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Prefeitura de Iguaracy inicia construção de horta comunitária na Fazenda Experimental

Por André Luis

A Prefeitura de Iguaracy, por meio da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente, está realizando a construção de uma horta comunitária nas dependências da própria Secretaria, localizada na Fazenda Experimental, em Iguaracy.

A iniciativa tem como objetivo incentivar a produção de alimentos saudáveis, fortalecer a agricultura familiar e promover a educação ambiental, além de criar um espaço de aprendizado e integração para a comunidade.

De acordo com o secretário de Agricultura, Carlinhos de Trindade, a ação representa um importante passo para o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao homem e à mulher do campo.

“Essa horta comunitária será um espaço de produção, mas também de conhecimento. Queremos envolver agricultores, estudantes e a comunidade em geral, mostrando que é possível produzir com qualidade, responsabilidade ambiental e sustentabilidade”, destacou o secretário.

O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, tem acompanhado e dado total apoio à iniciativa. Segundo ele, o investimento reforça o compromisso da gestão com o desenvolvimento rural e a segurança alimentar.

“Estamos trabalhando para fortalecer cada vez mais a agricultura do nosso município. A horta comunitária é mais uma ação que demonstra nosso compromisso com a produção local, com o incentivo aos agricultores e com a melhoria da qualidade de vida da nossa população”, afirmou o prefeito.

A expectativa é de que, após a conclusão da estrutura, a horta passe a atender projetos educativos, programas sociais e ações de apoio à agricultura familiar, consolidando-se como mais um importante avanço para o setor agrícola de Iguaracy.

Outras Notícias

Em audiência com o governador, Gonzaga Patriota solicita investimentos em estradas

Nesta segunda-feira (03), depois de cumprir agenda pelo Sertão de Pernambuco, o deputado federal Gonzaga Patriota se reuniu com o governador do Estado, Paulo Câmara. O encontro aconteceu no Palácio do Campo das Princesas, em Recife. Na ocasião, Patriota solicitou investimentos na saúde para o Araripe se transformar em um polo de referência na área, […]

Nesta segunda-feira (03), depois de cumprir agenda pelo Sertão de Pernambuco, o deputado federal Gonzaga Patriota se reuniu com o governador do Estado, Paulo Câmara.

O encontro aconteceu no Palácio do Campo das Princesas, em Recife. Na ocasião, Patriota solicitou investimentos na saúde para o Araripe se transformar em um polo de referência na área, além de investimentos para manutenção das estradas do Estado.

“Tratei diversos assuntos com o governador, dentre eles criar um polo de saúde no Araripe, que hoje depende do polo do São Francisco. Ou seja, o cidadão sai de Araripina e viaja cerca de 300km para Petrolina para cuidar da saúde. O Araripe tem condições de se transformar em um polo de referência, por isso, precisamos investir”, comentou Gonzaga.

 O socialista ainda conversou com o governador sobre a situação de várias estradas de Pernambuco, entre elas, a necessidade urgente de reestruturar a estrada de Urimamã e também a PE 555 que liga Parnamirim a Lagoa Grande. Gonzaga também solicitou a conclusão da estrada de Conceição das Crioulas, em Salgueiro.

“O Governo do Estado está com um Programa de Reestruturação de Malha Viária “Caminhos de Pernambuco”. O investimento total será de R$ 505 milhões até 2022 para a recuperação de dois mil quilômetros de rodovias. Por isso, fui solicitar que algumas estradas entrem no programa. Sobre a estrada de Conceição das Crioulas, a empresa que estava responsável pela obra saiu, mas o governador já autorizou a contratação de uma nova e, acredito, que em 3 meses no máximo a obra seja retomada e finalizada”, anunciou.

Patriota ainda discutiu sobre a criação de duas rodovias, uma que liga Custódia a Iguaracy a PE 310 e a outra que liga Trindade a Rajada, distrito de Petrolina. “Essas duas o governador não garantiu, me disse que a prioridade no momento é recuperar as estradas já existentes”.

Outra assunto na pauta foi sobre a Compesa, Gonzaga relatou que diversas cidades estão enfrentando problemas com o serviço prestado pela empresa, como por exemplo: Petrolina e citou o distrito de Rajada que precisa de um transformador para melhorar o abastecimento do local.

Durante toda a reunião, o deputado esteve acompanhado do prefeito de Bonito, Gustavo Adolfo, que tratou de investimentos para o município, inclusive sobre a estrada de Alto Azul. O governador se comprometeu de até o final do mês visitar o município.

Caruaru: Cinco dos seis hospitais atingem 100% de ocupação de leitos de UTI

O Hospital Santa Efigênia, está com 90% de ocupação. Cinco dos seis hospitais de Caruaru atingiram o limite de 100% de ocupação dos leitos de UTI. Apenas o Hospital Santa Efigênia, está com 90% de ocupação. Nesta quarta-feira (17), o município confirmou 91 novos casos de Covid-19. Agora, Caruaru conta com 17.547 casos confirmados, 969 em […]

O Hospital Santa Efigênia, está com 90% de ocupação.

Cinco dos seis hospitais de Caruaru atingiram o limite de 100% de ocupação dos leitos de UTI. Apenas o Hospital Santa Efigênia, está com 90% de ocupação.

Nesta quarta-feira (17), o município confirmou 91 novos casos de Covid-19. Agora, Caruaru conta com 17.547 casos confirmados, 969 em investigação, 16.800 casos recuperados e 495 óbitos.

Vacina – Na próxima sexta-feira (19), o município inicia a vacinação de idosos a partir de 75 anos. Também estão no plano municipal os dentistas e auxiliares de saúde bucal. A cidade recebe 6.280 novas doses.

Polícia prende, Justiça solta. E a culpa é de quem?

por Luiz Cláudio Brito* As polícias pernambucanas prenderam cerca de 15 mil pessoas nos primeiros sete meses desse ano, 10% delas acusadas de homicídio. Vou repetir: 15 mil prisões de janeiro a julho de 2017. Nunca se prendeu tanto em Pernambuco. E mesmo assim a população continua clamando, com toda razão, por mais policiamento e […]

por Luiz Cláudio Brito*

As polícias pernambucanas prenderam cerca de 15 mil pessoas nos primeiros sete meses desse ano, 10% delas acusadas de homicídio. Vou repetir: 15 mil prisões de janeiro a julho de 2017.

Nunca se prendeu tanto em Pernambuco. E mesmo assim a população continua clamando, com toda razão, por mais policiamento e segurança. Ainda mais quando nos deparamos com casos emblemáticos, como o do jornalista atingido por uma bala disparada por bandidos em fuga na cidade de Caruaru ou nos traficantes que atearam fogo a um carro com dois rivais dentro dele no bairro de Boa Viagem, no Recife. Ambos neste final de semana.

Todos sabemos que chegamos às atuais taxas de criminalidade em função da crise econômica que enfrentamos. O emprego sumiu e a violência explodiu no Brasil inteiro. Em Pernambuco não foi diferente. Como policial, não ouso dizer como conduzir a economia. Mas é da minha competência e da minha obrigação apontar os problemas que impedem a transformação dos esforços empreendidos pelas corporações policiais brasileiras em efetiva segurança para o cidadão.

Vou citar dois casos reais: No dia 20 de agosto passado, três pessoas foram detidas, em Serra Talhada, durante abordagem da Polícia Militar, portando toucas ninjas, colete balístico e até vídeos com exibição de armas idênticas às utilizadas no ataque a um carro-forte ocorrido apenas dois dias antes. Os policiais chegaram a eles após informações de que teriam envolvimento com outros participantes desse crime. Não apenas isso: os três indivíduos possuíam antecedentes criminais por assalto, porte ilegal de armas e tráfico de drogas. Na audiência de custódia, todos foram liberados.

Em julho, um jovem foi preso em flagrante após um assalto a ônibus. Durante a audiência de custódia realizada na 18ª Vara Criminal da Capital, ele confessou ter praticado nada menos que oito assaltos desse tipo. Foi liberado para responder em liberdade. Depois de solto, praticou outros nove assaltos a coletivos. Acabou preso pela polícia posteriormente quando, enfim, seu mandado de prisão preventiva foi expedido pela Justiça. Mas a essa altura já contabilizava 17 crimes. Até onde se sabe.

As audiências de custódia foram implantadas no Brasil em fevereiro de 2015, por proposta do Conselho Nacional de Justiça. O CNJ construiu o modelo a partir do Pacto de São José da Costa Rica, um tratado celebrado em 22 de novembro de 1969. Ou seja, implementamos uma etapa do nosso processo legal com quase 50 anos de atraso ao tratado que a inspirou, totalmente defasado em relação à realidade do Brasil e do mundo. Há décadas, havia uma preocupação, na América Latina, em relação à proteção dos presos políticos, contexto diferente do atual. Segundo pesquisa do CNJ, nossas polícias colocam Pernambuco entre os estados com menos casos de agressões, maus tratos ou tortura contra presos apresentados em audiências de custódia. As notificações não chegam a 1%.

O Pacto de São José da Costa Rica também desconheceu diferenças estruturais de cada país — a exemplo dos sistemas carcerários, ressocialização, escolaridade, índice e padrão de criminalidade. Um tratado totalmente em conflito com legislações mais modernas. O Estatuto do Desarmamento brasileiro (Lei 10826, de 22 de dezembro de 2003), por exemplo, classifica como crime inafiançável o flagrante por porte de armas de uso exclusivo das forças armadas, como fuzis. Pelo tratado, não é feita a diferenciação entre os tipos de armamentos. Se for réu primário e tenha cometido um crime considerado de menor gravidade ou potencial ofensivo, um indivíduo portando armamento de guerra pode retornar às ruas e responder em liberdade.

O gráfico mostra que a partir de 2013, com a crise econômica, as vagas de emprego (curva em amarelo) foram sendo reduzidas e o número de homicídios (curva branca) cresceu na mesma proporção.

Digo mais: a resolução que criou as audiências de custódia desconhece a realidade do próprio Poder Judiciário. Em muitas cidades do interior do Brasil não há juízes plantonistas. Isso obriga nossos policiais a conduzirem esses presos por muitos quilômetros até um município que possua plantão. Para fazer uma escolta, a PMPE emprega, geralmente, o dobro de homens em relação aos presos. Se são dois presos, 4 policiais são destinados à missão. Uma audiência pode demorar, a depender da fila de espera, um dia para ser concluída. Nessas 24 horas, os policiais ficam indisponíveis para o trabalho de segurança nas ruas.

Neste momento, a Secretaria de Defesa Social, a Defensoria Pública, o Ministério Público de Pernambuco e o Tribunal de Justiça de Pernambuco estão tentando desenvolver uma logística que diminua esse problema. Hoje a Polícia Militar de Pernambuco tem uma perda de 20% da sua capacidade de policiamento em função das escoltas para realização de audiências de custódia.

Dá para melhorar? Claro que dá. O Rio Grande do Sul, por exemplo, libera apenas 14% dos presos em flagrante.

Os policiais pernambucanos estão fazendo sua parte. O Governo do Estado também está, através de um investimento de R$ 290 milhões num plano de segurança que vai colocar mais 4.500 policiais nas ruas (uma turma com 1.500 deles se forma agora em setembro), que adquiriu 1.000 novas viaturas, que criou novos batalhões e companhias independentes pelo interior, que criou o BOPE Pernambuco, que adquiriu mais e melhores armamentos e equipamentos de proteção para os policiais.

Os recursos humanos, mesmo considerando os reforços, não são infinitos. Temos uma tropa motivada, que se arrisca diariamente para defender a sociedade contra uma criminalidade fortemente armada, capitalizada, enraizada e capaz de qualquer atrocidade para manter a rentabilidade do seu “negócio”. E a sensação de “enxugar gelo” é nefasta para nossos policiais. Dos Crimes Violentos Letais Intencionais de Pernambuco, termo técnico pelo qual nos referimos aos homicídios, cerca de 60% têm motivação na guerra do tráfico de drogas e extermínio. São os mesmos criminosos praticando centenas de assassinatos, entrando e saindo do sistema penal.

Quanto à pergunta posta no título deste artigo, só posso garantir que o único que não tem culpa alguma nisso tudo é o cidadão. Esse deseja imensamente que as instituições se articulem e se movimentem no sentido de garantir proteção, ordem, tranquilidade e bem-estar social a todos.

*Major da Polícia Militar de Pernambuco

Às 11h30 na Gazeta FM: a FENESJE e o caso Zé do Rolo no Sábado em Debate

O Sábado em Debate de hoje na Gazeta FM às 11 e meia da manhã debate a realização da FENESJE na Capital da Poesia e sua importância para o desenvolvimento da cidade e região. Dentre os convidados, Sérgio Resende, Gerente da Agência de Desenvolvimento de São José do Egito. Marcelo Patriota traz a movimentação da […]

O Sábado em Debate de hoje na Gazeta FM às 11 e meia da manhã debate a realização da FENESJE na Capital da Poesia e sua importância para o desenvolvimento da cidade e região.

Dentre os convidados, Sérgio Resende, Gerente da Agência de Desenvolvimento de São José do Egito. Marcelo Patriota traz a movimentação da feira com os expositores debatendo a importância da Feira.

Tem ainda uma entrevista exclusiva do Delegado Ubiratan Rocha. Ele fala da prisão do brejinhense José Bezerra de Lira, conhecido como Zé do Rolo. Ele estava na propriedade de um dono de posto na região, na zona rural de afogados da Ingazeira. O Delegado diz como foi a movimentação de Bezerra no Alto Pajeú e Paraíba, até sua prisão e como será sua transferência para o Rio.

Zé era um dos procurados pela comercialização de imóveis no Alto da Muzema, Rio de Janeiro, onde caíram dois prédios no último dia 12 de abril, com 24 mortos. A operação de transferência envolve várias questões em sigilo, como sua localização atual, para não atrair a ação de milicianos. Ele revela que era dono da maioria dos imóveis de um dos prédios que caíram.

O programa inda pincela detalhes da chegada da Americanas a São José do Egito e o novo dia e horário das sessões da Câmara de Vereadores de São José do Egito, às segundas a noite.

A Rádio Gazeta FM 95,3 é uma emissora da Fundação Fênix de Educação e Cultura. Você sintoniza no radinho, nos aplicativos e no http://gazetafm95.com.br/. Você pode participar e dizer que está nos ouvindo no zap (87) 9 9996 0710.

Lula antecipa apoio a Marília no Recife

“O que o PT tem que entender é que essas pessoas estão na periferia, oferecendo às pessoas pobres uma saída espiritual. As pessoas estão ilhadas na periferia, sem receber a figura do Estado. E recebem quem? De um lado, o traficante. De outro lado, a Igreja Evangélica, a Igreja Católica.” A avaliação é do ex-presidente […]

Foto: UOL/Reprodução

“O que o PT tem que entender é que essas pessoas estão na periferia, oferecendo às pessoas pobres uma saída espiritual. As pessoas estão ilhadas na periferia, sem receber a figura do Estado. E recebem quem? De um lado, o traficante. De outro lado, a Igreja Evangélica, a Igreja Católica.”

A avaliação é do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista exclusiva concedida ao UOL na sede do Partido dos Trabalhadores, em São Paulo, para falar das perspectivas políticas para 2020, do PT e das eleições municipais.

Com relação a disputa pela prefeitura do Recife, Lula informou que o PT vai ter candidato próprio e antecipa a decisão do diretório nacional, que se reúne na próxima terça, em São Paulo, para decidir o imbróglio da capital pernambucana. “Vamos de Marília Arraes”, afirma. Leia a íntegra da entrevista clicando aqui.