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Raquel Dodge arquiva pedido de suspeição de Gilmar em relação a Paulo Vieira e Aloysio Nunes

Por André Luis
Foto: STF/Divulgação

Do Congresso em Foco

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou nesta segunda-feira o arquivamento do pedido de suspeição do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), apresentado pela força-tarefa da Lava Jato. Procuradores da operação queriam impedir que Gilmar analisasse procedimentos relativos ao ex-senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) e ao ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, apontado como operador financeiro do PSDB.

Na semana passada integrantes da força-tarefa enviaram um ofício à procuradora-geral da República para que ela tomasse “medidas cabíveis de forma a evitar que o interesse público subjacente às investigações possa ser prejudicado e que uma mácula de desconfiança paire sobre decisões proferidas” por Gilmar. As investigações são relativas à 60ª fase da Lava Jato, chamada de Operação Ad Infinitum e deflagrada em 19 de fevereiro. O ministro é relator de uma reclamação movida por Paulo Vieira.

O pedido de suspeição se baseava em ligações trocadas entre Gilmar e Aloysio Nunes, cujo celular foi apreendido na última fase da Lava Jato. Para Raquel, no entanto, “as evidências materiais narradas na representação não indicam amizade íntima que possa justificar, sob o critério jurídico-processual, arguir a exceção de suspeição do relator, inclusive porque ele, diante do esclarecimento dos fatos pela Juíza da causa, revogou sua liminar e permitiu o curso regular da ação penal que resultou em condenação a pena elevada”.

A força-tarefa suspeita que Paulo gerenciou mais de R$ 130 milhões usados pela empreiteira Odebrecht para pagar propinas a políticos do PSDB. O ex-senador é um dos investigados. Com a operação, Aloysio Nunes deixou a presidência do InvestSP, cargo que ocupava no governo paulista de João Doria.

Segundo o MPF, o ex-senador “tem laços de proximidade de natureza pessoal” com Gilmar Mendes. A força-tarefa anexou, no documento, indícios de que o tucano tentou interferir junto ao ministro do Supremo para soltar Paulo Vieira. Em maio do ano passado Gilmar soltou o ex-diretor da Dersa duas vezes.

Outras Notícias

Crise: Exposerra será mais modesta, diz CDL

A 16º ExpoSerra, Feira de Negócios realizada pela CDL de Serra Talhada, que vai acontecer nos dias 16, 17 e 18  de julho, terá novo formato, segundo anunciou nesta segunda-feira (25) em entrevista a Rádio Líder do Vale FM, o presidente da entidade, Everaldo de Melo Lima. Este ano, revelou Everaldo, o acesso à feira será […]

Com informações do Caderno 1
Com informações do Caderno 1

A 16º ExpoSerra, Feira de Negócios realizada pela CDL de Serra Talhada, que vai acontecer nos dias 16, 17 e 18  de julho, terá novo formato, segundo anunciou nesta segunda-feira (25) em entrevista a Rádio Líder do Vale FM, o presidente da entidade, Everaldo de Melo Lima.

Este ano, revelou Everaldo, o acesso à feira será feita mediante a doação de um quilo de alimento, destinado à doação para instituições carentes.

Segundo o presidente da CDL,  “uma nova feira” será apresentada ao público. “Chegamos ser questionados se iríamos realizar a ExpoSerra devido à crise. Mesmo com dificuldades  vamos realizar, com uma grade enxuta, é verdade, mas certamente com qualidade”, frisou.

Na entrevista, Everaldo não anunciou as bandas e artistas que vão compor a grade do evento. Apenas pediu a compreensão da população, diante da crise que enfrenta o país e todos os municípios. Na conversa, citou apenas a banda Forrozão das Antigas como já confirmada.

Zema anuncia apoio a Bolsonaro

O governador reeleito de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), anunciou nesta terça-feira (4) que apoiará o presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. Bolsonaro, que tenta a reeleição, enfrentará o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na votação marcada para o próximo dia 30. No primeiro turno, Bolsonaro ficou atrás de Lula. O candidato do PL recebeu 51 milhões […]

O governador reeleito de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), anunciou nesta terça-feira (4) que apoiará o presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial.

Bolsonaro, que tenta a reeleição, enfrentará o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na votação marcada para o próximo dia 30. No primeiro turno, Bolsonaro ficou atrás de Lula. O candidato do PL recebeu 51 milhões de votos (43,20%) enquanto o petista ficou com 57,2 milhões (48,43%).

Romeu Zema, reeleito em primeiro turno com 56,18% dos votos válidos, anunciou o apoio a Bolsonaro após uma reunião com o presidente no Palácio da Alvorada, em Brasília. Braga Netto, candidato a vice na chapa do PL, também participou do encontro.

“Momento em que o Brasil precisa caminhar pra frente. Acredito muito mais na proposta do presidente Bolsonaro do que na proposta do adversário [Lula]”, afirmou Zema.

Ele declarou ter herdado uma “tragédia” do governo petista de Fernando Pimentel em Minas Gerais e que esse foi um dos motivos que o levou a Brasília para declarar apoio ao candidato do PL no segundo turno da disputa presidencial.

Bolsonaro agradeceu o apoio do governador reeleito de Minas. “Sempre tivemos diálogo muito franco, nada tratado entre nós visava outros interesses a não ser o futuro do estado e, da nossa parte, do Brasil. O governador Zema passou um breve filme do que foi a gestão do PT para seu estado, e podemos dizer a mesma coisa sobre o Brasil”, afirmou o presidente.

“Esse apoio do governador Zema é muito bem-vindo. Segundo estado maior colégio eleitoral. Decisivo”, completou.

No primeiro turno, Lula venceu em Minas Gerais e obteve 48,29% dos votos registrados para presidente da República no estado (5.802.571). O candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), obteve 43,60% dos votos (5.239.264). Simone Tebet (MDB) teve 4,17% dos votos em Minas, e Ciro Gomes (PDT), 2,58%. Na capital, Belo Horizonte, Bolsonaro ganhou com 46,60% do eleitorado. Lula ficou com 42,53%.

Vereador faz cobranças à área social da Prefeitura de Tabira

Por Anchieta Santos Fazendo uso da Tribuna da Câmara ontem à noite, o vereador Zé de Bira fez cobranças a área social do Governo Sebastião Dias comandada pela 1ª dama Ieda Melo. Entre outras coisas o parlamentar questionou o fechamento da Cozinha Comunitária, da Casa da Costureira, Vaca Mecânica, Padaria Comunitária e a suspensão do […]

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Por Anchieta Santos

Fazendo uso da Tribuna da Câmara ontem à noite, o vereador Zé de Bira fez cobranças a área social do Governo Sebastião Dias comandada pela 1ª dama Ieda Melo. Entre outras coisas o parlamentar questionou o fechamento da Cozinha Comunitária, da Casa da Costureira, Vaca Mecânica, Padaria Comunitária e a suspensão do Sopão.

Ao mesmo tempo cobrou a Prestação de Contas da Aplicação dos Recursos de Formação Continuada e explicações sobre o fundo de recursos para a implantação de parques infantis na cidade.

O líder do governo Val do Bar, não se pronunciou sobre as cobranças feitas. Mesmo governista o vereador Aristotelis Monteiro(PT) criticou o salário base de R$ 260,00 pago aos servidores que somado aos quinquênios que para atingir o salário mínimo, a Prefeitura acrescenta um abono.

Em nome dos servidores, o petista cobrou providencias da casa legislativa e do executivo em favor dos servidores municipais. Val do Bar líder governista atacou os colegas que foram a imprensa criticar as falhas na obra de construção da Creche.

Edmundo rebateu dizendo que o representante do governo “não sabe o que diz” e os parlamentares atingidos criticaram Val dizendo que vereador é pago para fiscalizar, independente de pertencer ou não a comissão de obras. A vereadora Nely alfinetou o líder cobrando coerência nas afirmações, pois ele havia acusado a secretária a se negar a ler as correspondências do executivo.

Por fim o Presidente Marcos Crente disse que o salário mínimo é constitucional, foi votado em 2004 e que o executivo não precisa mais de projeto de lei para ser reajustado. Aumento de gratificações precisa de voto da Câmara, aumento de mínimo não, completou o parlamentar.

STF ouve senador Hamilton Mourão e mais quatro testemunhas em ação sobre tentativa de golpe de Estado 

Audiência também teve depoimentos do comandante da Marinha e do ex-deputado Aldo Rebelo  O Supremo Tribunal Federal (STF) ouviu na tarde desta sexta-feira (23) mais cinco testemunhas indicadas na Ação Penal (AP) 2668, que investiga a tentativa de golpe de Estado para impedir o funcionamento dos Poderes.  A audiência foi aberta às 14h, e o […]

Audiência também teve depoimentos do comandante da Marinha e do ex-deputado Aldo Rebelo 

O Supremo Tribunal Federal (STF) ouviu na tarde desta sexta-feira (23) mais cinco testemunhas indicadas na Ação Penal (AP) 2668, que investiga a tentativa de golpe de Estado para impedir o funcionamento dos Poderes. 

A audiência foi aberta às 14h, e o primeiro a depor foi o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). Ele foi indicado pelas defesas dos réus Augusto Heleno, Jair Bolsonaro, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Souza Braga Netto. Também foram ouvidos o comandante da Marinha, Marcos Sampaio Olsen, o ex-deputado e ex-ministro Aldo Rebelo, o coronel Alex D´alosso Minussi e o coronel Gustavo Suarez da Silva.  

Participaram da audiência o ministro Alexandre de Moraes, relator da ação, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e advogados de defesa dos réus.  

Os depoimentos fazem parte da fase de instrução da AP 2668. A ação envolve os acusados de integrar o Núcleo 1 da suposta organização apontada como responsável pela tentativa de golpe de Estado.  

O Núcleo 1 é composto por Bolsonaro e por outras sete pessoas: Alexandre Ramagem, Almir Garnier Santos, Anderson Torres, Augusto Heleno, Mauro Cid, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto. O grupo é considerado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como crucial na trama da tentativa de golpe, e a denúncia contra ele foi aceita pelo STF em março. 

Os réus respondem por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. No caso de Alexandre Ramagem, foi suspensa temporariamente a apuração dos crimes supostamente cometidos após sua diplomação como deputado federal. 

As audiências estão ocorrendo por meio de videoconferência e serão retomadas na segunda-feira (26), às 15h. As oitivas das testemunhas do Núcleo 1 estão previstas para ocorrer até 2 de junho. 

Afogados da Ingazeira recebe Caravana do Novo Código de Processo Civil

O novo Código de Processo Civil (CPC) será tema de debates promovidos pela OAB-PE, no Sertão do Estado. Nesta sexta-feira,  8, às 15h30, a comitiva estará no Fórum de Afogados da Ingazeira (Av. Padre Luís Goes, s/nº – Manuela Valadares). Depois de passar pela cidade de Araripina, Serra Talhada e Salgueiro também no Sertão. A Caravana do Novo CPC […]

Pedro Henrique, presidente OAB-PE
O presidente da OAB-PE, Pedro Henrique Alves

O novo Código de Processo Civil (CPC) será tema de debates promovidos pela OAB-PE, no Sertão do Estado. Nesta sexta-feira,  8, às 15h30, a comitiva estará no Fórum de Afogados da Ingazeira (Av. Padre Luís Goes, s/nº – Manuela Valadares). Depois de passar pela cidade de Araripina, Serra Talhada e Salgueiro também no Sertão.

A Caravana do Novo CPC é uma promoção da OAB-PE, em parceria com as Subseccionais da OAB de Araripina, Salgueiro, Serra Talhada e Afogados da Ingazeira, presididas, respectivamente, por Gabriela Reis Feitosa Batista, Péricles Rosa Soares, Estefferson Darley Fernandes Nogueira e José Florentino Toscano Filho.

À frente da comitiva formada por dirigentes e conselheiros federais e estaduais, o presidente da OAB-PE, Pedro Henrique Reynaldo Alves. Ele destaca que a Caravana do Novo CPC irá percorrer todas as áreas de atuação das 24 Subseccionais OAB no Estado.

Com a proposta de apresentar e esclarecer as mudanças trazidas pelo novo CPC, a Caravana já esteve em Petrolina, Olinda, Limoeiro, Santa Cruz do Capibaribe, Belo Jardim, Arcoverde e Pesqueira. Por onde passou, a Caravana atraiu um expressivo número de advogados, interessados em se atualizar com a nova legislação. As palestras da Caravana têm sido apresentadas pelos conselheiros seccionais da OAB-PE, Marco Aurélio Peixoto e Alexandre Bartilloti e o professor Leonardo Moreira.