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Projeto leva cinema à crianças no agreste Pernambucano

Por Nill Júnior

CARTAZ

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Taquaritinga do Norte, Vertentes e Orobó, no agreste do estado de Pernambuco, foram as cidades selecionadas para execução da segunda edição do Criancine – Festival de cinema Infanto juvenil, nos dias 11, 12 e 14 de fevereiro, respectivamente.

O Criancine é um Projeto Cultural que tem como objetivo maior levar através do cinema momentos educacionais e de desenvolvimento social para crianças e adolescentes. O projeto envolve escolas e sociedade, ajudando na difusão de obras audiovisuais e desenvolvendo uma consciência crítica aos envolvidos neste processo.

Foram selecionados 11 curtas-metragens nacionais entre documentários, animação e ficção. Entre eles, o filme “L” de Thais Fujinaga, um drama que conta a história de Teté, uma garota que é insatisfeita com seu corpo, que após conhecer Héctor, decide mudar de aparência -um filme já premiado em vários festivais do Brasil.

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Além das exibições dos filmes, o público poderá participar das oficinas “Incentivo ao Cineclubismo”, com Yanara Galvão, presidente da FEPEC (Federação Pernambucana de Cineclubismo) e “Cinema infantil” ministrada pelo cineastas Leo Leite, Lucas Mariz e Igor Sá.

O júri do festival é composto pelo próprio público. Após as sessões, acontecerão debates e discussões sobre as obras apresentadas, em seguida, as crianças e jovens, escolherão os filmes que serão premiados.

Em Taquaritinga do Norte as sessões acontecerão no Cine Teatro Santo Amaro, centro da Cidade. Em Vertentes na Escola de Referência Gil Rodrigues, já em Orobó acontecerão no Salão Paroquial situado na praça Coronel Abilio de Sousa Barbosa, as exibições de todos os dias, começarão às 8h e a entrada é gratuita.

Filmes selecionados:

Ficção

– A bicicleta do vovô (Henrique Dantas – BA) 13’ LIVRE

– L (Thaís Fujinaga- SP) 20’ LIVRE

– Amarelinha (Rafael Jardim – BA) 12’20” LIVRE

 

Animação

– O Cangaceiro (Marcus Buccini – PE) 5’34”

– A última reunião dançante (Lisandro Santos – RS) 12’45”

– Eu queria ser um monstro (Marão – RJ) 8’

– Paleolito (Ismael Lito e Gabriel Calegario – RJ) 6’13”

– Cabeça Papelão (Quiá Rodrigues – RJ) Ani 20’ LIVRE

Outras Notícias

Morre aos 82 anos Raimundo Borges, referência da cantoria de viola e do rádio nordestino

Natural de Flores, no Sertão de Pernambuco, comunicador construiu carreira de quase seis décadas ligada ao repente, à música e ao rádio. Corpo será sepultado em sua cidade natal. Morreu na madrugada desta quarta-feira (26), aos 82 anos, Raimundo Borges de Almeida, um dos nomes ligados à cantoria de viola, ao repente e ao rádio […]

Natural de Flores, no Sertão de Pernambuco, comunicador construiu carreira de quase seis décadas ligada ao repente, à música e ao rádio. Corpo será sepultado em sua cidade natal.

Morreu na madrugada desta quarta-feira (26), aos 82 anos, Raimundo Borges de Almeida, um dos nomes ligados à cantoria de viola, ao repente e ao rádio no Sertão nordestino. Ele estava internado no Hospital Regional de Cajazeiras (HRC), na Paraíba, e sofreu uma parada cardiorrespiratória após complicações de saúde, principalmente de ordem renal.

Nascido em 1944, no sítio Queimadas, zona rural de Flores, no Sertão de Pernambuco, Raimundo Borges iniciou sua trajetória profissional em 16 de outubro de 1966, ao lado do repentista José Bonifácio de Lima.

No ano seguinte, passou a apresentar o programa “Alvorecer com Viola”, na Rádio Pajeú AM, em Afogados da Ingazeira. Em 1968, mudou-se para Cajazeiras, onde consolidou uma carreira marcada pela comunicação e pela valorização da cultura popular.

Ao longo de mais de quatro décadas na cidade paraibana, comandou programas como “Quando as Violas se Encontram”, “Violas do Alto Piranhas” e “Violas do Meu Brasil”.

Durante 58 anos de atividade profissional, participou de aproximadamente 500 festivais, congressos e torneios de repentistas em diferentes regiões do país. Também trabalhou como locutor e animador de vaquejadas e participou de eventos culturais e campanhas políticas.

Foto: Reprodução

Na música, Raimundo Borges gravou seis discos de vinil e quatro CDs, além de reunir dezenas de registros audiovisuais de festivais. Entre os trabalhos estão “Passeio no Sertão”, “Poesia e Ponteio”, “Brasil Cantado por Nós”, “Deus o Homem e a Viola”, “Expressões Poéticas ao Som da Viola” e “Repentes e Aboios”.

O comunicador também mantinha relação com Pau dos Ferros, no Rio Grande do Norte, onde realizou sua primeira cantoria, em 1972, ao lado do poeta Fenelon Dantas.

A trajetória de Raimundo Borges ficou associada à divulgação do repente, da viola e das manifestações culturais do Sertão, especialmente através do rádio.

O corpo está sendo velado no Memorial Esperança, em Cajazeiras. O sepultamento será realizado em Flores, sua terra natal.

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“Pra mim, a eleição não é um vale tudo”, diz Raquel ao rebater denúncia exibida pela Record

Governadora negou envolvimento com a rede de ataques mostrada pelo Jornal da Record, informou que o servidor citado na reportagem foi exonerado e disse que adotará as medidas jurídicas e administrativas que considerar necessárias. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) se pronunciou, na manhã desta quarta-feira (26), após participar de uma panfletagem […]

Governadora negou envolvimento com a rede de ataques mostrada pelo Jornal da Record, informou que o servidor citado na reportagem foi exonerado e disse que adotará as medidas jurídicas e administrativas que considerar necessárias.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) se pronunciou, na manhã desta quarta-feira (26), após participar de uma panfletagem nas imediações da Praça do Derby, no Recife, sobre a reportagem exibida pelo Jornal da Record que mostrou uma rede de perfis que, segundo a emissora, seria utilizada para atacar adversários políticos, principalmente João Campos (PSB).

Questionada por jornalistas, Raquel negou qualquer participação na estrutura apresentada pela reportagem.

“Claro que eu não faria isso, jamais faria isso”, afirmou.

A governadora disse que acompanha, desde a campanha de 2022, episódios que considera ataques contra ela, aliados e integrantes de sua gestão e afirmou já ter recorrido ao Tribunal Regional Eleitoral, ao Tribunal de Justiça, à polícia e ao Ministério Público em situações anteriores.

Questionada especificamente sobre Amizaday Andrade da Silva, funcionário da Caixa Econômica Federal que estava cedido à Secretaria de Turismo de Pernambuco e aparece no centro da reportagem, Raquel informou que o servidor foi exonerado do Governo do Estado e que a decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial.

A governadora afirmou que não assistiu à reportagem, mas disse ter sido informada sobre seu conteúdo. Segundo ela, sua equipe jurídica deverá avaliar medidas judiciais e administrativas relacionadas ao caso.

Durante a entrevista, Raquel também direcionou críticas ao PSB. “Pra mim, a eleição não é um vale tudo”, declarou, ao afirmar que pretende conduzir sua campanha de forma “limpa, transparente, pé no chão e olho no olho”.

A candidata classificou ainda o episódio como “mais uma denúncia dessa turma que não cansa” e alegou que a divulgação de conteúdos contra seu governo aumenta quando pesquisas eleitorais apresentam resultados favoráveis à sua candidatura.

A reportagem exibida pelo Jornal da Record mostrou gravações em que Amizaday fala sobre reuniões com integrantes do Governo do Estado e utiliza o termo “desidratar” ao se referir a adversários. A emissora também apresentou informações sobre pagamentos de publicidade estadual a uma empresa ligada ao Portal de Prefeitura. O material foi levado à Polícia Federal.

A Secretaria de Comunicação de Pernambuco informou à Record que a publicidade do Governo do Estado é executada por agências contratadas mediante licitação e distribuída segundo critérios técnicos de audiência, alcance e custo.

As denúncias seguem sob apuração e ainda não representam conclusão sobre eventual responsabilidade criminal ou eleitoral dos envolvidos.

Assista ao vídeo completo com a fala de Raquel Lyra no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.

 

Vídeo: Divulgação

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Candidaturas negras chegam a 49,8% nas eleições de 2026, aponta levantamento

Estudo elaborado a partir de dados do TSE identificou 10.191 candidatos autodeclarados pretos ou pardos entre 20.448 candidaturas válidas. Apesar do avanço, participação permanece abaixo dos 55,5% que pessoas negras representam na população brasileira. As candidaturas de pessoas negras — pretas e pardas — representam 49,8% dos nomes que disputam as Eleições 2026, segundo levantamento […]

Estudo elaborado a partir de dados do TSE identificou 10.191 candidatos autodeclarados pretos ou pardos entre 20.448 candidaturas válidas. Apesar do avanço, participação permanece abaixo dos 55,5% que pessoas negras representam na população brasileira.

As candidaturas de pessoas negras — pretas e pardas — representam 49,8% dos nomes que disputam as Eleições 2026, segundo levantamento do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) e da consultoria CommonData com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Entre as 20.448 candidaturas válidas identificadas até 16 de agosto, 10.191 são de pessoas que se autodeclararam pretas ou pardas. O percentual ainda é inferior à participação desse grupo na população brasileira, estimada em 55,5%.

Do total de candidatos, 2.789 são pessoas pretas, equivalentes a 13,6%, enquanto 7.402 são pardas, ou 36,2%. Na população brasileira, os percentuais correspondem a 10,2% e 45,3%, respectivamente.

O estudo também analisou mudanças na autodeclaração racial. Entre candidatos anteriormente identificados como brancos, 338 passaram a se declarar pardos e seis, pretos.

Segundo a assessora do Inesc Carmela Zigoni, uma das hipóteses é de que candidaturas estejam ampliando a abordagem de questões raciais em suas plataformas políticas para alcançar um eleitorado maior. A avaliação, contudo, é uma interpretação do instituto sobre os dados.

Financiamento das campanhas

O levantamento chama atenção ainda para as mudanças nas regras de distribuição de recursos eleitorais. A Emenda Constitucional nº 133, de 2024, alterou a forma de destinação das verbas para candidaturas negras.

De acordo com o Inesc, a presença de candidatos pretos e pardos nas listas partidárias precisa ser analisada em conjunto com fatores como financiamento, estrutura de campanha e tempo de propaganda eleitoral.

Carmela Zigoni também defende a atuação de bancas de heteroidentificação para reduzir o risco de fraudes relacionadas às cotas raciais.

Homens brancos continuam como maior grupo

Quando raça e gênero são considerados simultaneamente, os homens brancos permanecem como o maior grupo entre as candidaturas, com 6.688 nomes, equivalentes a 32,7% do total.

Na sequência aparecem homens pardos, com 4.917 candidaturas (24,1%); mulheres brancas, com 3.271 (16%); e mulheres pardas, com 2.485 (12,2%).

As mulheres pretas somam 1.234 candidaturas, ou 6% do total, enquanto os homens pretos são 1.555, equivalentes a 7,6%.

Entre as 7.116 mulheres candidatas, 3.719 são negras, o equivalente a 52,2%. Desse grupo, 2.485 se declaram pardas e 1.234, pretas.

As mulheres negras representam 18,2% de todas as candidaturas deste ano, ante 17,3% em 2022. Já a participação dos homens negros passou de 32,3% para 31,7%.

Indígenas e quilombolas

O levantamento identificou ainda 191 candidaturas de pessoas autodeclaradas indígenas, correspondentes a 0,9% do total. Em 2022, eram 172, ou 0,6%. Entre os candidatos indígenas deste ano, 84 são mulheres.

As candidaturas quilombolas somam 212, cerca de 1% do total. São 110 homens e 102 mulheres. O grupo é majoritariamente negro: 140 candidatos se autodeclaram pretos e 43, pardos.

Os resultados completos do levantamento deverão ser divulgados no fim de setembro.

Fonte: Agência Brasil

Imagem: Tânia Rego

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Horário eleitoral começa nesta sexta-feira (28), no rádio e na TV; veja regras e tempo dos candidatos

Propaganda gratuita será exibida até 1º de outubro. Na disputa presidencial, apenas quatro candidaturas terão espaço no horário eleitoral, com Lula concentrando o maior tempo, seguido por Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Augusto Cury. Começa nesta sexta-feira (28), a veiculação do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão para o primeiro turno das Eleições […]

Propaganda gratuita será exibida até 1º de outubro. Na disputa presidencial, apenas quatro candidaturas terão espaço no horário eleitoral, com Lula concentrando o maior tempo, seguido por Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Augusto Cury.

Começa nesta sexta-feira (28), a veiculação do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão para o primeiro turno das Eleições 2026. A propaganda seguirá até 1º de outubro, três dias antes da votação marcada para 4 de outubro.

Os programas serão exibidos de segunda-feira a sábado, com horários divididos de acordo com os cargos em disputa. Além dos blocos em rede, haverá inserções de 30 e 60 segundos distribuídas ao longo da programação das emissoras, entre 5h e meia-noite.

Na televisão, os programas para presidente serão exibidos às terças, quintas e sábados, das 13h às 13h12min30s e das 20h30 às 20h42min30s. No rádio, os horários serão das 7h às 7h12min30s e das 12h às 12h12min30s.

Governador

A propaganda para governador será exibida às segundas, quartas e sextas-feiras. No rádio, os blocos serão das 7h15 às 7h25 e das 12h15 às 12h25. Na televisão, das 13h15 às 13h25 e das 20h45 às 20h55.

Senado

Os candidatos ao Senado também terão programas às segundas, quartas e sextas-feiras. No rádio, a propaganda será exibida das 7h às 7h05 e das 12h às 12h05. Na televisão, das 13h às 13h05 e das 20h30 às 20h35.

Deputado federal

Para deputado federal, os programas serão veiculados às terças, quintas e sábados. No rádio, das 7h12min30s às 7h25 e das 12h12min30s às 12h25. Na televisão, das 13h12min30s às 13h25 e das 20h42min30s às 20h55.

Deputado estadual e distrital

A propaganda para deputado estadual e distrital será exibida às segundas, quartas e sextas. No rádio, das 7h05 às 7h15 e das 12h05 às 12h15. Na televisão, das 13h05 às 13h15 e das 20h35 às 20h45.

Além dos programas em bloco, a legislação prevê inserções de 30 e 60 segundos distribuídas durante a programação das emissoras. Ao todo, são reservados 70 minutos diários para essas inserções, divididos entre os cargos em disputa.

Só quatro candidaturas presidenciais terão espaço

Na disputa pela Presidência da República, quatro candidaturas terão tempo no horário eleitoral gratuito em rádio e televisão.

O Tribunal Superior Eleitoral aprovou, na terça-feira (25), o plano de mídia para a eleição presidencial. Cada bloco terá 12 minutos e 30 segundos. 

A coligação de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), formada por PDT, PSB, Federação Brasil da Esperança — PT, PCdoB e PV —, PSOL e Rede, terá o maior tempo: 5 minutos e 31 segundos por bloco.

Flávio Bolsonaro, candidato do PL, terá 4 minutos e 20 segundos. Ronaldo Caiado, do PSD, contará com 2 minutos e 2 segundos, enquanto Augusto Cury, do Avante, terá 35 segundos. 

A divisão leva em consideração a representação dos partidos na Câmara dos Deputados. Pela legislação, 90% do tempo é distribuído proporcionalmente ao número de deputados federais eleitos pelas legendas que integram cada candidatura, enquanto os 10% restantes são divididos entre os partidos que atendem aos requisitos previstos para acesso à propaganda eleitoral.

Inserções presidenciais

Além dos programas em bloco, as quatro candidaturas terão inserções ao longo da programação. Para a disputa presidencial, o TSE reservou 14 minutos por dia, correspondentes a 980 inserções de 30 segundos durante o período de propaganda. 

A coligação de Lula terá 434 inserções; o PL, de Flávio Bolsonaro, 339; o PSD, de Ronaldo Caiado, 160; e o Avante, de Augusto Cury, 47.

No primeiro dia reservado aos candidatos à Presidência, a ordem de exibição será Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Flávio Bolsonaro e Lula. A partir daí, a sequência será alternada conforme as regras estabelecidas pelo TSE. 

Fonte: TSE

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Fila do INSS cai 59% e chega ao menor nível desde 2023

Número de requerimentos pendentes recuou de 3,073 milhões em janeiro para 1,282 milhão até 24 de agosto. Processos com espera superior a 45 dias tiveram redução de 86%. A fila de pedidos de benefícios que aguardam análise no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) caiu para 1,282 milhão de requerimentos até 24 de agosto. Segundo […]

Número de requerimentos pendentes recuou de 3,073 milhões em janeiro para 1,282 milhão até 24 de agosto. Processos com espera superior a 45 dias tiveram redução de 86%.

A fila de pedidos de benefícios que aguardam análise no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) caiu para 1,282 milhão de requerimentos até 24 de agosto. Segundo dados apresentados ao Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), esse é o menor patamar da série histórica iniciada em janeiro de 2023.

Em janeiro deste ano, havia 3,073 milhões de requerimentos pendentes. A redução acumulada desde então é de 59%.

A queda foi ainda maior entre os pedidos que aguardam análise há mais de 45 dias. O número passou de 1,882 milhão, em janeiro, para 261 mil em agosto, uma redução de 86%.

O INSS ressalta que a quantidade de requerimentos não corresponde necessariamente ao número de pessoas na fila, já que um mesmo segurado pode possuir mais de um pedido em análise.

Concessões atingem recorde

A redução da fila ocorre ao mesmo tempo em que o instituto registra aumento na quantidade de benefícios concedidos.

Entre janeiro e julho de 2026, foram concedidos, em média, 730 mil benefícios por mês. O resultado é 67% superior à média mensal registrada no mesmo período de 2022, quando foram concedidos 438 mil.

Em 2025, a média entre janeiro e julho havia sido de 641 mil benefícios por mês.

Tempo médio de análise é de 35 dias

Atualmente, o tempo médio para decisão sobre um benefício do INSS é de 35 dias, mas o prazo varia conforme o tipo de requerimento.

O salário-maternidade tem tempo médio de 11 dias. Nos benefícios por incapacidade, são 30 dias; nas aposentadorias, 33 dias; e, nos benefícios assistenciais, 65 dias.

Segundo o instituto, os benefícios assistenciais podem demandar mais tempo por envolverem procedimentos como perícia médica e avaliação biopsicossocial.

Fila para perícias também diminui

A espera por perícias médicas também apresentou redução. Segundo a Perícia Médica Federal, o número de pessoas aguardando atendimento caiu de 1,230 milhão, em novembro de 2025, para 196.615 em agosto deste ano, retração de 84%.

O tempo médio nacional para realização de perícia está em 17 dias. Em agosto de 2023, a espera média era de 70 dias.

Há diferenças entre os estados. Mato Grosso do Sul registra média de seis dias, enquanto São Paulo, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba e Rio de Janeiro aparecem com 15 dias. Entre as unidades citadas no levantamento, o Distrito Federal apresenta a maior espera, com média de 38 dias.

Fonte: Agência Brasil

Imagem: INSS/ Divulgação

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