Programa Ponto a Ponto faz análises dos Governos Bolsonaro e Temer
Por André Luis
Faltando poucos dias para a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro, o semanal Ponto a Ponto recebe neste sábado (15), o cientista político Gaudêncio Torquato para fazer uma análise sobre o tema “Governos Bolsonaro e Temer. Início e final”. O programa será exibido à meia noite (Horário de Brasília) pela BandNewsTV e será apresentado pela jornalista Mônica Bergamo e pelo sociólogo Antonio Lavareda.
Prestes a deixar a presidência da República, Michel Temer teve seu governo avaliado por 64% da população como ruim ou péssimo. Foi o que mostrou a Pesquisa XP-Ipespe, realizada em novembro deste ano.
Outro ponto analisado foi quanto à expectativa para o governo de Bolsonaro. 57% dos entrevistados esperam que o governo seja ótimo ou bom. Já 20% acreditam que será ruim ou péssimo. Outros 6% da população não souberam responder.
Quanto à montagem do governo Bolsonaro e as primeiras medidas anunciadas, 63% das pessoas responderam que aprovam o que tem sido anunciado pelo futuro governo. O programa Ponto a Ponto ganha reprise no domingo (16), às 17h30 (Horário de Brasília).
Atendendo a uma solicitação oficial da secretaria de transportes e trânsito de Afogados da Ingazeira, o DER-PE concluiu a instalação de fiscalização eletrônica no município. O equipamento, com a devida sinalização de sua presença, foi instalado na PE-320, na altura da saída de Afogados para Carnaíba. De acordo com a secretária municipal de trânsito, Flaviana […]
Atendendo a uma solicitação oficial da secretaria de transportes e trânsito de Afogados da Ingazeira, o DER-PE concluiu a instalação de fiscalização eletrônica no município.
O equipamento, com a devida sinalização de sua presença, foi instalado na PE-320, na altura da saída de Afogados para Carnaíba.
De acordo com a secretária municipal de trânsito, Flaviana Rosa, o equipamento irá passar por uma fase de testes. “Iremos avisar a toda população a data em que ele irá efetivamente entrar em funcionamento,” afirmou Flaviana.
Em uma iniciativa para promover práticas sustentáveis e a conscientização ambiental, a Prefeitura Municipal de Serra Talhada, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em parceria com a Creche Municipal Francisco Epaminondas Torres, realizou, nesta quarta-feira (12) uma atividade educativa sobre a importância da reciclagem. O evento, voltado para crianças, docentes, colaboradores e a comunidade […]
Em uma iniciativa para promover práticas sustentáveis e a conscientização ambiental, a Prefeitura Municipal de Serra Talhada, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em parceria com a Creche Municipal Francisco Epaminondas Torres, realizou, nesta quarta-feira (12) uma atividade educativa sobre a importância da reciclagem.
O evento, voltado para crianças, docentes, colaboradores e a comunidade escolar, destacou a relevância da participação dos pais na criação de materiais recicláveis, sublinhando como essa prática contribui para a preservação do meio ambiente.
Durante a atividade, a Secretaria de Meio Ambiente enfatizou a importância da reciclagem e forneceu dicas práticas para envolver o público infantil na adoção de hábitos sustentáveis.
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, ressaltou que “educar as crianças sobre reciclagem não só ajuda a proteger nosso meio ambiente, mas também prepara uma geração mais consciente e responsável”. A iniciativa visa cultivar uma cultura de reciclagem desde cedo, mostrando que pequenas ações diárias podem ter um grande impacto no futuro.
Dando continuidade aos esforços de promoção da sustentabilidade, nesta quinta-feira (13), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente lançou a campanha “Eu faço coleta seletiva” nos bairros Tancredo Neves e Mutirão.
Esta campanha tem como objetivo reconhecer e agradecer aos moradores por realizarem a separação correta dos resíduos sólidos em suas casas. A ação envolve uma abordagem direta com a população, onde representantes da Secretaria conversam com os residentes e, com a sua permissão, adesivam suas casas como um símbolo de reconhecimento e incentivo para que outros se juntem ao movimento.
“Reconhecer e agradecer aos cidadãos que fazem a separação correta dos resíduos é fundamental para reforçar a importância da coleta seletiva. Queremos que todos sintam que são parte de algo maior e que suas ações individuais contribuem significativamente para um ambiente mais limpo e saudável para todos”, concluiu a prefeita Márcia Conrado.
G1 O PDT confirmou em convenção nacional nesta sexta-feira (20) em Brasília a escolha de Ciro Gomes, 60 anos, como candidato à Presidência da República. O ex-ministro e ex-governador do Ceará foi escolhido por aclamação pelos filiados que participaram do evento. Ele disputará a Presidência pela terceira vez – em 1998 e 2002 concorreu pelo […]
O PDT confirmou em convenção nacional nesta sexta-feira (20) em Brasília a escolha de Ciro Gomes, 60 anos, como candidato à Presidência da República. O ex-ministro e ex-governador do Ceará foi escolhido por aclamação pelos filiados que participaram do evento. Ele disputará a Presidência pela terceira vez – em 1998 e 2002 concorreu pelo PPS, mas não chegou ao segundo turno.
Abordado por jornalistas ao chegar à sede do PDT, o candidato disse que fala “10 horas por dia” e que “evidentemente” pode errar “aqui e ali”. “Nunca tive pretensão de ser um anjo”, afirmou.
No primeiro discurso como candidato, Ciro Gomes afirmou que ninguém é “dono da verdade” e defendeu acabar com “a cultura de ódio” que, segundo ele, vigora no país. “Acabar com essa ideia de brasileiro contra brasileiro se ferindo pela internet”, afirmou.
Sem citar exemplos, ele afirmou que, se eleito, vai “perseguir” e “encerrar” cada privilégio. “Vou olhar com uma lupa cada conta, cada privilégio. Comigo, privilégio vai ser perseguido e encerrado, seja de quem for”, declarou. “Cada privilégio será trazido à denúncia pública”, disse. Segundo ele, a corrupção é um “câncer que rouba a crença do povo na política”.
Na parte do discurso em que abordou temas econômicos, disse que, a pretexto de austeridade fiscal, “essa gente quebrou o país”, sem especificar a quem estava se referindo. “O Brasil nunca esteve tão fragilizado nas contas públicas”, declarou.
Ele defendeu um novo “projeto nacional de desenvolvimento” com apoio à indústria e ao comércio nacionais, que, na avaliação dele, estão “sofrendo”.
“O Brasil é o país que mais destrói as próprias indústrias no capitalismo mundial”, acrescentou.
O diretor do Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa da Polícia Civil do Rio, delegado Antônio Nunes, descartou nesta quarta-feira (10), qualquer ligação do presidente Jair Bolsonaro ou de membros de sua família na morte da vereadora Marielle Franco, em março de 2018. “Não há participação da família Bolsonaro neste evento, muito menos […]
O diretor do Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa da Polícia Civil do Rio, delegado Antônio Nunes, descartou nesta quarta-feira (10), qualquer ligação do presidente Jair Bolsonaro ou de membros de sua família na morte da vereadora Marielle Franco, em março de 2018.
“Não há participação da família Bolsonaro neste evento, muito menos do presidente da República. Não temos indício de participação da família. Isso foi apurado, pois um funcionário do condomínio fez essas declarações, mas temos certeza que não há participação alguma. O funcionário pode ter caído em alguma contradição”, disse Antônio.
O nome do presidente e de sua família foi ligado ao caso depois de um dos porteiros do condomínio Vivendas da Barra, onde o presidente morava, afirmar que foi o “seu Jair” quem autorizou a entrada do ex-PM Élcio de Queiroz, um dos réus pelos homicídios, no local.
Perícias realizadas posteriormente no condomínio, porém, refutaram completamente a acusação. O próprio porteiro, em um depoimento posterior, também voltou atrás na afirmação, e disse ter se confundido ao registrar o acesso de Élcio no livro da portaria do condomínio.
Novos desdobramentos da morte da vereadora aconteceram nesta quarta, com a prisão bombeiro Maxwell Simões Correa, o Suel. Segundo as investigações, Maxwell teria emprestado o próprio carro para auxiliar no descarte das armas de Ronnie Lessa, outro réu pelas mortes.
Criado com o objetivo de amparar os pescadores profissionais no período de proibição da pesca para a preservação das espécies, o seguro-defeso sofrerá corte de 50% no seu orçamento. A medida, que foi anunciada nesta segunda-feira pelo governo do presidente não-eleito Michel Temer (PMDB) e já tem enfrentado fortes reações. De acordo com o líder […]
Criado com o objetivo de amparar os pescadores profissionais no período de proibição da pesca para a preservação das espécies, o seguro-defeso sofrerá corte de 50% no seu orçamento. A medida, que foi anunciada nesta segunda-feira pelo governo do presidente não-eleito Michel Temer (PMDB) e já tem enfrentado fortes reações. De acordo com o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), dos R$ 3 bilhões investidos por ano com o benefício, apenas R$ 1,5 bi serão agora destinados ao projeto. Cerca de 1,1 milhão de pescadores que recebem o benefício em todo o país podem ser afetados com a medida.
“Este é mais um projeto que corta na carne do trabalhador. O seguro-defeso garante o mínimo de dignidade para o pescador e sua família durante o período em que a pesca é proibida. Imagine como ficará a vida dessas pessoas agora, daqueles 50% que vão ser afetados com o corte? Essa medida, inclusive, vai mexer negativamente com outros setores e afetar diretamente a economia de várias localidades que têm na pesca o seu principal sustento. É um prejuízo considerável a toda cadeia produtiva da pesca no Brasil”, afirmou.
Humberto disse, ainda, que a medida de Temer acaba gerando, ainda, o risco de aumentar a pesca predatória. “Isso também deve atingir o ecossistema. Os pescadores que não contarem mais com o auxílio vão buscar formas de sobreviver e isso vai incluir, evidentemente, a pesca predatória. Sem um auxílio, uma estrutura e sem conseguir novas formas de sustento, os pescadores mais necessitados vão acabar desrespeitando as regras sobre o período de desova. Além do prejuízo para milhares de pessoas que vivem da pesca, também haverá um prejuízo imensurável para a ecodiversidade”, afirmou o senador.
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