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Serra Talhada lamenta a morte do músico José Arnaldo de Lima

Por André Luis

A Prefeitura de Serra Talhada e a Fundação Cultural de Serra Talhada divulgaram, nesta segunda-feira (21), uma nota oficial lamentando o falecimento do músico José Arnaldo de Lima, integrante da Orquestra Filarmônica Vilabelense.

De acordo com a nota, José Arnaldo era um músico dedicado, cuja trajetória deixou marcas importantes na cultura e na música do município. A administração municipal e a fundação cultural se solidarizaram com familiares, amigos e colegas de José Arnaldo, ressaltando o legado artístico deixado pelo músico.

Segundo o texto, sua partida representa uma perda significativa para o cenário cultural local e para todos que tiveram a oportunidade de conviver com sua sensibilidade e talento. “Que sua memória permaneça viva através das notas que tocou e das histórias que ajudou a construir com sua arte”, registra a nota.

José Arnaldo de Lima era reconhecido por sua atuação na Orquestra Filarmônica Vilabelense, grupo tradicional da cidade, contribuindo com sua música para eventos culturais, celebrações religiosas e atividades sociais em Serra Talhada. Leia abaixo a íntegra da nota:

Nota de Falecimento

A Prefeitura de Serra Talhada e a Fundação Cultural de Serra Talhada lamentam profundamente o falecimento de José Arnaldo de Lima, músico dedicado e integrante da Orquestra Filarmônica Vilabelense.

Neste momento de dor, nos solidarizamos com familiares, amigos e colegas de José Arnaldo, reconhecendo sua contribuição à cultura e à música do nosso município. Sua partida deixa uma lacuna no cenário artístico local e em todos que tiveram o privilégio de conviver com sua sensibilidade e talento.

Que sua memória permaneça viva através das notas que tocou e das histórias que ajudou a construir com sua arte.

Outras Notícias

Áudio do STM de 46 anos atrás mostra que polícia herdou tortura da ditadura

“Já é tempo de acabarmos de uma vez por todas com os métodos adotados por certos setores policiais de fabricarem indiciados, extraindo-lhes depoimentos perversamente pelos meios mais torpes, fazendo com que eles declarem delitos que nunca cometeram, obrigando-os a assinar declarações que nunca prestaram e tudo isso é realizado por policiais sádicos, a fim de […]

“Já é tempo de acabarmos de uma vez por todas com os métodos adotados por certos setores policiais de fabricarem indiciados, extraindo-lhes depoimentos perversamente pelos meios mais torpes, fazendo com que eles declarem delitos que nunca cometeram, obrigando-os a assinar declarações que nunca prestaram e tudo isso é realizado por policiais sádicos, a fim de manterem elevadas as suas estatísticas de eficiência no esclarecimento de crimes.”

A declaração não foi dada, nesta semana, por um ativista dos direitos humanos ao tratar da tortura de algum morador pobre e negro de qualquer periferia de grande cidade pelas mãos da polícia para confessar o que não fez, mas pelo almirante Júlio de Sá Bierrenbach, em 19 de outubro de 1976, diante de um caso de tortura como instrumento de investigação (sic) da ditadura militar.

A atualidade do texto de 46 anos atrás não é coincidência, mas decorrência de um país que não resolveu as feridas abertas durante a ditadura. E, se depender do atual governo, que trata torturadores como heróis nacionais, como é o caso do falecido coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, não irá resolver tão cedo.

O historiador Carlos Fico, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, teve acesso a mais de 10 mil horas de gravações de sessões do Superior Tribunal Militar, entre 1975 e 1985, obtidas através de pedido à Justiça do advogado Fernando Augusto Fernandes. Nelas, ministros da corte reconhecem, repudiam ou duvidam de denúncias de torturas através do aparato de Estado. A coluna de Miriam Leitão, em O Globo, trouxe, neste domingo (17), o conteúdo de alguns desses áudios.

Um deles é o de Bierrenbach. “Longe de contribuírem para a elucidação dos delitos, invalidam processos, trazendo para os tribunais a incerteza sobre o crime e a certeza sobre a violência. A ação nefasta de uns tantos policiais estende a toda a classe, sem dúvida, na grande maioria, honesta, útil e laboriosa, um manto de suspeita no modo de proceder”, afirma.

“O que não podemos admitir é que o homem, depois de preso, tenha a sua integridade física atingida por indivíduos covardes, na maioria das vezes, de pior caráter que o encarcerado”, avaliou o almirante já em 1976.

Durante as sessões de tortura realizadas no 36º Distrito Policial, local que abrigou a Oban (Operação Bandeirante) e, posteriormente, o DOI-Codi, na capital paulista, durante a ditadura, os vizinhos no bairro do Paraíso reclamavam dos gritos de dor e desespero que brotavam de lá. As reclamações cessavam com rajadas de metralhadora disparadas para o alto, no pátio, deixando claro que aquilo continuaria até que o sistema decidisse parar.

Mas o sistema não parava. O sistema nunca para por conta própria. Ele precisa ser freado pelo resto da sociedade. Leia a íntegra da reportagem de Leonardo Sakamoto em sua coluna no UOL.

Levantamento mostra nova redução de lixões em Pernambuco

O Tribunal de Contas do Estado apresentou um novo levantamento que mostra a situação do depósito de resíduos sólidos em Pernambuco. De acordo com o estudo, 174 municípios fazem o descarte do lixo de forma correta, por meio de aterros sanitários. Dos 184 municípios do Estado, apenas dez continuam utilizando lixões para essa finalidade. A […]

O Tribunal de Contas do Estado apresentou um novo levantamento que mostra a situação do depósito de resíduos sólidos em Pernambuco. De acordo com o estudo, 174 municípios fazem o descarte do lixo de forma correta, por meio de aterros sanitários. Dos 184 municípios do Estado, apenas dez continuam utilizando lixões para essa finalidade. A queda foi de 63% em relação ao estudo realizado em dezembro do ano passado, que apontou 27 localidades nesta situação no Estado.

O avanço foi ainda mais significativo em relação a 2014, quando apenas 29 cidades (16%) utilizavam a forma correta de despejo do lixo, e 155 (84%) descartavam os resíduos de forma irregular.

“A realidade hoje, graças à atuação do TCE que monitora a situação desde 2014, é outra, com muitos avanços”, afirmou Pedro Teixeira, auditor do Tribunal de Contas responsável pela elaboração do estudo. Confira a evolução do descarte de resíduos sólidos com o passar dos anos.

Pernambuco ocupa posição de destaque em relação aos números nacionais. O percentual de municípios em situação regular em nosso estado é bastante superior aos 48,5% apontados como média nacional, segundo dados do Panorama-2021 da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).

O resultado faz de Pernambuco um dos estados que mais avançaram na solução do problema, considerando a qualidade dos aterros sanitários aqui instalados. O objetivo agora é zerar a prática negativa até o início do próximo ano.

Os dados divulgados pelo TCE foram obtidos a partir de inspeções realizadas pela equipe de auditoria entre os meses de janeiro e novembro deste ano, e de dados retirados de 112 processos de Auditoria Especial, instaurados para apurar responsabilidades pela utilização de “lixões”. O estudo traz ainda informações fornecidas pelos gestores dos aterros sanitários licenciados e pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH).

As informações vêm sendo compartilhadas pelo Tribunal com o Ministério Público de Pernambuco, para adoção das medidas necessárias, inclusive por meio de representações internas e externas do Ministério Público de Contas.

Em 2020, 54 prefeitos foram autuados (Auto de Infração) pelo TCE por continuarem a despejar lixo em local inadequado e por não apresentarem plano de ação prevendo a eliminação dos lixões. As multas para os gestores inadimplentes variam de 24 a 27 mil reais.

“O monitoramento, o trabalho de conscientização e a orientação dada pelo Tribunal aos gestores para a adoção de boas práticas foram decisivos para os resultados alcançados nos últimos anos. É um árduo e contínuo trabalho do TCE junto aos entes da administração pública municipal, em que boa parte respondeu com comprometimento e responsabilidade a uma questão que beneficia a saúde da população e o meio ambiente“ disse Pedro Teixeira.

ELIMINAÇÃO

No início deste mês, o presidente Ranilson Ramos recebeu prefeitos e secretários para discutir o problema dos lixões em seus municípios. Eles alegaram que a burocracia é a principal dificuldade que as prefeituras encontram para aderirem aos aterros sanitários. Ainda estão pendentes de regularização os municípios de Araripina, Bom Conselho, Brejo da Madre de Deus, Floresta, Ipubi, Itacuruba, Maraial, Nazaré da Mata, Ouricuri e Timbaúba.

“Os municípios podem implantar os seus próprios aterros, depositar em outros já licenciados em municípios vizinhos e fazer separação para reciclagem e recuperação energética”, explicou Pedro Teixeira ao mostrar algumas das possibilidades aos gestores, durante a reunião.

O presidente Ranilson Ramos pediu prioridade na solução do problema. E fez um acordo com os prefeitos para que os lixões sejam eliminados até o início de 2023.

“Pernambuco foi o Estado que mais avançou na questão ambiental, pois tivemos uma adesão muito grande nos últimos oito anos. Mas é preciso que essa questão seja resolvida de forma definitiva. Quero pedir a vocês que a gente possa pactuar um termo para acabar com os lixões no nosso Estado de uma vez”, destacou o presidente do TCE no encontro.

Veja aqui o resultado completo do estudo

PGR apresenta ao STF denúncia contra Valdir Raupp na Lava Jato

G1 A Procuradoria Geral da República (PGR) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (16) denúncia contra o senador Valdir Raupp (PMDB-RO) dentro da Operação Lava Jato. Ele é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro junto com um cunhado, Paulo Roberto Rocha, e uma ex-funcionária, Maria Cleia de Oliveira. Segundo as investigações […]

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A Procuradoria Geral da República (PGR) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (16) denúncia contra o senador Valdir Raupp (PMDB-RO) dentro da Operação Lava Jato. Ele é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro junto com um cunhado, Paulo Roberto Rocha, e uma ex-funcionária, Maria Cleia de Oliveira.

Segundo as investigações da Polícia Federal, o senador é suspeito de receber propina de R$ 500 mil por meio de doação oficial para sua campanha ao Senado em 2010.

Após ser notificada da denúncia, a defesa de Raupp terá 15 dias para apresentar uma resposta prévia às acusações. Caberá à Segunda Turma do Supremo analisar os documentos e decidir pela abertura de ação penal – que torna Raupp e os demais acusados em réus – ou arquivar o caso, se entender não haver indícios suficientes para embasar o processo.

A denúncia é fase posterior ao fim das investigações. Caso seja aceita pelo STF, começa a tramitar o processo, quando acusação e defesa serão confrontadas para que os ministros do Supremo decidam pela condenação ou absolvição.

Por meio de nota, Valdir Raupp informou que a denúncia tem “equivocada interpretação dos fatos”. “[O senador] reafirma que jamais compactuou com qualquer ilícito e que a doação em questão foi feita, diretamente, ao Diretório Estadual do PMDB de Rondônia, como demonstra todos os documentos”, diz a nota. O senador também afirma que as contas da campanha de 2010 foram devidamente declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral, e que ele aguarda serenamente a instrução do processo.

NJTV: dono de melhor “pior bar do mundo” vota pelo “Impíta” de Dilma

Ele é disparadamente o dono de bar mais famoso de Afogados da Ingazeira, no Pajeú. Edmilson Laranjeira, vulgo “Tripa” é dono do “pior bar mais frequentado do Sertão”, de acordo com pesquisa feita a muito tempo pelo radialista Anchieta Santos. Até placa de “Pior Bar do Mundo” já ganhou. Dessa vez, Tripa aprontou de novo: […]

Ele é disparadamente o dono de bar mais famoso de Afogados da Ingazeira, no Pajeú. Edmilson Laranjeira, vulgo “Tripa” é dono do “pior bar mais frequentado do Sertão”, de acordo com pesquisa feita a muito tempo pelo radialista Anchieta Santos. Até placa de “Pior Bar do Mundo” já ganhou.

Dessa vez, Tripa aprontou de novo: convidado por seu clientes, decidiu votar no parecer pelo “impíta” (isso mesmo, impíta) da Presidenta Dilma. Usando por base o teor do voto dos Deputados na polêmica sessão, Tripa não ofereceu a ninguém em especial senão a seu próprio bar, em um automarketing imbatível. “Pelo meu bar, pelo Impíta, eu voto sim”. O voto de Tripa já corre as redes sociais em toda a região.

O folclore que envolve Tripa é que certamente faz com que seu estabelecimento seja frequentado por pessoas que, em outras cidades, procurariam outro perfil do gênero: Totonho Valadares, Gonzaga Patriota, Maciel Melo, Saulo Gomes e tantas outras figuras já passaram por lá.

TRIPAEm uma Expoagro recente, onde colocou uma mesa, armei um ponto de apoio lá em uma das noites.  Perguntei por Aldo Vidal, um dos frequentadores assíduos e amigo. Tripa respondeu : “Tá alí no Congorote”. Onde Tripa ? “No Congorote…” Pouco depois é que fui perceber que ele se referia a um “Camarote” da festa.

Para dizer que está indeciso, costuma afirmar estar “imbecil”. Não faz cerimônia ara reclamar quando o cliente fica enrolando sem pedir nada. Conta a lenda, que certa vez, recebeu fiscalização da vigilância sanitária em uma Barraca nos Jogos Escolares.

– Senhor Edmilson, posso ver suas mãos para ver se estão limpas para manusear alimentos?

– Naturamente, respondeu Tripa, com as mãos pretas de carvão…

– Senhor Edmilson, isso é um absurdo!

– Papai, agora lascou… Quer ver mão suja, vai ver a de Dita (sua esposa e parceira) lá dentro…”

Levou uma multa daquelas e parece (eu disse parece) que aprendeu…

Filho de Laranjeira e leitor do blog, José Ernany conta uma mais recente, da última noite da Expoagro : Aproxima-se um jovem ao balcão da barraca e diz : “Quero um litro de Red Label!” Tripa: “Como? Que danado é isso de Redileidi? Tem não fí de Deus! Eu só trabalho com esses uísco (aponta para o balcão)”. Minha irmã escuta e diz: “Painho, Red Label é Jonnie Walker!” Tripa: “O quê? É Jonofi?” Depois de pensar um pouco, leva as mãos à cabeça e esbraveja: “Eita, febi tifi, deixei de vender mei mundo!” Cairam todos na gargalhada! Viva Tripa!

Flávio Marques indica nomes para Comissão de Transição em Tabira

O prefeito eleito de Tabira, Flávio Marques, enviou nesta semana um ofício à atual prefeita, Nicinha de Dinca, indicando os nomes que irão compor a comissão de transição. No documento, Marques também solicitou o acesso a diversos documentos e informações sobre a situação administrativa do município, essenciais para iniciar o processo de transição de governo. […]

O prefeito eleito de Tabira, Flávio Marques, enviou nesta semana um ofício à atual prefeita, Nicinha de Dinca, indicando os nomes que irão compor a comissão de transição.

No documento, Marques também solicitou o acesso a diversos documentos e informações sobre a situação administrativa do município, essenciais para iniciar o processo de transição de governo.

Os membros indicados por Flávio Marques para compor a comissão de transição são: Marcos Antônio da Silva, vice-prefeito, os advogados Klênio Pires de Morais e Laudiceia Rocha de Melo, o vereador Edmundo Dantez Cordeiro Barros, os contadores Afonso Alexandre do Amaral e João Guilherme Guedes Machado, os médicos Josete Alves do Amaral e João Veras Patriota, os odontólogos José Ubiraraja Vieira Jucá e Allan Guedes de Melo e Dias e o engenheiro Ilson Batista Borges Júnior.

Segundo o prefeito eleito, a partir da próxima semana, serão formados grupos temáticos nas áreas de saúde, educação, agricultura, desenvolvimento social e obras, comunicação, entre outras, com a indicação de outros nomes com o objetivo de entender a realidade da atual situação do município.

“Esses grupos vão nos ajudar a fazer um diagnóstico mais preciso e direcionar melhor as ações do futuro governo,” afirmou Marques.

Além disso, o prefeito eleito e o vice-prefeito, Marcos Crente, planejam uma viagem a Brasília ainda neste ano para encontros estratégicos com lideranças políticas e parlamentares, buscando recursos e parcerias para viabilizar projetos prioritários para o município de Tabira.