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Professoras de Tuparetama enfrentam obstáculos na busca por especializações

Por André Luis

Por André Luis

Exclusivo

As professoras Rafaely Leite e Rejane Farias, ambas dedicadas educadoras do município de Tuparetama, estão enfrentando desafios significativos em sua jornada para aprimorar suas qualificações através de especializações. Rafaely Leite está cursando um Mestrado Profissional em Sociologia pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) na Paraíba, enquanto Rejane Farias se encontra envolvida em um doutorado na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Ambas, no entanto, se deparam com obstáculos relacionados à liberação para seus estudos.

Rafaely Leite, que acumula vasta experiência na área educacional e já ocupou o cargo de secretária de Educação de Tuparetama, compartilhou suas dificuldades com nossa redação. Ela ressaltou que, mesmo com as garantias previstas pela legislação federal que assegura a licença para estudos de pós-graduação para servidores da administração pública, seu pedido de afastamento foi negado pelo prefeito Sávio Torres. A razão alegada pela administração municipal foi a falta de legislação específica no município, embora Rafaely destaque que a legislação federal preenche essa lacuna.

“A solicitação de afastamento para o mestrado foi submetida conforme a lei federal, mas foi negada sem justificativa plausível. Eu me vejo pagando uma professora para cobrir minhas aulas no município enquanto me ausento para frequentar o mestrado. A situação é especialmente desafiadora pois meu mestrado exige dedicação exclusiva e minha presença em sala de aula”, declarou Rafaely.

Rejane Farias, por sua vez, encontra-se em uma situação semelhante. Mesmo tendo passado um ano em análise e organização do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) da educação municipal, a Prefeitura de Tuparetama não liberou sua licença para estudos. Com seu doutorado em andamento na UFRRJ, Rejane também lamentou a ausência de apoio, mesmo em uma área tão crucial como a educação.

“A falta de reconhecimento e apoio aos educadores que buscam qualificação é um entrave que prejudica a qualidade da educação em nosso município. A administração pública precisa se comprometer a garantir os direitos e a valorização dos profissionais de educação, permitindo que busquem aprimoramento sem enfrentar obstáculos injustificados”, afirmou Rejane.

Ambas as professoras destacaram as disposições legais que respaldam seus direitos de solicitar licenças para estudos de pós-graduação, inclusive nos casos em que a legislação municipal seja omissa. A Lei nº 11.907, de 2009, estabelece tais estímulos à qualificação do trabalhador no âmbito da administração pública, e a Lei 8.112/90 garante o direito ao servidor, com jurisprudência que determina a aplicação das normas federais em casos de lacunas locais.

Diante desses desafios, Rafaely Leite fez um desabafo em suas redes sociais (leia ao final da matéria), ressaltando a importância do conhecimento na formação de indivíduos e manifestando sua determinação em prosseguir com sua qualificação, em nome de seu compromisso com a educação de qualidade.

A situação das professoras Rafaely Leite e Rejane Farias reflete um dilema enfrentado por muitos profissionais da educação em todo o país, onde a busca pela qualificação esbarra em entraves burocráticos e falta de apoio das autoridades locais. A valorização da educação e dos educadores permanece como um desafio a ser superado para garantir um ensino de qualidade e o desenvolvimento pleno das futuras gerações.

Leia abaixo a íntegra do desabafo da professora Rafaely Leite:

Profissão: professora, com vínculo efetivo na Rede Pública de Pernambuco e na Rede Municipal de Tuparetama, Sou especialista em História, tenho Bacharelado em Direito pela UNIFIP, sou pós-graduada em Direito Administrativo e Gestão Pública, atualmente curso Mestrado Profissional em Sociologia pela UFCG – PB, além de outros cursos em meu currículo. 

Mas, aí me pergunto, para que tantos certificados, cursos e diplomas? Às vezes bate um desânimo total de ter tantos certificados e não ser reconhecida. Tanto esforço, tanta dedicação, fora a correria da vida de uma professora com dois vínculos e um Mestrado em andamento (aos trancos e barrancos), mas Deus nunca me abandona, ele me fortalece todos os dias para essa luta diária e noturna. 

Eu sei, foi uma escolha minha, exatamente, minha. E minha escolha está pautada em deveres como deve ser para todo/a e qualquer cidadão/cidadã, assim também se segue aos Direitos. Mas, quais direitos? Quais garantias que um profissional de educação têm para cursar uma especialização em Stricto Sensu. 

Tudo é muito difícil, quando se fala em garantir o direito ao profissional para que ele aprimore seus conhecimentos e assim possa desempenhar seu papel com mais afinco e principalmente com maior conhecimento e qualidade em sua função e meus alunos merecem o melhor de mim.

Mas afinal, qual valorização está sendo dada ao professor para que ele tenha sua qualificação e desempenhe um trabalho com a maior qualidade possível? Será que a Administração Pública está garantindo que seja efetivado esse direito? (Servidores da administração pública municipal, estadual e federal têm o direito de solicitar uma licença para estudos de pós-graduação. Isso faz parte dos estímulos à qualificação do trabalhador, garantidos pela Lei nº 11.907, publicada no ano de 2009). Vide: Lei. A lei 8.112/90 também prevê esse direito ao servidor, inclusive quando há uma lacuna na Lei Municipal, a jurisprudência pátria que nos casos omissos tanto na Lei Municipal quanto no Estatuto do Servidor aplica então o regramento Federal que funcionará com verdadeira norma Nacional. 

Mas além de todos os impeditivos, os profissionais também passam a lidar com o poder discricionário do executivo (aí não vale muita coisa se ter uma norma em esfera nacional). 

Digo sempre aos meus alunos; o conhecimento é uma porta que abre muitos caminhos, e jamais ninguém pode retirar de você. Continuarei firme em meu propósito de finalizar meu Mestrado por meu nome enquanto profissional, por meus alunos/ estudantes que sempre terão o melhor de mim. Torço para que um dia a Educação em toda sua esfera seja valorizada, enquanto direito para todos, equidade e principalmente justiça de fato.

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Presidentes da Câmara e do Senado visitam TSE em Brasília durante segundo turno das eleições

Os presidentes do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), têm uma agenda institucional no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, neste domingo (25), dia do segundo turno das eleições presidenciais entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A visita foi programada para as […]

Os presidentes do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), têm uma agenda institucional no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, neste domingo (25), dia do segundo turno das eleições presidenciais entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

A visita foi programada para as 12h30, na sede da Justiça Eleitoral, onde o presidente do tribunal, ministro Kassio Nunes Marques, acompanha o andamento da votação em todo o país. A presença dos dirigentes do Congresso ocorre durante os trabalhos de organização e fiscalização do pleito.

Antes do compromisso em Brasília, Alcolumbre votou pela manhã em Macapá, capital do Amapá. Após registrar seu voto, o senador divulgou uma declaração em defesa da liberdade de escolha dos eleitores e do respeito às diferenças políticas.

“Hoje, a palavra é do povo”, afirmou o presidente do Senado, ao destacar que cada brasileiro deve exercer o direito ao voto com liberdade, consciência e tranquilidade.

Alcolumbre também defendeu que o respeito entre os cidadãos prevaleça independentemente das divergências políticas e que o compromisso com o país esteja acima das diferenças partidárias.

A programação no TSE inclui entrevistas coletivas de autoridades e o acompanhamento do funcionamento do sistema eleitoral. Pela manhã, Nunes Marques percorreu as instalações do tribunal e informou que a votação transcorria dentro do esperado, com poucas intercorrências.

O presidente da Corte também destacou a estrutura montada para acompanhar o processo de votação e a divulgação dos resultados. A apuração está prevista para começar após o encerramento da votação, às 17h, pelo horário de Brasília.

A visita dos presidentes da Câmara e do Senado ocorre em um momento no qual a Justiça Eleitoral concentra a atenção nacional, com a escolha do presidente da República e a definição das disputas estaduais que chegaram ao segundo turno.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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“O Nordeste é decisivo, a vitória passa pelo Nordeste”, diz João Campos após votar no Recife

O presidente nacional do PSB, João Campos, afirmou neste domingo (25), após votar no Recife, que o Nordeste terá papel decisivo no resultado do segundo turno presidencial. Integrante da coordenação nacional da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ele também demonstrou expectativa de redução da abstenção e de maior participação dos eleitores em […]

O presidente nacional do PSB, João Campos, afirmou neste domingo (25), após votar no Recife, que o Nordeste terá papel decisivo no resultado do segundo turno presidencial. Integrante da coordenação nacional da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ele também demonstrou expectativa de redução da abstenção e de maior participação dos eleitores em comparação com o primeiro turno.

João votou na Escola Professor Cândido Duarte, no bairro de Apipucos, na Zona Norte da capital pernambucana. Após deixar a seção eleitoral, conversou com a imprensa sobre a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL), a mobilização dos últimos dias de campanha e a importância do comparecimento às urnas.

“O Nordeste é decisivo, a vitória passa pelo Nordeste, então redução de abstenção foi algo que desde o início a gente trabalhou muito”, declarou.

Segundo o dirigente socialista, uma das preocupações da campanha foi alcançar os eleitores que não compareceram ao primeiro turno. Ele relatou que recebeu informações sobre pessoas que enfrentaram longas filas e acabaram desistindo de votar.

“A gente tem relatos de filas de 3, 4 horas no primeiro turno, pessoas que desistiram de votar, então a tendência é que a gente tenha uma votação maior, acredito que a abstenção vai ser reduzida agora no segundo turno”, afirmou.

João Campos também comentou sua participação nos últimos compromissos de campanha do presidente Lula. Nesse sábado (24), esteve ao lado do petista em atos realizados no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Ao avaliar a mobilização na Avenida Paulista, classificou o encontro como o maior ato político que já presenciou. Segundo ele, integrantes da equipe presidencial também fizeram essa avaliação sobre a manifestação.

“Foi o maior ato político que eu já vi na minha vida, inclusive a própria equipe do presidente diz que é o maior ato político da vida do presidente”, declarou.

Questionado sobre o cenário eleitoral, João reconheceu a disputa acirrada e a divisão política do país, mas afirmou acreditar na vitória de Lula. Para o presidente do PSB, a eleição envolve também diferentes concepções sobre democracia, soberania nacional e políticas de proteção social.

“Uma eleição muito disputada, o Brasil num ambiente de divisão de escolhas, mas a gente acredita que só um lado representa a escolha democrática, a escolha de poder, inclusive, ter divergência, de poder escutar, de poder construir e de poder defender um Brasil soberano”, disse.

O dirigente também destacou o significado do voto e defendeu a participação de diferentes gerações no processo eleitoral. Segundo ele, a possibilidade de escolher representantes é um direito que precisa ser exercido.

João Campos deve seguir para São Paulo, onde acompanhará a apuração do segundo turno ao lado de Lula e de integrantes da campanha presidencial.

Foto: Reprodução/ Redes sociais

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Abstenção cai em 11 países e quase 9 mil brasileiros a mais votam no segundo turno no exterior

O comparecimento de brasileiros às urnas aumentou em 11 países que já encerraram a votação do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, neste domingo (25). Segundo levantamento divulgado pelo jornal O Globo, foram quase 9 mil eleitores a mais em relação ao primeiro turno, realizado em 4 de outubro, indicando uma redução da abstenção […]

O comparecimento de brasileiros às urnas aumentou em 11 países que já encerraram a votação do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, neste domingo (25). Segundo levantamento divulgado pelo jornal O Globo, foram quase 9 mil eleitores a mais em relação ao primeiro turno, realizado em 4 de outubro, indicando uma redução da abstenção nesses locais.

O crescimento da participação ocorre após o primeiro turno registrar um elevado número de ausências entre os brasileiros residentes fora do país. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), responsável pela totalização dos votos no exterior, a abstenção chegou a 62,69%, com 574.345 eleitores que não compareceram às urnas.

Entre os países que registraram aumento no comparecimento está a Nova Zelândia, onde 526 brasileiros votaram no segundo turno, contra 339 na primeira etapa da eleição. O crescimento também foi observado na Austrália, na China e no Japão, conforme os primeiros levantamentos dos boletins de urna.

Na China continental, o comparecimento passou de 432 para 532 eleitores, um aumento de aproximadamente 23%. A abstenção caiu de 71% para 64,6%, considerando os eleitores aptos a votar nas seções de Pequim, Xangai e Cantão.

O aumento da participação ocorreu em países com resultados eleitorais distintos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu mais votos que Flávio Bolsonaro (PL) na Austrália, na Nova Zelândia e na China, enquanto o candidato do PL manteve ampla vantagem no Japão.

No primeiro turno, 341.766 brasileiros compareceram às urnas no exterior. A taxa de abstenção foi superior à registrada em 2022, quando 56,24% dos eleitores deixaram de votar, e também à de 2018, que ficou em 59,44%.

Apesar do crescimento observado nos 11 países, ainda não é possível afirmar que a abstenção tenha diminuído no conjunto do eleitorado brasileiro no exterior. A apuração depende do encerramento da votação e da totalização dos resultados nas demais localidades, incluindo Estados Unidos e Portugal, que concentram os maiores contingentes de eleitores fora do Brasil.

Fonte: O Globo

Foto: Reprodução

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Ministério aciona Anac após cancelamentos de voos às vésperas do segundo turno das eleições

O Ministério de Portos e Aeroportos acionou a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) neste domingo (25), após relatos de cancelamentos de voos que poderiam prejudicar o deslocamento de eleitores durante o segundo turno das eleições presidenciais. A pasta também solicitou esclarecimentos às companhias aéreas e determinou o acompanhamento da situação nos aeroportos ao longo […]

O Ministério de Portos e Aeroportos acionou a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) neste domingo (25), após relatos de cancelamentos de voos que poderiam prejudicar o deslocamento de eleitores durante o segundo turno das eleições presidenciais. A pasta também solicitou esclarecimentos às companhias aéreas e determinou o acompanhamento da situação nos aeroportos ao longo do dia.

Em comunicado divulgado pela manhã, o ministério informou que três decolagens haviam sido canceladas por motivos operacionais, segundo informações prestadas pelas empresas responsáveis. Os passageiros teriam sido reacomodados em outras aeronaves.

Posteriormente, a Anac informou a identificação de quatro cancelamentos de voos com destino ao Nordeste entre sábado (24) e domingo (25). As ocorrências envolveram as companhias Gol, Azul e Latam.

Entre os voos afetados estão uma ligação entre Porto Alegre e Salvador, duas operações da Azul com destino ao Recife, partindo de Brasília e Maceió, e um voo da Latam entre Guarulhos e Maceió.

De acordo com a agência reguladora, as ocorrências estão dentro dos padrões habituais da aviação comercial. A Anac afirmou não ter identificado anormalidades no funcionamento da malha aérea nacional.

Diante da repercussão dos cancelamentos, a agência encaminhou, às 8h50 deste domingo, ofícios às três companhias solicitando informações urgentes sobre as providências adotadas para a reacomodação dos passageiros.

O Ministério de Portos e Aeroportos informou que a estrutura aeroportuária brasileira dispõe de condições para manter as operações regulares durante o processo eleitoral. Segundo a pasta, mais de 3 mil decolagens são realizadas diariamente no país.

O governo federal afirmou que continuará acompanhando a movimentação nos aeroportos para identificar eventuais problemas e cobrar medidas que permitam o deslocamento dos eleitores.

Até a atualização divulgada pela Anac, não havia indicação de cancelamentos fora da normalidade operacional nem comprovação de que as suspensões tivessem motivação eleitoral.

Fonte: Diário de Pernambuco

Foto: Reprodução

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Fachin vota em Brasília e defende respeito à vontade popular no segundo turno das eleições

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, votou na manhã deste domingo (25), em Brasília, durante o segundo turno das eleições presidenciais. Após registrar seu voto, o magistrado destacou a importância da participação popular e defendeu o respeito ao resultado das urnas. Fachin chegou por volta das 11h ao Centro de Ensino […]

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, votou na manhã deste domingo (25), em Brasília, durante o segundo turno das eleições presidenciais. Após registrar seu voto, o magistrado destacou a importância da participação popular e defendeu o respeito ao resultado das urnas.

Fachin chegou por volta das 11h ao Centro de Ensino Fundamental 214 Sul, na Asa Sul da capital federal, acompanhado da esposa, Rosana Fachin. O ministro conversou com jornalistas e ressaltou que a escolha dos representantes políticos deve refletir a vontade dos eleitores.

Em sua declaração, o presidente do STF lembrou que a autoridade dos governantes tem origem na soberania popular e que as decisões tomadas nas urnas devem ser respeitadas pelas instituições.

O magistrado também destacou a atuação da Justiça Eleitoral na organização do pleito, elogiando a segurança, a transparência e a condução dos procedimentos de votação em todo o país.

Fachin agradeceu o trabalho dos mesários, presidentes de seção, juízes e demais profissionais envolvidos na realização das eleições. Segundo ele, esses trabalhadores desempenham uma função essencial para assegurar o exercício do voto.

O presidente do Supremo fez ainda uma referência aos eleitores que comparecem voluntariamente às urnas, especialmente jovens de 16 e 17 anos e pessoas com mais de 70 anos, para quem o voto é facultativo.

Ao comentar o encerramento do processo eleitoral, Fachin afirmou que o próximo presidente terá responsabilidades constitucionais a cumprir a partir do resultado da votação.

“Portanto, a eleição e o segundo turno terminam hoje, e isso significa que, a partir de amanhã, os desafios aguardam os escolhidos”, declarou.

O segundo turno deste domingo define a disputa presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A votação ocorre até as 17h, pelo horário de Brasília, quando terá início a divulgação dos resultados.

Fonte: O Globo
Foto: Bernardo Lima

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