoridades norte-americanas também não haviam divulgado oficialmente a identidade de todas as vítimas.
Fonte: G1
Foto: Reprodução/Redes sociais
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