Secretário Wilson Damázio coloca cargo à disposição após declaração polêmica
Por Nill Júnior
O Secretário de Defesa Social de Pernambuco, Wilson Damázio, colocou o cargo à disposição na tarde desta quinta-feira (19) após declaração para especial do Jornal do Commercio causar grande polêmica na sociedade civil organizada e constrangimento dentro do governo Eduardo Campos.
“Eu, Wilson Damázio, Secretário de Defesa Social, com relação às declarações a mim atribuídas em reportagem do caderno Cidades do Jornal do Commercio de hoje, dirijo-me à sociedade pernambucana para declarar que as mesmas não constituem meu pensamento nem minha visão do mundo, razão pela qual repilo os termos e peço desculpas a todos aqueles que porventura tenham se sentido ofendidos.
Reafirmo, por fim, que se as palavras, como é fato, não representam minhas ideias nem minha história de vida, muito menos ainda, podem ser confundidas com as políticas desenvolvidas pelo Governo do Estado que vem revolucionando a Segurança Pública no Brasil com transparências, práticas cidadãs além de total e absoluta intolerância com qualquer conduta contrária aos direitos humanos, à liberdade de expressão e à proteção dos direitos individuais da pessoa humana.
Para proteger o governo e o seu legado, informo que já coloquei o cargo à disposição do governador Eduardo Campos.”
A pesquisa Múltipla divulgada nesta quarta-feira (17) mostra que a avaliação do governo da governadora Raquel Lyra manteve estabilidade entre maio e junho, com leve redução dos índices negativos e crescimento do percentual de entrevistados sem opinião formada. Segundo o levantamento, 62% dos pernambucanos aprovam a gestão da governadora, enquanto 26% desaprovam. Outros 12% não […]
A pesquisa Múltipla divulgada nesta quarta-feira (17) mostra que a avaliação do governo da governadora Raquel Lyra manteve estabilidade entre maio e junho, com leve redução dos índices negativos e crescimento do percentual de entrevistados sem opinião formada.
Segundo o levantamento, 62% dos pernambucanos aprovam a gestão da governadora, enquanto 26% desaprovam. Outros 12% não opinaram.
Na comparação com a pesquisa realizada em maio, os números apontam estabilidade dentro da margem de erro. A aprovação passou de 63% para 62%, enquanto a desaprovação caiu de 30% para 26%. Já o percentual dos que não opinaram cresceu de 7% para 12%.
Quando os entrevistados foram questionados sobre a classificação da gestão estadual, 13% consideraram o governo ótimo, 31% bom, 35% regular, 5% ruim e 11% péssimo. Outros 5% não responderam.
Agrupando os conceitos positivos, a soma de ótimo e bom alcança 44%, enquanto os conceitos negativos, formados por ruim e péssimo, chegam a 16%. O grupo que considera a administração regular representa 35% dos entrevistados.
Em relação ao levantamento de maio, houve crescimento de três pontos percentuais na avaliação positiva, que passou de 41% para 44%. A avaliação regular permaneceu praticamente estável, variando de 36% para 35%. Já a avaliação negativa caiu de 19% para 16%. O percentual de entrevistados sem opinião passou de 4% para 5%.
Os números sugerem que, entre maio e junho, a gestão Raquel Lyra apresentou melhora nos indicadores de avaliação qualitativa, com aumento da percepção positiva e redução das avaliações negativas. Na aprovação administrativa, o cenário permaneceu estável, mantendo um índice superior a 60% e registrando queda na desaprovação.
Dados da pesquisa
A pesquisa tem o número de identificação PE – 02553/2026. Tem trabalho de campo entre 13 e 16 de junho, com 1.070 entrevistas. A margem de erro de 3% para mais ou para menos.
Triste fim do partido que já teve como expoente no auge o ex-governador Jarbas Vasconcelos. O MDB virou uma sub legenda do PSB no Estado. Sem ter agenda ou ocupação prática, o partido se presta a esse papel ridículo, tal qual ventríloco de quem manda ou papagaio de pirata. Para poupar o PSB do desgaste […]
Triste fim do partido que já teve como expoente no auge o ex-governador Jarbas Vasconcelos. O MDB virou uma sub legenda do PSB no Estado.
Sem ter agenda ou ocupação prática, o partido se presta a esse papel ridículo, tal qual ventríloco de quem manda ou papagaio de pirata.
Para poupar o PSB do desgaste de tentar vetar o acesso à informação da sociedade pernambucana previsto na Constituição, tentou barrar a divulgação da pesquisa Múltipla. Mais uma vez, deu com os burros n’água.
O desembargador eleitoral Fernando Braga Damasceno negou a liminar com os mesmos argumentos pelos quais o TRE restabeleceu a divulgação da pesquisa anterior: concluiu que os documentos apresentados pelo Múltipla demonstraram sua espertize e capacidade para realizar a pesquisa, assim como a parceria histórica com o blog.
Na ação, o MDB alegava que “a pesquisa apresentava irregularidades que comprometeriam sua credibilidade”.
Mas, ao analisar o caso, o magistrado entendeu que não ficou demonstrada a probabilidade do direito alegado pelo partido. A decisão destaca que o Instituto Múltipla apresentou documentos que provam sua capacidade e competência técnica para realizar pesquisas.
Diante disso, o TRE-PE indeferiu o pedido liminar para retirada da pesquisa dos meios de divulgação.
Quadro é de empate técnico no limite da margem de erro (3%), com inversão dos nomes em relação à pesquisa anterior Na simulação de segundo turno, 44% a 41% pró João, também configurando novamente empate técnico, com socialista numericamente a frente Levantamento do Instituto Múltipla realizado entre os dias 13 e 16 de junho, com […]
Quadro é de empate técnico no limite da margem de erro (3%), com inversão dos nomes em relação à pesquisa anterior
Na simulação de segundo turno, 44% a 41% pró João, também configurando novamente empate técnico, com socialista numericamente a frente
Levantamento do Instituto Múltipla realizado entre os dias 13 e 16 de junho, com 1.070 entrevistas em Pernambuco, mantém o cenário de equilíbrio na corrida pelo Governo do Estado em 2026, mas invertendo o cenário em relação à pesquisa anterior.
Já no cenário estimulado, quando os nomes são apresentados aos eleitores, João Campos (PSB) lidera com 43%, seguido por Raquel Lyra (PSD), com 38%. Ivan Moraes aparece com 1%. Os indecisos somam 9% e os votos brancos e nulos chegam a 8%.
No cenário estimulado, João Campos foi de 39% para 43%, crescimento de quatro pontos. Raquel Lyra recuou de 43% para 38%.
Em uma eventual disputa de segundo turno, João Campos tem 44%, contra 41% de Raquel Lyra. Brancos e nulos representam 7%, enquanto outros 7% permanecem indecisos.
Em maio, Raquel Lyra aparecia numericamente à frente, com 44%, contra 41% de João Campos. Agora, João Campos passou para 44%, enquanto Raquel Lyra ficou com 41%, configurando novamente empate técnico considerando a margem de erro.
Espontânea
Na pesquisa espontânea, João Campos oscilou de 18% para 24%, crescimento de seis pontos. Raquel Lyra recuou de 27% para 25%, uma queda de dois pontos. O percentual de eleitores que não citaram nenhum nome ou estavam indecisos caiu de 54% para 50%, indicando maior definição do eleitorado.
Corrida pelo Senado
Na disputa pelas duas vagas ao Senado, a ex-deputada Marília Arraes lidera com 32%. Em seguida aparecem Humberto Costa, com 17%, Miguel Coelho, com 14%, e Eduardo da Fonte, com 13%. Túlio Gadelha registra 7%, Jô Cavalcanti 2%, Fernando Dueire 1% e Paulo Rubem Santiago 1%.
Dados da pesquisa
A pesquisa tem o número de identificação PE – 02553/2026. Tem trabalho de campo entre 13 e 16 de junho, com 1.070 entrevistas. A margem de erro de 3% para mais ou para menos.
MDB tentou evitar divulgação
O MDB de Pernambuco ingressou com novo pedido liminar tentado suspender a divulgação de mais esse levantamento, como tentou em vão na pesquisa anterior.
Segundo o Diretor do Instituto, Ronald Falabella, em linhas geras as alegações para tentar impedir a divulgação foram praticamente as mesmas. “São as mesmas questões de ordem meramente formal alegadas na pesquisa anterior. O Instituto já fez a defesa e assim como nos outro caso, não teremos problemas”, diz Falabella.
Entretanto, para garantir o direito à informação, o instituto decidiu em conjunto com o blog antecipar a divulgação para a meia noite desta quarta-feira.
Socialista mantém vantagem na Região Metropolitana e reduziu em redutos dominados por Raquel O Diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, analisou preliminarmente os números da pesquisa que coloca João Campos matematicamente a frente de Raquel, quase que invertendo os números do levantamento anterior, e com cenário de empate técnico. Segundo ele, João manteve a vantagem […]
Socialista mantém vantagem na Região Metropolitana e reduziu em redutos dominados por Raquel
O Diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, analisou preliminarmente os números da pesquisa que coloca João Campos matematicamente a frente de Raquel, quase que invertendo os números do levantamento anterior, e com cenário de empate técnico.
Segundo ele, João manteve a vantagem na Região Metropolitana, incluindo Recife, e reduziu um pouco a vantagem nas outras três regiões, onde Raquel têm vantagem.
Para ele, é preciso uma análise mais aprofundada para definir as causas dessa movimentação. Da mesma forma, só um levantamento mais a frente pode indicar se esse movimento é linear, com Raquel tendo estabelecido um teto, ou se ela retoma a curva ascendente dos levantamentos anteriores.
Fato é que o levantamento confirma o momento de extremo acirramento entre os dois principais postulantes. Prova disso é que na média das pesquisas de maio e junho, João tem 41% e Raquel, 40,5%. Se considerada a média das pesquisas de segundo turno, ambos estão empatados em 42,5%.
Fala de Lula não influenciou
Segundo Ronald, a fala de Lula declarando apoio a João Campos não pôde ser aferida no levantamento, pois a ampla maioria dos questionários foi aplicada antes da declaração. Ronald diz que, se houver impacto, ele só será aferido em levantamentos posteriores do Múltipla e de outros institutos.
Eduardo da Fonte está colado em quarto Na disputa pelas duas vagas ao Senado, a ex-deputada Marília Arraes lidera com 32%. É o que diz pesquisa do Instituto Múltipla. Em seguida aparecem Humberto Costa, com 17%, Miguel Coelho, com 14%, e Eduardo da Fonte, com 13%. Túlio Gadelha registra 7%, Jô Cavalcanti 2%, Fernando Dueire […]
Na disputa pelas duas vagas ao Senado, a ex-deputada Marília Arraes lidera com 32%. É o que diz pesquisa do Instituto Múltipla.
Em seguida aparecem Humberto Costa, com 17%, Miguel Coelho, com 14%, e Eduardo da Fonte, com 13%. Túlio Gadelha registra 7%, Jô Cavalcanti 2%, Fernando Dueire 1% e Paulo Rubem Santiago 1%.
Dados da pesquisa
A pesquisa tem o número de identificação PE – 02553/2026. Tem trabalho de campo entre 13 e 16 de junho, com 1.070 entrevistas. A margem de erro de 3% para mais ou para menos.