Presidente do PT de Tabira acredita que militância vai pra rua em defesa da candidatura de Armando Monteiro
Por Nill Júnior
O advogado Tote Marques Presidente do PT de Tabira, mesmo fazendo criticas a conduta do senador Armando Monteiro que no Congresso votou pela aprovação do Fator Previdenciário, prejudicial ao trabalhador, concordou com o apoio ao candidato do PTB para a sucessão do governador Eduardo Campos.
Tote disse que o Partido dos Trabalhadores não pode repetir os erros que cometeu na eleição do Recife e agora a prioridade é a reeleição da Presidente Dilma. O dirigente também acredita que a militância vai pra rua fazer a campanha de Armando e provavelmente de Joao Paulo ao senado.
Tote se mostrou feliz com os 5% da deputada Tereza Leitão na pesquisa do DIP em Tabira, mesmo sem confirmar apoio a parlamentar. Segundo Tote, a lembrança do nome de Tereza Leitão se deu pelo seu envolvimento no processo sucessório do PT no município.
Novas revelações envolvendo Daniel Vorcaro e autoridades voltaram a colocar o Banco Master no centro do noticiário. Entenda como começou o caso e o que está sob investigação. As novas revelações envolvendo Daniel Vorcaro e mensagens atribuídas a conversas com o ministro Alexandre de Moraes voltaram a colocar o caso Banco Master em evidência. Diante […]
Novas revelações envolvendo Daniel Vorcaro e autoridades voltaram a colocar o Banco Master no centro do noticiário. Entenda como começou o caso e o que está sob investigação.
As novas revelações envolvendo Daniel Vorcaro e mensagens atribuídas a conversas com o ministro Alexandre de Moraes voltaram a colocar o caso Banco Master em evidência. Diante dos novos desdobramentos, o Blog do Nill Júnior recapitula como começaram as investigações, quais são as principais acusações e como o banco chegou à liquidação.
No centro das apurações está Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. A Polícia Federal investiga um suposto esquema que teria utilizado títulos de crédito falsos, operações financeiras sem lastro e ativos superavaliados para melhorar artificialmente a situação patrimonial da instituição e captar recursos no mercado.
As investigações começaram em 2024 e deram origem à Operação Compliance Zero. Segundo a Polícia Federal, uma das principais suspeitas é de que o Master tenha criado carteiras de crédito sem lastro e posteriormente negociado esses ativos com o Banco de Brasília (BRB).
Em termos simples, a suspeita é de que valores apresentados no balanço do banco como patrimônio ou créditos a receber não correspondiam integralmente a ativos com o valor e a segurança registrados.
Como funcionaria o esquema
Uma carteira de crédito reúne empréstimos concedidos por uma instituição financeira. Esses créditos podem ser negociados com outros bancos, que pagam determinado valor e passam a receber as parcelas dos devedores.
Esse tipo de operação é comum e legal. No caso Master, porém, a investigação apura se parte das carteiras negociadas correspondia a empréstimos sem lastro suficiente ou a operações que não existiam da maneira como eram apresentadas.
A PF também investiga a possível utilização de empresas, fundos e outros ativos para fazer recursos circularem entre diferentes estruturas financeiras enquanto determinados bens recebiam avaliações superiores ao seu valor efetivo.
A suspeita é de que essas operações ajudassem a produzir uma aparência de maior solidez financeira para uma instituição que enfrentava dificuldades de caixa.
O papel dos CDBs
Outro ponto importante são os Certificados de Depósito Bancário, os CDBs.
Na prática, ao comprar um CDB, o investidor empresta dinheiro ao banco e recebe juros em troca. O Master ganhou espaço no mercado oferecendo remunerações acima das praticadas por diversas instituições concorrentes.
Parte desses investimentos era protegida pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), respeitados os limites previstos pelas regras da entidade.
A investigação busca esclarecer se, enquanto captava grandes volumes de recursos com esses títulos, o banco já enfrentava problemas para sustentar suas operações.
Fraudes bilionárias sob investigação
Em fases anteriores da Operação Compliance Zero, as suspeitas relacionadas a títulos e operações financeiras chegaram à casa dos bilhões de reais.
Decisões judiciais também determinaram bloqueios e sequestros de grandes volumes de bens e valores pertencentes a investigados. Esses montantes, contudo, não representam necessariamente prejuízo comprovado: são medidas cautelares adotadas durante as investigações.
Por que o Banco Central liquidou o Master
Em novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master e de instituições que integravam o conglomerado.
O BC apontou grave crise de liquidez, comprometimento da situação econômico-financeira e violações às normas do Sistema Financeiro Nacional.
Na prática, a liquidação encerrou as operações regulares do banco e colocou sua administração sob responsabilidade de um liquidante encarregado de organizar ativos, dívidas e pagamentos aos credores.
A decisão administrativa do Banco Central é diferente da investigação criminal e não representa, por si só, condenação dos antigos controladores.
Vorcaro e o avanço das investigações
Daniel Vorcaro foi preso pela primeira vez em novembro de 2025, quando tentava embarcar em um jato particular no Aeroporto Internacional de Guarulhos.
Com o avanço das investigações, o caso deixou de envolver apenas suspeitas de fraudes bancárias. A Polícia Federal passou a apurar também possíveis crimes de lavagem de dinheiro, corrupção, obtenção irregular de informações sigilosas e tentativas de interferência nas investigações.
Foi justamente nesse contexto que novas mensagens extraídas do celular de Vorcaro passaram a levantar questionamentos sobre contatos mantidos pelo ex-banqueiro com autoridades.
Esses novos elementos abrem uma segunda frente do caso e passaram a envolver diretamente o Supremo Tribunal Federal.
Na segunda reportagem desta série, o Blog do Nill Júnior explica o que mostram as mensagens atribuídas a conversas entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes e por que elas chegaram à Procuradoria-Geral da República e ao plenário do STF.
Daniel Vorcaro nega irregularidades, e sua defesa afirma que ele vem colaborando com as autoridades. As investigações continuam em andamento.
Fonte: G1 / Agência Brasil
Foto: Reprodução
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Ministro aguarda manifestação da PGR antes de decidir se avança com iniciativa relacionada às novas revelações do caso envolvendo Daniel Vorcaro. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), pretende pedir a abertura de uma investigação contra o também ministro Alexandre de Moraes, segundo fontes ouvidas pela reportagem. A iniciativa ocorre após o surgimento […]
Ministro aguarda manifestação da PGR antes de decidir se avança com iniciativa relacionada às novas revelações do caso envolvendo Daniel Vorcaro.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), pretende pedir a abertura de uma investigação contra o também ministro Alexandre de Moraes, segundo fontes ouvidas pela reportagem. A iniciativa ocorre após o surgimento de novas informações relacionadas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro e às investigações envolvendo o Banco Master.
Mendonça já solicitou esclarecimentos à Procuradoria-Geral da República (PGR) e aguarda a manifestação do órgão antes de decidir sobre os próximos passos. O ministro também pretende conversar com o presidente do STF, Edson Fachin, caso a iniciativa avance.
Entre os elementos analisados estão mensagens e relatos segundo os quais Vorcaro teria buscado a atuação de Moraes junto ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, e ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, em meio às investigações sobre o Banco Master. Esses fatos ainda estão sob apuração.
Outro ponto mencionado é um contrato firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes. Investigadores identificaram registros que indicariam participação do ministro na edição do documento. A informação também integra o conjunto de elementos em análise e não representa, por si só, conclusão sobre eventual irregularidade.
Nesta terça-feira (1º), Mendonça também retirou o sigilo de parte da apuração relacionada às mensagens encontradas no celular de Vorcaro e defendeu que os novos elementos sejam submetidos ao plenário do Supremo.
Por envolver um integrante do STF, uma eventual investigação no âmbito da própria Corte deverá passar por deliberação colegiada. A manifestação da PGR também será considerada antes de qualquer avanço formal.
Alexandre de Moraes negou ter recebido as mensagens atribuídas a ele. Até o momento, não há conclusão de que o ministro tenha cometido crime ou qualquer outra irregularidade.
Fonte: Diario de Pernambuco / Correio Braziliense
Foto: Luiz Silveira/STF
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Advogado afirma que ex-servidor reconhece declarações impróprias, mas sustenta que algumas frases atribuídas a ele podem ter sido manipuladas ou descontextualizadas. A defesa de Amisadai Andrade da Silva reconheceu, nesta terça-feira (1º), que o ex-servidor estadual se “excedeu” em parte das declarações que vieram a público no caso envolvendo o suposto “gabinete do ódio” em […]
Advogado afirma que ex-servidor reconhece declarações impróprias, mas sustenta que algumas frases atribuídas a ele podem ter sido manipuladas ou descontextualizadas.
A defesa de Amisadai Andrade da Silva reconheceu, nesta terça-feira (1º), que o ex-servidor estadual se “excedeu” em parte das declarações que vieram a público no caso envolvendo o suposto “gabinete do ódio” em Pernambuco. Ao mesmo tempo, o advogado Luiz Rocha afirmou que seu cliente contesta a autenticidade de alguns trechos atribuídos a ele.
Durante entrevista coletiva, Rocha afirmou que Amisadai teria utilizado uma linguagem inadequada ao tentar demonstrar uma influência dentro do Governo de Pernambuco que, segundo a defesa, ele não possuía.
“Amisadai reconhece que se excedeu com uma linguagem própria, com falas impróprias, ao tentar demonstrar um trânsito, uma influência no governo que nunca teve”, declarou o advogado.
A defesa classificou parte das declarações como “excesso de linguagem” e afirmou que Amisadai reconhece a impropriedade de algumas falas. O advogado, porém, sustentou que isso não pode servir para responsabilizá-lo por crimes que afirma não ter cometido.
“Ele reconhece a impropriedade, ele reconhece o excesso que cometeu, mas algumas das falas que ali estão ele não reconhece”, disse Rocha.
Segundo o advogado, a defesa pretende apurar se determinados trechos passaram por algum tipo de alteração. Entre as hipóteses levantadas estão descontextualização, manipulação eletrônica e eventual utilização de ferramentas de inteligência artificial.
Até o momento, a defesa não apresentou, na manifestação divulgada, laudo técnico que comprove alteração das gravações. A alegação de manipulação, portanto, é uma hipótese sustentada pelos advogados e ainda depende de apuração.
A defesa informou ainda ter apresentado uma notícia-crime para que sejam investigadas as circunstâncias em que as gravações foram realizadas e divulgadas.
Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a declaração do advogado Luiz Rocha.
Amisadai ganhou projeção no caso depois de aparecer em reportagem que apontou a existência de uma suposta rede de perfis utilizada para atacar adversários políticos da governadora Raquel Lyra (PSD). Ele foi posteriormente exonerado do cargo que ocupava no Governo de Pernambuco. As acusações relacionadas ao suposto esquema permanecem sob investigação.
Fonte: Diário de Pernambuco/Blog do Mário Flávio
Vídeo: Nicolle Gomes/DP
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Candidato afirmou que sua equipe jurídica não localizou os materiais mostrados nas redes sociais e voltou a defender investigação sobre a autoria. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a comentar, nesta terça-feira (1º), a circulação nas redes sociais de imagens de cartazes apócrifos com ataques políticos durante a campanha eleitoral. Durante […]
Candidato afirmou que sua equipe jurídica não localizou os materiais mostrados nas redes sociais e voltou a defender investigação sobre a autoria.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a comentar, nesta terça-feira (1º), a circulação nas redes sociais de imagens de cartazes apócrifos com ataques políticos durante a campanha eleitoral.
Durante sabatina da Rádio Folha 96,7 FM, João afirmou que sua equipe jurídica procurou os materiais apresentados nas publicações, mas não conseguiu localizar fisicamente os mesmos panfletos que apareceram nas redes.
“Eles não encontraram nenhum panfleto desse que foi postado. Encontraram um panfleto que fazia um ataque à honra. Do que foi postado, nenhum”, afirmou, ao responder à colunista Betânia Santana.
João disse que sua candidatura repudiou o episódio e acionou a Justiça para pedir investigação. Segundo o candidato, também haverá medidas na esfera criminal contra eventuais responsáveis.
“Quem fez isso, seja de forma virtual ou quem fez isso fisicamente, cometeu crime. Quem cometeu crime tem que pagar por ele”, declarou.
Durante a entrevista, João também rejeitou qualquer tentativa de associar sua campanha à produção do material e afirmou que já recorreu à Justiça contra adversários que, segundo ele, fizeram insinuações nesse sentido.
Ao tratar do conteúdo dos cartazes, o candidato lembrou a morte do pai, Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014, e a perda do marido de Raquel Lyra durante a campanha eleitoral de 2022.
“Ninguém no mundo tem o direito de atacar a minha dor ou atacar a dor dela, ou a dor de qualquer pessoa, para tirar um proveito eleitoral. Ninguém tem esse direito”, afirmou.
João ainda questionou a existência física dos materiais que circularam nas redes. Betânia Santana respondeu que também não havia visto os panfletos nas ruas e relatou ter procurado pelo material no Bairro do Recife após as primeiras informações sobre o caso.
Agropecuária puxou o resultado, enquanto consumo das famílias recuou na comparação com os três primeiros meses do ano. A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 em comparação com os três primeiros meses do ano. Os dados divulgados nesta terça-feira (1º), pelo IBGE, mostram que o Produto Interno Bruto (PIB) alcançou R$ 3,4 […]
Agropecuária puxou o resultado, enquanto consumo das famílias recuou na comparação com os três primeiros meses do ano.
A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 em comparação com os três primeiros meses do ano. Os dados divulgados nesta terça-feira (1º), pelo IBGE, mostram que o Produto Interno Bruto (PIB) alcançou R$ 3,4 trilhões no período.
O principal impulso veio da Agropecuária, que avançou 2,8%. Os Serviços, responsáveis pela maior parcela da economia brasileira, cresceram 0,2%, enquanto a Indústria teve alta de 0,1%.
Na comparação com o segundo trimestre de 2025, o desempenho foi mais forte: o PIB aumentou 2%. Nesse recorte, a Agropecuária avançou 6,8%, enquanto Indústria e Serviços cresceram 1,5% cada. No acumulado do primeiro semestre, a economia brasileira registra expansão de 1,9% em relação ao mesmo período do ano passado.
Nem todos os indicadores, porém, foram positivos. O consumo das famílias caiu 0,4% em relação ao primeiro trimestre, enquanto o consumo do governo aumentou 0,4%. Os investimentos, medidos pela Formação Bruta de Capital Fixo, avançaram 1,2%.
A taxa de investimento ficou em 16,1% do PIB, abaixo dos 16,6% registrados no segundo trimestre de 2025. No comércio exterior, as exportações recuaram 0,8% em relação ao primeiro trimestre e as importações cresceram 1,8%.
Entre os segmentos industriais, a extração de petróleo, gás e outros minerais cresceu 3,4%. Em sentido contrário, houve queda na construção, de 0,4%, e na indústria de transformação, também de 0,4%.
Nos Serviços, Informação e Comunicação apresentou a maior expansão no trimestre, de 2,1%, seguida por Transporte, Armazenagem e Correio, com 1,1%.
O dado também entra diretamente no debate político em plena campanha presidencial. Para o governo Lula, o crescimento do PIB oferece um indicador positivo para sustentar o discurso sobre a atividade econômica. Ao mesmo tempo, a queda do consumo das famílias no trimestre e a redução da taxa de investimento em relação ao ano passado são números que relativizam o desempenho e devem permanecer no centro da discussão sobre renda, emprego e crescimento.
Fonte: Diario de Pernambuco Foto: Reprodução
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