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Produtores afetados pela seca no Nordeste receberam valor superior a R$ 3,4 bilhões de crédito especial

Por Nill Júnior

Criada pelo governo federal como uma das medidas para convivência com a seca no semiárido nordestino, a linha emergencial do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) liberou, em 2013, R$ 3,449 bilhões dos R$ 3,450 bilhões disponibilizados para os produtores rurais e agricultores familiares.

Segundo dados da Secretaria de Fundos Regionais e Incentivos Fiscais (SFRI) do Ministério da Integração Nacional, o valor representa o emprego de quase 100% do orçamento destinado às linhas emergenciais, alcançando 99,4% dos municípios afetados pela seca nordestina.

Ainda de acordo com a SFRI, as linhas emergenciais beneficiaram milhares de nordestinos, totalizando 511.447 operações contratadas. Produtores rurais enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) receberam a maior parte dos recursos, mais de R$ 2,64 bilhões, distribuídos em 492.393 operações.

Em segundo lugar está o setor de comércio e serviços, que foi beneficiado com mais de R$ 436 milhões em 7.995 operações. A Bahia foi o estado que mais recebeu recursos, R$ 712,2 milhões, seguida do Ceará e Pernambuco, que contrataram R$ 625,8 milhões e R$ 572,4 milhões, respectivamente.

O crédito emergencial foi concedido a agricultores familiares, produtores rurais e empreendedores prejudicados pela estiagem em toda a área de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). As operações, realizadas pelo FNE, tiveram o prazo para contratação encerrado no dia 31 de dezembro de 2013.

Outras Notícias

Pernambuco exige saber quem é responsável por panfletagem apócrifa, pra que nunca mais se repita

Da Itapuama FM No comentário desta segunda-feira (31/08), o jornalista Nill Júnior aborda a repercussão do caso dos panfletos apócrifos espalhados no Recife com ataques à governadora Raquel Lyra, citando a tragédia pessoal da perda de seu marido nas eleições de 2022. Qual a origem e o impacto dessa estratégia na disputa eleitoral em Pernambuco? […]

Da Itapuama FM

No comentário desta segunda-feira (31/08), o jornalista Nill Júnior aborda a repercussão do caso dos panfletos apócrifos espalhados no Recife com ataques à governadora Raquel Lyra, citando a tragédia pessoal da perda de seu marido nas eleições de 2022.

Qual a origem e o impacto dessa estratégia na disputa eleitoral em Pernambuco?

Nill Júnior destaca a gravidade e o repúdio geral ao episódio, enfatizando que o uso de uma tragédia familiar em ataques políticos é algo inaceitável e indignante:

Raquel Lyra gravou um vídeo demonstrando indignação e exigindo respeito à sua dor e à sua família.

O candidato do PSB repudiou veementemente a atitude, negou qualquer vínculo de sua campanha com o fato e alertou que quem atribuir a autoria a ele responderá criminalmente, lembrando também da perda de seu próprio pai em contexto eleitoral.

O TRE determinou a remoção de postagens que tentavam vincular o episódio a João Campos ou ao PSB sem que haja comprovação.

O jornalista analisa as duas versões que circulam nos bastidores: a possibilidade de aliados da oposição terem promovido os ataques, ou a hipótese levantada por socialistas de que o fato tenha sido criado para estancar o debate sobre o suposto “gabinete do ódio” atribuído ao governo estadual.

Independente da autoria, Nill cobra apuração rigorosa e aponta que a ampla rede de câmeras no Recife permite identificar os responsáveis. Para o jornalista, a descoberta do autor provocará um impacto devastador (“uma hecatombe”) na campanha de quem arquitetou essa ação sem racionalidade política.

“Ser a primeira mulher governadora de Pernambuco não é algo simples”, afirma Raquel ao comentar ataques

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a falar sobre os ataques que afirma ter sofrido durante a campanha eleitoral e relacionou parte desse ambiente ao fato de ser a primeira mulher a comandar o Governo de Pernambuco. “Ser a primeira mulher governadora de Pernambuco não é algo simples”, afirmou Raquel ao […]

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a falar sobre os ataques que afirma ter sofrido durante a campanha eleitoral e relacionou parte desse ambiente ao fato de ser a primeira mulher a comandar o Governo de Pernambuco.

“Ser a primeira mulher governadora de Pernambuco não é algo simples”, afirmou Raquel ao comentar os episódios recentes e outros ataques que, segundo ela, enfrentou ao longo da trajetória política.

A declaração foi dada após a repercussão dos panfletos apócrifos que circularam no Recife nesse domingo (30), com acusações relacionadas à morte de seu marido, Fernando Lucena. A governadora registrou boletins de ocorrência nas polícias Federal e Civil e pediu investigação sobre a autoria do material.

Durante a fala, Raquel também destacou a presença da vice-governadora Priscila Krause e afirmou que a composição formada por duas mulheres à frente do governo representa uma mudança na estrutura política tradicional do estado.

“Embora nos traga muita honra, a minha, a Priscila, pela primeira vez na história do Brasil duas mulheres liderando um governo, isso mexe um pouco com a estrutura do que sempre foi. Só pelo fato de sermos mulheres já mexe”, declarou.

A governadora também defendeu a atuação de sua gestão, citando transparência, respeito ao dinheiro público e estímulo ao desenvolvimento econômico.

“Um governo de entrega baseado em transparência, em correção, em respeito ao dinheiro público e buscar fazer com que os empreendedores daqui cresçam, se fortaleçam, gerem emprego para a nossa gente e gerem riqueza para o nosso Estado”, afirmou.

Ao falar sobre a relação com o setor produtivo, Raquel disse que pretende apoiar o crescimento dos empreendedores sem estabelecer relações de interesse com empresários.

“Eu dizia sempre, digo, que eu não estou aqui para ser sócia de ninguém. Eu quero ser sócia do seu sucesso. Se você estiver indo bem, vai lá, por favor, vai bem, eu estou com a minha vida aqui”, declarou.

A fala ocorre em meio à repercussão dos panfletos apócrifos e às manifestações de diferentes lideranças políticas sobre o episódio. Até o momento, a autoria do material não foi identificada.

Clique no link abaixo e veja a declaração da candidata.

 

Fonte: Blog do Dantas Barreto

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Qual a chance da eleição na PB terminar no primeiro turno?

Na meu comentário para o Jornal da Monteiro FM, detalho porque cresceram as chances de a eleição terminar no primeiro turno na Paraíba. No geral, a pesquisa mostra, no cenário estimulado, que Lucas Ribeiro (PP) tem 38%, Cícero Lucena (MDB) tem 19%, Efraim Filho (PL) tem 18%, Pedro Coutinho (DC) 2%, Camilo Duarte (PCO) 1% […]

Na meu comentário para o Jornal da Monteiro FM, detalho porque cresceram as chances de a eleição terminar no primeiro turno na Paraíba.

No geral, a pesquisa mostra, no cenário estimulado, que Lucas Ribeiro (PP) tem 38%, Cícero Lucena (MDB) tem 19%, Efraim Filho (PL) tem 18%, Pedro Coutinho (DC) 2%, Camilo Duarte (PCO) 1% e Yuri Ezequiel (UP) 0%. Além disso, 12% responderam estar entre os indecisos, enquanto 10% estão entre branco, nulo ou não vai votar.

A Quaest ouviu 804 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto de 2026. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é PB-07850/2026.

A questão é que, considerando o que seriam votos válidos,  Lucas chega a 48,7%, contra 24,3% e Efraim Filho,  23,1%. Ou seja, a apenas 1,3% dos 50%+1 dos votos. Lucas tem o desafio de ampliar o voto útil. Cícero e Efrain, de desidratá-lo forçando um segundo turno:

 

“Eu jamais faria ou autorizaria qualquer prática como essa”, diz João Campos sobre ataques contra Raquel Lyra

Candidato do PSB negou participação de seu grupo político na produção dos panfletos apócrifos e voltou a cobrar investigação para identificar os responsáveis O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a se manifestar nesta segunda-feira (31) sobre os panfletos apócrifos com ataques à governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) e […]

Candidato do PSB negou participação de seu grupo político na produção dos panfletos apócrifos e voltou a cobrar investigação para identificar os responsáveis

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a se manifestar nesta segunda-feira (31) sobre os panfletos apócrifos com ataques à governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) e negou que o material tenha partido de seu grupo político.

“Eu jamais, jamais faria ou autorizaria qualquer tipo de prática como essa. É inadmissível”, afirmou João durante entrevista.

Ao falar sobre o episódio, o candidato relembrou a morte do pai, Eduardo Campos, em um acidente aéreo durante a campanha presidencial de 2014, e comparou a experiência vivida pela própria família à perda de Fernando Lucena, marido de Raquel, que morreu após sofrer um infarto no dia do primeiro turno das eleições de 2022.

“Eu perdi meu pai em uma eleição. Foi o momento mais difícil da minha vida. A minha mãe é uma viúva. Eu sei a dor que a gente passou dentro de casa. Eu sei a dor de você perder quem você mais ama na vida”, declarou.

João afirmou que uma perda familiar não deve ser utilizada para obter vantagem eleitoral ou atacar adversários.

“Da mesma forma que a candidata Raquel perdeu o marido dela. Então, eu não admito, não é só como candidato, é como ser humano, que isso seja utilizado com fins eleitorais ou com fins de atacar qualquer pessoa”, disse.

O candidato também voltou a cobrar uma investigação das autoridades para descobrir quem produziu e espalhou o material.

“Eu só tenho uma certeza: quem fez isso é um criminoso. Algum criminoso fez isso. E a Justiça tem que descobrir quem é. Urgente”, afirmou.

Segundo João, Justiça, polícia, Justiça Eleitoral e Ministério Público precisam esclarecer a origem dos panfletos e identificar os responsáveis. O candidato também afirmou que pretende recorrer à Justiça contra quem atribuir a autoria do material ao seu grupo político.

Os panfletos começaram a circular nesse domingo (30), com acusações relacionadas à morte de Fernando Lucena. O material não possui identificação de autoria e, até o momento, não há informação comprovada sobre quem o produziu ou distribuiu.

Raquel Lyra registrou boletins de ocorrência nas polícias Federal e Civil. A Frente Popular de Pernambuco, coligação de João Campos, também acionou o Ministério Público Eleitoral, negou participação no episódio e pediu investigação sobre a autoria, produção e divulgação do material.

Confira no vídeo publicado no Instagram do blog a declaração de João Campos.

 

vídeo: Márcio Didier Jornalismo

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Participação de Flávio Bolsonaro na Festa do Peão de Barretos motiva pedido de cassação no TSE

Ação aponta suposto abuso de poder econômico e também inclui o candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar. A coligação do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) por suposto abuso de poder econômico durante a Festa […]

Ação aponta suposto abuso de poder econômico e também inclui o candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar.

A coligação do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) por suposto abuso de poder econômico durante a Festa do Peão de Barretos, em São Paulo.

A ação também inclui Alfredo Gaspar (PL), candidato a vice-presidente na chapa. A campanha de Lula pede a cassação dos registros das duas candidaturas e a declaração de inelegibilidade de ambos pelo período de oito anos.

Protocolada no último sábado (29), a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) foi distribuída ao corregedor-geral eleitoral, ministro Antonio Carlos Ferreira. Os pedidos ainda serão analisados pela Justiça Eleitoral.

A ação questiona a participação de Flávio Bolsonaro na festa em 22 de agosto. O candidato subiu ao palco acompanhado pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

A coligação de Lula sustenta que a estrutura de um evento financiado e patrocinado por empresas teria sido utilizada para promover eleitoralmente a candidatura de Flávio.

Segundo os advogados, o questionamento não se limita à presença de políticos na festa, mas envolve a possível utilização de uma estrutura empresarial de grande porte, com audiência e projeção próprias, para beneficiar uma candidatura.

A petição menciona o momento em que o locutor Cuiabano Lima apresentou Flávio como “nosso candidato à Presidência do Brasil”. Na sequência, as luzes da arena foram alteradas para as cores verde e amarela, houve interação com o público e gritos com o nome do senador.

Para a campanha de Lula, a sequência não teria ocorrido de forma espontânea, mas como parte de uma organização voltada à promoção eleitoral do candidato.

O documento também cita a declaração feita por Flávio no palco: “Ano que vem eu volto aqui como presidente do Brasil junto com Jair Messias Bolsonaro!”.

A coligação argumenta que o episódio teria ultrapassado os limites de uma manifestação política e configurado vantagem eleitoral financiada indiretamente por pessoas jurídicas. A ação fala em possível uso de recursos públicos e privados empregados na realização do evento.

O ajuizamento da ação não representa uma condenação. O TSE ainda deverá analisar as alegações apresentadas e assegurar o direito de defesa aos candidatos citados.

Fonte: Diário de Pernambuco

Foto: Reprodução

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