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Renan Santos chama Lula e Flávio Bolsonaro de “imbecis” e “corruptos”

Por Michael Andrade

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) fez duras críticas ao presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) antes do primeiro debate presidencial das eleições de 2026, realizado neste domingo (23), pela Band.

Ao chegar à sede da emissora, em São Paulo, Renan chamou os dois adversários de “imbecis” e “corruptos” ao comentar a decisão de ambos de não participar do encontro. A classificação foi uma acusação política feita pelo candidato, sem apresentação de provas naquele momento.

“Os dois líderes das pesquisas são dois imbecis, corruptos, que não têm coragem de honrar a tal democracia que tanto falam”, declarou.

Como forma de provocação, Renan apareceu diante dos jornalistas segurando duas fraldas geriátricas identificadas com os nomes de Lula e Flávio. O candidato relacionou o gesto à ausência dos dois no debate.

Renan também utilizou o termo “criminosos” ao se referir aos adversários. A declaração, igualmente, representa uma acusação feita pelo candidato e não uma conclusão judicial sobre Lula ou Flávio.

Lula e Flávio, que ocupam as duas primeiras posições nas pesquisas de intenção de voto, não participaram do debate. O presidente teve uma entrevista exibida pela Record no mesmo horário. Flávio havia afirmado que só compareceria ao encontro se Lula também estivesse presente.

Romeu Zema (Novo) também desistiu de participar. Com as ausências, o debate reuniu Renan Santos, Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante).

Renan afirmou ainda que não considera os candidatos presentes seus principais adversários eleitorais e concentrou as críticas nos dois líderes das pesquisas.

O candidato também questionou as regras eleitorais para as redes sociais e criticou a Record pela exibição da entrevista de Lula simultaneamente ao debate.

Foto: Renato Pizzutto/Band

Fonte: Diário de Pernambuco

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Outras Notícias

Covid-19: Sertão do Pajeú conta com 6.853 casos positivos, 6.159 curados e 131 óbitos

Brejinho registrou seu primeiro óbito pela doença. Quixaba registrou o quarto óbito pela doença. Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados neste domingo (13.09), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 6.853 casos confirmados de Covid-19.  Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua […]

Brejinho registrou seu primeiro óbito pela doença.

Quixaba registrou o quarto óbito pela doença.

Por André Luis

De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados neste domingo (13.09), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 6.853 casos confirmados de Covid-19. 

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 3.694 confirmações. Logo em seguida, com 638 casos confirmados está Afogados da Ingazeira,  São José do Egito está com 521, Tabira conta agora com 486, Triunfo tem 291, Carnaíba está com 188 e  Calumbi está com 163 casos.

Itapetim está com 132, Flores está com 127, Quixaba está com 101, Solidão tem 94, Iguaracy está com 85, Santa Cruz da Baixa Verde está com 82, Santa Terezinha e Tuparetama tem 75 casos cada, Brejinho está com 74,  e Ingazeira está com 27 casos confirmados.

Mortes – Com mais uma morte registrada em Quixaba e o primeiro em Brejinho, a região tem agora no total, 131 óbitos por Covid-19. Até o momento, quatorze cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada 52, Afogados da Ingazeira tem 11, Triunfo e Tabira tem 10 óbitos cada, Carnaíba tem 9, Flores, Itapetim, São José do Egito, Tuparetama e Iguaracy tem 6 óbitos cada, Quixaba tem 4 óbitos, Santa Terezinha têm 3, Calumbi e Brejinho tem 1 óbito cada.

Recuperados – A região conta agora com 6.159 recuperados. O que corresponde a 89,87% dos casos confirmados. 

O levantamento foi fechado às 7h35 desta segunda (14.09), com os dados Fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.

Presidente da Petrobras confirma atraso nas obras da segunda etapa da Refinaria Abreu e Lima

Diário de Pernambuco A operação plena da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Suape, ficou para 2018. A previsão inicial era que a segunda etapa do projeto, ou o segundo trem de refino, iniciasse a operação em março deste ano. Mas o empreendimento seguirá em obras. O novo cronograma foi anunciado ontem pelo presidente da […]

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Diário de Pernambuco

A operação plena da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Suape, ficou para 2018. A previsão inicial era que a segunda etapa do projeto, ou o segundo trem de refino, iniciasse a operação em março deste ano. Mas o empreendimento seguirá em obras. O novo cronograma foi anunciado ontem pelo presidente da estatal, Aldemir Bendine, durante a apresentação do Plano de Negócios e Gestão da estatal 2015-2019. O documento prevê ainda um investimento de US$ 1,4 bilhão na refinaria nos próximos anos. O montante será de recursos próprios e representa 11% do que será investido pela Petrobras no setor de Abastecimento no período.

A Abreu e Lima terá capacidade de processamento de 230 mil barris de petróleo e será a unidade da Petrobras com maior taxa de conversão de petróleo cru em diesel (70%). Além do diesel, a refinaria ainda produzirá gasolina, gás liquefeito de petróleo (GLP), óleo combustível e coque. Inicialmente orçado em US$ 2,5 bilhões, no ano passado, o valor da obra passou a ser estimado em US$ 18,5 bilhões. A alta tornou o empreendimento um dos principais alvos da Operação Lava-Jato. Desde o anúncio das investigações, muitas licitações foram suspensas, outras não avançaram e as obras estão em um ritmo bem aquém do esperado.

Licitação: Na coletiva de imprensa de ontem, os membros do Conselho de Administração da estatal ressaltaram que o primeiro trem de refino, conjunto de unidades que iniciou produção em novembro do ano passado, ainda não está operando 100% por falta de licenças para operar na capacidade total de produção. A maior preocupação diz respeito ao processo licitatório que escolherá a empresa responsável pela construção da Unidade de Abatimento de Emissões U-93 (SNOX), que fará a Rnest ser menos poluente.

Em nota, PSDB anuncia oposição ao governo Bolsonaro

Partido diz que repudia as atitudes antidemocráticas e irresponsáveis adotadas pelo presidente Por André Luis Após reunião da executiva do PSDB nesta quarta-feira (08.09), o Partido decidiu de forma unanime, anunciar oposição ao governo Bolsonaro. A decisão é um dos desdobramentos dos discursos do presidente durante atos antidemocráticos que aconteceram ontem, no Dia da Independência […]

Partido diz que repudia as atitudes antidemocráticas e irresponsáveis adotadas pelo presidente

Por André Luis

Após reunião da executiva do PSDB nesta quarta-feira (08.09), o Partido decidiu de forma unanime, anunciar oposição ao governo Bolsonaro.

A decisão é um dos desdobramentos dos discursos do presidente durante atos antidemocráticos que aconteceram ontem, no Dia da Independência do Brasil.

O presidente do PSDB, Bruno Araújo, informou ainda ontem sobre a convocação da reunião. Para ele o país chegou ao “limite da dignidade política” e que não há mais como os partidos se omitirem diante das declarações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro.

Segue a íntegra da nota:

O PSDB repudia as atitudes antidemocráticas e irresponsáveis adotadas pelo presidente da República em manifestações pelo Dia da Independência. Ao mesmo tempo, conclama as forças de centro para que se unam numa postura de oposição a este projeto autoritário de poder; e para evitar a volta do modelo político econômico petista também responsável pela profunda crise que enfrentamos.

O PSDB também se alinha à indignação de todos aqueles que têm na democracia, na defesa das instituições e no respeito à liberdade o seu maior compromisso.

Os brasileiros esperam de seu governante soluções para a pandemia, para o desemprego, para a inflação crescente, para a crise hídrica, para desigualdade, e para o descalabro fiscal.

Por fim, com a participação da Executiva e das bancadas na Câmara e Senado, registramos que após o pronunciamento inaceitável do chefe do Poder Executivo, na data de ontem, iniciamos hoje o processo interno de discussão sobre a prática de crimes de responsabilidade cometidos pelo Presidente da República e o caminho mais eficiente para evitar o agravamento dessa crise na vida das pessoas.

Real Time Big Data: João Campos tem 45% e Raquel, 40%

Na simulação de segundo turno,  João 46% a 41% para Raquel  A nova pesquisa divulgada pela CNN Brasil em parceria com o instituto Real Time Big Data aponta a manutenção da liderança de João Campos na disputa pelo Governo de PePernambo, se comparado ao levantamento anterior. De acordo com os números divulgados pela CNN, João […]

Na simulação de segundo turno,  João 46% a 41% para Raquel 

A nova pesquisa divulgada pela CNN Brasil em parceria com o instituto Real Time Big Data aponta a manutenção da liderança de João Campos na disputa pelo Governo de PePernambo, se comparado ao levantamento anterior.

De acordo com os números divulgados pela CNN, João Campos aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Raquel Lyra registra 40% na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas.

Em seguida, aparece Ivan Moraes (PSOL) com 3%. O candidato do Missão, Renan Hallais, não pontuou na pesquisa.

Do total de entrevistados, 6% declararam votar em branco ou nulo e outros 6% não souberam ou não responderam.

Segundo turno

No único cenário de segundo turno simulado, entre João Campos e Raquel Lyra, o ex-prefeito lidera com 46%, enquanto a atual governadora tem 41%.

Dentre os entrevistados, 6% votariam em branco ou nulo, enquanto 7% não souberam ou não responderam.

O Instituto Real Time Big Data ouviu 1.600 pessoas entre os dias 9 e 10 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa está cadastrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo PE-09426/2026.

PSB reafirma posicionamento contrário à reforma da Previdência

Parlamentares do Partido Socialista Brasileiro voltaram a manifestar, nesta quarta-feira (08), posicionamento contrário do partido frente à PEC 6/2019 da reforma da Previdência. Esta semana marcou o início das atividades de análise da proposta em uma Comissão Especial na Casa, que é instaurada, entre outros motivos, quando é preciso examinar e dar algum parecer sobre […]

Foto: Sérgio Francês

Parlamentares do Partido Socialista Brasileiro voltaram a manifestar, nesta quarta-feira (08), posicionamento contrário do partido frente à PEC 6/2019 da reforma da Previdência. Esta semana marcou o início das atividades de análise da proposta em uma Comissão Especial na Casa, que é instaurada, entre outros motivos, quando é preciso examinar e dar algum parecer sobre a admissibilidade de Propostas de Emenda à Constituição, como é o caso.

Na presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, os deputados que compõem a Comissão, escolhidos nesta semana pelo líder do PSB na Câmara, deputado federal Tadeu Alencar, fizeram duras críticas ao texto em discussão, que acirra ainda mais as desigualdades no País. Os deputados Aliel Machado (PR), Heitor Schuch (RS) e Lídice da Mata (BA) são os membros titulares do colegiado pelo partido.

O líder da Legenda na Casa tem defendido, reiteradamente, a disposição do PSB em discutir uma reforma que seja justa. “Entendemos a necessidade de ajustes no sistema previdenciário do País, mas não da forma como está colocado, que faz recair os impactos sobre os que ganham menos. O discurso é de combate a privilégios, mas o objetivo é apenas fiscal, atingindo diretamente os mais pobres “.

A Bancada Socialista é favorável à realização de um debate amplo, sem atropelos, com transparência em relação aos dados que embasaram a proposta do Governo, incluindo a realização de audiências públicas no Estados. “A partir desses debates, e com a participação da população, vamos construir um modelo de previdência que seja sustentável e que cada um contribua segunda a sua capacidade, porque estamos diante de algo que mexe efetivamente com a vida de milhões de pessoas. Nossa intenção não é atropelar o debate, mas sim favorecê-lo”, disse.

Desde a chegada da PEC 6/2019 ao Congresso, o Partido Socialista Brasileiro tem demonstrado suas preocupações em relação ao que é defendido na matéria, principalmente no que tange aos direitos dos mais pobres e dos assalariados, públicos e privados. No final de abril, o partido fechou questão contra o texto da reforma da Previdência aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara e voltará a deliberar sobre o texto a ser apresentado na Comissão Especial.