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Serra Talhada: pesquisa Múltipla repercutiu nas redes sociais

Por André Luis

Segundo o Farol de Notícias, após a divulgação, neste sábado (03.10), dos resultados da pesquisa Múltipla, em parceria com o Blog do Nill Junior e a Rádio Cultura FM, as candidatas Márcia Conrado e Socorro Brito foram às redes sociais comemorar, cada uma, a seu modo, o resultado. Afinal, às duas subiram na intenção de votos.

Por outro lado, após amargar queda na consulta, o candidato Victor Oliveira mudou de postura e partiu para o ataque denunciando o que seriam mal feitos de Márcia, Luciano Duque, Socorro Brito e Carlos Evandro. 

Nas suas redes, ele cumpriu a promessa que fez no debate em uma rádio e expôs documentos onde coloca os adversários no mesmo patamar de suspeição. 

Já o candidato Marcos Dantas, quarto colocado na pesquisa, não fez menção à pesquisa Múltipla em suas redes. Ele aproveita para denunciar o que classificou como situação de abandono na zona rural e fala de uma nova proposta de governo.

Outras Notícias

Com Márcia e Luciano, Raquel visitou obras do Aeroporto Santa Magalhães

A governadora Raquel Lyra visitou na tarde desta quarta-feira (31), as obras do Aeroporto Santa Magalhães, em Serra Talhada. A primeira etapa da requalificação que conta com o investimento de R$ 14,3 milhões foi concluída e deve ser entregue em breve. A obra do Aeroporto Santa Magalhães está recebendo os serviços de terraplanagem da pista […]

A governadora Raquel Lyra visitou na tarde desta quarta-feira (31), as obras do Aeroporto Santa Magalhães, em Serra Talhada.

A primeira etapa da requalificação que conta com o investimento de R$ 14,3 milhões foi concluída e deve ser entregue em breve.

A obra do Aeroporto Santa Magalhães está recebendo os serviços de terraplanagem da pista e nas áreas de escape, proteção de todo o sítio por meio de cerca operacional, ampliação da pista de táxi e pátio das aeronaves, além da instalação de equipamentos de auxílio à navegação aérea. O prazo de conclusão desta segunda fase é de seis meses.

Raquel Lyra disse que os recursos estaduais para a ampliação do Aeroporto Oscar Laranjeiras, em Caruaru, no Agreste, estão garantidos na ordem de R$ 140 milhões.

“A obra no aeroporto de Serra Talhada está em ritmo avançado, indo para a segunda etapa e será concluída no próximo mês de novembro. Já para a obra do Aeroporto de Caruaru, o Governo do Estado garantiu os R$ 140 milhões necessários para fazer a ampliação do terminal”, disse Raquel Lyra. 

A governadora chegou de helicóptero e foi recepcionada pela prefeita Márcia Conrado. “Hoje visitei, ao lado da nossa governadora Raquel Lyra, as obras do Aeroporto Santa Magalhães. Estou muito feliz com o progresso que está sendo feito! Estamos avançando para a segunda etapa e, em novembro, teremos um aeroporto novinho para atender a todos com mais conforto e eficiência”, disse Márcia em sua rede social.

Luciano Duque também esteve na agenda. “No início da tarde, estivemos vistoriando as obras do aeroporto de Serra Talhada com a governadora Raquel Lyra e o secretário de Infraestrutura e Mobilidade, Diogo Bezerra. As obras estão a todo vapor e a previsão é que sejam entregues em novembro deste ano. Obrigado à governadora Raquel Lyra por estar cuidando do desenvolvimento da nossa região”.

Malabarismo cinematográfico: Curioso foi o malabarismo de fotógrafos e cinegrafistas de um e da outra, no difícil trabalho de captar imagens que não mostrassem a adversária ou o adversário. As imagens de Duque não mostram Márcia. As de Márcia, não mostraram Luciano, mesmo quando eles estiveram no mesmo plano ao lado da governadora vendo o projeto da requalificação.

Duas apostas dividem Mega da Virada: R$ 378 milhões

Os números da Mega da Virada foram sorteados na noite desta sexta-feira (31), em São Paulo. O prêmio é de R$ 378 milhões. Foram duas apostas vencedoras que dividem o prêmio: cada uma leva R$ 189.062.363,74. As dezenas sorteadas foram: 12-15-23-32-33-46. Uma das apostas vencedoras saiu de Cabo Frio (RJ). A outra saiu de Campinas (SP), e foi um […]

Os números da Mega da Virada foram sorteados na noite desta sexta-feira (31), em São Paulo. O prêmio é de R$ 378 milhões. Foram duas apostas vencedoras que dividem o prêmio: cada uma leva R$ 189.062.363,74.

As dezenas sorteadas foram: 12-15-23-32-33-46.

Uma das apostas vencedoras saiu de Cabo Frio (RJ). A outra saiu de Campinas (SP), e foi um bolão com 14 cotas.

A quina (cinco dezenas) teve 1.712 acertadores e cada uma levará o prêmio de R$ 50.861,33. Outras 143.494 apostas acertaram a quadra (quatro dezenas) e levaram R$ 866,88 cada.

Segundo a Caixa, a Mega da Virada 2021 registrou mais de 333 milhões de apostas, com arrecadação total de R$ 1,51 bilhão. “O valor é 28% a mais que no ano passado, e 70,4% a mais do que o realizado em 2018”, diz o comunicado.

Petrolina inicia retomada de missas e cultos religiosos

Foi iniciada a primeira fase do plano de retomada das atividades econômicas de Petrolina. As igrejas e templos religiosos também irão retomar. As celebrações presenciais estavam suspensas desde março deste ano por causa da pandemia do novo coronavírus, sendo realizadas através de transmissão pela internet. Nesta primeira fase do decreto municipal, informa o Blog do […]

Foi iniciada a primeira fase do plano de retomada das atividades econômicas de Petrolina. As igrejas e templos religiosos também irão retomar.

As celebrações presenciais estavam suspensas desde março deste ano por causa da pandemia do novo coronavírus, sendo realizadas através de transmissão pela internet.

Nesta primeira fase do decreto municipal, informa o Blog do Carlos Britto que os templos religiosos estão liberados para funcionar com 50% da capacidade atual. Porém, é necessário seguir algumas regras para diminuir o risco de transmissão do novo coronavírus, como bloqueio de acentos e distanciamento dos bancos.

Também se orienta que os fiéis não deem as mãos. Se as medidas não forem cumpridas, pode ocorrer a suspensão do alvará de funcionamento.

MPF recorre ao STJ e ao STF em ação penal por trabalho escravo em Palmares

Administradores das Usinas Vitória e Vitória Agro são acusados de submeterem 241 trabalhadores a condições degradantes Por meio de recursos ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Ministério Público Federal (MPF) defendeu a condenação de dois sócios e administradores das Usinas Vitória Ltda e Vitória Agro Ltda, em Palmares […]

Foto: CPT/Divulgação/Imagem ilustrativa

Administradores das Usinas Vitória e Vitória Agro são acusados de submeterem 241 trabalhadores a condições degradantes

Por meio de recursos ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Ministério Público Federal (MPF) defendeu a condenação de dois sócios e administradores das Usinas Vitória Ltda e Vitória Agro Ltda, em Palmares (PE), por submeterem 241 trabalhadores a condição análoga à de escravo. 

As condutas foram constatadas em fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego realizada entre 11 e 28 de novembro de 2008.

Os réus Francisco Augusto da Silva Melo e José Bartolomeu de Almeida Melo foram denunciados após o MTE ter comprovado que os trabalhadores do corte de cana eram submetidos a situações degradantes, sem mínimas condições de higiene ou alimentação, e em total desrespeito à legislação trabalhista. 

Após terem sido condenados em primeira instância pela prática do crime de trabalho escravo, caracterizado no artigo 149 do Código Penal Brasileiro, os administradores foram absolvidos em julgamento no Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

Mesmo tendo reconhecido as condições precárias encontradas na fiscalização, comprovadas nos autos por meio de relatórios, imagens e depoimentos, o Tribunal entendeu que se tratava de simples descumprimento da legislação trabalhista. 

Os recursos do MPF, por meio da Procuradoria Regional da República da 5ª Região, caminham em outro sentido, indicando que houve crime nas duas usinas, consumido na sujeição de trabalhadores a condições aviltantes de trabalho.

O que define o crime previsto no artigo 149 é a submissão a trabalhos forçados e a jornadas exaustivas, a sujeição a condições deploráveis de trabalho e a restrição, por qualquer meio, da locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto. 

Apesar de a restrição à locomoção não ter sido constatada pela fiscalização do MTE, entende-se que basta estar presente uma das condutas para que se configure condição análoga à de escravo. Na ação penal foram verificadas as outras três condutas ilícitas.

A decisão do TRF5 chegou a especificar as seguintes situações encontradas no local: ausência de fornecimento de água potável aos trabalhadores; ausência de fornecimento de alimentação, ficando a cargo dos próprios trabalhadores levarem suas marmitas ao local de trabalho; inexistência de lugar adequado para realizarem suas refeições, que eram efetuadas no chão, no meio da plantação de cana.

Ainda a ausência de disponibilização de sabão e água para higiene pessoal, de fornecimento gratuito de ferramentas necessárias ao trabalho e de equipamentos de proteção individual adequados, até a falta de instalações sanitárias para as necessidades fisiológicas, forçando os trabalhadores a usarem o relento da plantação para tal fim, entre outros problemas.

No entanto, mesmo reconhecendo todas essas ilicitudes, o tribunal absolveu os réus sob o argumento de que “o simples descumprimento de normas laborais não é suficiente, por si só, a configurar a ação delitiva de sujeição de trabalhadores a condições degradantes de trabalho (fls.934)”. 

Além disso, apontou que a acusação não fazia menção a prévio Termo de Ajuste de Conduta (TAC), ou outro tipo de atuação no âmbito administrativo, que pudesse, pelo descumprimento dos réus, demonstrar a intenção em manter a situação precária dos trabalhadores no campo.

Diante da absolvição dos administradores, o MPF interpôs recursos ao STF e ao STJ sob a alegação de que tais situações humilhantes configuram o crime do artigo 149, CPB. E se as múltiplas evidências de condições tão desumanas de trabalho, como as que foram retratadas nos autos, foram reconhecidas pelo próprio tribunal, questionou que outro tipo de comprovação seria capaz de sensibilizar o julgador.

Além disso, ressaltou que a caracterização do crime de redução à situação análoga à escravidão deve ser vista a partir das relações de trabalho da contemporaneidade. Isso significa que não é preciso que as vítimas estejam submetidas ao tipo de escravidão ocorrido antes de 1888 no Brasil, com pessoas acorrentadas, privadas de liberdade e tratadas como mercadorias. Basta que elas tenham sua dignidade gravemente afetada a partir de coação, violência ou privação de direitos básicos.

Quanto à inexistência de TAC, ou de atuação preventiva no âmbito administrativo, o MPF explicou que a acusação deve comprovar apenas a autoria e a materialidade (previsão em lei) do delito. Por outro lado, a obrigação de apresentar atos a favor dos acusados fica a cargo da defesa, o que não ocorreu durante o processo.

Assim, em direção diversa do que entendeu o TRF5, o MPF ressalta a importância de repreender situações de submissão incontroversa de trabalhadores a condições indignas, a ponto de serem comparados a escravos. 

Se não for dessa forma, acaba-se por negar vigência aos princípios da dignidade humana, da liberdade do trabalho e da redução de desigualdades sociais. Tais princípios estão elencados na Constituição Federal, nos artigos 1º, incisos III e IV, e no artigo 3º, incisos I e III.

Diante desses fatos, o MPF recorreu ao STJ apontando a necessidade de reforma da decisão do TRF5 que absolveu os réus, acatando-se a decisão de primeiro grau, que os condenou. Ao STF, defendeu o reconhecimento da afronta aos artigos 1º e 3º da CF/88.

Brasil registra 807 novas mortes por coronavírus; total de óbitos passa de 23 mil

Dados foram divulgados nesta segunda (25) pelo Ministério da Saúde. UOL Foto: Karim Sahib/AFP O Brasil registrou 807 novas mortes por coronavírus e 11.687 novos casos nas últimas 24 horas, segundo dados do Ministério da Saúde divulgados nesta segunda (25). O total de óbitos é de 23.473, e de casos confirmados, 374.898. De acordo com […]

Dados foram divulgados nesta segunda (25) pelo Ministério da Saúde.

UOL

Foto: Karim Sahib/AFP

O Brasil registrou 807 novas mortes por coronavírus e 11.687 novos casos nas últimas 24 horas, segundo dados do Ministério da Saúde divulgados nesta segunda (25).

O total de óbitos é de 23.473, e de casos confirmados, 374.898. De acordo com a Universidade Johns Hopkins (EUA), o Brasil continua sendo o segundo país com mais casos da doença. Em números absolutos, fica atrás apenas dos Estados Unidos, que têm 1,6 milhão de casos.

No fim de semana, foram 965 novas mortes no sábado e 653 no domingo —os números costumam ser menores porque as equipes trabalham em esquema de plantão.

O recorde diário é da última quinta-feira (21), quando o país anotou 1.188 novas mortes em um só dia.

Em número de mortes, o Brasil é o sexto país mais afetado. Os cinco primeiros países com mais mortes são EUA (98 mil), Reino Unido (36 mil), Itália (32 mil), França (28 mil) e Espanha (26 mil).