Notícias

Quaest: Marília lidera corrida ao Senado com 16%; Humberto tem 13%

Por Michael Andrade

Marília Arraes aparece numericamente à frente na pesquisa estimulada, seguida por Humberto Costa. Como cada eleitor votará em dois candidatos ao Senado, o levantamento combina as menções às duas vagas. Indecisos representam 26% e brancos, nulos ou quem não pretende votar somam 24%.

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25), mostra o cenário da disputa pelas duas vagas de Pernambuco no Senado. No levantamento estimulado, Marília Arraes (PDT) aparece com 16% das intenções de voto, seguida por Humberto Costa (PT), com 13%.

Mendonça Filho (PL) registra 9% e Eduardo da Fonte (PP), 6%. Túlio Gadêlha (PSD) aparece com 3%. Pastor Gilvan Costa (Democrata), Carlos Sant’Anna (Novo) e Paulo Rubem Santiago (Rede) têm 1% cada.

Mariano Macedo (PSTU), Mailson Neto (PCO), Gorett Bitu (UP) e Samuel Timoteo (UP) aparecem com 0%.

Os indecisos representam 26%, enquanto 24% disseram que pretendem votar em branco, anular ou não votar.

Como serão eleitos dois senadores por estado em 2026, cada eleitor precisa escolher dois candidatos diferentes. A Quaest perguntou separadamente sobre a primeira e a segunda vagas e reuniu essas respostas no resultado combinado, mantendo o total em 100%.

Primeira vaga

Quando considerada apenas a primeira escolha dos entrevistados, Marília Arraes aparece com 21%, seguida por Humberto Costa, com 15%, e Mendonça Filho, com 12%.

Eduardo da Fonte tem 5%, Túlio Gadêlha, 3%, e Pastor Gilvan Costa e Mariano Macedo aparecem com 1% cada. Os indecisos são 22%, e brancos, nulos ou quem não pretende votar representam 20%.

Segunda vaga

Na escolha para a segunda vaga, Marília Arraes e Humberto Costa aparecem empatados numericamente, com 11% cada.

Mendonça Filho e Eduardo da Fonte registram 6% cada, enquanto Túlio Gadêlha tem 3%. Pastor Gilvan Costa e Carlos Sant’Anna aparecem com 2% cada, e Paulo Rubem Santiago, com 1%.

Nesse cenário, 30% estão indecisos e 28% afirmam que votariam em branco, anulariam ou não votariam.

Espontânea tem 80% de indecisos

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, 80% dos entrevistados não souberam indicar um nome.

Humberto Costa aparece com 5%, Marília Arraes com 4%, Mendonça Filho com 2%, Eduardo da Fonte com 1% e Túlio Gadêlha com 1%. Outros nomes somam 0%, enquanto 7% afirmaram que votariam em branco, anulariam ou não votariam.

Rejeição

A Quaest também mediu o conhecimento e a rejeição dos candidatos. Marília Arraes apresenta o maior percentual de eleitores que afirmam conhecê-la e não votar nela: 40%. Ao mesmo tempo, outros 40% dizem que a conhecem e votariam na candidata, e 20% não a conhecem.

Mendonça Filho tem rejeição de 38%, seguido por Humberto Costa, com 36%, e Eduardo da Fonte, com 33%. Túlio Gadêlha registra 28%.

A pesquisa foi encomendada pela Globo e ouviu 1.302 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número PE-07828/2026.

Fonte: G1 Pernambuco

Imagem: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr⁠

Outras Notícias

Por candidatura ao governo de PE, neta de Arraes desafia aliança PT-PSB

Do UOL Neta do ex-governador Miguel Arraes, vereadora do Recife pelo PT e prima do ex-governador Eduardo Campos, Marília Arraes está desafiando a aliança PT-PSB para ser candidata ao governo de Pernambuco. Seu antigo partido, PSB, e alas do PT defendem uma aliança em apoio à reeleição do governador Paulo Câmara (PSB). Nos últimos anos, […]

Foto: Avener Prado/Folhapress

Do UOL

Neta do ex-governador Miguel Arraes, vereadora do Recife pelo PT e prima do ex-governador Eduardo Campos, Marília Arraes está desafiando a aliança PT-PSB para ser candidata ao governo de Pernambuco. Seu antigo partido, PSB, e alas do PT defendem uma aliança em apoio à reeleição do governador Paulo Câmara (PSB).

Nos últimos anos, o PT foi um dos principais oponentes dos socialistas nas disputas pernambucanas, não só para o governo do estado, como para a prefeitura do Recife. Foi assim em 2012 e 2016 (quando teve candidato à prefeitura) e em 2014 (quando apoiou Armando Monteiro Neto, do PTB, ao governo).

Em 2018, o cenário nacional pesa na escolha de uma candidatura petista em Pernambuco. “A aliança viria para recuperar nossa bancada federal”, afirma o senador Humberto Costa, explicando a decisão da cúpula do partido (veja mais abaixo).

Para Elton Gomes, doutor em ciência política e professor da Faculdade Damas, a vereadora ficou “asfixiada por um projeto maior do partido nacional”.

“O momento é do PT se recuperar na representação proporcional, fazer uma boa quantidade de deputados. Essa é a lógica. A estrutura do PT é nacionalizada, verticalizada; não é como o PMDB, por exemplo, que funciona como uma confederação pelos estados”, afirma Gomes.

Os acordos podem rifar o sonho da vereadora, que tem mobilizado grande número de militantes petistas pela candidatura.

A decisão oficial do partido seria tomada em encontro estadual neste domingo (10), mas o PT adiou sua convenção para tentar minar o apoio à candidatura de Marília na executiva.

Apoio a impeachment como argumento

O principal argumento citado por Marília Arraes contra a aliança PT-PSB é que Paulo Câmara apoiou o impeachment de Dilma Rousseff em 2016. “Eles querem usar a popularidade que Lula tem para manter esse projeto de poder. Toda movimentação é nesse sentido”, afirma ela. “Somos o segundo estado mais lulista do Brasil.”

No último dia 20, Marília reuniu cerca de 4.000 eleitores em um ato no Recife que defendeu tanto a sua candidatura como a liberdade do ex-presidente Lula. Recebeu vários apoios locais e nacionais, como a deputado federal Maria do Rosário e o ex-presidente da Câmara Marco Maia.

“Esta é uma aliança desvantajosa para o partido e nós podemos consolidar uma chapa competitiva de deputados federais e estaduais, que com o PSB será bem mais difícil”, diz Marília, defendendo a sua candidatura.

“Não trato política como assunto de família”

A insistência de Marília causou constrangimento a líderes petistas. No último dia 30, a aliança PT-PSB em Pernambuco foi colocada na mesa e debatida por meio de uma videoconferência entre líderes nacionais e pernambucanos do PT. Ficou apontada a necessidade de um aprofundamento das conversas dos partidos, o que os favoráveis à aliança comemoraram como um direcionamento.

Mesmo com o “direcionamento”, Marília afirma que se mantém na luta para disputar ao governo e usa a seu favor os números. Segundo pesquisa divulgada em maio, do instituto Múltipla, Marília Arraes aparece em empate técnico com o governador Paulo Câmara.

“Tenho sempre conversado com pessoas da direção nacional e sempre a gente tem um sinal verde para continuar andando, construindo a candidatura”, assegura.

Apesar de ser prima do falecido governador Eduardo Campos, há anos Marília marcha em campo diferente do grupo que lidera a política pernambucana.

“Não trato política como assunto de família, estamos em campos opostos”, afirma, citando ter contato com os primos apenas em eventos de família. “Eu não trato política como herança, não há espólio para ser herdado por parentes. As ideias que a gente concorda, a gente defende independentemente de ser família”, diz.

Senador petista defende aliança

Um dos maiores defensores da aliança PT-PSB no estado é o senador Humberto Costa (PT), que disputará a reeleição em 2018. Para ele, a principal motivação é nacional, visando reforçar a candidatura do ex-presidente Lula e porque o partido pretende ter alianças em vários Estados do país com os socialistas.

“Eu acho que é possível [aliança nacional PT-PSB], se não do ponto de vista formal, sem uma coligação, pelo menos teria o apoio em vários estados relevantes para nós. Por isso a decisão hoje é da executiva nacional”, alerta.

Localmente, ele afirma que defende união em torno do nome de Paulo Câmara para tentar, entre outros pontos, ter maior força par disputa dos cargos legislativos.

“Para o PT, é sair da condição de isolamento. A aliança viria para recuperar nossa bancada federal, possibilidade de eleger senador e retomar o partido que está muito fragilizado no Estado”, disse.

PT hoje é oposição

O PT é hoje oposição a Paulo Câmara. A deputada Teresa Leitão (PT), por sinal, é vice-líder da oposição e uma das maiores entusiastas da ideia de Marília disputar o governo do estado.

“Ouvimos pontos importantes nesta reunião, ditos pela presidente Gleisi [Hoffmann, do PT]. Um deles é que nada será fechado de forma unilateral e não haverá intervenção da nacional”, conta.

Ex-petista e atual líder do governo na Assembleia Legislativa, Isaltino Nascimento (PSB), avalia que uma eventual aliança será benéfica para os dois partidos e cita como motivo o cenário nacional.

“Já existe um ensaio de aproximação dos partidos como PT, PSOL, PSB, PDT, com o manifesto para um novo país. E as ideias de alianças são postas e há tempo para se definir”, diz. “Essa aliança nos fortalece, num processo maduro, sem que haja vencedores e vencidos e que possamos construir uma aliança para enfrentar esse momento adverso do país”, completa.

Segundo um deputado estadual socialista ouvido sob a condição de anonimato, a aliança com o PT já é discutida pela cúpula dos partidos há meses e a ratificação seria a melhor saída para os partidos. “Não tem como deixar de lado um momento desses para arriscar dividir o palanque do campo popular. Isso já foi debatido e decidido”, disse.

Novas instalações de Ginásio entregues em Itapetim

Na noite de ontem (21), apesar das chuvas, as novas instalações do Ginásio de Esportes Miguel Arraes foram inauguradas com sucesso em Itapetim. O local contou com a construção do alambrado que o ocasionará maior segurança para os torcedores, construção de banheiros e área para assistir às partidas com acessibilidade para deficientes, além de pintura, […]

Na noite de ontem (21), apesar das chuvas, as novas instalações do Ginásio de Esportes Miguel Arraes foram inauguradas com sucesso em Itapetim.

O local contou com a construção do alambrado que o ocasionará maior segurança para os torcedores, construção de banheiros e área para assistir às partidas com acessibilidade para deficientes, além de pintura, troca da iluminação, construção de novas salas e muito mais.

O prefeito Adelmo Moura, aproveitou o evento para parabenizar aos envolvidos pelo bonito evento, a diretoria de Esportes, através do diretor Lucas Vasconcelos e todos da pasta da Cultura.

O prefeito ainda anunciou que, em breve, estará comprando tabelas para os atletas que praticam basquete.

Lucas Vasconcelos, diretor de Esportes do município, ainda firmou compromisso em melhorar o esporte de Itapetim e que continuará trabalhando junto ao prefeito Adelmo Moura.

Mesmo com o dia chuvoso, população compareceu e lotou o ginásio. Logo após a reinauguração, aconteceu a abertura do campeonato de Futsal 2017: “O Novo Futsal Itapetim”.

A competição conta neste ano com o total de 15 equipes e, em média,150 atletas, onde todos são do município. A abertura contou com a partida entre as equipes do Juventus e Gaviões. O campeonato segue neste sábado 22, com grandes jogos.

Além do prefeito Adelmo Moura, o ex-prefeito Arquimedes Machado, o padre Adhemar de Lucena, os vereadores, Secretários e diretores e autoridades do município também compareceram.

George: “tenho total independência e autonomia. Não sou fantoche de ninguém”

O candidato a prefeito Dr. George Borja participou da sabatina promovida pela Rádio Gazeta FM. Ele ocupou o espaço nos 30 minutos restantes, depois do problema técnico que tirou a Gazeta FM do ar no último sábado. Durante a sabatina, Borja respondeu a uma série de perguntas elaboradas pela equipe de jornalistas da rádio, blogueiros […]

O candidato a prefeito Dr. George Borja participou da sabatina promovida pela Rádio Gazeta FM.

Ele ocupou o espaço nos 30 minutos restantes, depois do problema técnico que tirou a Gazeta FM do ar no último sábado.

Durante a sabatina, Borja respondeu a uma série de perguntas elaboradas pela equipe de jornalistas da rádio, blogueiros e pelos ouvintes, abordando temas diversos que vão desde a economia local até questões sociais e infraestrutura.

Além da condução desse jornalista,  participaram Júnior Finfa, Marcelo Patriota,  Carlos Júnior,  Erbi Andrade e a população com perguntas pelo WhattsApp da emissora.

George disse defender estudo para a realização de concurso público. “Sou filho de concurso público”. Ainda requalificação do Hospital Maria Rafael de Siqueira,  tornando-o unidade regional.  Também prometeu solução para os professores aposentados,  que reclamam defasagem salarial e vitória na justiça desde 2019, até agora sem solução.

Sobre o adversário,  questionou a posição política de Fredson Brito,  afirmando que o candidato é lulista ou bolsonarista a depender da comunidade. Ainda a crítica de Brito a petistas locais e a participação de uma dependente química em uma atividade de campanha,  que segundo ele, atentava contra a dignidade humana.

Borja também prometeu melhor resolutividade na área de TFD. Sobre o recente acidente com o ônibus do TFD, afirmou que não pode responsabilizado por não estar na gestão. Mas afirmou ter a informação de que o veículo passou por uma revisão e segundo a empresa que fez o serviço,  estaria apta para o trabalho.

No quadro em que candidato pergunta a candidato,  Fredson perguntou a George se ele mantém negócios em sociedade com o Secretário de Saúde Paulo Jucá. “Você sabe da minha total independência e autonomia e que ligação com A, B, C ou D, não iria mudar minha autonomia. Você me conhece. Ninguém melhor do que você Fredson,  pra responder essa pergunta,  porque você me conhece.  Sabe que não como nem sou fantoche na mão de ninguém. Quanto aos problemas da gestão,  não é justo levar a população a induzí-la que eu tenho participação nisso”.

Disse que Evandro Valadares foi eleito quatro vezes pela população,  que tem muita coisa boa, mas que também é natural ter problemas. “Não é justo pegar o que não foi bem na gestão e atribuir à minha pessoa”, acrescentou.

Afogados: Escola de Música está com as matrículas abertas

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira deu início ao período de matrículas para os interessados em matricular os seus filhos na Escola Municipal de Música Bernardo Delvanir Ferreira. As matrículas já estão abertas e podem ser feitas, gratuitamente, até o final de Janeiro, em conformidade com o número de vagas existentes. São vinte vagas para […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira deu início ao período de matrículas para os interessados em matricular os seus filhos na Escola Municipal de Música Bernardo Delvanir Ferreira. As matrículas já estão abertas e podem ser feitas, gratuitamente, até o final de Janeiro, em conformidade com o número de vagas existentes.

São vinte vagas para iniciação musical, direcionadas às crianças entre 07 e 12 anos. Para os instrumentos, a partir de 13 anos, existem vagas para violão (10), teclado (08), Trombone (05), Sax (05), Bateria (03), Tuba (02), Trompete (05), Violoncelo (03), Violino (15) e Viola (05).

As matrículas podem ser feitas na sede da Escola, na Rua Antônio Vidal, nº 68, nas proximidades da entrada do Ginásio Desportivo Municipal, no horário das 07h às 11h e de 13h às 17h. A documentação necessária é xerox do RG ou certidão de nascimento, xerox do comprovante de residência, 01 foto 3×4 e declaração da escola que frequenta.

Na Rádio Jornal, Ciro compara Bolsonaro a “jumento de óculos” e diz que viu Lula se corromper

Em entrevista ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, na manhã desta quinta-feira (15), o candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, tirou o foco do ex-presidente Lula (PT) e criticou duramente o discurso armamentista do presidente Jair Bolsonaro (PL). Na avaliação do ex-governador do Ceará, o atual chefe do Poder Executivo se aproveita do medo da […]

Em entrevista ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, na manhã desta quinta-feira (15), o candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, tirou o foco do ex-presidente Lula (PT) e criticou duramente o discurso armamentista do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Na avaliação do ex-governador do Ceará, o atual chefe do Poder Executivo se aproveita do medo da população para insuflar seus discursos pró-armas.

Questionado sobre o que Bolsonaro quis dizer ao afirmar, durante agenda no Rio Grande do Norte, que ‘um povo armado jamais será escravizado’, Ciro relacionou o presidente a um ‘jumento de óculos’.

“Se você olhar um jumento de óculos lendo, você vai entender ou não vai entender (a fala do presidente), porque isso não é possível”, disparou o pedetista.

“Bolsonaro explora uma coisa que é verdadeira: nosso povo está com medo. […] Por isso, ele traz essa mentira criminosa de que a defesa social é individual de cada um”, completou Ciro, relembrando o episódio em que o hoje presidente foi assaltado e desarmado pelos criminosos.

Apesar ter centrado a maior parte das críticas no presidente Jair Bolsonaro (PL), Ciro não se furtou a criticar o antigo aliado e hoje adversário eleitoral, Lula (PT).

Para o candidato do PDT, o petista se corrompeu ao firmar ‘conchavos imorais’. “Infelizmente, eu vi o Lula se corromper, tomando gosto pelo poder e pelas mordomias, entrando nos conchavos mais imorais”, disparou.

O candidato do PDT acusou Lula (PT), seu adversário na corrida pela Presidência, de explorar uma memória afetiva falsa. O petista governou o país entre 2003 e 2010, elegendo sua sucessora, Dilma Rousseff (PT).

“Nunca ouve esse tempo em que todo mundo tinha picanha e cerveja. […] Lula se corrompeu, não tem a menor ideia do que acontece no Brasil e no mundo”, acusa Ciro Gomes. O pedetista aponta que o sucesso econômico do governo lulista é resultado de uma expansão “explosiva” de crédito que levou ao endividamento.