Serra: Prefeitura lança campanha de combate ao Aedes Aegypti
Por Nill Júnior
“É hora de dar tchau”. Esse é o tema da nova campanha institucional da Prefeitura de Serra Talhada para o enfrentamento ao mosquito Aedes Aegyti, transmissor da dengue, chikungunya, vírus da zika e febre amarela.
O plano de ações foi lançado na manhã desta segunda-feira (13), na Câmara de Vereadores.
O objetivo da campanha é mobilizar a sociedade para a importância da prevenção, principal arma de combate aos focos do mosquito.
“Elaboramos um plano de ações a partir do diagnóstico das arboviroses feito em 2016, e para alcançarmos nossas metas estamos com todas as equipes de saúde envolvidas, demais secretarias e órgãos municipais, e convocarmos a comunidade para que cada um faça a sua parte”, afirmou Márcia Conrado, secretária de Saúde.
Presente no evento, o prefeito Luciano Duque convocou a população para engajar-se na campanha e lembrou que a usina de resíduos sólidos será mais um instrumento de erradicação dos focos do Aedes.
“Serra é a primeira cidade de Pernambuco que está implantando uma usina de beneficiamento do lixo, avanço extraordinário para o município, que vai se tornar a capital da reciclagem, colaborando com a correta destinação do lixo e diminuindo os focos de infestação”, disse Luciano.
Gerente da 11ª Regional de Saúde, Carla Milene adiantou que o município será contemplado com a chegada de kits para diagnóstico da chikungunya. Além do Prefeito Luciano Duque e do vice Márcio Oliveira, participaram do lançamento profissionais da área da saúde, da imprensa, secretários municipais, estudantes, professores, vereadores e população em geral.
Ato do primeiro ano dos ataques antidemocráticos em Brasília reuniu os chefes dos três Poderes, governadores, parlamentares, ministros de Estado e representantes da sociedade civil Nesta segunda-feira, 8 de janeiro, um ano após os ataques antidemocráticos às sedes dos três poderes em Brasília, o evento “Democracia Inabalada”, realizado no Congresso Nacional, reafirmou o compromisso do […]
Ato do primeiro ano dos ataques antidemocráticos em Brasília reuniu os chefes dos três Poderes, governadores, parlamentares, ministros de Estado e representantes da sociedade civil
Nesta segunda-feira, 8 de janeiro, um ano após os ataques antidemocráticos às sedes dos três poderes em Brasília, o evento “Democracia Inabalada”, realizado no Congresso Nacional, reafirmou o compromisso do país com a preservação das instituições. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, destacou que a solenidade marca a celebração da vitória da democracia sobre o autoritarismo.
No início do discurso, o presidente Lula saudou todos os brasileiros que se colocaram acima das divergências para repudiar o fascismo e os trabalhadores das forças de segurança – em especial a Polícia Legislativa – que, mesmo em minoria, se recusaram a aderir ao golpe e arriscaram suas vidas no cumprimento do dever.
“A coragem de parlamentares, governadores e governadoras, ministros e ministras da Suprema Corte, ministros e ministras de Estado, militares legalistas e, sobretudo, da maioria do povo brasileiro garantiu que nós estivéssemos aqui hoje celebrando a vitória da democracia sobre o autoritarismo”, afirmou Lula.
O presidente Lula defendeu a punição para os envolvidos na depredação de prédios públicos em Brasília e sinalizou que o perdão soaria como impunidade e salvo conduto para novos atos terroristas. “Todos aqueles que financiaram, planejaram e executaram a tentativa de golpe devem ser exemplarmente punidos. Não há perdão para quem atenta contra a democracia, contra seu país e contra o seu próprio povo”, disse.
“Salvamos a democracia. Mas a democracia nunca está pronta, precisa ser construída e cuidada todos os dias. A democracia é imperfeita, porque somos humanos – e, portanto, imperfeitos. Mas temos, todas e todos, o dever de unir esforços para aperfeiçoá-la”, defendeu Lula.
UNIÃO — O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, expressou repúdio aos atos praticados no 8 de janeiro passado. “Sob premissas falsas, golpistas desejavam invalidar o resultado das urnas. Para além dos prejuízos materiais das depredações e da violência praticadas, essa turma de criminosos que invadiu estas mesmas dependências desrespeitou a vontade popular manifestada pelo voto. Isso é absolutamente inaceitável”.
Pacheco também ressaltou que a cerimônia desta segunda-feira demonstra a força das instituições brasileiras e o êxito da união do país em prol da democracia. “Este é um ato de reafirmação da opção democrática feita pelo povo brasileiro e de que a defesa da democracia é uma ação permanente e constante. Reafirmação da maturidade e da solidez de nossas instituições”, afirmou.
Já o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, pontuou que o ataque às sedes dos três Poderes foi precedido de outros tipos de ações contra as instituições democráticas. “Foi um ataque meticulosamente preparado. O dia da infâmia foi precedido de anos de ataques às instituições, ofensas aos seus integrantes, ameaças de naturezas diversas e disseminação do ódio e de mentiras”, disse.
“Porém, a despeito de tudo, as instituições venceram e a democracia prevaleceu. A reação dos presidentes da República, do Senado, da Câmara, do Supremo, dos diferentes setores da sociedade civil e da imprensa demonstrou que nós já superamos os ciclos do atraso”, completou Barroso.
Por sua vez, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral e ministro do STF, Alexandre de Moraes, destacou que além de reafirmar a resiliência da República brasileira e do vigor das instituições, o evento também representa um momento de celebrar a união de todas as autoridades dos três poderes em torno da Constituição, em defesa da democracia.
“Todos, absolutamente todos aqueles que compactuaram covardemente com a quebra da democracia e a tentativa de instalação de um Estado de exceção, serão devidamente investigados, processados e responsabilizados na medida de suas culpabilidades”, assegurou Moraes.
COMPROMISSO — O presidente Lula lembrou, ainda, o trabalho executado para reforma dos prédios públicos depredados e para recuperação de obras vandalizadas em 8 de janeiro de 2023. “Nos dias, semanas e meses que se seguiram à tentativa de golpe, reformamos as sedes dos três poderes. Trocamos vidraças, removemos a sujeira, restauramos obras de arte, recuperamos objetos históricos. E, acima de tudo, reafirmamos o valor da democracia para o Brasil e para o mundo”.
“Agora é preciso avançar cada vez mais na construção de uma democracia plena. Uma democracia que se traduza em igualdade de direitos e oportunidades. Que promova a melhoria da qualidade de vida, sobretudo para quem mais precisa”, afirmou Lula.
DEMAIS AUTORIDADES — O ato “Democracia Inabalada” reuniu 14 governadores: Renato Casagrande (ES), Eduardo Leite (RS), Raquel Lyra (PE), Jerônimo Rodrigues (BA), Rafael Fonteles (PI), Fátima Bezerra (RN), Fábio Mitidieri (SE), Celina Leão (DF, substituta), João Azevedo (PB), Elmano de Freitas (CE), Carlos Orleans Brandão Júnior (MA), Helder Barbalho (PA), Paulo Dantas (AL) e Clécio Luis (AP).
Também participaram do evento os ministros da Casa Civil, Rui Costa; das Cidades, Jader Barbalho Filho; da Fazenda, Fernando Haddad; das Relações Exteriores, Mauro Vieira; da Pesca e Aquicultura, André de Paula; da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino; da Cultura, Margareth Menezes, e da Educação, Camilo Santana. A solenidade contou ainda com a presença de parlamentares, embaixadores, representantes de empresas estatais e da sociedade civil.
Nos cenários para o pleito de 2018, Lula segue o favorito – inclusive no segundo turno –, seguido por Jair Bolsonaro, João Doria, Marina Silva, Geraldo Alckmin e Ciro Gomes. No primeiro turno, nas intenções de voto espontâneas, Lula tem 20,2%; Bolsonaro, 10.9%; Doria, 2,4%; Marina, 1,5%; Alckmin, 1,2%, empatado com Ciro Gomes. Ainda no […]
Nos cenários para o pleito de 2018, Lula segue o favorito – inclusive no segundo turno –, seguido por Jair Bolsonaro, João Doria, Marina Silva, Geraldo Alckmin e Ciro Gomes. No primeiro turno, nas intenções de voto espontâneas, Lula tem 20,2%; Bolsonaro, 10.9%; Doria, 2,4%; Marina, 1,5%; Alckmin, 1,2%, empatado com Ciro Gomes.
Ainda no primeiro turno, na intenção de voto estimulada, foram desenhados três cenários. Nos três, a classificação é a seguinte: Lula, Bolsonaro e Marina Silva. Os quartos colocados mudam entre Alckmin, Doria e Ciro Gomes.
Já para o segundo turno, a pesquisa CNT/MDA preparou 12 cenários estimulados. Em cinco, o nome de Lula foi colocado como opção de resposta. Ele lidera nos cinco: ganharia de Aécio (41,8% a 14,8%), Alckmin (40,6% a 23,2%), Doria (41,6% a 25,2%), Bolsonaro (40,5% a 29,5%) e Marina (39,8% a 25,8%). Bolsonaro teria o melhor desempenho nesses cenários de derrota para o petista.
Marina só não ganharia de Lula: derrotaria Alckmin (28,4% a 23,6%), Aécio ( 33,6% a 13%), Doria (30,5% a 22,7%) e Bolsonaro (29,2% a 27,9%). Ainda em votações estimulados para o segundo turno, Bolsonaro venceria Alckmin (28% a 23,8%), Aécio (32% a 13,9%) e Doria (28,5% a 23,9%).
Os entrevistados também foram questionados da possibilidade de voto especificamente em um concorrente. Aécio foi o candidato com maior índice de quem não votaria nele “de jeito nenhum”: 69,5%. Ele é seguido nesse quesito por Ciro Gomes (54,8%), Alckmin (52,3%), Bolsonaro (45,4%), Doria (42,9%), Lula (50,5%) e Marina Silva (51,5%).
Camilo Santana (PT) e Rui Costa (PT), governadores do Ceará e da Bahia respectivamente, anunciaram que vão ignorar o decreto de Jair Bolsonaro, que amplia os serviços essenciais para incluir academias e salões de beleza. E que vão manter as medidas de isolamento social para combater a pandemia do novo coronavírus. “Informo que, apesar do […]
Camilo Santana (PT) e Rui Costa (PT), governadores do Ceará e da Bahia respectivamente, anunciaram que vão ignorar o decreto de Jair Bolsonaro, que amplia os serviços essenciais para incluir academias e salões de beleza.
E que vão manter as medidas de isolamento social para combater a pandemia do novo coronavírus.
“Informo que, apesar do presidente baixar decreto considerando salões de beleza, barbearias e academias de ginástica como serviços essenciais, esse ato em nada altera o atual decreto estadual em vigor no Ceará, e devem permanecer fechados. Entendimento do Supremo Tribunal Federal”, avisou Camilo Santana.
Ele se referiu à decisão da Corte que reafirmou que Estados e municípios têm autonomia para determinar regras de isolamento social próprias. O governador baiano foi na mesma linha.
Em Pernambuco, ainda não houve manifestação oficial, mas as informações de assessores indica que não haverá alterações no já decretado. Os serviços permanecerão sem autorização.
Em reunião entre a bancada governista da Câmara de Vereadores de São José do Egito, o prefeito Evandro Valadares e o secretário de Planejamento, Paulo Jucá, ficou decidido, que o vereador Vicente de Vevéi, será o líder governista na Casa. Com a vice-liderança, ficou o vereador Tadeu do Hospital. Os vereadores Gérson Souza, Damião de […]
Em reunião entre a bancada governista da Câmara de Vereadores de São José do Egito, o prefeito Evandro Valadares e o secretário de Planejamento, Paulo Jucá, ficou decidido, que o vereador Vicente de Vevéi, será o líder governista na Casa. Com a vice-liderança, ficou o vereador Tadeu do Hospital.
Os vereadores Gérson Souza, Damião de Carminha, Maurício Mendes, Patricia de Bacana e Beto de Marreco estavam presentes. Não puderam comparecer: David Teixeira e Flávio Jucá, mas estão de acordo com a indicação. A informação é do blog do Marcello Patriota.
Em Recife, repercute o fechamento das tradicionais lojas Jurandir Pires Galdino. O fechamento foi confirmado pelo herdeiro, Jurandir Filho, o Jota, herdeiro do conglomerado especializado por cama, mesa e banho que durou mais de 60 anos. “Hoje fecha a última unidade da Jurandir Pires. Em nome de meu pai e minha mãe, queremos agradecer a […]
Em Recife, repercute o fechamento das tradicionais lojas Jurandir Pires Galdino.
O fechamento foi confirmado pelo herdeiro, Jurandir Filho, o Jota, herdeiro do conglomerado especializado por cama, mesa e banho que durou mais de 60 anos.
“Hoje fecha a última unidade da Jurandir Pires. Em nome de meu pai e minha mãe, queremos agradecer a todos pelos 60 anos de existência. A todos os clientes, fornecedores, governo federal e governo estadual. Todos os funcionários serão pagos (já com recurso em conta-corrente), governos e fornecedores. Tudo tem um ciclo onde começa e acaba. O nome Jurandir Pires é muito forte, tendo assim a sabedoria de ter colaborado com empregos”, escreveu Jurandir Filho, herdeiro da companhia que Jurandir e Inês Pires fundaram em Afogados da Ingazeira, em 1963. Ele garantiu quitar os débitos trabalhistas.
Jurandir Pires virou uma marca no segmento de varejo para gestantes e bebês. A empresa expandiu os negócios para cama, mesa e banho e sua loja na Rua das Calçadas, 167, virou uma referência nesse nicho. A loja teve sua primeira filial na Rua do Livramento, até que chegou ao Shopping Recife, atendendo a um convite do empreendimento.
A loja do mall levou a companhia a abrir uma nova unidade no Salvador Shopping, do Grupo JCPM, que revolucionou o mercado local pelo modelo e amplitude do número de itens do negócio.
A partir dessa unidade, vieram as lojas de João Pessoa, na Paraíba; Aracaju, no Sergipe; e a ampliação no Recife, uma delas na Ilha do Retiro, em frente à sede do Sport.
Ligação com o Pajeú: a empresa fundada pelo empresário Jurandir Pires, natural de Tabira e quarto filho de oito irmãos. Após perder o pai, Jurandir começou a trabalhar aos nove anos com a avó, entregando leite com a ajuda de um jumento.
Ele mudou-se para Afogados da Ingazeira quando tinha apenas 12 anos e, com o tio, trabalhou em uma mercearia, vendendo no balcão. Era o início de uma história de sucesso, dedicação e muito trabalho.
Uma curiosidade é que as Casas Jurandir Pires exclusivamente em Recife nasceram de uma ruptura entre ele e o irmão Horácio Pires.
A Firma Jurandir Pires Galdino e Cia, em Afogados da Ingazeira, foi administrada pelos irmãos sócios até 1970, quando Jurandir se mudou definitivamente para o Recife.
Em 1982, numa das viagens de Horácio à capital pernambucana, Jurandir indagou ao irmão sobre uma nota que havia saído no Diário de Pernambuco dizendo que o empresário Horácio Pires seria um dos prováveis candidatos a prefeito de Afogados da Ingazeira, o que não agradara ao sócio majoritário. Horácio, então, lhe disse que foi uma nota não autorizada, mas que não havia dado atenção, no que Jurandir lhe disse que se ele entrasse na política, a sociedade seria desfeita.
Em vista da impulsividade, Horácio retrucou imediatamente, respondendo que “a sociedade estava desfeita a partir daquele momento”, no que o irmão tentou acalmar os ânimos, mas ele não voltou atrás. As lojas de Afogados da Ingazeira ficaram com Horácio e as do Recife com Jurandir.
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