Em Logradouro de Tabira, a forte chuva destruiu a passagem molhada deixando a comunidade ilhada. Informações de Anchieta Santos
Em Afogados da Ingazeira a chuva chegou já no final da noite somando 07 milímetros. No município, choveu por praticamente toda a noite uma chova fina, que os sertanejos chamam de “molhadeira”.
Ouvintes do Rádio Vivo informaram a ocorrência de chuva ainda em Carnaíba, com 4 milímetros, Tabira, Iguaracy, Ibitiranga (55 milímetros), no Minador (25 milímetros).
Choveu ainda na Matinha, Pelo Sinal, Jati, Gangorra, Pitombeira (45 milímetros), Solidão, Ingazeira, Santo Antonio, Vaca Morta, Carnaúba dos Vaqueiros, Jardim e Barra de Solidão.
Em Logradouro de Tabira, a forte chuva destruiu a passagem molhada deixando a comunidade ilhada.
O Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira (24/2), analisa o conjunto de indicadores adotados para monitorar a evolução da pandemia, em suas diferentes fases. O documento ressalta um quadro heterogêneo e desigual no Brasil com impactos no acesso à saúde e, sugere que qualquer discussão e decisão sobre o quadro atual e cenários […]
O Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira (24/2), analisa o conjunto de indicadores adotados para monitorar a evolução da pandemia, em suas diferentes fases.
O documento ressalta um quadro heterogêneo e desigual no Brasil com impactos no acesso à saúde e, sugere que qualquer discussão e decisão sobre o quadro atual e cenários futuros deve considerar tal disparidade na implementação de ações.
“Nesse contexto, mais do que nunca, as políticas públicas do Estado brasileiro precisam estar em consonância com o objetivo da Constituição de 1988 de redução das desigualdades sociais e promoção do bem de todos, bem como com os princípios do [Sistema Único de Saúde] SUS de acesso universal à saúde, com equidade e integralidade nos cuidados”, apontam os pesquisadores.
Observa-se que nem todos os espaços geográficos, territórios e populações vivenciaram a pandemia ao mesmo tempo e com a mesma intensidade. Este quadro é revelado pelos indicadores de casos, internações e óbitos registrados para Síndromes Respiratórias Agudas Graves e Covid-19, principalmente nos municípios mais distantes das capitais e mais pobres. A desigualdade se repetiu na disponibilidade e acesso aos leitos de UTI para Covid-19.
Embora o cenário seja bastante promissor, tanto pela tendência de queda nos principais indicadores como pelo avanço da cobertura vacinal, o Boletim sublinha que a pandemia ainda não acabou, com necessidade de proteger a população mais vulnerável e, considera que dentre os mais expostos estão os adultos que não completaram o esquema vacinal, como também crianças e adolescentes.
Os pesquisadores sugerem que políticas públicas de combate às fake news com busca ativa dos não vacinados, campanhas de vacinação nas escolas, maior oferta e possibilidades de vacinação, exigência do passaporte vacinal nos locais de trabalho públicos e privados, assim como em transportes, devem ser avaliadas.
O Boletim recomenda que medidas de distanciamento físico, uso de máscaras e higienização das mãos sejam mantidas, mesmo em ambientes abertos, onde possa ocorrer concentração de pessoas. Por fim, os pesquisadores ressaltam que os cuidados e proteção continuam necessários no período de Carnaval e sugerem que festas privadas, bailes em casas de festas ou clubes só sejam realizadas com a exigência do comprovante de vacinação.
Desigualdades estruturais
Os mais de 5,6 mil municípios do Brasil apresentam uma grande heterogeneidade, criada por diferenças estruturais, demográficas, geográficas, políticas e sociais. A análise destaca a coexistência de no mínimo dois Brasis, um do Norte e outro do Sul, e que, enquanto houver descontrole dos indicadores em um único município, a pandemia não terminará.
“A política de saúde brasileira, no limite, deve garantir recursos universais, mas proporcionais ao nível de desvantagem relativa aos entes federativos. Não é possível pensar na mitigação da pandemia no Brasil como um todo utilizando indicadores globais do país sem um olhar atento para outras escalas”, aponta o Boletim.
Níveis de atividade e incidência de SRAG
Os dados referentes a Semana Epidemiológica (SE) 7, de 19 de fevereiro, divulgados pelo InfoGripe apontam para um declínio no número de casos de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) no Brasil.
A taxa nacional de incidência atualmente se encontra estimada pouco abaixo de 5 casos por 100 mil habitantes na média móvel. De acordo com o Boletim, a redução atual deve-se por múltiplos fatores, dentre os quais o fato de terem ocorrido muitos casos de Covid-19 pela variante Ômicron, pela vacinação, além de outros fatores. Apesar do balanço geral positivo, é preciso permanecer alerta e monitorar as próximas semanas.
“Mesmo diante de um cenário de redução, os indicadores ainda são altos, de modo que muitas pessoas em situação de vulnerabilidade encontram-se em risco, diante de um evento de infecção, para uma possível evolução para caso grave”, explicam os pesquisadores. Nesse sentido, aumentar as coberturas vacinais com o esquema completo com duas doses de vacina ou dose única e avançar com a dose de reforço para as pessoas elegíveis são fundamentais.
Casos e óbitos por Covid-19
O novo quadro epidemiológico, atribuído à circulação rápida e contagiosa da variante Ômicron em meio a uma grande parcela da população imunizada, indica uma alta taxa de incidência de Covid-19 na Europa, Sudeste Asiático, Américas do Sul e do Norte, mas uma maior letalidade da doença em países com baixa cobertura de vacinação.
A taxa de letalidade por Covid-19 no Brasil, portanto, alcançou valores baixos e compatíveis com os padrões internacionais, de cerca de 0,8%, após vários meses oscilando entre 2% e 3%.
Nesse sentido, o texto destaca que a ampliação da vacinação, atingindo regiões com baixa cobertura, e doses de reforço em grupos populacionais mais vulneráveis podem reduzir ainda mais os impactos da pandemia sobre a mortalidade e internações.
Perfil demográfico
Aspectos como o comportamento social e as intervenções diferenciadas de saúde pública entre crianças, adultos jovens e idosos durante a explosão de casos novos vivida no Brasil desde o final de 2021, somados ao cenário de tímido no avanço da vacinação de reforço entre idosos, assim como o início tardio da vacinação de crianças de 5 a 11 anos descrevem o comportamento de internações e óbitos ao longo desta fase da pandemia no Brasil.
O que se observa é que a idade média das internações, assim como a mediana de idade, seja em leitos clínicos ou em terapia intensiva, segue crescendo ao longo das últimas semanas. Fenômeno semelhante ocorre com os óbitos, cujos indicadores de idade são sistematicamente mais altos que das internações. Os dados apontam que a população, principalmente a mais longeva, possui maior vulnerabilidade às formas graves e fatais da Covid-19.
Segundo os pesquisadores, o ponto de mudança da Covid-19 de pandemia para endemia será definido a partir de muitos indicadores, e um deles é a letalidade.
“Quando a ocorrência de formas graves que requerem internação seja suficientemente pequena para gerar poucos óbitos e não criar pressão sobre o sistema de saúde, saberemos que se trata de uma doença para a qual é possível assumir ações de médio e longo prazo, sem precisar contar com estratégias de resposta rápida”, explicam.
Leitos de UTI Covid-19 para adultos no SUS
Os dados relativos às taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos no SUS obtidos na noite de 21 de fevereiro confirmam a tendência de melhora no indicador verificada na semana anterior, embora algumas taxas de ocupação de leitos ainda estejam elevadas.
Das quatro unidades federativas que se encontravam na zona crítica (taxas iguais ou superiores a 80%) em 14 de fevereiro, o Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal permanecem nessa condição.
Em 17 estados as taxas caíram pelo menos cinco pontos percentuais: Amazonas (54% para 32%), Pará (63% para 49%), Amapá (44% para 37%), Rondônia (74% para 59%), Mato Grosso (72% para 63%), Maranhão (47% para 38%), Piauí (77% para 68%), Rio Grande do Norte (80% para 49%), Paraíba (59% para 48%), Pernambuco (81% para 68%), Alagoas (60% para 40%), Bahia (70% para 58%), Espírito Santo (79% para 72%), Rio de Janeiro (52% para 46%), São Paulo (66% para 57%), Minas Gerais (39% para 35%) e Santa Catarina (71% para 60%). Três estados apresentaram queda muito expressiva: Rio Grande do Norte (31 pontos percentuais), Amazonas (22 pontos percentuais) e Alagoas (20 pontos percentuais).
Avanço da vacinação e distribuição de imunizantes
Segundo dados do MonitoraCovid-19, mais de 387 milhões de doses de vacinas foram administradas no Brasil, o que representa a imunização de 79,2% da população com a primeira dose, 71,3% com o esquema de vacinação completo e 26,4% com a dose de reforço. Sete estados apresentam mais de 80% da população vacinada com a primeira dose e nove têm mais de 70% com a segunda.
O Boletim mostra que São Paulo apresenta o maior percentual de doses destinadas para reforço por estado. Amapá, Roraima e Maranhão apresentam cerca de 50% dos imunizantes destinados à primeira dose e as maiores diferenças entre primeira e segunda doses e, junto ao Pará, esses três estados apresentam os menores percentuais de doses destinadas ao reforço.
Dados do Ministério da Saúde apontam que a vacinação em idosos apresenta o ciclo completo a nível nacional, para primeiras e segundas doses, com percentuais acima de 100%. Em relação à terceira dose, a faixa etária acima de 80 anos apresenta cobertura de 74%. Na população entre 70 e 79 anos a cobertura é de 80%. Entre 65 e 69 anos a cobertura para terceira dose é de 69% e, entre 60 e 64 anos, 57% das pessoas tomaram a terceira dose.
Distanciamento físico e o “novo normal”
O documento mostra que a população procura formas de voltar ao padrão de convívio social e atividades costumeiras do período anterior ao decreto da pandemia.
Na ausência de diretrizes nacionais baseadas em critérios epidemiológicos, o distanciamento físico vem ocorrendo de forma irregular no Brasil.
Diante da cobertura vacinal experimentada no país, os pesquisadores do Boletim afirmam que não é razoável recomendar o isolamento irrestrito na atual fase.
Por isso, é recomendado que medidas de distanciamento físico, uso de máscaras e higienização das mãos sejam mantidas mesmo em ambientes abertos onde possa ocorrer maior concentração e aglomeração de pessoas – o que, embora não seja desejável, poderá acontecer no Carnaval.
Além disso, o texto reforça que festas ou bailes em casas, clubes ou outros ambientes só sejam realizadas com comprovante de vacinação.
Evaldo Costa, do Arquivo Público de Pernambuco é a vítima da vez do golpe do Whatsapp, que vitimou ontem o cantor Maciel Melo. O golpe que está clonando o Whatsapp e pedindo a transferência de dinheiro para alguma conta em banco. Assim como com o cantor e compositor, Evaldo foi vítima de uma tentativa e […]
Evaldo Costa, do Arquivo Público de Pernambuco é a vítima da vez do golpe do Whatsapp, que vitimou ontem o cantor Maciel Melo.
O golpe que está clonando o Whatsapp e pedindo a transferência de dinheiro para alguma conta em banco.
Assim como com o cantor e compositor, Evaldo foi vítima de uma tentativa e teve inúmeras mensagens falsas enviadas para familiares e amigos.
“Tô precisando de um favorzinho seu. Fico até envergonhado mas é com urgência. É que eu fui efetuar uma transferência mais minha conta não está cadastrada para fazer a transferência pelo celular, você consegue fazer a transferência aí pra mim? Amanhã cedo vou no banco fazer o cadastro e te transfiro novamente”, diz a mensagem.
Recentemente, o radialista Ciro Bezerra também foi vítima do golpe cibernético. A bandidagem tá virada… A Delegacia especializada em crimes dessa natureza está investigando.
Evaldo soltou uma nota em suas redes sociais. “Ao que parece, clonaram meu Whatsapp. Do nada o aplicativo foi fechado e surgiu o aviso de que teria sido aberto em outro aparelho. Imediatamente começaram a aparecer ligações de números estranhos”.
Em um comentário abaixo, Costa lamentou o fato de que um conhecido havia depositado R$ 2 mil na conta dos criminosos.
Restrições fiscais impedem avanços em políticas públicas em Pernambuco, em 2024, mas o Governo tem a perspectiva de aumentar investimentos nos próximos anos. A afirmação foi feita pelo secretário de Planejamento e Gestão do Estado, Fabrício Marques, nesta quarta-feira (18), durante reunião da Comissão de Finanças da Alepe, para apresentação do Projeto de Lei Orçamentária […]
Restrições fiscais impedem avanços em políticas públicas em Pernambuco, em 2024, mas o Governo tem a perspectiva de aumentar investimentos nos próximos anos. A afirmação foi feita pelo secretário de Planejamento e Gestão do Estado, Fabrício Marques, nesta quarta-feira (18), durante reunião da Comissão de Finanças da Alepe, para apresentação do Projeto de Lei Orçamentária Anual para 2024, e do PPA, Plano Plurianual, para o período de 2024 a 2027, ambos do Governo do Estado.
A proposta apresentada prevê um Orçamento Fiscal de 47,26 bilhões de reais para o próximo ano, dos quais 4,57 bilhões são em investimentos. 1,1 bilhão de reais é programado para investimentos das empresas estatais estaduais, entre elas a Compesa, Porto de Suape e Copergás.
Na avaliação de Fabrício Marques, o cenário fiscal é responsável pelas restrições que o Governo ainda terá em 2024. Ele citou uma queda de arrecadação em relação ao ano passado, que em parte veio da mudança de legislações federais em relação ao ICMS. Também falou do impacto da queda do FPE, o Fundo de Participação dos Estados, que representa um terço da receita líquida, e lembrou que a atual gestão herdou um “forte” aumento de despesas de pessoal da gestão anterior.
O secretário destacou na apresentação o aumento da dotação orçamentária para as áreas de Saúde, Educação, Segurança Pública e Assistência Social. “O orçamento da Saúde mesmo ano que vem, ele é 1 bilhão e 800 maior que esse ano. Enquanto o orçamento deste ano de saúde saiu com 7.8 bilhões, o orçamento ano que vem para a saúde já inicia com 9.5 bilhões, ou seja, 1 bilhão e 800 a mais que nós iremos aplicar em saúde. Orçamento de educação, um crescimento muito significativo, orçamento da segurança pública, um crescimento muito significativo.”
Parlamentares levaram questionamentos e demandas ao Poder Executivo. O deputado Coronel Alberto Feitosa, do PL, argumentou que os setores como Saúde e Segurança Pública poderiam receber mais investimentos por causa da situação emergencial dessas áreas. “Eu vi aqui que duas áreas têm a mídia colocado o sentimento dos pernambucanos, inclusive com imagens de sofrimento, com relação à segurança pública, onde os índices vêm crescentes mês a mês, comparados com os anos anteriores. Imagens que voltam a circular de maneira muito forte nas redes sociais da situação dos hospitais do estado de Pernambuco.”
Na área de Saúde, o deputado salientou que, dos 4,5 bilhões de reais em investimentos previstos no PPA para o período 2024-2027, apenas 350 milhões estão previstos para o ano que vem. Os deputados Rodrigo Farias, do PSB, Socorro Pimentel e Edson Vieira, ambos do União, também endossaram as cobranças por recursos na Segurança Pública e na Saúde.
O secretário apontou que há dificuldades operacionais para aumentar investimentos ainda no ano que vem, pela necessidade de realizar licitações e fazer reformas em grandes hospitais que não podem ser fechados por conta da alta demanda. Fabrício Marques acrescentou que a proposta de investimentos para os próximos quatro anos pode ser revisada a cada ano. “Nós garantimos no PPA treze bilhões , aproximadamente doze, quase treze bilhões de reais. Eu digo que é um piso porque, até pelo perfil da governadora, a gente está trazendo no PPA aquilo que a gente tem muito sólido em termos de captação de recursos. Então, a gente tem recursos que a gente já captou, recursos do PAC e recursos próprios também que foram priorizados.”
Presidente da Comissão de Finanças, Débora Almeida, do PSDB, informou que, no debate sobre o orçamento e o PPA, o Colegiado pretende realizar reuniões com secretários de alguns setores prioritários. Entre eles, está a Secretaria de Saúde, que terá 50% dos recursos de emendas parlamentares em 2024, e também gestores da área de Agricultura e Segurança Pública para organizar a destinação das indicações de deputados.
Os relatórios setoriais da Lei Orçamentária Anual e do Plano Plurianual deverão ser apresentados até o dia 24 de outubro.
Programação entre os dias 29 de julho e 2 de agosto, está sendo fechada O padre Luiz Marques, pároco da Paróquia Santa Terezinha, detalhou a Caravana da Democracia, que será realizada entre os dias 29 de julho e 2 de agosto, em Afogados da Ingazeira. Foi ao programa A Tarde é Sua, com Alyson Nascimento […]
Programação entre os dias 29 de julho e 2 de agosto, está sendo fechada
O padre Luiz Marques, pároco da Paróquia Santa Terezinha, detalhou a Caravana da Democracia, que será realizada entre os dias 29 de julho e 2 de agosto, em Afogados da Ingazeira. Foi ao programa A Tarde é Sua, com Alyson Nascimento e Michelli Martins.
Durante a entrevista, o sacerdote destacou que o encontro reunirá representantes das dioceses de Olinda e Recife, jornalistas, integrantes de pastorais sociais, lideranças religiosas e convidados de diferentes segmentos da sociedade para debater temas ligados à democracia, direitos humanos, justiça social e cidadania.
Segundo padre Luiz Marques, a iniciativa nasceu de um grupo de pessoas que acompanha a atuação de Dom Limacêdo Antônio, bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira, especialmente em pautas relacionadas à defesa da democracia, do meio ambiente, dos direitos das mulheres e das populações mais vulneráveis.
Um dos destaques da programação será a participação do padre Júlio Lancellotti, da Arquidiocese de São Paulo, reconhecido nacionalmente pelo trabalho desenvolvido há mais de cinco décadas junto à população em situação de rua. De acordo com o pároco, a presença do religioso reforça o compromisso da Igreja com a inclusão social e a defesa da dignidade humana.
Padre Luiz informou ainda que a programação oficial foi concluída e começará a ser divulgada nos próximos dias, convidando toda a comunidade a participar das atividades da Caravana da Democracia.
As chuvas continuam caindo na região do Pajeú.Também caíram bruscamente as temperaturas. Esta tarde e início de noite choveu torrencialmente em Serra Talhada. Em outras cidades, como Afogados da Ingazeira, Carnaíba e Flores, a chuva alternou momentos de maior e menor intensidade. Em Afogados, como já havia chovido ontem, a área do Centro Desportivo onde […]
Área do Centro Desportivo, onde acontece principal noite da Expoagro, com muita lama, esta noite
As chuvas continuam caindo na região do Pajeú.Também caíram bruscamente as temperaturas. Esta tarde e início de noite choveu torrencialmente em Serra Talhada. Em outras cidades, como Afogados da Ingazeira, Carnaíba e Flores, a chuva alternou momentos de maior e menor intensidade.
Em Afogados, como já havia chovido ontem, a área do Centro Desportivo onde acontece a Expoagro está com bastante lama. Essa é a noite com maior expectativa de público por conta do show da dupla Victor & Léo.
Segundo o Ipa, nas últimas 24 horas choveu em cidades como Afogados da Ingazeira (15 mm), Brejinho (1,2 mm), Calumbi (11,8 mm), Carnaíba (10 mm), Flores (36,8 mm), Iguaracy (11 mm), Ingazeira (7 mm), Quixaba (15,2 mm), Santa Cruz da Baixa Verde (16 mm), Serra Talhada (2,6 mm), Solidão (9 mm) e Triunfo (27,2 mm).
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