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Segurança pública e saúde recebem novos veículos do governo de Pernambuco

Por André Luis

O Governo de Pernambuco realizou a entrega de 19 veículos para fortalecer ações de segurança e saúde no Estado. Em evento realizado no Palácio do Campo das Princesas nesta sexta-feira (19), a governadora Raquel Lyra entregou nove veículos para a Polícia Militar com atuação na Patrulha Maria da Penha e três a serem utilizados pela Polícia Civil na realização de trabalhos investigativos, o que representa um investimento de R$ 1,5 milhão. Também foram entregues sete vans destinadas à Operação Lei Seca, no valor de R$ 1,3 milhão.

“Lançamos, ainda no ano passado, o programa Juntos pela Segurança, compromisso já no início do nosso Governo, e a gente vem trabalhando com investimento em todas as nossas forças operacionais de polícia e garantindo um trabalho para maior segurança no trânsito. Entregamos hoje 12 viaturas para atuar no combate à violência doméstica e familiar e garantia de acolhimento a essas mulheres, uma parceria com o governo federal, através do Sistema Nacional de Segurança Pública. Também entregamos sete novas viaturas para a Operação Lei Seca, evitando que pessoas alcoolizadas estejam no trânsito podendo ser vítimas ou autores de situações em que colocam a vida de alguém em risco”, destacou a governadora Raquel Lyra.

A entrega de veículos para as polícias visa fortalecer o patrulhamento preventivo, a investigação policial e o acompanhamento de medidas protetivas de urgência, no combate à violência contra a mulher. Os três automóveis para a Polícia Civil foram entregues simbolicamente para manter o sigilo usado nas investigações.

Os veículos foram adquiridos graças ao empenho da governadora junto ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio de doação da Secretaria Nacional de Segurança Pública. “São três viaturas que serão destinadas à Delegacia da Mulher para investigações de violência doméstica, de crimes contra mulheres, e nove viaturas ostensivas da Patrulha Maria da Penha, que serão distribuídas em unidades da Região Metropolitana do Recife, visando fazer visitas às residências daquelas mulheres que prestaram queixa de violência doméstica e que tenham medida protetiva”, explicou o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho.

Na Patrulha Maria da Penha, as viaturas vão contemplar os municípios de Recife, Olinda, Paulista, Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Abreu e Lima, Igarassu, Itapissuma e Itamaracá. Já os veículos para a Polícia Civil terão como destinos o Departamento de Polícia da Mulher (DPMUL) e a 3ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), localizada em Petrolina, no Sertão pernambucano.

LEI SECA – As sete vans para a Operação Lei Seca serão fundamentais para fortalecer o bom andamento dessas ações, pois funcionam como escritórios móveis. Os veículos são equipados com mesa (bancada) para notebook, sistema de iluminação, ar-condicionado, tomadas, autonomia de energia para os equipamentos eletrônicos como notebook, impressoras, etilômetros e aparelhos celulares. A ação também envolve o Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran).

Com a estrutura móvel é possível garantir maior celeridade às condições da operação, fiscalizações e ações educativas. “A gente precisa ressaltar que em 2023 foram mais de 40 mil vítimas de acidentes de trânsito, atendidas nos hospitais do Estado de Pernambuco. Por isso, a importância da gente trabalhar na prevenção, que é uma ação de saúde pública. Essa é uma operação conjunta de trabalhar a educação no trânsito e coibir a questão de dirigir alcoolizado, fazendo esse trabalho também de forma interiorizada em Pernambuco”, registrou a secretária de Saúde, Zilda Cavalcanti.

A Operação Lei Seca no Estado de Pernambuco foi criada através da Lei Estadual nº 14.491 de 29 de novembro de 2011 com o objetivo de reduzir os acidentes de trânsito, motivados por motoristas que dirigem automóveis sob efeito de bebidas alcoólicas. A operação funciona com a realização de blitz diária, atendendo e fiscalizando todo o território do Estado de Pernambuco.

Acompanharam o evento os secretários Carlos Braga (Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas) e Juliana Gouveia (interina da Mulher); o presidente do Detran-PE, Vladimir Lacerda; o coordenador operacional da Operação Lei Seca, Major Gabriel Andrade; o chefe da Polícia Civil, delegado Renato Leite; e o gerente-geral de Polícia Científica, Fernando Benevides.

Outras Notícias

Após Flávio Bolsonaro alegar fraude, presidente do TSE afirma que eleições ocorreram dentro da normalidade

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou nesta quarta-feira (28) que as eleições de 2026 ocorreram dentro da normalidade, respeitando as regras legais e constitucionais. A manifestação foi divulgada após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrotado na disputa presidencial, acusar o processo eleitoral de fraude em uma carta. Na declaração, […]

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou nesta quarta-feira (28) que as eleições de 2026 ocorreram dentro da normalidade, respeitando as regras legais e constitucionais. A manifestação foi divulgada após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrotado na disputa presidencial, acusar o processo eleitoral de fraude em uma carta.

Na declaração, Nunes Marques destacou a participação de servidores públicos, mesários, forças de segurança e demais profissionais envolvidos na organização e realização da votação.

Segundo o ministro, as eleições transcorreram “dentro da mais absoluta normalidade e com respeito aos ditames legais e constitucionais”.

O posicionamento ocorre em meio à repercussão do documento divulgado por Flávio Bolsonaro, no qual o senador afirma que o pleito foi fraudado.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

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Após reconhecer resultado da eleição, PL não se manifesta sobre autoproclamação de Flávio Bolsonaro

O Partido Liberal (PL) preferiu não se posicionar sobre a carta divulgada nesta quarta-feira (28) pelo senador Flávio Bolsonaro, na qual o candidato derrotado à Presidência da República se apresentou inicialmente como o verdadeiro presidente eleito do Brasil. A ausência de manifestação ocorre dois dias depois de a direção nacional da legenda reconhecer oficialmente o […]

O Partido Liberal (PL) preferiu não se posicionar sobre a carta divulgada nesta quarta-feira (28) pelo senador Flávio Bolsonaro, na qual o candidato derrotado à Presidência da República se apresentou inicialmente como o verdadeiro presidente eleito do Brasil. A ausência de manifestação ocorre dois dias depois de a direção nacional da legenda reconhecer oficialmente o resultado das eleições.

Questionado sobre a declaração do senador, o partido informou que ainda não tinha um posicionamento sobre o assunto.

A carta passou por alterações ao longo desta quarta-feira. Na primeira versão, Flávio utilizou a expressão “presidente eleito do Brasil”, apesar da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.

Pouco depois, o senador recuou e substituiu a autoproclamação pela expressão “líder do Brasil”. O documento chegou a ser publicado nas redes sociais de Flávio, mas a postagem foi apagada e substituída por outra com o texto modificado.

Antes da publicação no perfil do senador, a carta havia sido compartilhada pelo influenciador digital Paulo Figueiredo, aliado da família Bolsonaro.

O documento também apresentou uma mudança no brasão nacional. Na primeira versão divulgada por Figueiredo, aparecia a inscrição “Estados Unidos do Brazil”, denominação adotada após a Proclamação da República, em 1889.

Posteriormente, o influenciador compartilhou outra versão, desta vez com o brasão da República Federativa do Brasil.

A ausência de posicionamento do PL contrasta com a manifestação oficial da legenda na segunda-feira (26), quando reconheceu o resultado da eleição presidencial. Até a divulgação da reportagem, o partido não havia esclarecido sua posição sobre a declaração de Flávio.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Beto Barata/PL

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Tarcísio diz entender indignação de Flávio após carta golpista, mas cobra respeito ao resultado e responsabilidade

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quarta-feira (28) entender a indignação de Flávio Bolsonaro (PL) após a derrota na eleição presidencial, mas defendeu que o resultado das urnas seja respeitado. A manifestação ocorreu depois que o senador divulgou uma carta na qual inicialmente se declarou o verdadeiro presidente eleito do […]

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quarta-feira (28) entender a indignação de Flávio Bolsonaro (PL) após a derrota na eleição presidencial, mas defendeu que o resultado das urnas seja respeitado. A manifestação ocorreu depois que o senador divulgou uma carta na qual inicialmente se declarou o verdadeiro presidente eleito do Brasil, apesar da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Aliado de Flávio durante a campanha, Tarcísio procurou conciliar a compreensão pela insatisfação do senador com a defesa de uma atuação política responsável após o encerramento da disputa.

O governador destacou a necessidade de respeito ao resultado eleitoral e de responsabilidade por parte das lideranças políticas, em um momento de reorganização da oposição ao governo federal.

A posição mantém a linha adotada por Tarcísio em um pronunciamento divulgado na terça-feira (27), quando reconheceu o resultado da eleição, mas fez críticas à condução do processo eleitoral.

“Reconhecer o resultado não significa calar sobre os excessos”, afirmou na ocasião.

O governador também mencionou o que considera uso da máquina pública, programas anunciados fora do prazo e interferência do Judiciário durante a campanha. Essas avaliações foram apresentadas por Tarcísio como críticas ao processo eleitoral.

“A eleição passou, mas o país continua fraturado, dividido. E isso exige muita responsabilidade de quem lidera”, declarou no pronunciamento anterior.

A manifestação desta quarta-feira ocorre após Flávio Bolsonaro divulgar uma carta contestando o segundo turno e acusando a Justiça Eleitoral de fraude, sem apresentar provas.

Na primeira versão do documento, distribuída por aliados, o senador se apresentou como o verdadeiro presidente eleito do Brasil. Posteriormente, ao publicar a carta em sua conta no X, substituiu a autoproclamação pela expressão “líder”.

Flávio também anunciou que pretende comandar a oposição brasileira a partir dos Estados Unidos, para onde viajou depois da derrota eleitoral.

Tarcísio, por sua vez, vem defendendo que os partidos de oposição concentrem sua atuação na fiscalização do governo Lula e na apresentação de propostas para os próximos quatro anos.

No pronunciamento de terça-feira, o governador defendeu uma oposição vigilante, com cobranças relacionadas à responsabilidade fiscal e ao funcionamento das instituições.

“A eleição passou. O Brasil continua”, concluiu.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Tarcísio de Freitas sobre Flávio: “o caminho é respeitar o resultado das urnas e seguir em frente”

O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, comentou a movimentação de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos, pregando teorias da conspiração sobre a eleição. Após a derrota, Flávio Bolsonaro viajou para os Estados Unidos e divulgou uma carta pública contestando os resultados eleitorais e declarando-se o “verdadeiro presidente eleito”. Mas Tarcísio afirmou textualmente ao […]

O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, comentou a movimentação de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos, pregando teorias da conspiração sobre a eleição.

Após a derrota, Flávio Bolsonaro viajou para os Estados Unidos e divulgou uma carta pública contestando os resultados eleitorais e declarando-se o “verdadeiro presidente eleito”.

Mas Tarcísio afirmou textualmente ao Estadão:

“Entendo o sentimento de Flávio, entendo sua indignação e sua revolta, e esse sentimento é o de muitos brasileiros também. Mas o caminho é respeitar o resultado das urnas e seguir em frente.”

Tarcísio reforçou que a “eleição acabou” e defendeu que o papel da oposição agora deve ser construído de forma forte, serena e vigilante dentro do funcionamento regular das instituições democráticas e do Congresso Nacional.

Trump diz que não vai se envolver após Flávio Bolsonaro se declarar presidente eleito do Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (28) que não pretende se envolver na declaração do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que divulgou uma carta na qual se apresentou como o verdadeiro presidente eleito do Brasil, apesar da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. Questionado por jornalistas sobre […]

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (28) que não pretende se envolver na declaração do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que divulgou uma carta na qual se apresentou como o verdadeiro presidente eleito do Brasil, apesar da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.

Questionado por jornalistas sobre o documento, Trump evitou comentar as alegações feitas pelo brasileiro.

“Não vou comentar sobre isso. Não vou me envolver”, respondeu o presidente americano.

A manifestação ocorreu depois que Flávio chegou a Miami, acompanhado da esposa e das duas filhas. O senador deixou o Brasil apesar de uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que exigia a entrega de seus passaportes à Polícia Federal e proibia sua saída do país.

Na primeira versão da carta, divulgada por aliados, Flávio afirmou: “Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil”.

Posteriormente, ao publicar o documento em sua conta na rede social X, o senador retirou a autoproclamação e passou a se apresentar como “líder do Brasil”.

Apesar da alteração, Flávio manteve as acusações de fraude eleitoral, sem apresentar provas, e os questionamentos à atuação do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral.

O parlamentar voltou a criticar a decisão que permitiu a ampliação do horário de votação em determinadas seções eleitorais. Também acusou a campanha de Lula de abuso de poder político e econômico e defendeu a cassação da chapa formada pelo presidente e pelo vice, Geraldo Alckmin (PSB).

Na carta, Flávio agradeceu a Donald Trump pelo acolhimento nos Estados Unidos e afirmou que pretende liderar a oposição brasileira a partir do território americano.

A resposta do presidente dos Estados Unidos, entretanto, não representou apoio às acusações apresentadas pelo senador nem reconhecimento de sua reivindicação à Presidência da República.

Trump já havia demonstrado disposição para receber Flávio e seus familiares no país. Também fez críticas à condução das eleições brasileiras, embora tenha afirmado que não tomou partido na disputa.

A declaração desta quarta-feira foi dirigida especificamente à carta divulgada pelo senador, sobre a qual o republicano preferiu não se posicionar.

Lula foi reeleito no domingo (25), com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro. O resultado foi proclamado pela Justiça Eleitoral e reconhecido oficialmente pela direção nacional do PL.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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