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Prefeito de Santa Cruz adere a programa federal de internet rápida

Por Nill Júnior

O prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde, Tássio Bezerra, esteve nesta segunda (12), em Brasília, para participar da cerimônia com o presidente Michel Temer e com o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, assinando o termo de adesão ao programa Internet para Todos, que contou com vários prefeitos do País.

Segundo o MCTIC, o Internet para Todos tem o objetivo de levar banda larga a regiões e municípios sem acesso ou com acesso precário à internet. O governo federal projeta que cerca de 40 mil localidades no país serão beneficiadas pela iniciativa, que oferecerá aos usuários conexão a preços bem reduzidos.

“Não é um serviço gratuito, mas com preços bem mais baixos do que se tem praticado pelas operadoras, por esta razão, é muito importante para os municípios que agora poderão colocar internet banda larga em escolas, hospitais e postos de saúde”, disse o prefeito Tássio Bezerra.

Os municípios que entraram na primeira fase do Internet para Todos começarão a receber as antenas em maio.

O prefeito Tássio também afirmou que em Santa Cruz da Baixa Verde, três localidades terão acesso ao serviço.“Cabe às prefeituras indicar onde serão instaladas as antenas para distribuição do sinal de internet, bem como garantir a segurança da área e custear as despesas de energia elétrica. Já assumimos o compromisso e agora é comemorar o avanço da tecnologia no nosso município”.

Outras Notícias

Coluna do Domingão

Não se afronta a democracia  A prisão do general quatro estrelas Braga Netto neste sábado,  é mais um tapa na cara e justa lição para os golpistas,  conspiradores,  reais traidores da pátria,  real escória da sociedade. A Polícia Federal reuniu provas inquestionáveis de sua atuação no planejamento e execução de um golpe de Estado. Se dependesse […]

Não se afronta a democracia 

A prisão do general quatro estrelas Braga Netto neste sábado,  é mais um tapa na cara e justa lição para os golpistas,  conspiradores,  reais traidores da pátria,  real escória da sociedade.

A Polícia Federal reuniu provas inquestionáveis de sua atuação no planejamento e execução de um golpe de Estado. Se dependesse de Braga Netto, estaríamos vivendo sob um governo ilegítimo, imposto contra a vontade popular. O jornalismo livre estaria ameaçado e intimidado.

O golpe, segundo a própria Polícia Federal,  não se consumou por circunstâncias alheias à sua vontade. O general ainda atuou no sentido de obstruir as investigações em curso, por meio de obtenção ilícita de dados de colaboração premiada de Mauro Cid. Queria se antecipar aos fatos a cada declaração do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

Todas as tramas golpistas, inclusive o plano para matar Lula, Geraldo Alckmin e o próprio ministro Alexandre de Moraes, passavam por ele.

Braga Netto acreditava que sua posição privilegiada e liderança interna no Exército o faria liderar esse movimento a serviço de Bolsonaro e em benefício próprio sem ser incomodado pelo Estado Brasileiro. A manhã de sábado mostrou que era um engano do general. Nem ele nem ninguém está acima da força das instituições.

Ainda restam mais nomes no quebra cabeças golpistas, inclusive o ex-presidente Jair Bolsonaro.  E que seja. A lei não pode poupar nenhum deles. Não se relativiza,  diminui, se passa a não, não se anistia. Isso, não se anistia.  Aliás foi essa concessão herdada dos anos da ditadura militar que abriu a gula golpista de hoje.

A Braga Netto, os kids pretos, bem como aos futuros aprisionados, uma saudação especial: bem vindos ao cárcere e ao limbo da história. No Brasil esse é hoje o caminho para quem trai nosso legítimo direito de viver com liberdade de escolha e de vida.

Essa reflexão nada tem a ver com direita ou esquerda, mas com a certeza de que só há um caminho para ocupar espaços de poder no Brasil: a democracia, o voto direto,  a decisão que emana do povo, da sociedade. Foi assim que a direita chegou ao poder, foi assim que a direita perdeu o poder, só assim a direita poderá voltar ao poder.  Nunca por golpe, por tomada à força.  Nunca, nunca mais…

Avisa lá

Mais um prefeito do Pajeú invocou a possibilidade de disputar mandato estadual: o de Ingazeira,  Luciano Torres, somando-se a Adelmo Moura,  Marconi Santana e Anchieta Patriota. Alguém avisa a eles que, com muito aperto e se der, só cabe um?

Cada um com seu cada um 

A semana foi marcada pela pesquisa Quaest e a Genial Investimentos, mostrando o prefeito do Recife, João Campos (PSB), liderando com 64% das intenções de voto, contra 22% de Raquel Lyra.  Aliados do socialista,  claro, comemoraram a notícia. Já os que defendem Raquel acreditam que o volume de investimentos nos próximos 18 meses vai equilibrar o jogo.

Tic tac

Preso pela Polícia Federal neste sábado (14), o general da reserva Walter Braga Netto pode pegar até 33 anos de prisão se for condenado às penas máximas dos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa.

Certos

O prefeito Sandrinho Palmeira tem algumas certezas em seu secretariado 2.0: Arthur Amorim (Saúde), Ney Quidute (a definir), Augusto Martins (a definir), Odílio Lopes (Infraestrutura), Rodrigo Lima (Imprensa) e Flaviana Rosa (Transportes). No resto, angu de caroço,  tiro,  porrada e bomba.

Errados

O anúncio de Fredson Brito não respeitou os veículos de imprensa.  Na campanha,  cada movimento gerava uma nota para a imprensa.  No anúncio,  quem quis saber teve que assistir à Ello TV,  que nada tem a ver com isso, cumprindo seu papel. Na campanha, atenção. No anúncio, se virem. Ah, e se achar que vai gerir ignorando o rádio,  que chega à base da sociedade, pode esperar o baque…

Só falta Zeca

Pelo tom usado por Célia Galindo no LW Cast,  a impressão é de que já teria votos de parte da oposição e governistas. A chave de sua volta à presidência da Câmara estaria então com o prefeito Zeca Cavalcanti, direcionando o que quer da sua bancada. A única exceção seria a vereadora já ter todos os votos da oposição. Com 69 anos, leva.

O nome é meu

Depois de eleito com o nome Berg Gomes na urna, por orientação dos marqueteiros e gurus políticos,  o prefeito eleito de Carnaíba passou a assinar os textos da transição como Wamberg Gomes, por sua decisão,  indicando que prefere ser tratado com o nome de registro.  Desafio é,  depois de acostumar,  fazer a mudança pegar.

O impacto 

Em Serra Talhada,  a decisão de Zé Raimundo de romper com a prefeita Márcia Conrado,  se dizendo traído na condução da escolha da Mesa Diretora da Câmara em detrimento de Manoel Enfermeiro não terá impacto matemático,  dada a maioria folgada da petista. Mas tem forte impacto político,  dada a liderança natural e peso de fala do vereador.  Matematicamente,  conta como menos um, mas simbolicamente,  pesa mais…

Frase da semana: “Nunca fiz um mandato preocupada com o voto imediato”.

Da governadora Raquel Lyra sobre a pesquisa Quaest divulgada esta semana.

Renan diz que Senado vai retomar texto original da Lei das Estatais

Câmara alterou vários pontos de proposta aprovada pelo Senado. Projeto volta para análise de senadores antes de ir a promulgação. Do G1 O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta quarta-feira (15) que os senadores vão “certamente” restabelecer o texto aprovado pela Casa – mas modificado pela Câmara dos Deputados –  que cria a […]

1fev2015---o-presidente-do-senado-e-candidato-a-reeleicao-senador-renan-calheiros-pmdb-al-faz-sinal-de-positivo-durante-a-solenidade-de-posse-dos-27-novos-senadores-neste-domingo-em-brasilia-1422820968260_615x300

Câmara alterou vários pontos de proposta aprovada pelo Senado.
Projeto volta para análise de senadores antes de ir a promulgação.

Do G1

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta quarta-feira (15) que os senadores vão “certamente” restabelecer o texto aprovado pela Casa – mas modificado pela Câmara dos Deputados –  que cria a Lei de Responsabilidade das Estatais.

Como o projeto tem origem no Senado, cabe aos senadores darem a redação final da proposta, podendo desfazer as modificações aprovadas pela Câmara. Depois de ser aprovado em definitivo pelo Senado, o projeto vai à sanção presidencial.

Na madrugada desta quarta-feira (15), o plenário da Câmara aprovou uma versão mais flexível do projeto que estabelece regras para a gestão de empresas estatais, como Petrobras e Banco do Brasil. O texto já havia sido aprovado pelo Senado, mas foi alterado pelo relator da matéria na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA).

Entre as mudanças aprovadas pelos deputados, está a retirada da carência de três anos para a nomeação de gestores que eram filiados a partidos políticos ou que exerciam atividade sindical. Além disso, foi diminuído o percentual mínimo de integrantes “independentes” nos conselhos de administração das empresas.

São classificados como “independentes” gestores que não possuam vinculação prévia com a empresa pública e também não sejam parentes de até terceiro grau de detentores de cargos de chefia no Executivo Nacional ou local.

“O Senado, quando aprovou esse projeto, ele quis dar uma resposta, botar o dedo na ferida, dar um rumo para impedir aquelas coisas que estavam acontecendo [ingerências nas estatais]. A tendência do Senado é repor tudo que a Câmara rejeitou para que tenhamos critérios indiscutíveis com relação ao preenchimento dos cargos das estatais […] Nós vamos restabelecer certamente aquilo que o Senado aprovou”, disse Renan Calheiros.

No dia 6 de junho, o presidente Michel Temer anunciou a paralisação de todas as indicações para o comando de estatais até a aprovação do texto. A Lei de Responsabilidade das Estatais foi criada nos mesmos moldes da Lei de Responsabilidade Fiscal e tem como objetivo dar maior transparência às contas das estatais.

Pela proposta, empresas deverão elaborar uma série de relatórios – de execução do orçamento, riscos, execução de projetos, ambientais – e disponibilizá-los à consulta pública.

Anualmente, a estatal terá que divulgar, a acionistas e à sociedade, carta que contenha dados financeiros das atividades da empresa.

O texto prevê a criação de um comitê de avaliação dos administradores da estatal, que será liderado por um membro independente – sem histórico de vínculo com a estatal – do conselho de administração da empresa.

O projeto estabelece ainda que, num prazo de dez anos, as empresa estatais federais deverão manter, pelo menos, 25% de suas ações em circulação no mercado. O texto original exigia que estatais municipais e estaduais também lançassem ações na bolsa de valores. Atualmente não há percentual mínimo.

Conselhos de administração – Outro ponto importante da proposta é o que trata da composição dos conselhos de administração das estatais. Segundo o texto aprovado pelos deputados, 20% dos membros desses conselhos devem ser independentes, ou seja, não podem ter vínculo com a estatal nem ter parentesco com detentores de cargos no chefia no Executivo, como presidente da República, ministros ou secretários de estados e municípios.

A proposta aprovada pelo Senado previa que o percentual deveria ser de 25%. Além disso, os membros independentes não podem ter sido empregados da empresa – em um prazo de três anos antes da nomeação para o conselho – nem ser fornecedores ou prestadores de serviço da estatal.

O texto também estabelece requisitos mínimos para a nomeação dos demais membros dos conselhos de administração. Entre as exigências, o membro deverá ter pelo menos dez anos de experiência na área de atuação da empresa estatal ou ter experiência mínima de quatro anos em cargos de chefia, além de ter formação acadêmica compatível com o cargo.

Vice-prefeita de Cumaru renuncia após Marília ser majoritária na cidade

Girlene Cardoso havia divulgado carta dizendo que renunciaria se Marília fosse majoritária no município A vice-prefeita de Cumaru, no Agreste, Girlene Cardoso (PP), deixou o cargo na segunda-feira (31), após pôr o mandato “à prova” na cidade.  Ela divulgou uma carta dizendo que iria renunciar ao posto e transferir o título eleitoral para outro município […]

Girlene Cardoso havia divulgado carta dizendo que renunciaria se Marília fosse majoritária no município

A vice-prefeita de Cumaru, no Agreste, Girlene Cardoso (PP), deixou o cargo na segunda-feira (31), após pôr o mandato “à prova” na cidade. 

Ela divulgou uma carta dizendo que iria renunciar ao posto e transferir o título eleitoral para outro município caso Raquel Lyra (PSDB), governadora eleita de Pernambuco, tivesse menos votos que Marília Arraes (Solidariedade) na cidade.

A diferença entre as duas candidatas foi de 24 votos, mas, em Cumaru, Marília Arraes venceu. 

O placar foi de 5.460 votos a 5.436 votos. Por causa disso, Girlene Cardoso divulgou outra carta, autenticada em cartório, confirmando o compromisso.

A primeira carta foi redigida no dia 14 de outubro. No documento, firmado em cartório, Girlene Cardoso afirma que, com a medida, estava colocando “o mandato em julgamento”, e dizia não aguentar mais “tanta calúnia e tanta difamação”.

“Se vocês acharem que estamos fazendo o melhor para Cumaru, então, nesta eleição, vote junto comigo. Vote em Raquel Lyra 45. Mas, se você achar que este trabalho não é o que você esperava, vote na outra candidata”, dizia o texto.

Apesar de Raquel Lyra ter perdido em Cumaru, a governadora eleita teve aumento expressivo entre os dois turnos das eleições. 

No primeiro, ela foi a terceira colocada na cidade. Marília Arraes teve 3.940 votos; o candidato derrotado Danilo Cabral (PSB), 2.599; e Raquel Lyra, 1.721 votos. As informações são do G1-PE.

Piloto tentou pousar em bambuzal e passou por igreja e prédio, diz polícia

Os pilotos do avião que caiu em Santos (SP), no acidente que matou o candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, podem ter tentado pousar num bambuzal, para minimizar os efeitos da queda. No caminho, escaparam de atingir uma igreja e um prédio residencial. Os pilotos eram Marcos Martins e Geraldo da Cunha. A hipótese foi apresentada […]

Os pilotos do avião que caiu em Santos (SP), no acidente que matou o candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, podem ter tentado pousar num bambuzal, para minimizar os efeitos da queda. No caminho, escaparam de atingir uma igreja e um prédio residencial. Os pilotos eram Marcos Martins e Geraldo da Cunha.

A hipótese foi apresentada nesta quarta-feira (13) pelo delegado da Deinter 6, de Santos, Aldo Galeano, que conduz as investigações pela Polícia Civil. “A explosão a gente praticamente acredita que foi em solo. O piloto procurou um bambuzal vizinho a uma piscina. Jogou o avião no meio do bambuzal, talvez para amortecer e ter alguma chance de sobrevivência”, declarou.

O delegado supôs o que pode ter acontecido no trajeto do avião, que, na queda, não atingiu tantas casas. “Na minha pouca experiência na aeronáutica, classifico como ato extremamente heroico. Tínhamos uma igreja, uma academia, várias casas e prédios. Ele teve uma atitude extremamente heroica”, disse.

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Segundo Galeano, os pilotos estariam conscientes quando aconteceu tudo, considerando-se o trajeto do avião e a hipótese da explosão no solo. De qualquer forma, a polícia investiga se houve imprudência, imperícia e negligência.

Há as duas hipóteses clássicas: falha humana ou falha técnica. O inquérito tem 30 dias para ser concluído. Se os pilotos forem considerados culpados, não há punição possível para ninguém em razão de terem morrido. A responsabilidade não passa para a empresa onde trabalhavam.

Na sofrência, só valeu a transmissão da Pajeú

Por Magno Martins,  jornalista Mesmo tricolor, depois que o Afogados ingressou no Campeonato Pernambuco, torço pela Coruja em qualquer jogo, seja diante até da cobrinha. Mas só mesmo para ficar na sofrência, como ontem, quando o time da minha terra levou uma cipoada de 5 X 2. O que valeu, no entanto, foi acompanhar pela […]

Por Magno Martins,  jornalista

Mesmo tricolor, depois que o Afogados ingressou no Campeonato Pernambuco, torço pela Coruja em qualquer jogo, seja diante até da cobrinha. Mas só mesmo para ficar na sofrência, como ontem, quando o time da minha terra levou uma cipoada de 5 X 2.

O que valeu, no entanto, foi acompanhar pela Internet, de Arcoverde, a transmissão do jogo pela Rádio Pajeú. A Seleção do Povo, como Nill Júnior, diretor da Rádio Pajeú, batizou a equipe esportiva da emissora, deu um show à parte direto do Arrudão. Viciado em rádio, ouvi toda a competente narração de Aldo Vidal num restaurante ao lado da minha Nayla e das suas filhas Bia e Helô.

Nill é craque em tudo que faz no rádio e até nas transmissões de futebol dá show. Além dele, a participação vibrante de Júnior Cavalcanti e do meu irmão Augusto Martins, este comentando o jogo. Também com abalizada e cirúrgica análise. Um time de campeões, nada a dever às equipes esportivas da capital.

A única bola fora, na verdade, foi o fraco futebol da Coruja.