Serra Talhada: Hospam vai receber UTI Móvel e ventiladores mecânicos
Por André Luis
O Hospital Regional Agamenon Magalhães (Hospam), no Centro de Serra Talhada, vai receber, na próxima sexta-feira (18), uma nova UTI Móvel e mais dois respiradores mecânicos para a unidade. As informações são do Farol de Notícias.
Os benefícios são frutos de uma ação conjunta do deputados federal Sebastião Oliveira e do deputado estadual Rogério Leão.
O evento, que está sendo divulgado nas redes sociais, contará com as presenças dos parlamentares e será transmitido através do Instagram do Hospam (https://www.instagram.com/hospam.pe/).
O diretor da unidade, João Antonio Magalhães, está pessoalmente cuidando dos preparativos. Ao longo do ano passado, tanto Sebastião como Rogério Leão, alocaram recursos para fortalecer o atendimento no local. O evento terá início às 11 horas.
Governadora retomou o episódio nesta segunda-feira (21), durante sabatina no Recife, classificou a própria declaração como “equivocada” e “errada” e defendeu sua trajetória em políticas voltadas às mulheres. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a pedir desculpas, nesta segunda-feira (21), pela fala registrada em 2025 na qual sugeriu a realização de […]
Governadora retomou o episódio nesta segunda-feira (21), durante sabatina no Recife, classificou a própria declaração como “equivocada” e “errada” e defendeu sua trajetória em políticas voltadas às mulheres.
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a pedir desculpas, nesta segunda-feira (21), pela fala registrada em 2025 na qual sugeriu a realização de uma laqueadura “sem ela saber”. Ao iniciar sua participação em uma sabatina promovida pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de Pernambuco (Sindhospe), no Recife, Raquel disse ter se indignado consigo mesma ao rever as imagens.
“De maneira alguma aquilo se trata de quem sou ou do que faço ou pratico. Fiz uma fala equivocada, errada. E, quando vi o vídeo gravado há alguns anos na cidade de Garanhuns, eu me indignei comigo mesma e peço desculpas por isso”, afirmou.
A nova manifestação ocorre depois de Raquel já ter se pronunciado sobre o episódio nas redes sociais nesse domingo (20), quando reconheceu que a declaração havia sido equivocada e pediu desculpas.
A gravação que provocou a repercussão foi feita em maio de 2025, durante uma agenda no Hospital Regional Dom Moura, em Garanhuns. No registro, após ouvir um relato sobre uma gestante que teria vários filhos, Raquel afirma: “Aí, a gente tem que fazer laqueadura, visse? Aí, a gente bota na fila da laqueadura”.
Na sequência, após uma fala da interlocutora que não é possível compreender no áudio, a governadora acrescenta: “Mas faz sem ela saber, vai!”.
Não há, nas informações tornadas públicas, indicação de que a mulher mencionada na conversa tenha sido submetida a uma laqueadura sem conhecimento ou consentimento.
Ao retomar o assunto nesta segunda, Raquel afirmou que sua atuação política tem sido direcionada à autonomia das mulheres.
“Todo o meu trabalho e minha luta política têm sido, ao longo da minha vida, permitir que as mulheres possam ter independência, autonomia e que possam ter a oportunidade de guiar os seus próprios passos”, declarou.
Raquel também afirmou que sempre defendeu o acesso das mulheres à informação e ao planejamento familiar e citou medidas adotadas durante sua trajetória política.
A governadora mencionou sua atuação como deputada estadual, quando foi autora de uma legislação relacionada ao parto humanizado, e o período em que comandou a Prefeitura de Caruaru, citando a construção de uma maternidade e a criação de uma clínica de saúde da mulher.
Também afirmou que, no Governo de Pernambuco, sua gestão ampliou investimentos em políticas públicas direcionadas às mulheres.
“Em relação a todos esses temas, que falem por mim sempre as minhas ações, as minhas atitudes, a minha energia que busquei empenhar em tudo que fiz para fazer com que as mulheres de Pernambuco possam ser mais felizes e tenham mais oportunidade”, disse.
Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com a íntegra da fala de Raquel Lyra.
O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) aceitou a denúncia do Ministério Público contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), o deputado estadual Bruno Engler (PL) e duas aliadas por suposta disseminação de informações falsas contra o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman, durante o segundo turno das eleições municipais de 2024. Pela legislação […]
O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) aceitou a denúncia do Ministério Público contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), o deputado estadual Bruno Engler (PL) e duas aliadas por suposta disseminação de informações falsas contra o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman, durante o segundo turno das eleições municipais de 2024.
Pela legislação brasileira, os envolvidos se tornaram réus, o que indica que há evidências suficientes para abertura da ação penal. Se ao final do processo, houver condenação por órgão colegiado (como um Tribunal Regional Eleitoral), os deputados poderão ser declarados inelegíveis.
Além de Nikolas e Engler, são alvos da ação a deputada estadual Delegada Sheila (PL) e a Coronel Cláudia (PL), que foi candidata a vice-prefeita na chapa de Engler. O g1 entrou em contato com Nikolas e Sheila, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Engler e Coronel Cláudia disseram que só vão se manifestar nos autos.
Engler foi candidato à prefeitura de BH em 2024, mas foi derrotado pelo então prefeito Fuad Noman (PSD) no 2º turno das eleições. Segundo o MP, o adversário de Fuad e demais envolvidos fizeram uma “campanha sistemática de desinformação” para prejudicar a imagem de Fuad, que morreu em março deste ano, e favorecer o candidato do PL na corrida eleitoral (leia mais abaixo).
A decisão foi assinada pelo juiz Marcos Antônio da Silva, da 29ª, nesta sexta-feira (25). No texto, ele afirmou que a denúncia do Ministério Público traz detalhes que reforçam que os réus violaram a legislação.
“Verifica-se que a descrição dos fatos permite a compreensão sobre a imputação do evento tido como ilícito, possibilitando a ampla defesa dos acusados, tendo sido definidos, com precisão, os limites da acusação, sendo certo que ao final o órgão ministerial entendeu que as condutas dos acusados violaram a norma penal”, disse.
Campanha coordenada
A denúncia do Ministério Público de Minas Gerais inclui, além dos deputados Nikolas Ferreira e Bruno Engler, a deputada estadual Delegada Sheila (PL) e a Coronel Cláudia (PL), que foi candidata a vice-prefeita na chapa de Bruno Engler.
O Ministério Público acusa os quatro denunciados de crimes eleitorais cometidos durante o segundo turno das eleições municipais em 2024.
Segundo a denúncia, houve uma campanha coordenada de desinformação contra o então prefeito e candidato à reeleição, Fuad Jorge Noman Filho. Os acusados fizeram uma série de ataques nas redes sociais contra o livro “Cobiça”, escrito por Fuad em 2020.
Na obra, uma personagem relata que sofreu abuso sexual quando criança. No entanto, o adversário de Noman retirou trechos de contexto para forçar o entendimento de que o texto endossava a prática do crime.
Segundo o MP, a estratégia do grupo incluiu:
uso de trechos descontextualizados de um livro escrito por Noman;
falsa acusação de que o ex-prefeito expôs crianças a conteúdo impróprio durante um festival de quadrinhos promovido pela prefeitura.
‘Alcance massivo’
Na época, a Justiça de Minas determinou que os parlamentares removessem o conteúdo das redes sociais.
Já Nikolas Ferreira teve participação central e decisiva nos ataques contra o ex-prefeito de BH, pois usou seu “alcance massivo” nas redes sociais para “produzir e disseminar conteúdo sabidamente falso e ofensivo, com o claro intuito de desequilibrar a disputa eleitoral”.
A vice da chapa de Engler, Coronel Cláudia, e a deputada estadual Delegada Sheila foram denunciadas pelo compartilhamento de desinformação sobre o livro
Pedidos da condenação
Na representação criminal, o MP pediu que, caso os acusados sejam condenados, a Justiça fixe um valor mínimo de indenização por danos morais. Essa quantia deverá ser destinada a uma instituição de caridade escolhida pelo juiz do processo, já que os familiares da vítima optaram por não receber a compensação.
Além disso, o MP solicitou que os direitos políticos dos denunciados sejam suspensos após uma eventual condenação definitiva. Isso significa que eles poderão ficar impedidos de votar e se candidatar a cargos públicos enquanto durarem os efeitos da sentença.
A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de terceirização – PL 4302/1998 – na noite de ontem, projeto que chega a ser pior do que a versão aprovada anteriormente pela Câmara, o PL 4330/2004, votado em 08/04/2015, pelos evidentes riscos, em ambos os casos, de precarização das relações de trabalho. “Naquela ocasião a orientação do […]
A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de terceirização – PL 4302/1998 – na noite de ontem, projeto que chega a ser pior do que a versão aprovada anteriormente pela Câmara, o PL 4330/2004, votado em 08/04/2015, pelos evidentes riscos, em ambos os casos, de precarização das relações de trabalho.
“Naquela ocasião a orientação do PSB, lamentavelmente, como agora, foi favorável, mas votei contra a terceirização, por entender que, embora cabível em algumas atividades, como em certas áreas da saúde e na de Tecnologia da Informação (TI), deve ser vista sempre como um regime a ser pontualmente aplicável, até que se possa ir ampliando nas atividades que, comprovadamente, sejam admissíveis e recomendáveis”, disse o Deputado Tadeu Alencar.
E segue em nota: “Como essa discussão não foi pautada com a devida antecedência e como membro do Parlamento Latino Americano y Caribenho, havia sido designado anteriormente pelo Presidente da Casa, para compor missão oficial na Cidade do México, nos dias 23, 24 e 25 de março – onde ora me encontro – e tive que me ausentar, infelizmente, antes do horário da votação. Acaso tivesse sido possível votar, por evidente, repetiria, e até com maior razão, a minha posição no PL 4330/2004.”
O Mutirão dos Superendividados do Procon-PE já começou em Arcoverde e segue até o dia 13 de maio. Os consumidores devem procurar os serviços na Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde- Aesa, das 8h às 13h, como uma oportunidade de negociar suas dívidas. Participam do mutirão todos os bancos, Celpe, Compesa; TIM, Claro; Vivo e […]
O Mutirão dos Superendividados do Procon-PE já começou em Arcoverde e segue até o dia 13 de maio. Os consumidores devem procurar os serviços na Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde- Aesa, das 8h às 13h, como uma oportunidade de negociar suas dívidas.
Participam do mutirão todos os bancos, Celpe, Compesa; TIM, Claro; Vivo e NET e OI. Todas as empresas, exceto os bancos, realizam audiências na mesma hora, ou seja, o consumidor já sai de lá com uma proposta fechada de negociação.
A Prefeitura de Arcoverde está dando apoio desde o espaço físico até a logística com pontos de energia, computadores, eletricista e técnico de informática de plantão para que tudo transcorra dentro do planejado.
Para prestar uma reclamação, são necessários original e cópias da carteira de identidade, do CPF e do comprovante de residência, além de documentos que possam comprovar a reclamação, como nota fiscal, ordem de serviço, fatura, comprovante de pagamento, contrato, entre outros. Caso o titular esteja no nome de outra pessoa é preciso procuração reconhecida em cartório.
Mais informações no Procon- Arcoverde: (87) 3821-1250 / 3821-1317.
Gestora diz que críticas “são coisa da oposição” A Prefeita de Floresta, Rorró Maniçoba, defendeu em entrevista ao programa Frente a Frente, com o jornalista Magno Martins, a polêmica contratação do artista Luan Santana, cujo custo médio é de R$ 300 mil, para o São João da cidade. “Pra maioria da população uma atração como […]
A Prefeita de Floresta, Rorró Maniçoba, defendeu em entrevista ao programa Frente a Frente, com o jornalista Magno Martins, a polêmica contratação do artista Luan Santana, cujo custo médio é de R$ 300 mil, para o São João da cidade.
“Pra maioria da população uma atração como Luan Santana é uma novidade boa pra cidade e região, uma atração nacional. O comércio aquece, toda a região fica feliz. A oposição, muita gente não aceita que Floresta se sobressaia”, justificou.
A Prefeita Rorró Maniçoba
Rorró afirmou ainda que considera o valor do cachê de Luan (estimado em R$ 300 mil) “normal como dos outros”. Ela alegou que o período junino coincide com a Emancipação, o que motiva trazer atrações como Paula Fernandez, Leonardo, Aviões do Forró, Cesar Menotti e Fabiano e outras. Ao contrário da maioria dos gestores, Rorró falou em saúde financeira, considerando que a festa é paga com recursos próprios.
“Estamos em dia com folha, nada atrasado, tudo correndo bem, não tá às mil maravilhas, como outros estão sofrendo”. A gestora disse não ter como voltar atrás. “Mesmo que pudesse já estava tudo organizado. É uma tradição em Floresta fazer festas boas, gera emprego e renda. Os hotéis estão todos lotados”. Segundo a gestora, não houve apoio do Governo do Estado para o evento.
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