Catorze artesãos e artesãs de Serra Talhada estão participando da 18ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), que teve início na última quinta-feira (06) e segue até o próximo dia 16 de julho, no Centro de Convenções, em Olinda.
Os artesãos serra-talhadenses que estão participando da Fenearte fazem parte da Associação das Marias Artesãs, Associação das Artesãs da Vila Bela e Escola de Artes. Está sendo exposta uma grande variedade de produtos: escultura em madeira, crochê, bisqui, produtos de fibra de bananeira, fuxico, bonecas de pano, pinturas, entre outros.
O espaço de Serra Talhada fica localizado na Rua 19, estande 531. “Estamos apoiando a participação dos artesãos, garantindo o estande e a logística, incluindo o transporte, para que eles possam expor seus produtos por mais um ano, fortalecendo o trabalho artesanal em nosso município”, disse o prefeito Luciano Duque.
Esse ano o tema da feira é “Arte é a nossa bandeira”. São cinco mil expositores ocupando 800 espaços numa área de 30 mil metros quadrados. Participam do evento artesãos de todos os estados brasileiros e de mais de 33 países.
Narciso da Sucata anunciou oficialmente seu apoio, a pré-candidatura do odontólogo George Borja à prefeitura de São José do Egito. A decisão foi anunciada depois de encontro com o pré-candidato nessa segunda (3). “Agradecer ao nosso amigo Narciso do Sucatão, pelo apoio ao nosso projeto. Narciso estava como pré-candidato a vereador na chapa oposicionista e […]
Narciso da Sucata anunciou oficialmente seu apoio, a pré-candidatura do odontólogo George Borja à prefeitura de São José do Egito.
A decisão foi anunciada depois de encontro com o pré-candidato nessa segunda (3).
“Agradecer ao nosso amigo Narciso do Sucatão, pelo apoio ao nosso projeto. Narciso estava como pré-candidato a vereador na chapa oposicionista e desistiu da sua campanha para nos apoiar, vamos juntos no rumo do desenvolvimento meu amigo”.
Ele é uma importante liderança na região do Alto Egipciense, que compreende os bairros Antônio Marinho, Vila da Cohab, São João e Conjunto Habitacional Júnior Valadares.
Atualmente era pré-candidato a vereador na chapa de Fredson Brito. Em 2020, foi candidato a vereador, porém, não conseguiu se eleger.
A Audiência Publica que debateu em Carnaíba a reabertura do Banco o Brasil, coordenada pelo promotor Ariano Tércio Aguiar teve inicialmente o Prefeito de Carnaíba Anchieta Patriota detalhando a reunião com o Superintendente do Banco do Brasil. Foi afirmado que num prazo de 30 dias haveria uma resposta ao município sobre a reabertura do Banco […]
A Audiência Publica que debateu em Carnaíba a reabertura do Banco o Brasil, coordenada pelo promotor Ariano Tércio Aguiar teve inicialmente o Prefeito de Carnaíba Anchieta Patriota detalhando a reunião com o Superintendente do Banco do Brasil.
Foi afirmado que num prazo de 30 dias haveria uma resposta ao município sobre a reabertura do Banco do Brasil e também a implantação de um caixa 24 horas.
Disse ainda que o município em parceria com o comércio instalará Câmeras em todos os povoados do município, com exceção de um que não tem viabilidade técnica. Também será implantado um sistema de câmeras de segurança em alguns pontos da cidade de Carnaíba. Por fim, informou que algumas instituições bancárias viabilizariam a implantação de outra agência no município, o que traria mais benefícios a população.
O presidente da Câmara dos Vereadores, Neudo da Itã definiu como triste a situação em que está a cidade após a explosão da agência bancária. Disse ainda, que o Poder Legislativo local está à disposição do executivo para buscar soluções para a reabertura do banco local. Por fim, falou que o município tem uma lei que criou a Guarda Municipal, e pediu que o executivo, quando tiver disponibilidade orçamentária, implante o serviço.
Na sequência, o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas – Núcleo de Carnaíba – NDL, Glauco Queiroz afirmou que existem mais de 500 empresas registradas na Receita Federal, todas do município de Carnaíba. Que após a explosão do banco o faturamento do comércio de Carnaíba reduziu drasticamente. Afirmou, que algumas ações foram realizadas como a educação econômica das pessoas, para que as pessoas pudessem utilizar cartão de crédito, fortalecendo assim, a economia.
Houve ainda falas como a de José Júnior Gomes Tenório, presidente do Conselho Municipal de Segurança Pública de Carnaíba, sargento Luiz Santos, e sargento Praxedes, sobre as ações da PM com acréscimo da ROCAM, o vereador Gleibson Roberto, Ana Maria, comerciante de Carnaíba, e o senhor Gualberto, representante do Banco do Brasil. Este disse que a decisão da reabertura do Banco do Brasil compete a Superintendência em Brasília. Intervindo, o prefeito local afirmou que deveríamos juntar esforços para ir à Superintendência do Banco do Brasil do Recife.
Após a discussão entre os interessados, ficou definido que o MP irá notificar o Superintendente Eliézio Ferreira para comparecer à Promotoria de Justiça bem como apontar o que o banco irá fazer para reabrir a agência em audiência.
A ex-deputada Marília Arraes aparece na liderança da disputa pelas duas vagas de Pernambuco no Senado Federal, segundo pesquisa Múltipla contratada pelo Blog. No levantamento estimulado, em que cada entrevistado poderia indicar até dois nomes, Marília Arraes alcança 27% das citações. Na sequência aparece o senador Humberto Costa, com 19%. Candidato mais à direita, Mendonça […]
A ex-deputada Marília Arraes aparece na liderança da disputa pelas duas vagas de Pernambuco no Senado Federal, segundo pesquisa Múltipla contratada pelo Blog.
No levantamento estimulado, em que cada entrevistado poderia indicar até dois nomes, Marília Arraes alcança 27% das citações. Na sequência aparece o senador Humberto Costa, com 19%. Candidato mais à direita, Mendonça Filho aparece com 15%. Eduardo da Fonte registra 14%, enquanto Túlio Gadelha aparece com apenas 6%.
Os demais nomes apresentados tiveram 1% ou menos: Carlos Sant’Anna, Gilvan Costa, José Mariano, Paulo Rubem Santiago e Samuel Timóteo. Outros candidatos somaram 1%.
A pesquisa mostra, entretanto, um contingente expressivo de eleitores que ainda não definiu suas escolhas. 26% não opinaram ou estão indecisos para as duas vagas, enquanto 21% indicaram branco ou nulo para as duas cadeiras. Outros 13% estão indecisos ou não opinaram para a segunda vaga e 7% apontaram branco ou nulo para a segunda vaga.
Dados do levantamento: a pesquisa foi registrada sob os registros PE-06344/2026 e BR-04244/2026. Foi realizado entre os dias 8 e 11 de agosto, ouvindo 900 entrevistados em todas as regiões do estado com margem de erro de 3,3% para mais ou para menos.
Por Inácio Feitosa* Uma reflexão íntima sobre Recife, sua paisagem urbana e nosso comportamento coletivo Eu amo Recife. Amo sua história, seus rios, suas pontes, seu mar, sua cultura vibrante e sua identidade única. Mas amar uma cidade também é ter coragem de olhar para ela com honestidade. E há algo que me inquieta profundamente: […]
Uma reflexão íntima sobre Recife, sua paisagem urbana e nosso comportamento coletivo
Eu amo Recife. Amo sua história, seus rios, suas pontes, seu mar, sua cultura vibrante e sua identidade única. Mas amar uma cidade também é ter coragem de olhar para ela com honestidade. E há algo que me inquieta profundamente: nós nos acostumamos a conviver com o feio. E pior – deixamos de perceber o quanto isso diz mais sobre nós do que sobre o concreto que nos cerca.
Recife não nasceu feia. Tornou-se, lentamente, ao longo de décadas, uma cidade marcada por degradações visíveis que foram sendo naturalizadas até perderem a capacidade de causar incômodo. A paisagem urbana passou a refletir descuidos acumulados, mas também uma perigosa acomodação social.
Sempre me chama atenção a entrada da cidade pelo encontro da BR-101 com a BR-232. Um emaranhado de viadutos sem paisagismo, concreto cru, sujeira e abandono. Ali começa o primeiro retrato de uma capital que deveria acolher com beleza e organização. O mesmo ocorre no caminho para o aeroporto pelo bairro de Afogados: desordem visual, comércio irregular espalhado, calçadas deterioradas. É como se a cidade pedisse desculpas antes mesmo de receber quem chega.
No Recife Antigo, área que deveria ser um santuário urbano, convivemos há anos com fios pendurados, postes saturados, poluição visual que esconde o valor do patrimônio histórico. A promessa recente de embutir essa fiação revela o quanto demoramos para reagir. Enquanto isso, pichações cobrem muros, prédios e monumentos sem distinção, apagando memórias e ferindo a estética da cidade.
Quando caminho pelo Centro – Boa Vista, Santo Antônio, São José – vejo prédios abandonados, fachadas em ruínas e imóveis que contam histórias esquecidas. Sob viadutos espalhados pela cidade, acumulam-se sujeira e espaços mortos. Sempre penso no quanto esses locais poderiam ser transformados em equipamentos culturais. Sonho com bibliotecas urbanas nesses vazios – as Viadutotecas – como forma de devolver dignidade a áreas que hoje simbolizam abandono.
Outro cenário que me incomoda é o entorno do Hospital das Clínicas da UFPE, tomado por barracas desordenadas que escondem a arquitetura institucional atrás de improvisos. E não consigo ignorar a presença constante dos flanelinhas dominando ruas e pontos turísticos, constrangendo o cidadão e naturalizando uma forma velada de extorsão urbana. Praças transformadas em lava-jatos improvisados completam esse retrato de descaso cotidiano.
Nada disso é novo. Esses problemas existem há décadas. Eles sobreviveram porque foram tolerados por governos sucessivos, mas também porque nós, recifenses, aprendemos a aceitá-los sem resistência. E é aqui que minha crítica se volta para dentro. O feio não está apenas na arquitetura; está no comportamento social. Está no lixo jogado na rua, na indiferença diante das pichações, na aceitação passiva da desordem e no silêncio coletivo que permite que o provisório vire permanente.
Muitos dirão que sou pessimista. Dirão que Recife tem a Rua do Bom Jesus, uma das mais bonitas do mundo. E é verdade. Mas sempre me pergunto: quando foi a última vez que a visitamos com olhar atento? Quantos prédios degradados estão ali pedindo cuidado? Quantas vezes tentamos estacionar sem sermos constrangidos?
E há ainda o antigo prédio do Grupo Nassau, de João Santos, no Marco Zero. A troca brutal da fachada original por vidro foi um golpe violento na paisagem histórica. O que era belo tornou-se um corpo estranho no coração simbólico da cidade. Nunca vi um movimento firme para exigir a recomposição arquitetônica daquele imóvel no centro mais emblemático de Recife.
Eu continuo acreditando na beleza da minha cidade. Mas amar Recife é não aceitar o feio como destino. É desejar sempre mais cuidado, mais respeito ao patrimônio, mais ordem urbana e mais consciência cidadã.
Porque uma cidade só permanece bonita quando seu povo se recusa a se acomodar diante da própria degradação. Quando o feio deixa de incomodar, ele se instala não apenas nos muros e nas ruas, mas também dentro de nós.
Representantes de Pernambuco participaram, nessa quarta-feira (23), da reunião do Conselho Nacional de Representantes Estaduais (CONARES), em Brasília, que reuniu integrantes dos Conselhos de Secretarias Municipais de Saúde de diferentes estados. O Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco (COSEMS-PE) foi representado pelo presidente da entidade, Elídio Moura, e pela vice-presidente Zelma Pessoa, indicada […]
Representantes de Pernambuco participaram, nessa quarta-feira (23), da reunião do Conselho Nacional de Representantes Estaduais (CONARES), em Brasília, que reuniu integrantes dos Conselhos de Secretarias Municipais de Saúde de diferentes estados.
O Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco (COSEMS-PE) foi representado pelo presidente da entidade, Elídio Moura, e pela vice-presidente Zelma Pessoa, indicada como Terceiro Membro do Estado no CONARES.
Também participaram da agenda Artur Amorim, diretor do COSEMS-PE e integrante da diretoria do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), e Luciana Albuquerque, secretária de Saúde do Recife e integrante do Conselho.
Entre os temas discutidos estiveram o orçamento da saúde para 2027, o piso da enfermagem, o RegulaSUS, o Projeto Proadi para o triênio 2027-2029, estratégias de enfrentamento à violência contra as mulheres e as etapas municipais da Conferência Nacional de Saúde.
A programação também abordou a Plataforma Gestão do Cuidado, emendas parlamentares e pautas relacionadas à Comissão Intergestores Tripartite (CIT).
Durante o encontro, o CONASEMS realizou ainda uma Assembleia Geral Extraordinária para discutir uma proposta de alteração estatutária relacionada à realização de mostras de experiências municipais. Entre as iniciativas citadas está a “Mostra Brasil, aqui tem SUS”, voltada à apresentação de experiências desenvolvidas pelas gestões locais.
Para o presidente do COSEMS-PE, Elídio Moura, a participação nas reuniões nacionais permite que demandas dos municípios pernambucanos sejam levadas aos espaços de discussão sobre políticas de saúde.
“A presença nesses espaços nacionais é importante para fortalecer a voz dos nossos municípios e contribuir para as decisões que impactam diretamente a gestão e a assistência à saúde”, afirmou.
Ao final da programação, Elídio Moura e Artur Amorim participaram de uma reunião com a Presidência e a Secretaria Executiva do CONASEMS. Segundo o COSEMS-PE, o encontro tratou da participação de Pernambuco nas discussões nacionais relacionadas à saúde pública e à gestão municipal do SUS.
Fonte: Ascom COSEMS-PE
Foto: Divulgação
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