Notícias

Sandrinho no Debate das Dez

Por Nill Júnior

O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira é o convidado do Debate das Dez desta terça-feira, na nossa volta ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.

Gestão, trânsito, mobilidade, entregas, desafios, são alguns temas na pauta com o prefeito na versão 2026.

Também a agenda política. O prefeito anunciou o apoio do Deputado Estadual Waldemar Borges, em arrumação com o prefeito do Recife, João Campos. A gente fala de sucessão deste ano e também de 2028.

O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total.

Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando FM 99,3 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet no www.radiopajeu.com.br ou em celulares com Android, pelo aplicativo da emissora disponível no Google Play, ou Apple Store, para iPhone. Basta procurar Pajeu e baixá-lo. Para participar pelo zap, o número é (87) 9-9956-1213. Você ainda pode assistir pelo YouTube e Facebook.

Outras Notícias

Yane Marques entre as homenageadas do Homem da Meia Noite

Em coletiva de imprensa, para divulgação do Calunga e Tema do desfile do Carnaval 2016 “Essas e tantas mulheres…”, o bloco carnavalesco “Homem da Meia-Noite” presta uma homenagem as mulheres pernambucanas. Entre as homenageadas, está Dona Irene Bernardino, filha de Benedito Bernardino um dos fundadores do bloco Homem da Meia-Noite. Aos 93 anos, ela mora […]

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Yane, ao lado de Dona Irene Bernardino e Nádia Maya

Em coletiva de imprensa, para divulgação do Calunga e Tema do desfile do Carnaval 2016 “Essas e tantas mulheres…”, o bloco carnavalesco “Homem da Meia-Noite” presta uma homenagem as mulheres pernambucanas. Entre as homenageadas, está Dona Irene Bernardino, filha de Benedito Bernardino um dos fundadores do bloco Homem da Meia-Noite. Aos 93 anos, ela mora ao lado da sede do clube e, mesmo com idade avançada, faz questão de ver o desfile.

O Homem da Meia-Noite também presta uma homenagem a uma mulher de voz forte e marcante, que além do forró também emprestou sua interpretação na folia, que é Nádia Maia, a mesma ficou muito feliz em receber essa homenagem e disse “Há muito tempo que sou apaixonada pelo Homem da Meia-Noite”.

E para lembrar de todas aquelas que se esforçam no esportes, o Homem da Meia-Noite presta uma justa homenagem a Yane Marques, uma das melhores atletas do Brasil, sertaneja e admiradora do carnaval de Olinda e do Homem da Meia-Noite.

Também foi apresentada na coletiva as camisas do carnaval 2016, onde temos uma novidade, uma camisa rosa representando as homenageadas do nosso carnaval, as mulheres.

As cores branca e verde, tradicionais, permanecem e quem quiser garantir sua camisa, as mesmas estão sendo vendidas na sede do clube e na loja PE no Carnaval no Shopping RioMar. As vendas começaram na quinta-feira (12).

Coluna do Domingão

As Grandes Famílias Um dos pontos debatidos pela oposição ao ciclo socialista em Pernambuco é o de que se quer instalar aqui uma “Monarquia dos Campos”, referência ao trio formado pela mãe, Renata Campos e pelos filhos, João e Pedro Campos, prefeito do Recife e candidato a Deputado Federal majoritário no estado. A crítica é […]

As Grandes Famílias

Um dos pontos debatidos pela oposição ao ciclo socialista em Pernambuco é o de que se quer instalar aqui uma “Monarquia dos Campos”, referência ao trio formado pela mãe, Renata Campos e pelos filhos, João e Pedro Campos, prefeito do Recife e candidato a Deputado Federal majoritário no estado.

A crítica é bem vinda no sentido de que não se pode entregar a um determinado núcleo familiar tanto poder. Eduardo não queria os filhos na política. Mas sua morte já jogou dois deles para o mesmo caminho. Dizem, a mãe Renata ainda tem muito poder na indicação dos rumos na Frente Popular. Um dos passos futuros seria fazer João governador.

Mas não é exclusividade dos Campos. Aliás, em todas as matizes ideológicas tem puxadinho e até “A Grande Família” na política. O que não dizer do Senador Fernando Bezerra Coelho e seus rebentos Miguel, Antonio e Fernando Filho? Um, candidato ao governo do Estado e os outros “distribuídos” entre Câmara e ALEPE. Maior exemplo de oligarquia familiar, feudo, impossível.

Não esqueçamos os irmãos Ferreira, o ex-prefeito de Jaboatão e candidato a governador Anderson Ferreira (PR) e o irmão dele e deputado estadual André Ferreira (PSC), o cunhado Fred Ferreira, vereador de Recife e o patriarca, ex-deputado Manoel Ferreira, querem fazer crescer o espaço político.

Mas não para aí. Em Caruaru João Lyra passou o bastão para a filha Raquel, hoje candidata ao governo do Estado. Ou você acha que ele passaria bastão e espólio para um mortal normal? No Solidariedade, Marília Arraes confiou seu capital eleitoral à irmã, Maria Arraes. Nada de um nome sem parentesco. Perguntada por este blogueiro se isso não  derrubava o discurso dela e da irmã contra os Campos, ela desconversou: “nosso projeto é político, não familiar”.

Os exemplos se arrastam no mesmo caminho. Sebastião Oliveira decidiu disputar o cargo de vice-governador na chapa encabeçada por Marília Arraes. Pra quem entregou o espólio de mais de 120 votos que teve em 2018? Claro, para o irmão, o advogado Waldemar Oliveira. No PT, Odacy Amorim lançou Dulcicleide Amorim, a esposa, candidata. Tem até genética política no MST. Jaime Amorim, líder dos sem terra, lançou a filha, Rosa Amorim, candidata a estadual.

Então, assim caminha a humanidade. Quando o assunto é busca pelo fortalecimento e loteamento em família, cada um tem um pecado pra contar. Assim, com o sobrenome pesando mais que o debate orgânico, perde a política e a sociedade. Ficamos reféns das grandes famílias…

Sopa de letrinhas

Alegando necessidade de alguns ajustes, a prefeitura de Afogados adiou a inauguração da Rotatória próxima ao Pajeú Autoserviço para hoje, a partir das 19h.  “Quando inaugurada, trará mais beleza para essa importante área de nossa cidade, com um belo letreiro e uma moderna iluminação em LED”, garante.

João da Poiva 

O pernambucano que viralisou dando banho de gasolina no carro é João Martiniano, conhecido por “João da Poiva”, dono de uma locadora em São José da Coroa Grande. “Enche essa porra aí. É Bolsonaro”, bradava em referência à redução do ICMS. O dono do posto, conhecido por Netinho, está sendo autuado pelo episódio.

Nem palita o dente 

O prefeito Zeinha Torres não perde oportunidade de pedir nem em festa de aniversário.  Aproveitou o almoço para comemorar data nova de Waldemar Borges para falar com Paulo Câmara sobre as PEs 282, que liga Iguaracy a Jabitacá e 310, entre Iguaracy e Custódia.

Voto frio

Luciano Duque enfrentou o frio de Triunfo para esquentar a campanha.  Com o médico e ex-prefeito Eduardo Melo fez porta a porta. Um dia antes, anunciou o apoio de dois ex-prefeitos de Santa Cruz da Baixa Verde,  Tassio Bezerra e Zé Bezerra.

Cantou, correu 

O prêmio “Léo Magalhães de chatice” na Expoagro vai para Dorgival Dantas. Entrou e saiu sem atender fãs e imprensa.  Encerrou o show em cima da pinta e correu pro hotel. Dizem que é neura com medo da Covid-19.  Ah, tá…

O papel da Pajeú 

Santana,  o Cantador,  fez questão de destacar o papel da Rádio Pajeú na difusão e valorização da cultura. Lembrou o papel de nomes como João Paraibano na emissora. “Rádio Pajeú tem tudo a ver com cultura popular”. E arrematou: “A Pajeú nunca farrapou”.

Melhora o nível!

Tá na hora de Ronaldo de Dja dar um freio no baixo nível do discurso de alguns pares: essa semana Vandinho chamou Rosimério de Cuca de “analfabeto” ao defender Bolsonaro.  “Agora você falou em merda. Aquilo é uma besta fera”, retrucou Rosimério.

Frase da semana:

“Pegue os R$ 600 e compre o que comer, mas na hora de votar, dê uma banana neles”.

Lula, sobre os R$ 600 do Auxílio Brasil oferecidos por Bolsonaro.  e volte pra gente mudar a história desse país. O petista acusou facista e disse que ele pensa que o povo vai ser tratado como se fosse ignorante ou gado.” Ele acha que vai comprar dando um programa para seis meses”, completou.

Carta para Marina

Por Heitor Scalambrini* Minhas cordiais saudações, senhora ministra. Parabenizo por mais uma vez estar com o povo brasileiro, emprestando à sua história, sua credibilidade, e experiência a um projeto nacional democrático, transparente, sustentável, na defesa do meio ambiente, e no encontro de soluções para enfrentar as desigualdades, inclusive socioambientais, que tanto nos envergonham. No passado […]

Por Heitor Scalambrini*

Minhas cordiais saudações, senhora ministra. Parabenizo por mais uma vez estar com o povo brasileiro, emprestando à sua história, sua credibilidade, e experiência a um projeto nacional democrático, transparente, sustentável, na defesa do meio ambiente, e no encontro de soluções para enfrentar as desigualdades, inclusive socioambientais, que tanto nos envergonham.

No passado recente fiz uma dura crítica, muito indignado pela aliança que estabeleceu com um ex-colega de ministério (1ª gestão do governo Lula), que ocupou o cargo de ministro de Ciência e Tecnologia, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos. Esta aliança definiu a chapa para as eleições presidenciais de 2014, Eduardo Campos para presidente, e a senhora para vice-presidente.

Naquele breve texto (https://sul21.com.br/opiniao/2014/03/ate-tu-marina-por-heitor-scalambrini-costa-2/) interpretei esta aliança como oportunismo político, e desrespeito a seus apoiadores, que viriam consagra-la com 20 milhões de votos. Como personagens públicos, políticos de renome nacional e internacional, divergiam e tinham posições antagônicas e aparentemente irreconciliáveis, em inúmeras questões, por ex.: na questão dos transgênicos, sobre o desenvolvimento sustentável, na opção de reativar o Programa Nuclear Brasileiro. Uma aliança entre personagens tão diferentes em seus posicionamentos e ideias, trouxe sem dúvida decepção, indignação pela decisão equivocada, desta aliança eleitoral. E que a meu ver, em nada contribuiu na elevação do patamar da educação e compreensão política do povo brasileiro, ao contrário.

A história tomou rumos inesperados. Um desastre fatal com o avião em que estava Eduardo Campos e colaboradores, tirou sua vida. A senhora se tornou a candidata presidencial.

Muita coisa aconteceu, nos últimos 10 anos, desde o fatídico golpe parlamentar e de aliados civis e militares, que usurparam o poder da presidente legitimamente reeleita, Dilma Rousseff. O golpe acabou favorecendo em 2019, a eleição pelo voto popular de um desastroso governo de extrema direita, que acabou derrotado por uma grande frente política da sociedade brasileira que resgatou a democracia, na eleição de outubro de 2022.

Quero aqui, neste início de 2023, desejar sucesso nessa árdua, grandiosa e gloriosa missão de voltar a chefiar o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), agora rebatizado. Conforme anunciado, terá a tarefa de comandar a (re)construção de todo aparato organizacional do Ministério,  fazendo-o funcionar em prol da defesa e da preservação dos biomas, transformando o Brasil, em exemplo de políticas públicas para o efetivo enfrentamento das mudanças climáticas. Sabes que encontrarás um cenário de guerra e destruição na área ambiental, mas a confiança na senhora é muito grande, como demonstrado no ato de sua posse.

Neste contexto, o assunto que gostaria de tratar nestas breves linhas, diz respeito a transversalidade das ações ambientais sobre os diversos ministérios e órgão de governo, inclusive sobre o Ministério de Minas e Energia que conduz a atual política energética nacional voltada para a construção de novas usinas nucleares em território nacional. Este é um assunto de interesse, que envolve todo brasileiro e brasileira, diante das repercussões sociais, políticas, econômicas, ambientais e geopolíticas, que decisões agora tomadas terão no presente e no futuro do país.

Uma parte significativa da sociedade brasileira é contra as instalações de usinas nucleares, em território nacional; justificadas como necessárias para produzir energia elétrica, e assim diversificar a matriz elétrica, e garantir a segurança no fornecimento elétrico.

Do outro lado existem grupos de interesse, como empresas, consultores, acadêmicos, políticos, entidades patronais, militares, empresas de comunicação, que estão organizados, defendendo e promovendo a energia nuclear. Os “negócios nucleares” são poderosos, atuam, agem e influenciam as decisões governamentais, em benefícios apenas dos negócios, representados por bilhões de dólares.

O que se constata é a ignorância da maioria da população em relação ao tema energia nuclear. Além da escandalosa falta de transparência nas decisões governamentais. Informações falsas difundidas, análises equivocadas e tendenciosas sobre a geração elétrica a partir da energia nuclear, acabam gerando “ruído”, incompreensões, dúvidas nos reais riscos de tornarmos uma nação nuclearizada, militarizada colaborando com a proliferação nuclear.

A construção de uma usina nuclear, implica em vultuosos investimentos (US$ 5 bilhões de dólares para 1.300 MW), constituindo em uma grandiosa e dispendiosa obra de engenharia para a produção de energia elétrica a partir de reações nucleares controladas. Mas para chegar à produção de energia um conjunto de empresas/indústrias estão envolvidas em todo processo de conversão núcleo-elétrica; desde a mineração, o enriquecimento do combustível, a produção do combustível final, o descarte dos resíduos e o descomissionamento da usina, após o término de sua vida útil. Nestas distintas etapas é desmistificado a afirmativa de que a energia nuclear é limpa, não agride o meio ambiente, e nem produz gases de efeito estufa.

Existem sim emissões, e não são nada desprezíveis. E os resíduos nucleares (mais conhecidos como ‘lixo nuclear’)? O que fazer com os elementos químicos de alta radioatividade, que continuam emitindo radiação por milhares de anos? E os gases cancerígenos produzidos na mineração?

A nuclearização do Brasil, tem implicado gastos fabulosos do dinheiro público na construção de submarinos atômicos, na mineração de urânio em jazidas inexploradas, na construção e previsão de novas usinas nucleares, no domínio do enriquecimento do urânio, e assim poder produzir armamentos. Seria uma prioridade para o país, apoiar uma tecnologia associada a morte, a um estado autoritário, e a contaminação radioativa?

Não é com bons olhos que nossos vizinhos fronteiriços, e de outros países latinos veem o Brasil incentivar a construção de usinas nucleares, e os outros usos desta tecnologia, como para fins militares. Como resposta estes países começam promover a proliferação nuclear estabelecendo acordos, compromissos com os “players” desta área, para também em seus respectivos territórios, desenvolverem a indústria nuclear.

Não se tem argumentos sólidos que justifiquem perante a nação que os “negócios” do nuclear se desenvolvam e sejam apoiados com dinheiro público. A atual tecnologia das usinas nucleares é:

– Cara. Contribuirá para tarifas de energia cada vez mais abusivamente caras. O custo da energia produzida é um dos mais elevados, comparados às diversas tecnologias renováveis de produzir energia elétrica.

– Perigosa. Produção de materiais radioativos na mineração, por ex.: o gás radônio altamente cancerígeno.  No interior do reator da usina nuclear são produzidos artificialmente elementos químicos radioativos que emitem radiação por milhares de anos. Com o domínio da tecnologia de enriquecimento isotópico, se poderá produzir combustível para armamentos de guerra, como a bomba atômica.

– Suja. Na cadeia produtiva envolvida na conversão núcleo-elétrica, gases de efeito estufa são produzidos, além dos resíduos nucleares (conhecido como “lixo nuclear”). Desastres em usinas nucleares liberando materiais radioativos ao meio ambiente são catastróficos. E mesmo na mineração, verifica-se a liberação de gases tóxicos que contaminam o ar e lençóis freáticos.

Espero que a senhora, junto ao Presidente da República, e o ministro de Minas e Energia, promovam um amplo debate democrático, sincero, transparente, focado nos interesses do povo brasileiro sobre a continuidade do Programa Nuclear Brasileiro. Em seus discursos o presidente Lula tem afirmado, e repetido, que vai democratizar os processos decisórios, com maior participação popular. O tema energético e suas consequências socioambientais não devem ser excluídos do debate democrático.

No caso da opção por usinas nucleares, tal decisão passou ao largo da participação popular. É imperioso, que como ocorreu com o Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA), que retomou a estrutura e funcionamento original; tenhamos fóruns regionais que permitam a discussão sobre a questão energética. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) deve ser reestruturado, modificado, garantindo um colegiado consultivo e deliberativo com maior participação da sociedade civil nas decisões sobre política energética.

Vou finalizar por aqui, pois acredito que tenha muito trabalho pela frente. E não serei eu com esta carta, que irá atrapalhar seus inúmeros afazeres e obrigações que o cargo exige. Seu discurso de transmissão de cargo (https://www.gov.br/pt-br/noticias/meio-ambiente-e-clima/2023/01/discurso-da-ministra-do-meio-ambiente-e-mudanca-do-clima-marina-silva) e outras declarações feitas pela senhora durante a campanha eleitoral, são indicações que o tempo de esperançar chegou ao povo brasileiro.

Sucesso. Lembrando o dito pelo poeta “…quem sabe faz a hora, não espera acontecer …”, me despeço.

*Heitor Scalambrini Costa é Doutor em Energética, professor aposentado Universidade Federal de Pernambuco

Clarissa e Júnior Tércio celebram atos golpistas

Dos parlamentares bolsonaristas,  a Deputada Federal Clarissa Tércio e o Estadual Júnior Tércio foram os únicos que replicaram imagens dos atos golpistas em Brasília. Ambos postaram imagens da invasão ao Congresso Nacional,  sem nenhum questionamento.  Ao contrário,  postaram seus endereços na rede, em nítido apoio aos atos. Foram os únicos a demonstrar óbvio apoio aos […]

Dos parlamentares bolsonaristas,  a Deputada Federal Clarissa Tércio e o Estadual Júnior Tércio foram os únicos que replicaram imagens dos atos golpistas em Brasília.

Ambos postaram imagens da invasão ao Congresso Nacional,  sem nenhum questionamento.  Ao contrário,  postaram seus endereços na rede, em nítido apoio aos atos.

Foram os únicos a demonstrar óbvio apoio aos atos, contra a maioria da classe política pernambucana,  que condenou. Outros poucos silenciaram.

O Coronel Meira, Deputado Estadual,  não se manifestou contrário ou favorável.  Como quem notícia, usou uma tarja de “Urgente” e postou em destaque “Manifestantes invadem o Congresso e o STF”, sem fazer comentários.  Entretanto,  apoiadores postaram apoio aos atos.

Já o Coronel Feitosa replicou o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro condenando os atos, mas os comparando às manifestações de 2013 e 2017, se eximindo de participação nos atos.

Itapetim: Presidente do PMN confirma filiação de sacerdote, mas diz que sua candidatura ainda é “cogitação”

O Presidente do PMN em Itapetim Saulo Passos, enviou nota de poucas linhas ao blog para pontuar duas questões. A primeira, de que como presidente da legenda, diz que não há procedência na informação de Antonio Matos Rodrigues a respeito de provável acordo com o pré-candidato Mário José. Também comenta as discussões em torno do […]

12108261_745971095526022_1241967443793023466_nO Presidente do PMN em Itapetim Saulo Passos, enviou nota de poucas linhas ao blog para pontuar duas questões. A primeira, de que como presidente da legenda, diz que não há procedência na informação de Antonio Matos Rodrigues a respeito de provável acordo com o pré-candidato Mário José.

Também comenta as discussões em torno do nome do padre Adhemar. “A oposição, carente de um líder, deseja ter o Padre Adhemar como candidato. No entanto, isso ainda está no campo das cogitações”, garante.

Ande ou não a candidatura, Saulo confirmou por telefone, após envio da nota, a filiação do sacerdote ao seu partido, a cerca de um mês. Segundo ele, o padre pendeu pelo PT, mas foi orientado por ele a evitar a legenda pelo desgaste com corrupção.

Tanto Saulo como o próprio Antonio, assim como opositores que defendem o nome do sacerdote, pelo que o blog apurou, insistem que não haverá problema lá na frente se o sacerdote quiser ser candidato. Se apegam a um vídeo em que o Papa Francisco fala a um jovem na Itália.

“Envolver-se na política é uma obrigação para um cristãos. Não podemos fazer como Pilatos, lavar as mãos. Temos que nos meter na política, porque política é uma das formas mais altas da caridade, porque busca o bem comum”.

O que eles não evidenciam é o fato de que a orientação de Francisco é para os leigos cristãos, não para religiosos. “Os leigos cristãos devem trabalhar na política”, acrescenta.