Prefeito eleito de Flores articula liberação de recursos e reforça parcerias em Brasília
Por André Luis
O prefeito eleito de Flores, Gilberto Ribeiro, utilizou suas redes sociais nesta terça-feira (19) para destacar compromissos em Brasília que visam impulsionar o desenvolvimento do município.
Entre as atividades, ele esteve no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), acompanhado do atual prefeito, Marconi Santana e primeira-dama, Lucila Santana, para tratar da liberação de recursos destinados à conclusão da Escola Municipal Desembargador Adauto Maia, localizada no Distrito de Fátima.
“Essa obra é um grande passo para garantir que nossas crianças e jovens tenham um espaço digno, moderno e adequado para o aprendizado. Estamos empenhados em finalizar este projeto que trará mais qualidade à educação de Flores, promovendo um futuro mais promissor para nossos estudantes”, afirmou Gilberto Ribeiro.
Além do FNDE, o prefeito eleito participou do Seminário Novos Gestores da Confederação Nacional de Municípios (CNM), onde debateu estratégias e soluções voltadas à melhoria da administração pública. Durante os dois dias de evento, ele aproveitou para visitar ministérios, o Senado e a Câmara dos Deputados, estreitando parcerias para viabilizar mais recursos e melhorias para a cidade.
“Finalizamos com sucesso nossa agenda em Brasília! O trabalho não para! Seguimos firmes na missão de transformar Flores em um lugar cada vez melhor para todos”, enfatizou Gilberto Ribeiro.
Muito grave a denúncia de Maurício Marques, o Maurício de Covoadas, à Manhã Total, da Rádio Pajeú. Ele questiona a atual qualidade do Abatedouro de Afogados da Ingazeira, criado exatamente para melhor qualidade da carne consumida da região, além de evitar e prevenir o abate clandestino. “O Abatedouro devolveu a carne com atraso, estado de […]
Muito grave a denúncia de Maurício Marques, o Maurício de Covoadas, à Manhã Total, da Rádio Pajeú.
Ele questiona a atual qualidade do Abatedouro de Afogados da Ingazeira, criado exatamente para melhor qualidade da carne consumida da região, além de evitar e prevenir o abate clandestino.
“O Abatedouro devolveu a carne com atraso, estado de passada, com vísceras podres. Se a gente paga R$ 300 pra abater dois bois, espera qualidade. Era pra ter câmara fria, resfriando a carne a zero grau. O caminhão deve estar apropriado. Mas não tem a menor condição. O caminhão é um bolo de ferrugem, tem documento atrasado”.
Ele enviou vídeos que mostram segundo ele as condições de como a carne chegou para ser comercializada. O blog entrou em contato com a Vigilância Sanitária do município que disse ter tomado conhecimento e que irá apurar responsabilidades.
Depois da queixa, outros ouvintes disseram já ter conhecimento de outros episódios. “Aconteceu isso no sítio São João Novo também. A carne vem com os miúdos podres”, disse Lourdes Silva. “Ontem recebi da comunidade de Covoadas várias reclamações a respeito da carne de abate que está chegando aos consumidores da zona rural. Um verdadeiro absurdo ouvir os relatos espero que os órgãos competentes tomem providências”, diz a Agente Comunitária de Saúde Socorro Almeida.
Curioso é que ano passado, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira inaugurou melhorias do Abatedouro Regional, localizado nas margens da PE 320. O espaço tem concessão privada para atuar, mas eventualmente recebe apoio público.
O abatedouro atende criadores de Afogados e de toda a região. Foram construídos 600 metros de muro, reforçando o isolamento sanitário da área, um refeitório para os trabalhadores, guarita e instalada iluminação em LED.
Em parceria com a COMPESA, também foi construída uma mini-adutora para melhorar a higienização do local. O investimento total foi de R$ 80 mil.
As obras do abatedouro regional foram iniciadas na gestão do então Prefeito Totonho Valadares, concluídas e inauguradas na gestão do então prefeito José Patriota.
Do Blog do Magno A pré-candidata do PDT ao Senado, Marília Arraes, lidera com folga a disputa para a Casa Alta, com quase o dobro das intenções de voto do segundo colocado. É o que diz pesquisa do Instituto Opinião para o Blog do Magno. Se as eleições fossem hoje, ela teria 45,5% dos votos, […]
A pré-candidata do PDT ao Senado, Marília Arraes, lidera com folga a disputa para a Casa Alta, com quase o dobro das intenções de voto do segundo colocado. É o que diz pesquisa do Instituto Opinião para o Blog do Magno.
Se as eleições fossem hoje, ela teria 45,5% dos votos, enquanto o petista Humberto Costa, candidato à reeleição, aparece com 26,3%. Miguel Coelho, da Federação Progressista, vem logo em seguida, com 22,9%.
Anderson Ferreira, do PL, que disputa como candidato avulso, ou seja, sem ter na sua chapa um candidato a governador, desponta com 15% e Túlio Gadelha (PSD), o primeiro nome praticamente já confirmado na chapa de Raquel, tem apenas 10,6%.
Brancos e nulos somam 27% e indecisos chegam a 52,7%. No cenário no qual o nome de Miguel é trocado pelo do deputado Eduardo da Fonte, presidente da Federação Progressista, Marília sobe para 47,3% e Humberto avança um pouco mais, chegando a 28,3%. Já Eduardo da Fonte vem em seguida com 17,7%, enquanto Anderson pontua 15,1%. Túlio Gadelha é o lanterninha com apenas 11,5%. Neste cenário, brancos e nulos sobem para 28% e indecisos recuam para 51,4%.
Ambos os cenários representam a soma do primeiro com o segundo votos, já que estão em disputa duas vagas para o Senado, a de Humberto, que tenta a reeleição, e de Fernando Dueire, que trocou o MDB pelo PSD, mas não deve ser candidato. Ele assumiu o Senado na condição de primeiro-suplente com a renúncia de Jarbas Vasconcelos motivada por questões de saúde.
O levantamento foi a campo entre os dias 14 a 17 de abril, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro de 2.2 pontos percentuais para mais ou para menos. A modalidade da pesquisa envolveu a técnica de survey, que consiste na aplicação de questionários de forma presencial. A pesquisa foi registrada na justiça eleitoral com o protocolo de número PE-02951/2026.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira vem promovendo uma série de iniciativas na área de educação para o empreendedorismo. O objetivo é despertar junto aos alunos da rede pública municipal de educação o sentimento de valorização da ação empreendedora, conhecendo práticas e iniciativas que tem gerado renda e oportunidades para diversas famílias afogadenses. A ação […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira vem promovendo uma série de iniciativas na área de educação para o empreendedorismo. O objetivo é despertar junto aos alunos da rede pública municipal de educação o sentimento de valorização da ação empreendedora, conhecendo práticas e iniciativas que tem gerado renda e oportunidades para diversas famílias afogadenses.
A ação é coordenada pela Sala do Empreendedor de Afogados da Ingazeira. Esta semana, alunos da Escola Dom Mota puderam conhecer de perto a produção agrícola da comunidade de Santo Antônio, a prática e experiências produtivas dos agricultores e agricultoras da comunidade no cultivo de diversas hortaliças e legumes.
“Os conteúdos são trabalhados na escola e nós estamos dando oportunidade para que eles possam conhecer, na prática, essas experiências produtivas,” destacou a Secretária de Administração, Flaviana Rosa, coordenadora da política municipal de empreendedorismo.
Participaram da atividade 28 alunos, além de mães e professores da unidade de ensino. Os estudantes também puderam, em razão das aulas de ciência, acompanhar o crescimento das plantas e os elementos necessários para a produção agrícola.
Apoio Jurídico – a sala do empreendedor irá ofertar assistência jurídica aos microempreendedores no que se refere ao processo de formalização. Um advogado estará à disposição para atender os empreendedores afogadenses.
Por Carlos Barros* Voltando para casa após longo dia de trabalho, João é surpreendido com uma pessoa se projetando, abruptamente, em direção ao seu veículo. José, um desatento pedestre que era filho de uma autoridade local, atravessava a via em um ponto inapropriado e às pressas, a fim de logo chegar ao estádio para assistir […]
Voltando para casa após longo dia de trabalho, João é surpreendido com uma pessoa se projetando, abruptamente, em direção ao seu veículo. José, um desatento pedestre que era filho de uma autoridade local, atravessava a via em um ponto inapropriado e às pressas, a fim de logo chegar ao estádio para assistir uma partida de futebol. A colisão e a morte foram inevitáveis, mesmo João tendo feito tudo para salvar José.
Já no local, a polícia deu voz de prisão a João, alegando ter sido ele o responsável pelo sinistro.
Enquanto João permaneceu detido na delegacia, o advogado por ele acionado foi impedido de contatá-lo. Ao argumentar que era direito do seu cliente ser assistido por um advogado, o referido defensor também foi preso, tendo assim permanecido até o final da lavratura de ambos os flagrantes (o de João, por homicídio com dolo eventual, em contrariedade à realidade fática; o do advogado, absurdamente, pelo crime de desacato). No curso do inquérito policial, não foi concedido acesso às provas ao novo causídico habilitado para defender João e o primeiro advogado, concluindo-se a investigação com o indiciamento dos dois.
Pois bem.
Você sabe quem é João, da história acima? Não? João poderia ser você, caro cidadão, se, por uma desventura, fosse envolvido em uma contenda (de qualquer natureza ou gravidade) e não existisse uma lei federal que, em favor de cada um dos brasileiros, conferisse aos advogados e advogadas anteparos legais para, no exercício da profissão, promoverem a defesa dos direitos dos seus constituintes de forma livre e plena.
Não, as prerrogativas da advocacia, insculpidas na Lei 8.906/94, não são simplesmente “dos advogados”, mas sim de cada cidadão que deles necessite para a defesa dos seus direitos, em juízo ou fora dele.
Ora, como se cogitar que um advogado seja impedido de conversar com um cidadão que o constituiu como defensor? Como se conceber que um advogado seja proibido de se manifestar na defesa dos direitos do seu constituinte? Como se negar ao advogado acesso a provas já produzidas que sejam essenciais à defesa do cidadão que o habilitou para defende-lo? Como se admitir que um advogado seja preso pelo simples fato de estar, legitimamente, defendendo o direito de outro cidadão? Como se imaginar que, na eventual prisão de um advogado em razão do exercício da profissão, a Ordem dos Advogados do Brasil não seja imediatamente comunicada e não esteja presente? Enfim, como se esperar uma atuação independente e altiva de um advogado na defesa dos direitos de outrem sem que fossem conferidos anteparos legais para tanto? Impossível, não há negar!
As prerrogativas da advocacia se prestam justamente para impedir que essas e outras arbitrariedades incompatíveis com o Estado Democrático de Direito sejam concretizadas em detrimento de cidadãos que tenham confiado a defesa dos seus direitos a um advogado. Aliás, exatamente em razão dessa relevante função, a Constituição Federal, em seu artigo 133, estatui que “o advogado é indispensável à administração da justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei”, alçando a advocacia, dessa forma, à condição de um verdadeiro múnus público.
Assim, longe de configurarem um privilégio dos advogados e advogadas, as prerrogativas da advocacia constituem mais uma importante proteção conferida aos cidadãos pelo Estado, sendo, pois, essencial ao pleno exercício da cidadania por cada um dos brasileiros.
Prerrogativas da advocacia, garantias do cidadão: defendamos, todos, essa bandeira.
*Carlos Barros é Advogado criminalista, Diretor da OAB-PE e Coordenador do Sistema Estadual de Prerrogativas
No Debate das Dez da Pajeú, desta quinta-feira (10), o vereador de Afogados da Ingazeira, José Edson Ferreira, Zé Negão, fez uma avaliação da situação política que vive o país. Zé Negão também, falou sobre a política no Estado e local. Defendeu fervorosamente o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva e disse entender o voto […]
No Debate das Dez da Pajeú, desta quinta-feira (10), o vereador de Afogados da Ingazeira, José Edson Ferreira, Zé Negão, fez uma avaliação da situação política que vive o país.
Zé Negão também, falou sobre a política no Estado e local. Defendeu fervorosamente o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva e disse entender o voto do deputado federal Zeca Cavalcanti em favor de Temer, considerando que atrapalharia a estabilidade e colocaria no lugar Rodrigo Maya.
Mas Zé alertou: “se ele votar a favor da Reforma da Previdência da maneira que está ai, eu tanto não vou votar mais nele, como vou fazer campanha contra”. O vereador disse haver um quadro complexo para 2018, mas condenou movimentos como o pró Bolsonaro. “A gente viu como ele votou pelo impeachment”
Quanto à eleição estadual, também disse que o quadro tem muitas indefinições. Chamado a avaliar a gestão Patriota, disse que tem alguns pontos positivos, mas cobrou promessas feitas em campanha como a realização de concurso público.
Zé Negão, que está no quarto mandato como vereador, disse que desde que entrou na política, não pretendia seguir carreira no legislativo. Ele revelou: “tenho vontade de ser prefeito da minha terra. Eu não vou negar que sempre tive”. Ouça abaixo como foi o debate com acessando o Portal Pajeú Radioweb.
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