Na noite deste domingo (17), por volta das 22h, José Edson, 27, conhecido por Etim, foi morto a tiros no bairro do Alto Cemitério, em São José do Egito.
Segundo informações do blog do Marcello Patriota, vizinhos disseram ter escutado cerca de quatro tiros. Etim morreu no local.
A polícia Militar isolou a cena do crime e em seguida o IC-Instituto de Criminalística fez o levantamento. O corpo foi encaminhado ao IML de Caruaru.
Faleceu na noite desta sexta (12), José Ricardo, o Zé do Apito, aos 56 anos. Ele morreu no Hospital Regional Emília Câmara após a progressão de um câncer, descoberto há alguns meses. Zé ainda teria contraído Covid-19, o que inclusive, pelos protocolos, segundo a irmã Simone, não permitirá a realização de velório, com base nos […]
Faleceu na noite desta sexta (12), José Ricardo, o Zé do Apito, aos 56 anos.
Ele morreu no Hospital Regional Emília Câmara após a progressão de um câncer, descoberto há alguns meses.
Zé ainda teria contraído Covid-19, o que inclusive, pelos protocolos, segundo a irmã Simone, não permitirá a realização de velório, com base nos protocolos para esses casos.
O tratamento, no Hospital do Câncer, passou a não apresentar evolução e seu quadro piorou rapidamente.
Filho do casal João Ricardo, o saudoso João Mãozinha e Odete Firmino Santana, era solteiro e não deixa filhos. A irmã, Simone Santana, acompanhou a doença e os últimos momentos do irmão.
Outra irmã, Sônia Ricardo, passou pela Rádio Pajeú nos anos 80. Talvez residisse aí o grande amor de Zé do Apito pela emissora, a ponto de dizer abertamente que venceu o alcoolismo quando se aproximou da rádio, acompanhando o comunicador Anchieta Santos.
O jeito de defender suas convicções quando participava do programa e a forma como se referia ao Comunicador do Povo, por sua característica de não levar desaforo pra casa gerou um substantivo peculiar: “carrancismo”, segundo o dicionário, característica do carranca, ou mau humorado. Anchieta ria e levava na esportiva: “deixa de carrancismo, Zé”, bradava.
Outro programa cuja participação de Zé do Apito era certa foi o Sábado Livre, com os artistas populares, apresentado por Aldo Vidal.
Zé gostava tanto do programa que participava regularmente, assim como os outros artistas populares. Do apito imitando o Índio Pajé até as brincadeiras com Agnaldo Silva, Zé fazia daquilo um pedaço de sua vida, assim como foi um pedaço da vida de todos que fazem a emissora.
Programa Especial
O Sábado Livre, que Zé do Apito tanto amava, será mantido como programado. O programa terá homenagens especiais a Zé do Apito. A programação também trará informações sobre ele, bem como a despedida.
A Secretaria da Mulher de Pernambuco assinou um contrato de repasse com a Caixa Econômica Federal no valor de R$ 19,2 milhões para a construção e equipagem da Casa da Mulher Brasileira do Recife. O repasse faz parte do Programa de Proteção à Vida, Fortalecimento da Família, Promoção e Defesa dos Direitos Humanos para Todos, […]
A Secretaria da Mulher de Pernambuco assinou um contrato de repasse com a Caixa Econômica Federal no valor de R$ 19,2 milhões para a construção e equipagem da Casa da Mulher Brasileira do Recife. O repasse faz parte do Programa de Proteção à Vida, Fortalecimento da Família, Promoção e Defesa dos Direitos Humanos para Todos, do Ministério das Mulheres.
“O cuidado com as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar em Pernambuco é uma das maiores preocupações da nossa gestão. Com o apoio do governo federal poderemos garantir e ampliar os serviços públicos destinados a estas mulheres e ampliar o atendimento especializado para o fortalecimento da rede”, afirmou a governadora Raquel Lyra.
A Casa da Mulher Brasileira é um espaço integrado onde são oferecidos diversos serviços especializados para o atendimento de vítimas dos mais diversos tipos de violência contra a mulher. Dentre os atendimentos estão acolhimento e triagem; apoio psicossocial; delegacia; juizado; Ministério Público; Defensoria Pública e promoção de autonomia econômica. Também serão oferecidos brinquedoteca para as crianças, alojamento temporário e transporte, quando necessário. “Por meio deste novo equipamento, as pernambucanas que eventualmente sofrerem algum tipo de violência terão todo o apoio necessário para denunciar o seu agressor e receberão apoio psicológico, abrigo. Este é um serviço extremamente importante, sobretudo para as mulheres em situação de vulnerabilidade”, pontuou a vice-governadora Priscila Krause.
Um dos principais objetivos da Casa é facilitar o acesso das vítimas aos serviços especializados num só lugar, para garantir condições de enfrentamento à violência, o empoderamento da mulher e sua autonomia econômica. Além do Recife, o Estado de Pernambuco também terá outras duas unidades da Casa da Mulher Brasileira, uma em Caruaru e outra em Petrolina.
“A implementação da Casa da Mulher Brasileira em Pernambuco é um marco no fortalecimento das políticas públicas para as mulheres. Este espaço é fruto da parceria com o Governo Federal e representa o compromisso da gestão Raquel Lyra em oferecer um atendimento integrado e humanizado para todas as mulheres em situação de violência”, ressaltou a secretária da Mulher de Pernambuco, Juliana Gouveia.
Handson Matheus chegou a Afogados após um ano e um mês na estrada Por André Luis Um ano e um mês após a sua partida para uma aventura que nem ele mesmo sabia o que iria enfrentar, o jovem Handson Matheus, 23 anos, está de volta ao lar. Ele chegou na tarde desta quinta-feira (31) […]
Handson Matheus chegou a Afogados após um ano e um mês na estrada
Por André Luis
Um ano e um mês após a sua partida para uma aventura que nem ele mesmo sabia o que iria enfrentar, o jovem Handson Matheus, 23 anos, está de volta ao lar.
Ele chegou na tarde desta quinta-feira (31) em Afogados da Ingazeira e fez uma visita aos estúdios da Rádio Pajeú onde aproveitou para contar um pouco da sua história ao programa A Tarde é Sua.
Em fevereiro de 2021, Handson resolveu vender todas as suas coisas e saiu de Afogados para uma viagem sem data de volta, sem a menor intenção sobre qual direção seguir.
“Não havia também um destino definido, mas o objetivo de cruzar alguma das fronteiras sempre esteve em mente”, revelou.
De volta ao lar Handson contou um pouco da sua aventura. Disse que um dos momentos mais difíceis da viagem foi no Sul do país onde as pessoas foram muito ríspidas com ele. Também contou algumas humilhações que sofreu em Belém do Pará, quando teve que trabalhar por dois dias carregando um navio para pagar a carona que o levaria até Macapá, pra dali seguir até o Oiapoque.
“Jogaram baratas em cima de mim”, revelou. Mas ele conta que estas questões não lhe afetam e que prefere focar no que é importante.
Questionado sobre como se sentia ao chegar em casa, Handson revelou que ainda não havia assimilado. “Pra se ter uma ideia cheguei no automático, fui logo procurando um posto onde eu poderia dormir, assim como fazia quando chegava nas outras cidades ao logo do percurso. Então resolvi andar e cheguei aqui na rádio”.
Questionado sobre as razões que o levaram a fazer a jornada Matheus disse não pensou nas razões.
“Eu brinco que deixei as razões para mais tarde. Nunca procurei um sentido porque nunca achei que eu realmente precisasse de um para fazer isso. No mais, eu sentia uma necessidade muito grande de me provar, de chegar aos meus limites. Gosto da ideia de olhar nos olhos do mundo, rolar os dados e ver no que dá”, disse.
Falando sobre a diferença do Handson que partiu de Afogados e o que chego, o aventureiro disse que se sentia mais maduro. “Eu recomendo esse tipo de viagem para qualquer pessoa. Vou recomendar para filho quando eu tiver um, pra minha irmã. O que se ganha de maturidade é impressionante. Duas semanas fora daqui numa viagem dessas você já sente a diferença”, contou Matheus.
A história completa será contada mais tarde em um livro que Handson escreve após ter recebido pedidos de amigos e pessoas com as quais fez amizade pela estrada.
“Desde que saí do Uruguai com destino a Afogados da Ingazeira, escrevo uma média de 1.000 a 2.000 palavras por dia, contando os relatos que coleciono durante os meus pesados cotidianos. Serão provavelmente quase 10.672 quilômetros dormindo na rua, fazendo longas caminhadas e procurando caronas, além de ter que reservar tempo e uma tomada para escrever tudo detalhadamente”, revelou. Siga Handson no Instagram e conheça a sua jornada clicando aqui.
O Cidadania publicou nota na noite deste sábado (7) confirmando o afastamento do partido da campanha da Delegada Patrícia Domingos à Prefeitura do Recife. É o partido do candidato a vice Léo Salazar e do deputado federal Daniel Coelho, coordenador da campanha de Patrícia e não aceitaram o apoio do presidente Bolsonaro aceito pela campanha. […]
O Cidadania publicou nota na noite deste sábado (7) confirmando o afastamento do partido da campanha da Delegada Patrícia Domingos à Prefeitura do Recife.
É o partido do candidato a vice Léo Salazar e do deputado federal Daniel Coelho, coordenador da campanha de Patrícia e não aceitaram o apoio do presidente Bolsonaro aceito pela campanha. A nota é assinada pelo presidente da legenda, Roberto Freire:
“Cidadania rejeita apoio de Bolsonaro à Delegada Patrícia Domingues
Surpreendido com a decisão da delegada Patrícia Domingues de aceitar o apoio de Jair Bolsonaro, o Diretório Nacional do Cidadania torna público o afastamento do partido da campanha da candidata do Podemos à Prefeitura de Recife (PE). A presença do senhor presidente da República, um obscurantista e negacionista, no palanque da referida candidata é incompatível com os valores e princípios defendidos pelo Cidadania.
O partido lamenta profundamente que a possibilidade de um projeto alternativo para a capital pernambucana tenha sido tragada pelo atraso. Não adotará medidas mais drásticas para não prejudicar direitos garantidos aos seus candidatos proporcionais em convenção.
O apoio é, além de tudo, pouco inteligente. Basta ver o que está ocorrendo com os candidatos apoiados e identificados com Bolsonaro. Enquanto uns buscam se associar a ideias retrógradas, preconceituosas, antidemocráticas e anticientíficas, nós abraçamos a ciência, a democracia, a liberdade de expressão, a diversidade e os direitos humanos.”
Anúncio foi feito durante entrega da patrulha municipal Maria da Penha O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, anunciou nesta quarta-feira (15) a criação da secretaria municipal da mulher, através de projeto a ser enviado à câmara municipal. O anúncio foi feito durante a entrega da patrulha municipal Maria da Penha. “É uma reivindicação […]
Anúncio foi feito durante entrega da patrulha municipal Maria da Penha
O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, anunciou nesta quarta-feira (15) a criação da secretaria municipal da mulher, através de projeto a ser enviado à câmara municipal.
O anúncio foi feito durante a entrega da patrulha municipal Maria da Penha. “É uma reivindicação do movimento de mulheres, dará mais força à execução das políticas públicas para as mulheres e nós iremos atender,” afirmou Sandrinho.
A entrega aconteceu no pátio do centro tecnológico, antiga Cagepe. Após a entrega, o Prefeito e o vice, Daniel Valadares, participaram da abertura do seminário Mulheres Promotoras da Sociobiodiversidade no Enfrentamento às Diversas Formas de Violência, promovido pela coordenadoria municipal da mulher, em parceria com a rede de mulheres produtoras do Pajeú e do conselho municipal dos direitos da mulher.
Participaram da atividade a vereadora Gal Mariano, os vereadores Douglas eletricista, Raimundo Lima, Sargento Argemiro, César Tenório, Cícero Miguel.; a Delegada da mulher Andreza Gregório; a coordenador Municipal de políticas para as mulheres, Risolene Lima; Maria Gama, soldado da patrulha maria da Penha da PM; Apolónia Gomes, vice-presidente do Conselho Municipal de Direitos da Mulher; Lucineide Cordeiro, STR; Ita Porto, representando a Diaconia, e Fátima Silva, Fórum de Mulheres do Pajeú, secretários e gestores municipais.
Risolene Lima agradeceu as mulheres presentes, dos diversos grupos de mulheres produtoras, que trouxeram seus produtos para comercialização em uma feira solidária instalada nas dependências do centro. “É a economia solidária a favor da construção da autonomia das mulheres,” destacou Risolene.
“Ser mulher em pleno século XXI é um ato revolucionário. Um ato de fé e de coragem. Combater a violência contra as mulheres é lutar também contra uma estrutura de sociedade patriarcal, concentradora, machista, de não aceitação do outro. Precisamos lutar pelo respeito, pela tolerância, para que cada um, cada uma, possa ser livre para ser o que quiser ser,” afirmou o Prefeito Sandrinho Palmeira.
As guardas municipais Valéria Francislayne e Valdijane dos Santos irão atuar na viatura da patrulha municipal Maria da Penha, dentro da estrutura da Guarda Civil municipal. Segundo o Prefeito Sandrinho, mais duas mulheres serão contratadas para reforçar a equipe. Elas receberão apoio e capacitação ministrada pela Polícia Militar e pela delegada da mulher, Andreza Gregório, atuando em conjunto com os órgãos de segurança do Estado.
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