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Prefeito de Brejinho destaca obras em diferentes áreas do município

Por André Luis

Por André Luis

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, utilizou suas redes sociais para compartilhar informações sobre as obras que estão sendo realizadas no município, abrangendo áreas como Educação, Saúde e Esporte. “O objetivo dessas obras é promover o desenvolvimento e o bem-estar da população brejinhense”, destaca o gestor.

Na área da Educação, uma parceria com o Governo Federal está possibilitando a construção de uma Escola de Educação Infantil e uma creche tipo 2 padrão FNDE. Essas novas estruturas irão contribuir para a melhoria da educação no município, oferecendo espaços adequados e acolhedores para o ensino e cuidado das crianças.

No setor da saúde, destaca-se a construção de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de nível 4 no Bairro da Vila Mariana. Essa obra, que está em andamento, representa um investimento significativo no valor de R$ 1.611.640,31. A nova UBS irá proporcionar melhores condições para o atendimento à saúde da população, garantindo um espaço adequado e equipado para a prestação de serviços médicos e assistenciais.

No campo do esporte, o Estádio de Futebol “O Tonhão” está passando por reformas para aprimorar ainda mais as atividades esportivas no município. Essa iniciativa visa proporcionar melhores condições para a prática do futebol e outras modalidades esportivas, incentivando a participação da comunidade e promovendo um estilo de vida saudável.

“Além dos benefícios diretos em cada área, é importante ressaltar que todas essas obras estão gerando empregos para a população de Brejinho. Mais de 50 famílias estão sendo beneficiadas com a oportunidade de trabalho, o que fortalece a economia local e contribui para o desenvolvimento socioeconômico do município”, lembra Gilson.

Outras Notícias

Novo presidente do MDB de Afogados da Ingazeira será anunciado nesta quinta-feira

Nomeação será feita pela deputada Iza Arruda nesta quinta-feira na Câmara de Vereadores Por André Luis A Deputada Federal Iza Arruda foi designada pela alta direção do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) para uma missão partidária. Ela será responsável por formar as Comissões Executivas Municipais de diversos núcleos partidários importantes. As nomeações serão feitas com o […]

Nomeação será feita pela deputada Iza Arruda nesta quinta-feira na Câmara de Vereadores

Por André Luis

A Deputada Federal Iza Arruda foi designada pela alta direção do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) para uma missão partidária. Ela será responsável por formar as Comissões Executivas Municipais de diversos núcleos partidários importantes. As nomeações serão feitas com o objetivo de fortalecer a representação e a atuação do partido em diferentes segmentos da sociedade.

As Comissões Executivas Municipais que serão formadas por Iza Arruda são as seguintes: MDB Mulher, Juventude MDB, MDB Afro-Brasileiro, MDB Diversidade, MDB Trabalhista, MDB Socioambiental e Proteção Animal. Cada uma dessas comissões tem como propósito promover a participação e a representatividade dentro do MDB, bem como garantir a inclusão e a defesa dos interesses de diferentes grupos e segmentos da população.

Além da formação das comissões executivas, também está prevista a nomeação de um novo presidente para o MDB em Afogados da Ingazeira. Atualmente, o comando do partido no município está nas mãos do vice-prefeito Daniel Valadares. No entanto, segundo informações apuradas, o comando deve ser transferido para o ex-vereador Zé Negão ou para o seu filho, o vereador Edson Henrique.

Essa mudança na presidência do MDB em Afogados da Ingazeira faz parte de uma estratégia de renovação e fortalecimento do partido no município. O evento acontece nesta quinta-feira (28), às 19h, na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira.

Aliança entre Madalena, Cybele e Israel Rubis seria chance de derrotar Zeca

Impasse estaria em Célia Galindo, que quer ver qualquer cenário, menos o ajuntamento com o Delegado  No momento, noves fora, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti (PTB) acredita que pode bater o bloco governista em Arcoverde. Isso porque caso haja divisão, com Cybele Roa de um lado e Israel Rubis do outro,  o também ex-deputado acredita que […]

Impasse estaria em Célia Galindo, que quer ver qualquer cenário, menos o ajuntamento com o Delegado 

No momento, noves fora, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti (PTB) acredita que pode bater o bloco governista em Arcoverde. Isso porque caso haja divisão, com Cybele Roa de um lado e Israel Rubis do outro,  o também ex-deputado acredita que soma mais e consegue voltar à prefeitura.

Mas tem um cenário que pode gerar uma reviravolta sem precedentes em uma das eleições mais observadas do estado.  É o que une Madalena Britto,  Israel Rubis e Cybele Roa.  Nos bastidores, esse é o cenário que preocupa o petebista. Se não é uma construção fácil, também não é impossível.  Conversas nas três pontas do quebra cabeça já existem.

Um dos empecilhos estaria na Presidente da Câmara,  Célia Galindo,  aliada de Madalena e inimiga pessoal de Israel, que ganhou popularidade justamente por investigar pessoas próximas a ela.

Célia pediu a cabeça do Delegado ao governador Paulo Câmara e ficou muito enfraquecida no episódio.  Mas ainda tem poder, trânsito e alguns vereadores debaixo do seu guarda-chuva.

Esse é o maior dilema de Madalena, o de convencer Célia a uma decisão pela unidade que pode representar  a manutenção do bloco no poder.

Outra opção,  ir a frente mesmo sem apoio da vereadora, o que pode ser até um trunfo político no futuro. Se Madalena driblar essa situação e conseguir a unidade tríplice,  vai alcançar o único cenário que assusta pra valer Zeca Cavalcanti.

Reações agora são contra inquérito que apura ofensas a ministros do STF

Um dia após a revogação da censura a sites que reproduziram um documento da Lava Jato com citação ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, as reações agora são contra o próprio inquérito que apura ofensas contra ministros do STF. Em entrevista nesta sexta (19) à GloboNews, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Ayres […]

Um dia após a revogação da censura a sites que reproduziram um documento da Lava Jato com citação ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, as reações agora são contra o próprio inquérito que apura ofensas contra ministros do STF.

Em entrevista nesta sexta (19) à GloboNews, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Ayres Britto, disse que espera que o inquérito seja arquivado. E acrescentou que, ao final das investigações, ele terá que ser enviado ao Ministério Público Federal, que já pediu o arquivamento e concluiu que as provas não serão consideradas.

“Não se pode obrigar o Ministério Público a formular, formalizar uma denúncia perante o judiciário. Portanto, a última palavra, embora o Ministério Público não decida, a decisão é do judiciário, mas essa não propositura da ação cabe ao Ministério Público e não há o que fazer. É arquivar o processo”, disse.

Ayres Brito reforçou que não cabe ao Supremo investigar e julgar ao mesmo tempo: “quem investiga, não julga. Quem julga não investiga. E há no sistema de Justiça órgãos de investigação criminal, penal, por exemplo, a polícia. Órgãos de denúncia, órgão de denúncia que é o Ministério Público, a acusação, denúncia. Ele é o Ministério Público segundo o artigo 129 inciso I da Constituição”.

A investigação foi aberta no dia 14 de março com o objetivo de apurar ofensas ao STF e seus ministros. O inquérito foi instaurado de ofício, por ordem do presidente Dias Toffoli, sem pedido do Ministério Público, como prevê a lei. Além disso, há críticas de que o relator foi escolhido, e não sorteado, como é a norma regimental no Supremo. E que não está claro o alcance da investigação.

Nesta semana, a procuradora-geral, Raquel Dodge, pediu o arquivamento, mas o relator, ministro Alexandre de Moraes, negou. Até agora, a censura foi a única medida do inquérito que foi derrubada. A investigação segue valendo e outras diligências tomadas até agora, como buscas em endereços de suspeitos de ofender ministros.

Nesta sexta (19), cresceram as reações a favor do fim do inquérito. O vice-procurador-geral, Luciano Maia, reforçou a defesa do fim da investigação. Luciano Maia disse que qualquer investigação precisa caminhar com absoluta sintonia com a Constituição e respeitar a legalidade.

O jurista Eduardo de Mendonça questiona a legalidade do inquérito: “por mais grave que seja um crime contra o Supremo e contra seus ministros, a investigação e a acusação em princípio deveriam permanecer com a autoridade policial, com o MP, que certamente se empenharão em levar uma investigação como essa adiante, com o máximo de eficiência e zelo, compatível com a gravidade dos crimes de que se cogita”.

O professor da FGV Michael Mohallem afirmou que o arquivamento é a melhor solução: “ainda há uma expectativa de que o próprio plenário do Supremo se manifeste e corrija os rumos dessa investigação ou até quem sabe, uma solução ainda melhor seja o arquivamento desse inquérito. As diligências, o desenvolvimento dessa investigação avançou sobre direitos garantidos da nossa Constituição, principalmente a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa. A gente teve atos sérios, graves, como a censura a dois veículos da imprensa brasileira. E portanto, ainda que esses atos já tenham sido corrigidos, esses são abusos cometidos no âmbito dessa investigação”.

Em Nova York, o ministro do Supremo, Luis Roberto Barroso disse à TV Globo que as reações contrárias ao inquérito mostram uma sociedade mais mobilizada e consciente: “eu não gosto de falar para fora o que eu posso falar para dentro. Não é difícil de adivinhar a minha opinião. Acho que às vezes os processos históricos têm um ciclo e acabam morrendo de morte natural. Eu acho que nós vivemos no Brasil um momento difícil, que parece sombrio, mas nós estamos passando pelo que precisamos passar para nos aprimorarmos como país e para amadurecermos”.

Bolsonaro prepara fuga em 2022

Por Bernardo Mello Franco – O Globo O capitão avisou: só vai aos debates em 2022 se os adversários aceitarem suas condições. “É para falar sobre o meu mandato. Até a minha vida particular, fique à vontade. Mas que não entre em coisas de família, de amigos, porque vai ser algo que não vai levar […]

Por Bernardo Mello Franco – O Globo

O capitão avisou: só vai aos debates em 2022 se os adversários aceitarem suas condições.

“É para falar sobre o meu mandato. Até a minha vida particular, fique à vontade. Mas que não entre em coisas de família, de amigos, porque vai ser algo que não vai levar a lugar nenhum”, disse.

“Tenho quatro anos de mandato para mostrar o que fiz”, prosseguiu. “Agora, eu não posso aceitar provocação, coisas pessoais, porque daí você foge da finalidade de um bom debate”, encerrou.

Pelas regras expostas na quinta-feira, Jair Bolsonaro não poderá ser questionado sobre o vaivém de dinheiro no gabinete do filho Zero Um. “Coisas de família”, incluindo os depósitos de R$ 89 mil para a primeira-dama. Também ficam proibidas perguntas sobre o gabinete do ódio e a indústria das fake news, que puseram o Zero Dois e o Zero Três na mira da polícia.

Que nenhum candidato se atreva a falar em rachadinha. O termo traz à memória o ex-PM Fabrício Queiroz, antigo parceiro de pescarias e churrascos. O índex ainda incluirá o miliciano Adriano da Nóbrega, fuzilado na Bahia. Este era amigo do clã a ponto de receber visita e condecoração na cadeia.

Bolsonaro sabe que não é talhado para debates. Em 2018, só participou de dois encontros com rivais. Tentou jogar na defensiva, mas saiu em desvantagem quando foi confrontado. Na Band, Guilherme Boulos lembrou que o capitão empregava funcionária fantasma e embolsava auxílio moradia com imóvel próprio em Brasília. Na RedeTV!, Marina Silva lhe passou sermão por ensinar uma criança de colo a fazer arminha com os dedos.

Depois da facada, Bolsonaro não se expôs mais a nenhum confronto direto. Alegou razões médicas, embora tenha recebido uma equipe de TV no dia em que sete candidatos foram aos estúdios da Globo. No segundo turno, ele repetiu a desculpa para não debater com Fernando Haddad. Chegou ao dia da eleição sem ter olhado nos olhos do adversário.

Não existe debate sério com assuntos proibidos. Ao impor suas exigências, Bolsonaro busca um pretexto para se esconder dos adversários. A questão é saber se ele terá condições de bancar uma nova fuga. O arrego é um recurso que costuma ser usado por candidatos favoritos. Era o caso do capitão em 2018, mas tudo indica que não será mais em 2022.

A história também registra exemplos de presidenciáveis que se arrependeram da tática. Em 2006, Lula faltou aos debates do primeiro turno, alegando que não pretendia se submeter a “grosserias e agressões”. Ausente, virou alvo dos adversários e não teve espaço para se defender.

Infidelidade a toda prova

Flávio Bolsonaro é um caso patológico de infidelidade partidária. O senador vai para a quarta legenda em menos de três anos. Eleito pelo PSL, mudou para o Republicanos e se transferiu de novo para o Patriota. Na terça-feira, assinará a ficha de filiação do PL.

Na prática, o Zero Um e os irmãos sempre pertenceram a uma sigla sem registro: o PFB, Partido da Família Bolsonaro. O clã só usa as legendas oficiais para receber dinheiro público e disputar eleições.

MPE pede que TSE rejeite registro de candidatura de Pablo Marçal à Presidência

O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que rejeite o registro da candidatura de Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República. O órgão também solicita uma decisão provisória para restringir sua participação na campanha enquanto o processo é analisado. O pedido de registro de Marçal foi apresentado pelo PRTB no último […]

O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que rejeite o registro da candidatura de Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República. O órgão também solicita uma decisão provisória para restringir sua participação na campanha enquanto o processo é analisado.

O pedido de registro de Marçal foi apresentado pelo PRTB no último sábado (15), prazo final estabelecido pela Justiça Eleitoral. A apresentação da candidatura, porém, não significa que o registro esteja deferido: cabe ao TSE decidir se o empresário reúne as condições necessárias para disputar a eleição.

Na impugnação, o Ministério Público aponta que Marçal permanece inelegível até 2032 em razão de uma condenação por uso indevido dos meios de comunicação social durante a campanha municipal de São Paulo em 2024.

No último dia 5 de agosto, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) rejeitou embargos apresentados pela defesa e manteve a condenação.

O caso envolve a realização de concursos nas redes sociais com oferta de prêmios para estimular seguidores a produzir e disseminar conteúdos eleitorais durante a campanha de 2024.

Filiação ao PRTB também é questionada

O MPE aponta ainda problemas relacionados à filiação partidária de Marçal.

O empresário conseguiu protocolar sua candidatura depois de obter uma decisão liminar da Justiça Eleitoral que reconheceu sua filiação ao PRTB com efeito retroativo a 4 de abril, data-limite para que candidatos estivessem filiados a uma legenda.

O Ministério Público, no entanto, argumenta que não há comprovação suficiente de que Marçal estivesse efetivamente filiado ao PRTB dentro do prazo legal e afirma que, naquele período, ele se apresentava publicamente como integrante do União Brasil.

Com base nesses dois pontos, o MPE defende o indeferimento do registro.

O órgão também pediu ao TSE que, em caráter provisório, impeça Marçal de utilizar recursos públicos destinados à campanha, participar da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão e praticar outros atos de propaganda enquanto a questão é julgada.

Campanha pode continuar enquanto TSE não decidir

Até que exista uma decisão da Justiça Eleitoral impedindo a continuidade da candidatura, Marçal pode seguir realizando atos de campanha.

A legislação eleitoral permite que quem tenha apresentado o pedido de registro dentro do prazo legal participe da campanha enquanto o requerimento estiver pendente de julgamento.

O processo deverá agora ser analisado pelo TSE. A decisão sobre o registro determinará se Marçal poderá permanecer oficialmente na disputa pela Presidência.

Fonte: G1 | Imagem: Reprodução