Serra: Prefeito lamenta morte de empresário Gregório Ferraz. Sepultamento acontecerá nesta quarta em Floresta
Por Nill Júnior
Seu Gregório era comerciante tradicional no ramo de calçados em Serra Talhada. Foto : Farol de Notícias
De Brasília o Prefeito Luciano Duque lamentou o falecimento do empresário Gregório Ferraz, que ocorreu na manhã desta terça-feira (13 na UTI do Hospital Santa Maria, na CApital do Xaxado, depois de dias de internamento após um Acidente Vascular Cerebral -AVC. Ferraz era um dos pioneiros no comércio de calçados na cidade e gozava de grande prestígio no meio empresarial local.
“Ele faz parte de empresários, ou comerciantes, como preferiam serem chamados pioneiros,que deram o primeiro passo para impulsionar o desenvolvimento do comércio da nossa cidade. Me criei convivendo com a figurava amável e simpática do seu Gregório.É uma grande perda para todos nós”, disse Duque ao receber a noticia.
O gestor aproveitou para expressar sua solidariedade à viúva e os filhos, “pessoas do nosso meio, amadas e que recebem hoje este grande baque. Contem conosco e tenham a certeza de que sofremos juntos com vocês a perda deste grande baluarte”, finalizou.
O sepultamento acontece nesta quarta-feira (13), às oito da manhã, no Cemitério de Floresta, sua cidade natal. O corpo está sendo velado em Serra Talhada.
Recife tem milhares de câmeras espalhadas, desde as oficiais (SDS e Prefeitura) até as milhares privadas em avenidas, ruas, becos e vielas. Se ajudam a esclarecer tantos crimes, fica lógico presumir que pode apontar a autoria dessa bizarrice, os panfletos apócrifos atacando a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra. É seguir o fio, a […]
Recife tem milhares de câmeras espalhadas, desde as oficiais (SDS e Prefeitura) até as milhares privadas em avenidas, ruas, becos e vielas.
Se ajudam a esclarecer tantos crimes, fica lógico presumir que pode apontar a autoria dessa bizarrice, os panfletos apócrifos atacando a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra. É seguir o fio, a partir de quem fez a panfletagem de madrugada, até a gráfica que imprimiu o material e o mais importante, quem pagou, quem mandou, quem montou a estratégia.
Tenho críticas aos nossos Tribunais Regionais Eleitorais. Acho envelhecidos, não necessariamente em idade, mas na prática, nos métodos, o mesmo que penso dos Tribunais de Justiça. Em tempos de IA, deepfakes, fake news, me passam a impressão de não ter pernas para acompanhar e evitar os danos. Espero estar errado.
Mas aqui estamos tratando de um crime físico, de pessoas que, a mando de alguém, promoveram a fixação dos panfletos em vias públicas. A conclusão óbvia é de que está fácil seguir o fio.
O material é tão tosco, baixo e agressivo, que é difícil imaginar ter saído de cabeças pensantes das campanhas, apesar de não se poder afirmar nada antes das investigações.
Uma coisa entretanto, dá pra dizer: a sociedade pernambucana exige uma apuração que aponte responsabilidades de algo tão grave. É necessário inclusive para que não se repita nunca mais. Pernambuco não aceita isso.
O caso ganhou um novo desdobramento no final da tarde deste domingo. Após a governadora Raquel Lyra (PSD) divulgar um vídeo e informar, por meio de nota, que acionou as polícias Federal e Civil por causa dos panfletos apócrifos com ataques relacionados à morte de seu marido, Fernando Lucena, João Campos (PSB) também se pronunciou […]
O caso ganhou um novo desdobramento no final da tarde deste domingo.
Após a governadora Raquel Lyra (PSD) divulgar um vídeo e informar, por meio de nota, que acionou as polícias Federal e Civil por causa dos panfletos apócrifos com ataques relacionados à morte de seu marido, Fernando Lucena, João Campos (PSB) também se pronunciou em vídeo. Na sequência, a Frente Popular de Pernambuco anunciou que recorreu ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para pedir a investigação do caso.
Os cartazes foram encontrados em locais públicos do Recife e também passaram a circular nas redes sociais. O material utiliza a imagem de Raquel e apresenta acusações relacionadas à morte de Fernando Lucena, que sofreu um infarto no dia do primeiro turno das eleições de 2022.
Em sua declaração, Raquel pediu respeito aos filhos, à família e à memória do marido.
“Pude ver de perto a crueldade de quem não tem limites. Respeitem minha família. Respeitem meus filhos. Respeitem quem não está mais aqui. Respeitem a minha dor”, afirmou.
A coligação Pernambuco no Coração informou que, além do registro de ocorrências junto às polícias Federal e Civil, também acionará o Ministério Público Eleitoral para solicitar a identificação dos responsáveis.
João Campos classificou os panfletos como um “completo absurdo”, negou qualquer participação dele ou de sua candidatura e afirmou que tomará medidas judiciais contra quem tentar atribuir a autoria do material ao seu grupo político.
“Eu perdi meu pai durante uma eleição, a candidata Raquel perdeu um marido durante uma eleição. E eu não admito nem que a minha família, nem que nenhuma família seja atacada nessa eleição”, declarou.
Após as manifestações dos dois candidatos, o setor jurídico da Frente Popular protocolou um pedido no Ministério Público Eleitoral para que sejam investigadas a autoria, a produção, o financiamento e a divulgação dos panfletos.
A coligação repudiou o conteúdo e reafirmou que não participou da produção nem da distribuição do material. Também informou que poderá adotar medidas judiciais, inclusive na esfera criminal, contra tentativas de atribuir falsamente a responsabilidade pelos cartazes à campanha.
A Frente Popular pediu uma investigação rigorosa para identificar os envolvidos e esclarecer as circunstâncias em que o conteúdo foi produzido e distribuído.
Foto: Reprodução/Redes sociais
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
Candidato cumpriu agendas em Belém de Maria e Catende neste domingo. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu, neste domingo (30), uma agenda de campanha em municípios da Mata Sul. Em Belém de Maria, voltou a defender a isenção do IPVA para motocicletas de até 180 cilindradas. Em Catende, prometeu trabalhar para […]
Candidato cumpriu agendas em Belém de Maria e Catende neste domingo.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu, neste domingo (30), uma agenda de campanha em municípios da Mata Sul. Em Belém de Maria, voltou a defender a isenção do IPVA para motocicletas de até 180 cilindradas. Em Catende, prometeu trabalhar para atrair indústrias e ampliar a geração de empregos na região.
No distrito de Batateiras, em Belém de Maria, João participou de uma carreata ao lado de lideranças políticas e apoiadores. Durante o percurso, mencionou a presença de motociclistas para apresentar sua proposta de retirar a cobrança do imposto sobre motos de baixa cilindrada.
“Estou vendo muita moto aqui. Já podem fazer a conta que, a partir do ano que vem, o IPVA vai ser zerado por esse governador. Nós estamos do lado de quem precisa e de quem pode fazer muito mais”, declarou.
Participaram da carreata o candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), o candidato à reeleição para deputado estadual Sileno Guedes (PSB) e a liderança política Alexandre Neto.
Na sequência da agenda, João participou de uma caminhada pelas ruas de Catende. No município, concentrou o discurso em propostas para a economia da Mata Sul, como a atração de indústrias, a geração de empregos e os investimentos em infraestrutura e abastecimento de água.
O candidato citou resultados obtidos durante sua gestão na Prefeitura do Recife para sustentar a proposta. De acordo com João, a capital pernambucana registrou saldo de mais de 133 mil empregos com carteira assinada durante os cinco anos em que esteve à frente do município, número que, conforme afirmou, corresponderia a 60% das vagas geradas em Pernambuco no período.
“Eu vou trazer indústria, fábrica e emprego para a Mata Sul, assim como fiz no Recife durante os cinco anos em que fui prefeito”, afirmou.
João também prometeu estabelecer uma relação de parceria com as prefeituras, independentemente de divergências políticas, e disse que seu eventual governo priorizaria investimentos e oportunidades para o interior.
Em Catende, acompanharam a caminhada o candidato a vice-governador Carlos Costa, a candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), o candidato à reeleição para deputado federal Felipe Carreras (PSB), o candidato à reeleição para deputado estadual Rodrigo Farias (PSB) e a liderança política local Caio Almeida.
Foto: Edson Holanda
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
Entidades pedem que a proposta não seja analisada pelo Senado antes das eleições de outubro. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ao lado de 34 entidades filiadas, lançou uma campanha para tentar adiar a votação da Proposta de Emenda à Constituição que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. […]
Entidades pedem que a proposta não seja analisada pelo Senado antes das eleições de outubro.
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ao lado de 34 entidades filiadas, lançou uma campanha para tentar adiar a votação da Proposta de Emenda à Constituição que prevê o fim da escala de trabalho 6×1.
Com o lema “A conta já está alta demais. Mudança das regras do trabalho às vésperas da eleição? Agora não”, a mobilização pede aos senadores que deixem a análise da PEC para depois das eleições de outubro.
A proposta está prevista para ser analisada na próxima quarta-feira (2), pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado. O relator, senador Omar Aziz (PSD-AM), apresentou parecer favorável e manteve o texto aprovado anteriormente pela Câmara dos Deputados.
A PEC estabelece dois dias de repouso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos, e reduz gradualmente a jornada máxima de trabalho, sem diminuição salarial. Dois meses após uma eventual promulgação, o limite cairia das atuais 44 para 42 horas semanais. Um ano depois, passaria para 40 horas.
Na campanha, a CNC argumenta que mais de 90% dos trabalhadores dos setores representados pela entidade atuam atualmente no regime 6×1. A confederação avalia que a mudança poderia aumentar os custos das empresas, provocar repasses aos preços, reduzir vagas formais e ampliar a informalidade.
Essas possíveis consequências são projeções apresentadas pelas entidades empresariais na campanha, e não efeitos já constatados da proposta.
“O setor terciário não se opõe ao debate sobre o bem-estar do trabalhador, mas uma decisão dessa magnitude exige análise técnica, diálogo e profunda responsabilidade”, declarou o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.
A confederação defende que mudanças na jornada sejam negociadas por meio de convenções e acordos coletivos, considerando as características de cada setor e região.
O presidente da Fecomércio-RJ, Antonio Florencio de Queiroz Junior, afirmou que uma alteração nacional sem considerar as diferenças entre as atividades econômicas poderia produzir efeito contrário ao pretendido, com eventual redução dos postos de trabalho.
A campanha também critica a medida provisória que isenta do Imposto de Importação as compras internacionais de até US$ 50, conhecida como fim da “taxa das blusinhas”. Para a CNC, a medida amplia a concorrência enfrentada pelo varejo nacional.
Caso seja aprovada na CCJ, a PEC do fim da escala 6×1 ainda precisará passar por dois turnos de votação no plenário do Senado, com pelo menos 49 votos favoráveis em cada um. Até o momento, não há confirmação de quando essa etapa ocorrerá.
Fonte: Agência O Globo Foto: Reprodução/CNC
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
Governadora publicou um vídeo nas redes sociais e pediu respeito à sua família, aos filhos e à memória de Fernando Lucena. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) registrou, neste domingo (30), ocorrências junto à Polícia Federal e à Polícia Civil após a circulação de cartazes com acusações relacionadas à morte de seu […]
Governadora publicou um vídeo nas redes sociais e pediu respeito à sua família, aos filhos e à memória de Fernando Lucena.
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) registrou, neste domingo (30), ocorrências junto à Polícia Federal e à Polícia Civil após a circulação de cartazes com acusações relacionadas à morte de seu marido, o empresário Fernando Lucena.
Os materiais foram espalhados em muros do Bairro do Recife. Em um deles, uma fotografia de Raquel aparece acompanhada da frase “ela matou o marido para ganhar a eleição”. Outra peça apresenta a governadora ao lado de Elize Matsunaga e Flordelis, sob a expressão “matadoras de maridos”.
Fernando Lucena morreu aos 44 anos, após sofrer um infarto, no dia do primeiro turno das eleições de 2022. Naquela disputa, Raquel avançou ao segundo turno e foi eleita governadora de Pernambuco.
Ao tomar conhecimento dos cartazes, Raquel publicou um vídeo nas redes sociais. A governadora relatou que viu as imagens quando se deslocava para cumprir uma agenda de campanha na Mata Sul.
“Eu entrei no carro para seguir minha agenda hoje, na Zona da Mata Sul. E, como eu sempre faço, abri o Instagram para ver o que estava acontecendo. Pude ver de perto a crueldade de quem não tem limites”, declarou.
Na sequência, Raquel pediu respeito aos familiares e à memória do marido.
“Respeitem minha família. Respeitem meus filhos. Respeitem quem não está mais aqui. Respeitem a minha dor”, afirmou.
A coligação Pernambuco no Coração informou que também acionará o Ministério Público Eleitoral para solicitar a investigação do caso e a identificação dos responsáveis pela produção e distribuição dos cartazes.
A Frente Popular de Pernambuco, coligação de João Campos (PSB), repudiou o material e anunciou que adotará medidas perante a Justiça Eleitoral. João também divulgou um vídeo no qual classificou os ataques como um “completo absurdo” e negou qualquer participação de sua candidatura.
Clique no link abaixo e confira o vídeo com a declaração de Raquel Lyra após a circulação dos cartazes no Recife.
Você precisa fazer login para comentar.