Veja o documentário “No Coração do Povo”, a História da Rádio Pajeú
A Rádio Pajeú de Educação Popular comemora hoje 58 anos. Em 04 de outubro de 1959, ela nascia através das ideias e mãos de um bispo visionário, Dom João José Mota e Albuquerque. É a primeira emissora de rádio do Sertão Pernambucano, a primeira católica do Estado – a Olinda só veio ser adquirida pela Arquidiocese alguns anos depois – e a décima a chegar no Estado.
Dom Mota viu no rádio um veiculo perfeito no processo não apenas de evangelização, mas especialmente o de criar um espaço de difusão de valores éticos, políticos e socioculturais, além de propor e efetuar uma formação educativa fundamental ao desenvolvimento da comunidade.
Dom Francisco a utilizou como instrumento de evangelização e defesa do povo, principalmente os mais pobres, missão que foi seguida por Dom Luis Pepeu e Dom Egídio Bisol.
Em todos esses anos esteve inserida como um agente histórico nos principais momentos da região. Na nossa História Política, nas transformações Sociais e Culturais do estado de Pernambuco e do Brasil em mais da metade do Século XX, e nestes anos iniciais do século XXI a Rádio Pajeú foi um veículo presente e atuante na divulgação dos fatos históricos que marcaram este período.
Waldecy Menezes: década de 80
Hoje completando 58 anos, a Rádio Pajeú continua sustentando o compromisso ético em ser uma emissora voltada para o serviço à comunidade dando diariamente dentro de sua grade de programação voz a centenas de pessoas que buscam resolver problemas do cotidiano através dos microfones da emissora.
Na programação, várias homenagens estão indo ao ar neste mês de outubro. Nomes como Elba Ramalho, Maciel Melo, Gilliard, Maria Dapaz, Victor e Léo e Alceu Valença fazem menção à importância da emissora. Reconhecendo a grande importância da Pajeú, o governador Paulo Câmara fez questão de enviar à redação um áudio onde parabeniza a emissora pelo seu compromisso com a informação.
A ministra da Agricultura, Teresa Cristina, nomeou, hoje, o ex-deputado federal Kaio Maniçoba, do Solidariedade, superintendente do Incra em Pernambuco. Filho da ex-prefeita de Floresta, Rorró Maniçoba, da base governista do PSB estadual, Kaio chega ao Governo Bolsonaro por indicação do deputado Augusto Coutinho, líder do SD na Câmara dos Deputados. Kaio disputou a reeleição […]
A ministra da Agricultura, Teresa Cristina, nomeou, hoje, o ex-deputado federal Kaio Maniçoba, do Solidariedade, superintendente do Incra em Pernambuco.
Filho da ex-prefeita de Floresta, Rorró Maniçoba, da base governista do PSB estadual, Kaio chega ao Governo Bolsonaro por indicação do deputado Augusto Coutinho, líder do SD na Câmara dos Deputados.
Kaio disputou a reeleição de deputado federal na coligação do governador Paulo Câmara, tendo mais de 70 mil votos, mas não foi lembrado na montagem do Secretariado. O governador optou pelo deputado Rodrigo Novaes, adversário de Kaio em Floresta, escolhendo-o para a pasta de Turismo.
Com Kaio no Governo Bolsonaro, o jogo político em Floresta ganha outros contornos. É bem provável que o seu grupo não tenha mais o apoio do PSB e, consequentemente, do Palácio para emplacar a candidatura de Rorró à prefeita de Floresta.
O deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) esteve, nesta terça-feira (09), reunido com os ministros do Turismo, Gilson Machado Neto, e do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, para tratar de demandas para a habitação e turismo de Serra Talhada. Acompanhado pela prefeita Márcia Conrado e pelo ex-prefeito Luciano Duque, o parlamentar contou com o apoio do ministro […]
O deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) esteve, nesta terça-feira (09), reunido com os ministros do Turismo, Gilson Machado Neto, e do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, para tratar de demandas para a habitação e turismo de Serra Talhada.
Acompanhado pela prefeita Márcia Conrado e pelo ex-prefeito Luciano Duque, o parlamentar contou com o apoio do ministro do Turismo para o avanço da proposta de criação de uma rota turística para o Sertão a partir da Capital do Xaxado.
“Nossa meta é incentivar o potencial cultural e histórico de Serra Talhada. Estamos juntos e imbuídos nesta tarefa”, afirmou Fernando Monteiro, apoiado pelo ministro, que mobilizou, de imediato, a equipe da Secretaria Nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo para agilizar o projeto.
“O deputado está empenhado neste objetivo e esteve, inclusive, junto ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, conversando sobre os estudos técnicos para a execução deste projeto tão importante para o Sertão e, consequentemente, para todo o Estado”, atestou Gilson Machado.
Vanete Almeida: No Ministério do Desenvolvimento Regional, Fernando Monteiro tratou com o ministro Rogério Marinho sobre a conclusão das obras das mais de 900 unidades habitacionais no bairro Vanete Almeida, um compromisso assumido pelo deputado com o município. O parlamentar, que tem se empenhado na entrega das residências à população o mais breve possível, recebeu a garantia do ministro de que a questão será vista como prioridade de sua pasta.
Pelo menos quatro pessoas morreram e uma ficou ferida em um grave acidente entre um carro SUV e uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), no início da tarde deste domingo (22). O acidente ocorreu na BR-361 entre os municípios de Catingueira, no Sertão paraibano, e a cidade de Santa Terezinha, também […]
Pelo menos quatro pessoas morreram e uma ficou ferida em um grave acidente entre um carro SUV e uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), no início da tarde deste domingo (22).
O acidente ocorreu na BR-361 entre os municípios de Catingueira, no Sertão paraibano, e a cidade de Santa Terezinha, também na Paraíba. Houve confusão com a Santa Terezinha de Pernambuco. Uma das vítimas morreu queimada.
Segundo as primeiras informações divulgadas pela Polícia Militar, a ambulância da cidade de Conceição, também no Sertão paraibano, bateu de frente com o carro SUV EcoSport, de Lucilene Silva que era gerente da CEF da cidade de Patos e natural de Itaporanga.
Na ambulância estavam três pessoas. Todas morreram. Depois da batida, a ambulância ainda incendiou. Já no veículo SUV, a gerente de banco que estava guiando o carro morreu e o carona, seu marido, ficou ferido. Ele foi socorrido e levado para o Hospital Regional de Patos.
Depois do acidente, moradores tentaram socorrer as vítimas. Um morador percebeu a ambulância pegando fogo e ainda conseguiu tirar ainda duas vítimas de dentro, mas o motorista acabou ficando preso e tendo o corpo queimado. Foi identificado como Jamilson Mangueira de Souza. Os ocupantes eram Francisco Erivaldo, 43 anos, e um segundo não identificado.
Ainda na tarde deste domingo, equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Instituto de Polícia Científica estiveram no local, retirando o corpo da mulher do carro e realizando procedimentos de perícia.
As péssimas condições da estrada que liga Albuquerque Né a Cruzeiro do Nordeste continuam causando danos em veículos. Esse flagrante foi enviado hoje ao blog. O motorista, claro, estava indignado com o dano e perda de tempo na estrada. Ele teve o pneu estourado devido ao acúmulo de buracos na rodovia, quase causando um acidente. […]
Por outro lado, ministros votaram para suspender até o fim do mandato os crimes de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Câmara havia decidido livrar Ramagem de responder por cinco crimes em decisão desta semana. Por Márcio Falcão, TV Globo — Brasília A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta-feira […]
Por outro lado, ministros votaram para suspender até o fim do mandato os crimes de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Câmara havia decidido livrar Ramagem de responder por cinco crimes em decisão desta semana.
Por Márcio Falcão, TV Globo — Brasília
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta-feira (9) para derrubar parcialmente a decisão da Câmara dos Deputados que havia suspendido toda a ação penal contra o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), réu na trama golpista.
Os ministros votaram para que Ramagem continuará respondendo por três dos cinco crimes imputados a ele: abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; organização criminosa.
Por outro lado, foram suspensos até o fim do mandato os crimes de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
A suspensão ocorreu porque, segundo a acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR), esses delitos foram cometidos após a diplomação de Ramagem, momento em que a Constituição permite a suspensão de ações penais contra parlamentares.
Ou seja: Ramagem não vai responder, durante o mandato, por eventuais crimes cometidos após a diplomação. Ele poderá responder criminalmente por esses crimes depois do fim do mandato.
Três dos cinco ministros da turma já votaram nesse sentido: Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Luiz Fux e Flávio Dino. Falta um ministro votar.
Imunidade não se estende a outros réus
A maioria dos ministros também decidiu que a imunidade concedida a Ramagem não se aplica a outros réus do processo, como o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Ambos fazem parte do chamado “núcleo crucial” da organização criminosa que, de acordo com a PGR, teria atuado para impedir o funcionamento das instituições democráticas e depor o governo legitimamente eleito.
Entendimento jurídico
O julgamento ocorre no plenário virtual do STF, e os votos podem ser inseridos no sistema eletrônico até terça-feira (13). A Constituição permite que a Câmara dos Deputados suspenda uma ação penal contra um parlamentar, desde que o crime tenha ocorrido após a diplomação e que a maioria do plenário da Câmara aprove a medida.
A Câmara havia aprovado um texto que determinava a suspensão de toda a ação penal relacionada à Petição nº 12.100, em curso no STF, em relação a todos os crimes imputados a Ramagem.
No entanto, a maioria dos ministros seguiu o voto do relator, Alexandre de Moraes, que defendeu a derrubada parcial da decisão da Câmara. Para Moraes, “não há dúvidas” de que a Constituição permite a suspensão apenas para crimes cometidos após a diplomação.
Fundamentos da decisão
O ministro Moraes destacou que a imunidade é um benefício individual e não se aplica a corréus ou a crimes praticados antes da diplomação.
“Os requisitos do caráter personalíssimo (imunidade aplicável somente ao parlamentar) e temporal (crimes praticados após a diplomação), previstos no texto constitucional, são claros e expressos, no sentido da impossibilidade de aplicação dessa imunidade a corréus não parlamentares e a infrações penais praticadas antes da diplomação”, afirmou Moraes.
O ministro Cristiano Zanin reforçou o entendimento e afirmou que a jurisprudência do STF é clara: a suspensão só pode ocorrer em relação a crimes cometidos após o início do mandato parlamentar. Ele destacou que estender a imunidade para corréus não parlamentares ou para delitos anteriores à diplomação seria um equívoco jurídico.
“A imunidade não se aplica a não parlamentares ou a infrações praticadas antes da diplomação. Reforço que a suspensão integral da Ação Penal nº 2.668 culminaria em efeitos indesejáveis para corréus que, mesmo sem imunidade, teriam seus processos suspensos enquanto durar o mandato parlamentar correspondente”, concluiu Zanin.
Próximos passos
Com a decisão da Primeira Turma, Alexandre Ramagem continuará respondendo por três crimes graves no âmbito do STF, enquanto os outros dois permanecem suspensos até o fim do mandato. A decisão reforça o entendimento da Corte de que a imunidade parlamentar não pode ser utilizada para blindar atos ilícitos cometidos antes da diplomação ou estender proteção a terceiros.
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