Prefeito de São José do Egito diz que primeira viagem a Brasília foi extremamente positiva
Por André Luis
Com menos de 15 dias governando a capital da poesia, Evandro Valadares conseguiu audiências com três ministros de estado. O de minas e energia, Fernando Coelho Filho, o de educação, Mendonça Filho e o de desenvolvimento social e agrário Osmar Terra.
Segundo Valadares, em entrevista a uma emissora de rádio, os recursos garantidos nesses encontros com os três ministros ultrapassam a marca dos 12 milhões de reais, entre ônibus escolar novo para o município, dinheiro para terminar obra inacabada da outra gestão, retorno de programa importante como o PAA (Programa de Aquisição De Alimentos) e investimentos na área de eficiência energética, sendo São José do Egito a primeira cidade do país a pedir ao Ministério de Minas e Energia recurso para implantação desse projeto.
Fato que chamou atenção foi que o gestor divulgou o custo total da sua viagem a capital federal, segundo Evandro, foi de aproximadamente R$ 5.500,00 (cinco mil e quinhentos reais).
“Acho que valeu a pena, gastar cinco mil e quinhentos e conseguir mais de 12 milhões.” Disse Valadares.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eriberto Medeiros (PP), fez uma visita institucional, nesta segunda-feira (09), ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), desembargador Frederico Neves. Ambos conversaram sobre a reta final das eleições municipais e os desafios que estão enfrentando para que o pleito ocorra da forma mais segura possível. Na ocasião, […]
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eriberto Medeiros (PP), fez uma visita institucional, nesta segunda-feira (09), ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), desembargador Frederico Neves.
Ambos conversaram sobre a reta final das eleições municipais e os desafios que estão enfrentando para que o pleito ocorra da forma mais segura possível.
Na ocasião, o presidente da Assembleia colocou a TV Alepe à disposição do TRE-PE como formar de contribuir com a divulgação das informações do processo eleitoral.
No encontro, os dois presidentes falaram também sobre o trabalho do TRE-PE e da Alepe para contribuir para uma eleição e participação política mais justa e da importância do combate às Fake News.
Na visita, o deputado Eriberto parabenizou o trabalho realizado pelos integrantes do Tribunal, diante da boa condução que vem sendo feita pela Justiça eleitoral nesse período de campanha, em que se prezou garantir a segurança da população diante dos riscos da pandemia do coronavírus.
O governador Paulo Câmara assinou, nesta segunda-feira (12.06), em evento no Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Pernambuco (SINDUSCON/PE), no Recife, decreto que cria a Câmara de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais (CAPHAB). Com o intuito de incentivar o setor a investir na construção de moradias populares, a iniciativa prevê a […]
O governador Paulo Câmara assinou, nesta segunda-feira (12.06), em evento no Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Pernambuco (SINDUSCON/PE), no Recife, decreto que cria a Câmara de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais (CAPHAB).
Com o intuito de incentivar o setor a investir na construção de moradias populares, a iniciativa prevê a redução do tempo de análise dos projetos, no âmbito estadual, de oito meses para até 30 dias úteis. O objetivo é agilizar e desburocratizar os pareceres técnicos de projetos habitacionais através da centralização da tramitação em seis órgãos estaduais e a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe).
“Essa ferramenta vai permitir que a gente avance nas análises de projetos habitacionais tão necessários e importantes para grande parte da população que precisa dessas moradias de baixo custo. Essa ação é fruto de uma série de reuniões, de um grande consenso e da necessidade de desburocratizar esses processos que demoram meses. Então, é muito importante no momento que nós estamos vivendo que hajam, por parte do Estado, os devidos encaminhamentos para que esses projetos possam sair do papel com a maior celeridade possível”, destacou o governador.
Integram a CAPHAB a Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (CONDEPE/FIDEM), a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), a Agência Pernambucana de Águas e Climas (APAC), o Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE), o Departamento de Estradas e Rodagens (DER) e a Celpe.
A câmara será responsável pelo recebimento e envio simultâneo aos órgãos competentes dos documentos e plantas dos empreendedores, além do acompanhamento de toda a tramitação até a conclusão dos processos. Dividido em duas fases, o processo se inicia com a consulta prévia, etapa opcional, que terá 15 dias úteis para realizar o estudo de viabilidade do empreendimento. A segunda etapa, que analisa se o projeto obedece a legislação vigente, é obrigatória e deverá ser concluída em até 30 dias úteis. Após obter os pareces técnicos estaduais através da CAPHAB, o construtor deverá encaminhar o projeto para validação do município no qual será implantado o habitacional.
Do Blog da Folha O deputado Luis Tibé (Avante-MG) propôs a criação de um novo fundo para financiar as campanhas eleitorais do País. Previsto na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 360/17, o Fundo Especial de Financiamento da Democracia destinará recursos para os partidos políticos aplicarem nas campanhas dos seus filiados. A novidade do fundo […]
O deputado Luis Tibé (Avante-MG) propôs a criação de um novo fundo para financiar as campanhas eleitorais do País. Previsto na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 360/17, o Fundo Especial de Financiamento da Democracia destinará recursos para os partidos políticos aplicarem nas campanhas dos seus filiados.
A novidade do fundo sugerido pelo parlamentar está na fonte dos seus recursos: o dinheiro virá de uma contribuição obrigatória sobre os salários do presidente e do vice-presidente da República, governadores (e vices), prefeitos (e vices), senadores, deputados federais e estaduais, vereadores e ocupantes de cargos comissionados, de livre nomeação, dos poderes Executivo e Legislativo.
Já existem dois fundos políticos, ambos abastecidos com recursos do orçamento federal e administrados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE): o Fundo Partidário e o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). Este último foi criado no ano passado (Lei 13.487/17) e terá sua estreia em 2018, quando destinará R$ 1,7 bilhão para as eleições gerais.
Regulamentação
Pela PEC, a União fica autorizada a instituir a contribuição, que será criada por lei. O fundo também poderá ter como fontes doações e contribuições que lhe forem destinadas. A proposta prevê que uma lei definirá a forma de distribuição dos recursos entre os partidos. A gestão do fundo será feita pelo TSE.
Tibé afirma que a sua proposta está mais alinhada ao que deseja a sociedade. “A classe política é quem financiará as eleições”, disse.
Segundo ele, a PEC permite a independência dos candidatos em relação ao poder econômico e preserva o orçamento público, “garantindo que nem um único centavo do dinheiro da educação ou da saúde, por exemplo, sejam utilizados para o financiamento de campanhas”.
Tramitação
A PEC 360/17 será analisada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara. Se a admissibilidade for aprovada, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.
Autoridades brasileiras adotaram medidas para proteger o processo eleitoral de possíveis ações externas às vésperas do primeiro turno. A estratégia inclui monitoramento de desinformação, articulação diplomática e ações da Justiça Eleitoral. Uma reportagem do The New York Times aponta que o Brasil intensificou a vigilância sobre campanhas de desinformação, atuação de grupos estrangeiros e conteúdos […]
Autoridades brasileiras adotaram medidas para proteger o processo eleitoral de possíveis ações externas às vésperas do primeiro turno. A estratégia inclui monitoramento de desinformação, articulação diplomática e ações da Justiça Eleitoral.
Uma reportagem do The New York Times aponta que o Brasil intensificou a vigilância sobre campanhas de desinformação, atuação de grupos estrangeiros e conteúdos que possam colocar em dúvida a integridade das eleições.
De acordo com a publicação, o governo mantém conversas informais com representantes de Canadá, Japão, Austrália e países da União Europeia sobre uma eventual manifestação conjunta em defesa da integridade do processo eleitoral após a divulgação dos resultados.
Diplomatas ouvidos pelo jornal americano afirmaram que esses países discutem a possibilidade de reconhecer rapidamente a legitimidade do processo, independentemente de quem vença. As conversas ocorrem em meio à preocupação brasileira com uma possível atuação externa relacionada à eleição.
As agências de inteligência também passaram a tratar como prioridade o acompanhamento de possíveis operações de manipulação estrangeira nas redes sociais.
No âmbito eleitoral, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adotou medidas de enfrentamento à desinformação e cobrou de plataformas digitais planos para lidar com conteúdos enganosos, inclusive aqueles produzidos com inteligência artificial.
A Justiça Eleitoral também intensificou ações de divulgação sobre o funcionamento e a segurança do sistema brasileiro. Em agosto, o TSE promoveu um encontro com mais de 80 diplomatas para apresentar informações sobre o processo de votação.
O cenário brasileiro é acompanhado no contexto de uma mudança política ocorrida em diferentes países da América Latina, onde candidatos de direita conquistaram governos nos últimos anos. A disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) é tratada internacionalmente como uma eleição com impacto sobre esse equilíbrio regional.
A preocupação com os Estados Unidos está relacionada à atuação do governo de Donald Trump na região e ao histórico recente de tensões entre Washington e Brasília. No ano passado, os Estados Unidos impuseram sanções a autoridades brasileiras e tarifas de 50% sobre produtos do país.
Autoridades brasileiras ouvidas pela reportagem avaliam que eventuais ações externas poderiam ocorrer por meio de medidas econômicas, campanhas digitais ou iniciativas capazes de influenciar a percepção dos eleitores.
O governo Trump nega que esteja tentando interferir na eleição brasileira.
A reportagem foi produzida a partir de entrevistas com mais de uma dezena de integrantes do governo brasileiro, autoridades eleitorais, policiais, agentes de inteligência e diplomatas estrangeiros.
O primeiro turno das eleições será realizado neste domingo (4).
Fonte: O Globo/The New York Times
Foto: Reprodução
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Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) afirmou nesta quarta-feira (23), em discurso na tribuna, que o candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), quer acabar com o programa Mais Médicos. Humberto criticou o tucano por mascarar sua posição sobre o programa ao afirmar que apoia o Mais Médicos, mas […]
Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) afirmou nesta quarta-feira (23), em discurso na tribuna, que o candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), quer acabar com o programa Mais Médicos.
Humberto criticou o tucano por mascarar sua posição sobre o programa ao afirmar que apoia o Mais Médicos, mas que quer rever o acordo internacional que permite a vinda de profissionais cubanos ao Brasil para atuar na rede de assistência básica à saúde, o que significa a total inviabilização do programa.
O líder do PT lembrou que a oposição, além de combater duramente o Mais Médicos, também quis impedir a criação e a continuidade de outros importantes programas sociais dos governos do PT. Entre eles, o Bolsa Família, que os adversários chegaram a chamar de bolsa esmola, e o ProUni, que a oposição foi à justiça para evitar que estudantes pobres tivessem direito à bolsa para ingressar no ensino universitário. O ProUni já garantiu o direito à graduação a mais de 1,2 milhão de jovens.
“Mas o PSDB não se dá por satisfeito com todas as derrotas que já teve e, novamente, ameaça o Mais Médicos. Mudar as regras de um acordo internacional, querer obrigar um país como Cuba – que nos cedeu mais de 11 mil médicos para suprir nossas carências (80% do total de profissionais do programa no Brasil) – a aceitar as imposições unilaterais do senador Aécio é querer destruir o programa”, declarou Humberto.
O senador reiterou que os profissionais cubanos vieram voluntariamente ao país por meio de um acordo de assistência humanitária firmado entre Brasil e Cuba junto à Organização Panamericana da Saúde (Opas), braço da ONU para a saúde no continente. Humberto avalia que, graças principalmente ao trabalho deles no interior do país e nas periferias das grandes cidades, já houve diminuição da mortalidade infantil, materna, de diabéticos e de hipertensos. As consultas realizadas nos postos de saúde de todo o país tiveram um crescimento de 35% de janeiro de 2013 a janeiro deste ano.
Também criticou a proposta do tucano de obrigar os médicos cubanos, de sólida formação acadêmica em sua área, a se submeter ao processo do Revalida, exame federal que reconhece o diploma de medicina obtido no exterior.
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