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Seminarista que foi transferido é operado em Recife. Quadro é estável

Por Nill Júnior
Pela ordem: 1. Cícero André (teve alta do Emília Câmara depois de ficar em obsevação); 2. Lucas Emanoel sofreu traumatismo craniano e está em observação no HR; 3. Tcharles foi levado ao HR com pancada na coluna mas tem quadro estável. Os demais estão bem. A foto foi tirada pouco antes do acidente.

Um segundo seminarista foi transferido e passará por ressonância após pancada nas costas. Quadro é estável 

Atualizado às 12h00

O Monsenhor João Carlos Acioly Paz, Vigário Geral da Diocese de Afogados da Ingazeira, disse agora a pouco ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú FM, que o seminarista Lucas Emanuel, que sofreu pancada na cabeça e foi transferido para o Hospital da Restauração foi submetido a cirurgia logo que deu entrada na unidade. Ele está na sala de recuperação da unidade. Lucas é natural de Serra Talhada.

Outro jovem chegou a ser transferido. Tcharles Marques Santos, natural de Brejinho foi transferido para observação. Ele sofreu uma pancada na coluna. Estava consciente, com os movimentos normais inclusive nos membros inferiores. Por precaução foi transferido para passar por uma ressonância magnética.

O Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol está em Recife acompanhando a evolução dos dois seminaristas. Ele tem mantido contato permanente com os médicos do Hospital da Restauração.

Cícero André, natural de Mirandiba, amanheceu em observação no próprio Hospital Regional Emília Câmara. Teve um corte na cabeça e uma fratura, mas foi liberado no final da manhã de hoje, segundo informações de Breno Chateubriand ao blog. Aliás, chamou a atenção a grande rede de solidariedade de representantes de movimentos, pastorais e jovens no suporte, ao lado dos sacerdotes Luiz Marques Ferreira, Juacir Delmiro e Rogério Veríssimo.

O Diácono Alisson Maciel, que foi ordenado na última quarta-feira em Triunfo, contou que tinha acabado de sair de um almoço quando o carro perdeu o controle em uma curva. Acrescentou que o carro não vinha em velocidade e que tentou controlar o veículo, mas acabou capotando. Os demais estão fora de perigo.

Outras Notícias

João Paulo Costa cumpre agenda no Pajeú e defende Zé Negão, Gleybson, Cida Oliveira e Anderson Lopes

Deputado diz que realinhamento com Câmara não irá interferir no apoio a nome que farão oposição O Deputado Estadual João Paulo Costa (AVANTE) está cumprindo agenda na região do Pajeú. Ele falou ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Esteve acompanhado de Zé Negão e Edson Henrique, candidatos e prefeito e vereador pela oposição. João […]

Deputado diz que realinhamento com Câmara não irá interferir no apoio a nome que farão oposição

O Deputado Estadual João Paulo Costa (AVANTE) está cumprindo agenda na região do Pajeú. Ele falou ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Esteve acompanhado de Zé Negão e Edson Henrique, candidatos e prefeito e vereador pela oposição.

João Paulo apoia o pré-candidato Zé Negão em Afogados da Ingazeira, mais Gleybson Martins (Carnaíba), Cida Oliveira (Solidão), Anderson Lopes (Itapetim) e ainda é aliado dos vereadores Tenente (Iguaracy), Aldo Santana e Djalma das Almofadas (Tabira).

Ele defendeu a pré-candidatura de Zé Negão afirmando que o alinhamento de Totonho Valadares com o grupo de José Patriota e Sandrinho ainda não foi digerido pela população. E que por ter experiência e ser conhecido, Zé Negão teria vantagem e mais a apresentar que o atual vice.

A curiosidade é que José Paulo já deixou claro seu realinhamento com o grupo do governador Paulo Câmara. Apoia por exemplo João Campos em Recife. Mas disse que isso não irá interferir em sua posição na defesa de Zé Negão, que ainda terá no palanque Ricardo Teobaldo e Sílvio Costa Filho. “Isso não irá interferir no debate local”, garante.

 

NOVO Pajeú rebate artigo de jornalista

O Partido Novo em Afogados da Ingazeira agradece a preocupação e a crítica sincera feita pelo jornalista André Luis no último domingo (16), neste blog, em artigo intitulado de “O bolsonarismo de gravata de borboleta”. Defesa da democracia O Novo compartilha o amor à democracia do autor da crítica e de seus leitores. Longe de […]

O Partido Novo em Afogados da Ingazeira agradece a preocupação e a crítica sincera feita pelo jornalista André Luis no último domingo (16), neste blog, em artigo intitulado de “O bolsonarismo de gravata de borboleta”.

Defesa da democracia

O Novo compartilha o amor à democracia do autor da crítica e de seus leitores. Longe de qualquer nostalgia às supostas glórias das ditaduras de direita do século passado, o Partido continua preocupado em defender a liberdade política dos males ditatoriais no novo milênio. Os sussurros de fantasmas de tiranias passadas não podem causar mais temor do que os rugidos das tiranias presentes.

Atualizando-se, olhando ao seu redor, é necessário perguntar-se quais são as ameaças a democracia de hoje. Quantas ditaduras existem hoje na América Latina? Quantas são de direita e quantas são de esquerda? Quantas foram apoiadas diretamente por um presidente brasileiro? E de qual partido era esse presidente tão interessado em ajudar esses ditadores latinos?

De qual espectro político são as ditaduras que estão desde o milênio passado oprimindo seu povo sem nunca se entregar à democracia, como aconteceu no Brasil nos anos 80? A extrema-esquerda não é levada em consideração na análise de defesa da democracia feita pelo autor.

Falar em democracia não é suficiente – tem que se defender, de fato, os valores democráticos e os países democráticos contra a tirania. É, inclusive, uma tática recorrente de tiranos modernos chamar sua tirania de democracia, sua monarquia de república e suas elites de povo; como na “República Popular Democrática da Coreia” (Coreia do Norte) e nas históricas declarações de Stálin de que a União Soviética era a maior democracia do planeta. A aparência dessas tiranias são o inverso de sua essência.

Longe de qualquer adoração irracional a qualquer das figuras que concorrem à presidência de nossa República, não aceitamos o rótulo de “bolsonaristas”, pois Bolsonaro passou por inúmeras e severas críticas do Partido durante seu mandato.

No entanto, analisando aparência e essência, não se vê em Bolsonaro promessas ou atos de regulação da mídia (o que deveria preocupar muito mais o autor, silencioso, até o momento, sobre o assunto), de revolução ou de defesa aberta ao crime, além da defesa material de inúmeros tiranos de países vizinhos, como os realizados pelo candidato do PT, que fala em democracia enquanto fomenta ditaduras.

Dentro de uma análise atualizada e abrangente entre os dois espectros políticos, a posição de João Amoêdo, não debatida com o restante do Partido, vai contra os valores do Novo e, por isso, não por autocracia arbitrária, ele foi criticado.

O Novo posicionou-se oficialmente contra a esquerda radical, representada nessas eleições pelo PT, orientando seus filiados para anular o voto ou votar no atual governante, que comunga de alguns ideais conosco, conforme sua consciência.

Defesa dos pobres e necessitados

Quanto a questão da pobreza e assistência social, há uma crítica recorrente dos autores deste Blog ao Partido Novo. De fato, esse é um dos assuntos mais importantes de Pernambuco que, governado há anos por socialistas, foi considerado pelo Banco Mundial o pior estado do país para se fazer negócios e que, logicamente, virou um campeão nacional de desemprego e miséria.

Os “bolsonaristas de gravata borboleta” falam muito em economia porque ela não está, de forma alguma, dissociada dos problemas sociais, especialmente o da pobreza. Como diria Ronald Reagan, “o melhor programa social é o emprego”.

No Índice de Liberdade Econômica, ranking mundial que classifica o grau de liberdade econômica de 186 países, o Brasil é visto como um país à beira da repressão econômica, com seu excesso de impostos, burocracia e privilégios políticos, que concentram todo poder nas mãos de poucos aristocratas.

É interessante notar que o peso do Estado, que suga todo poder de compra do brasileiro enquanto cinicamente afirma distribuir gratuidades, nunca é levado em consideração em suas análises quando o assunto é combate à pobreza.

Também não deve ser esquecido o esforço, em favor da causa sagrada de ajuda aos pobres, de incentivo dos liberais à solidariedade privada, realizada por indivíduos, empresas, igrejas, associações, cooperativas, sem dar ainda mais vantagens ao já agigantado poder político de nosso país.

Para finalizar, o Novo ressalta veementemente que a solidariedade deve ser legítima e não motor de desvios de verba pública.

Judas Iscariotes, tesoureiro dos discípulos, certa vez condenou o “luxo” do uso de um perfume nos pés de Nosso Senhor, alegando que o perfume, se vendido, poderia servir melhor aos pobres. O “anticapitalismo” do Iscariotes é assim descrito por seus pares: “Ele não falou isso por se interessar pelos pobres, mas porque era ladrão; sendo responsável pela bolsa de dinheiro, costumava tirar o que nela era colocado” (João 12:6).

Sem mais para o momento, o Novo se põe à disposição para futuros questionamentos sobre nossas posições e práticas.

Que Deus abençoe nossa nação!

PT-PE acusado pela militância de não ouvir as bases

Militância acusa partido de ter virado sublegenda do PSB em Pernambuco A nota divulgada pelo Partido dos Trabalhadores de Pernambuco (PT-PE), na noite deste domingo (20), indicando o nome da deputada federal Marília Arraes para concorrer ao Senado na chapa do deputado federal e pré-candidato ao Governo do Estado pela Frente Popular, Danilo Cabral (PSB), […]

Militância acusa partido de ter virado sublegenda do PSB em Pernambuco

A nota divulgada pelo Partido dos Trabalhadores de Pernambuco (PT-PE), na noite deste domingo (20), indicando o nome da deputada federal Marília Arraes para concorrer ao Senado na chapa do deputado federal e pré-candidato ao Governo do Estado pela Frente Popular, Danilo Cabral (PSB), pegou mal entre a militância do partido.

A nota, divulgada nas redes sociais do partido, foi duramente atacada. Primeiro, porque Marília desautorizou a indicação. Disse que não foi consultada e que o PT-PE estaria usando o seu nome como “massa de manobra”.

Segundo, porque a aliança com o PSB – um dos partidos que engrossou o coro antipetismo e que ajudou a derrubar a ex-presidenta Dilma Rousseff – é indigesta para a maioria dos petistas que sonham com a candidatura própria para acabar com hegemonia de dezesseis anos do PSB no Estado. 

Entre os comentários na postagem da nota, muitas críticas acusando o partido de ter parado de ouvir as bases – o que certamente faria com que o PT lançasse candidatura própria para o Governo do Estado. 

A postagem também recebeu muitos comentários apoiando a decisão de Marília – de recusar a indicação e estar de malas prontas para sair da legenda – e acusando o partido de ser “sublegenda do PSB e capacho da viúva [de Eduardo Campos, Renata Campos]”. Além de duras críticas ao senador Humberto Costa – a quem acusam de estar acabando com o PT em Pernambuco – e a cúpula do partido no Estado.

O Mano alertou – Em outubro de 2018 durante um comício do candidato a Presidência da República Fernando Haddad, o rapper Mano Brown – líder dos Racionais MC’s – fez um discurso acabando com o clima de festa e alertando para a importância de se ouvir as bases.

“Não gosto do clima de festa. O que mata a gente é o fanatismo e a cegueira. Deixou de entender o povão já era. Se somos o Partido dos Trabalhadores tem que entender o que o povo quer. Se não sabe, volta pra base e vai procurar entender. As minhas ideias são essas. Fechou”, alertou Mano Brown.

Dilma é alvo de vaias e ofensas ao entregar taça da Copa

do JC Online A presidente Dilma Rousseff foi vaiada e ofendida com intensidade quando sua imagem surgiu nos telões do Maracanã, durante a entrega das premiações aos melhores da Copa do Mundo, neste domingo. Durante e após a decisão do Mundial, ela foi hostilizada cinco vezes ao todo por parte do público que compareceu ao […]

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do JC Online

A presidente Dilma Rousseff foi vaiada e ofendida com intensidade quando sua imagem surgiu nos telões do Maracanã, durante a entrega das premiações aos melhores da Copa do Mundo, neste domingo. Durante e após a decisão do Mundial, ela foi hostilizada cinco vezes ao todo por parte do público que compareceu ao estádio.

A manifestação se repetiu quando ela apareceu cumprimentando o técnico da Argentina, Alejandro Sabella e foi mais forte no momento em que Dilma entregou o troféu de campeão para o capitão do time alemão, Philipp Lahm. Nesse instante, as vaias se transformaram num cântico ofensivo à presidente. Ela ficou o troféu em mãos por apenas três segundos.

Antes, quando os alemães recebiam apenas as medalhas pelo título, a euforia da torcida alemã abafou outras vaias à presidente. A música alta no estádio também ofuscou os apupos. Os telões evitaram mostrar a presidente sozinha em meio a outras autoridades, durante a cerimônia.

Na abertura da Copa, no dia 12 de junho, Dilma ouviu vaias mais fortes e até xingamentos no Itaquerão, em São Paulo, antes e durante a partida da seleção brasileira contra a Croácia.

Joaquim Barbosa: “não sou candidato”. Decisão pode ter impacto em Pernambuco

O ex-presidente e ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa anunciou no Twitter que não será candidato à Presidência da República em 2018. “Está decidido. Após várias semanas de muita reflexão, finalmente cheguei a uma conclusão. Não pretendo ser candidato a Presidente da República. Decisão estritamente pessoal”. O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal […]

O ex-presidente e ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa anunciou no Twitter que não será candidato à Presidência da República em 2018.

“Está decidido. Após várias semanas de muita reflexão, finalmente cheguei a uma conclusão. Não pretendo ser candidato a Presidente da República. Decisão estritamente pessoal”.

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal se filiou ao PSB em abril, no último dia possível para a filiação. Ele estudava a possibilidade de ser candidato à Presidência, após uma série de idas e vindas em torno da decisão de entrar para a política. Mas não encontrou ambiente favorável no próprio partido.

As alianças regionais e divergências internas em torno de sua candidatura aparentemente cansaram Joaquim, que esperava ambiente mais favorável.

A decisão tem impacto no processo eleitoral em Pernambuco. A candidatura de Joaquim Barbosa era tida como um fator que atrapalhava a aliança PSB-PT no estado, costurada por Humberto Costa e Paulo Câmara. Eles disputam espaço contra os que defendem a candidatura própria no partido.