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Raquel critica falta de investimentos no turismo do Litoral Norte

Por Nill Júnior

No segundo dia no Litoral Norte, a presidente do PSDB Pernambuco e pré-candidata ao governo, Raquel Lyra, participou neste sábado, 09, de encontro com lideranças de Itapissuma.

A agenda do dia, iniciada em Itamaracá, com visita ao Forte Orange, também contou com entrevista à rádio e almoço no polo gastronômico de Itapissuma, às margens do Canal de Santa Cruz.

“É muito ruim ver o estado de degradação do Litoral Norte expressado nas estradas, na falta de água, insegurança e na ausência de infraestrutura. O que vimos foi a história, cultura, tradição e belezas naturais serem desprezadas pelo estado que deveria enxergar aqui um grande diferencial turístico e cultural”, disse Raquel.

Em Itapissuma, Raquel, ao lado do ex-senador Armando Monteiro, foi recebida pelos ex-prefeitos Clovis Cavalcanti e Pedro Henrique, e pelos ex-vereadores Rubens Cestil, Pirro e Neto. “Pernambuco andou para trás. Somos campeões nacionais do desemprego e temos péssimos indicadores na economia. O pernambucano empobreceu mas a boa politica pode nos resgatar. Estamos  apostando neste projeto coletivo que representa um novo caminho a seguir para transformar o nosso estado”, declarou Armando Monteiro.

Raquel concedeu entrevista de rádio e citou obras prometidas pelo estado como o arco metropolitano, a orla de Jaguaribe, em Itamaracá, e criticou a situação das estradas e a insegurança. “Esse governo não colocou como prioridade cuidar do seu povo e esqueceu de enxergar as necessidades do desta e de todas as regiões do estado. É um governo que prometeu muito e não cumpriu quase nada”, completou a pré-candidata.

Outras Notícias

Grupos contra e a favor de Bolsonaro fazem atos em Brasília

Foto: TV Globo/Reprodução Manifestação foi na Esplanada dos Ministérios, neste domingo (21). Polícia Militar formou cordão de isolamento para separar manifestantes. G1 Grupos contra e a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fizeram uma manifestação na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, na manhã deste domingo (21). Um cordão de isolamento, formado pela Polícia Militar […]

Foto: TV Globo/Reprodução

Manifestação foi na Esplanada dos Ministérios, neste domingo (21). Polícia Militar formou cordão de isolamento para separar manifestantes.

G1

Grupos contra e a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fizeram uma manifestação na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, na manhã deste domingo (21). Um cordão de isolamento, formado pela Polícia Militar do DF (PMDF), manteve a separação entre eles.

Os pró-Bolsonaro se concentraram no Museu Nacional da República. O grupo contrário ao presidente se encontrou no Teatro Nacional. Ambos caminharam até perto da Praça dos Três Poderes.

Os PMs acompanharam o deslocamento. O ato terminou por volta de 13h30 e não houve incidentes.

O grupo que apoia o presidente vestia camisetas verde e amarelo, além de carregar bandeiras do Brasil. Alguns não usavam máscaras de proteção contra o coronavírus, obrigatória em Brasília.

Outros, levavam a máscara na altura do queixo. Não houve multas pela falta do item de proteção.

Cartazes com dizeres antidemocráticos, contra o Supremo Tribunal Federal (STF), contra o ministro Alexandre de Moraes e pedindo juízes “concursados e indicados pelo presidente” foram exibidos durante o ato.

O grupo contrário ao presidente, em sua maioria, vestia roupas pretas e usava máscara de proteção. Nos cartazes exibidos, era possível ler mensagens contra o racismo, contra a Polícia Militar e a favor do Sistema Único de Saúde (SUS).

Os manifestantes foram revistados pela PM e as bolsas abertas. O acesso ao prédio do STF ficou bloqueado com grades e a cavalaria se posicionou no gramado próximo ao Congresso Nacional para impedir que os grupos chegassem até a Praça dos Três Poderes.

Divulgadas as atrações do São Pedro de Tuparetama

A expectativa para o São Pedro de Tuparetama chegou ao fim na manhã deste sábado (11). Durante a participação no programa Tupã em Debate, o secretário de Cultura, Fernando Marques, falando em nome do prefeito Sávio Torres, que por motivos maiores não pode estar no anúncio, divulgou as atrações da festa. O evento junino volta […]

A expectativa para o São Pedro de Tuparetama chegou ao fim na manhã deste sábado (11).

Durante a participação no programa Tupã em Debate, o secretário de Cultura, Fernando Marques, falando em nome do prefeito Sávio Torres, que por motivos maiores não pode estar no anúncio, divulgou as atrações da festa.

O evento junino volta a acontecer após dois anos suspenso devido a pandemia da Covid-19.

Entre os dias 30 de junho e 2 de julho, irão se apresentar no palco do Pátio de Eventos, a banda Calcinha Preta, Vilões do Forró, Pedrinho Pegação, João Vitor, Wallace Arraes, Forró do Nosso Jeito e Novinho da Paraíba.

A programação também vai contar com a apresentação da dupla Kaynan e Kauê, Acorde Matuto, João Márcio, Galego do Pajeú, Forró do ZD e a dupla Hemerson e Ramon.

A abertura oficial acontecerá no dia 29 de junho, com a reabertura do Beco do Forró, a tradicional corrida da fogueira, encontro de quadrilhas e muito forró pé de serra com os artistas locais. No local, também acontecerão as feiras de artesanato e de comidas típicas.

Fernando destacou que o Governo Municipal realiza o evento com recursos próprios sem a colaboração do Governo do Estado.

Ele afirmou ainda que foi solicitado ao Ministério Público e a Polícia Militar de Pernambuco, para que o encerramento das festividades aconteça às 03 horas da manhã.

Confira a programação completa

Quarta – 29/6

17h- Tradicional Corrida da Fogueira
18h30- Reabertura do Beco do Forró com feira de artesanato e comidas típicas.
20h- Encontro de quadrilhas juninas
22h- Forró pé de serra

Quinta – 30/6

Acorde Matuto
João Márcio
Vilões do Forró
Pedrinho Pegação

Sexta – 1/7

Galego do Pajeú
Forró do ZD
Hemerson e Ramon
João Victor
Wallas Arrais

Sábado -2/7

Kaynan e Kauê
Forro do nosso jeito
Novinho da Paraiba
Calcinha Preta

Temer diz que pediu apenas “auxílio formal” à Odebrecht para campanha

Em resposta às declarações do ex-assessor especial José Yunes de que serviu de “intermediador” do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, o presidente Michel Temer divulgou nesta sexta-feira, 24, uma nota com a mensagem de que não tem participação no episódio. Assessor especial da Presidência da República até o final do ano passado e amigo pessoal de […]

Michel Temer

Em resposta às declarações do ex-assessor especial José Yunes de que serviu de “intermediador” do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, o presidente Michel Temer divulgou nesta sexta-feira, 24, uma nota com a mensagem de que não tem participação no episódio.

Assessor especial da Presidência da República até o final do ano passado e amigo pessoal de Temer há mais de 40 anos, o advogado José Yunes confirmou na quinta-feira, 23, ao Estado que recebeu um pacote do doleiro Lúcio Funaro, a pedido de Padilha, um mês antes da eleição presidencial de 2014 que reelegeu a chapa Dilma Rousseff e Michel Temer, mas alegou que não viu o conteúdo. Apesar da afirmativa, Yunes negou que tenha atuado como operador dos recursos de campanha do PMDB.

Yunes disse que conversou na quinta pessoalmente com o presidente e falou sobre o depoimento espontâneo que fez à Procuradoria-Geral da República sobre o imbróglio, em razão da delação premiada de Cláudio Melo, ex-diretor da Odebrecht, que disse que Yunes teria recebido dinheiro em espécie em seu escritório de advocacia, em São Paulo. Segundo ele, Temer não demonstrou preocupação com o fato e lhe disse que “o melhor é sempre contar a verdade”.

“Quando presidente do PMDB, Michel Temer pediu auxílio formal e oficial à Construtora Norberto Odebrecht. Não autorizou, nem solicitou que nada fosse feito sem amparo nas regras da Lei Eleitoral”, diz o texto, divulgado pela Secretaria de Comunicação da Presidência.  “A Odebrecht doou R$ 11,3 milhões ao PMDB em 2014. Tudo declarado na prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral. É essa a única e exclusiva participação do presidente no episódio”, completa o texto.

Temer inaugura Eixo Leste da Transposição

JC Online O presidente Michel Temer (PMDB) realiza, amanhã, a inauguração do Eixo Leste do projeto da Transposição do Rio São Francisco que vai levar água encanada do Rio São Francisco à Paraíba. De acordo com o Palácio do Planalto, a solenidade, que estava marcada para o sábado, foi antecipada por causa da aceleração da […]

JC Online

O presidente Michel Temer (PMDB) realiza, amanhã, a inauguração do Eixo Leste do projeto da Transposição do Rio São Francisco que vai levar água encanada do Rio São Francisco à Paraíba. De acordo com o Palácio do Planalto, a solenidade, que estava marcada para o sábado, foi antecipada por causa da aceleração da vazão da água.

A agenda de Temer na Paraíba começa cedo em Campina Grande, onde deve assinar uma Ordem de Serviço liberando recursos para melhorias na BR 230 e visitará o Complexo Habitacional Multimodal ­ Aluízio Campos. Na sequência, o presidente irá visitar cidade de Sertânia, no interior de Pernambuco e segue para Monteiro, na microrregião do Cariri paraibano. Os horários das visitas ainda não foram divulgados pelo Palácio do Planalto.

Essa é a quarta visita do chefe de estado ao Nordeste, sendo a primeira enquanto presidente interino, em menos de um ano de mandato.

Paternidade

A visita acontece em meio à disputa sobre a paternidade da Transposição do Rio São Francisco.

Segundo pesquisa realizada pelo Datafolha em dezembro, o Nordeste é a região em que o governo Temer tem sua pior avaliação, com 60% de avaliações ruins ou péssimas contra 51% de média nacional. Dedicado a mudar essa estatística, em visita a Maceió, no ano passado, Temer chegou a dizer que espera ser reconhecido como o maior presidente do Nordeste que o Brasil já teve.

No entanto, a disputa já começa a tomar formas, já que Luiz Inácio Lula da Silva não pretende perder seu reduto eleitoral para o peemedebista. O ex-presidente, possível candidato às eleições presidenciais de 2018, também irá visitar Pernambuco e Paraíba ainda neste mês e, já numa espécie de pré­campanha, também pretende se fazer presente nas instalações das obras de Transposição.