Prefeito confirma unidade com Totonho. “Não vai ter racha”
Por André Luis
Totonho e Patriota vão beber da mesma água em 2020.
Totonho e Patriota vão beber da mesma água em 2020.
O prefeito aproveitou o final da entrevista na Rádio Pajeú para falar de política. Ele disse que não é hora de tratar do tema, mas adiantou diante de especulações.
“Patriota e Totonho se sentaram pra conversar. Foi uma conversa madura e séria. Temos divergências e diferenças que é da vida humana. Mas ele nunca saiu, nunca rompeu com a Frente . Agora, temos unidade”.
Prefeito afirmou no tocante à composição de chapa que isso ficará para depois da pandemia. “ Como vai ficar, primeiro nossas vidas. A gente vê isso lá pra junho. São 32 anos de convivência entre Patriota e Totonho”.
Ele apelou para quem tentou estimular o racha. “A grandeza de Totonho, a nossa grandeza de gesto é nas horas da dificuldade. Quero dizer aos torcedores de Totonho que nós estamos de mãos estendidas, aos torcedores de Patriota, de Sandrinho, estamos de mãos unida. Não é hora de racha pra lá ou pra cá”.
“Uma ou outra pessoas que não compreenderam devem saber que temos um compromisso maior com o povo de Afogados da Ingazeira. Torcedor de um e de outro, vamos ter calma, vamos ter tranquilidade. Ele tá com 74 anos, tem serviços prestados, é um homem de fibra de palavra”.
O vereador André Maio (Podemos) comunicou a saída do grupo do governo Márcia Conrado (PT) no início do ano eleitoral. De acordo com o próprio legislador, ao Farol de Notícias, entrou em contato com a prefeita e com a vereadora Alice Conrado (PP), mãe da gestora. Maio afirmou que está deixando o grupo político porque […]
O vereador André Maio (Podemos) comunicou a saída do grupo do governo Márcia Conrado (PT) no início do ano eleitoral.
De acordo com o próprio legislador, ao Farol de Notícias, entrou em contato com a prefeita e com a vereadora Alice Conrado (PP), mãe da gestora.
Maio afirmou que está deixando o grupo político porque não tem mais condições de ficar e que são suas parentes, e mantém a consideração. Maio vinha criticando a condução de Márcia e seu grupo.
“Já tinha avisado que tinha dado um prazo, vinha criticando o governo e não tinha mais condição de ficar dentro do grupo. Eu saio numa boa, não tem mágoa”, comentou o vereador, ratificando que não será candidato a cabeça de chapa.
“Sou pré-candidato a reeleição e não a prefeito ou a vice-prefeito. Mas estou deixando o grupo do governo numa boa. Sem mágoas, mas que não dá mais para continuar comungando das mesmas ideias do governo”.
O prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota (PSD), comemorou os anúncios feitos pela governadora Raquel Lyra (PSD) durante a edição do programa Ouvir para Mudar, realizada na última quinta-feira (28), em Serra Talhada. De acordo com Patriota, o município será contemplado com R$ 890 mil destinados à pavimentação de ruas, além da instalação de um dessalinizador […]
O prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota (PSD), comemorou os anúncios feitos pela governadora Raquel Lyra (PSD) durante a edição do programa Ouvir para Mudar, realizada na última quinta-feira (28), em Serra Talhada.
De acordo com Patriota, o município será contemplado com R$ 890 mil destinados à pavimentação de ruas, além da instalação de um dessalinizador e recursos para reformas das escolas estaduais.
“E Tuparetama foi mais uma vez contemplada pelo Governo do Estado com R$ 890 mil em pavimentação, um dessalinizador e recursos para reformas das escolas estaduais. Gratidão”, destacou o prefeito.
Pelo quarto ano consecutivo a Câmara de Vereadores de Tuparetama prestará homenagem a várias mulheres do município que se destacaram e se destacam em seus segmentos de trabalho/profissão e através de suas histórias de vida. Representantes da força da mulher sertaneja, as indicadas e aprovadas por unanimidade pelos vereadores que compõem a Câmara Municipal receberão […]
Pelo quarto ano consecutivo a Câmara de Vereadores de Tuparetama prestará homenagem a várias mulheres do município que se destacaram e se destacam em seus segmentos de trabalho/profissão e através de suas histórias de vida.
Representantes da força da mulher sertaneja, as indicadas e aprovadas por unanimidade pelos vereadores que compõem a Câmara Municipal receberão Moção de Aplauso e placa alusiva ao Dia Internacional da Mulher em sessão solene na próxima sexta-feira, dia 06 de março, no Centro Recreativo Professor Rabêlo.
Por segmento, serão homenageadas as seguintes mulheres:
Assistência Social – Eliene Ferreira Ramos de Oliveira
Saúde – Isabela de Lima Vieira Guedes
Cultura – Maria Solange de Souza
Educação – Maria Martinha Marques Magalhães
Religião – Tereza Rabêlo de Vasconcelos
Empreendedorismo – Inácia da Costa Pessoa
Acadêmica – Maria Eduarda de Brito Cruz
Política e serviço público – Carolina Lima de Souza
Também recebem menção honrosa, indicadas pelos vereadores, as seguintes mulheres que se destacam em suas áreas de trabalho e de atuação social, pelos serviços prestados à comunidade e pelos exemplos como mães de família e cidadãs tuparetamenses:
Indicação do vereador Danilo Augusto: Sônia Maria de Freitas
Indicação do vereador Orlando Ferreira: Zumira Gomes de Souza
Indicação do vereador Idelbrando Valdevino: Maria do Carmo dos Anjos (Novinha)
Indicação da vereadora Priscilla Filó: Maria de Lourdes Silva (Preta do Gás)
Indicações da vereadora Vanda Lúcia: Luzinete Nunes de Moura e Rosália Nunes da Silva
Indicação do vereador Plécio Galvão: Terezandrea Nogueira Galvão
Indicação do vereador Diógenes Patriota: Camila da Silva Farias Patriota
Para o presidente da Câmara, vereador Danilo Augusto, “Esta é uma ocasião importante para homenagear as mulheres tuparetamenses, e essa homenagem se estende a todas as munícipes. Em tudo que nós temos e no muito que nós somos devemos a uma mulher. A mulher representa o esteio da família e é uma força tanto na política quanto na economia, na educação, no esporte, na religião, enfim, em todos os segmentos“.
As vereadoras que representam a mulher no espaço político de Tuparetama, Priscilla Filó e Vanda Lúcia também falaram sobre o significado da homenagem: “Temos orgulho em representar a parcela feminina de Tuparetama na Câmara e esperamos que a mulher ocupe cada vez mais seu lugar de direito nesses espaços. Fazer esta homenagem nesses 4 anos é um reconhecimento da importância de tantas mulheres incríveis em nosso município.” disse a vereadora Priscilla.
Para a vereadora Vanda Lúcia, “É uma homenagem sincera e carinhosa para quem merece, que são as mulheres guerreiras e talentosas de Tuparetama, elas merecem todo dia nossos aplausos e esforço do nosso trabalho por uma sociedade melhor para elas, seus filhos e suas famílias. Como mulher eu me sinto contemplada nesse momento especial“.
Caro Nill Júnior, Na última segunda-feira, disputei como candidata oficial do PT a Primeira Secretaria da Câmara dos Deputados. A escolha de meu nome aconteceu quando coloquei, de maneira enfática, ao partido, minha intenção de disputar a eleição da mesa. Este, por sua vez, chegou a essa decisão de forma coletiva e consensual, após longos […]
Na última segunda-feira, disputei como candidata oficial do PT a Primeira Secretaria da Câmara dos Deputados. A escolha de meu nome aconteceu quando coloquei, de maneira enfática, ao partido, minha intenção de disputar a eleição da mesa. Este, por sua vez, chegou a essa decisão de forma coletiva e consensual, após longos debates internos.
Naquele mesmo dia, segui a orientação de meu partido na votação para a Presidência da Casa, votei no deputado Baleia Rossi (MDB/SP), que veio a ser derrotado pelo hoje presidente da Câmara. Como todos sabem, após a eleição de Arthur Lira (PP/AL) para Presidente da Câmara dos Deputados, com um total de 302 votos, em seu primeiro ato no comando da Casa, anulou a eleição para os demais cargos da Mesa Diretora. A justificativa dada foi que o PT teria sido o único partido que havia perdido o prazo de protocolo.
A partir de então todos os partidos que compunham o bloco de apoio ao candidato Baleia Rossi fizeram intensas articulações com o presidente Arthur Lira, no que resultou o acordo de uma nova composição da mesa diretora.
No final do dia de terça, quando ainda figurava como candidata oficial do PT para a disputa da Segunda Secretaria, cargo que coube ao partido depois do acordo fechado entre os líderes dos partidos e a nova presidência da Casa, optei por registrar também, de forma avulsa, minha candidatura ao cargo. A razão sempre foi transparente: faltavam somente 30 minutos para acabar o prazo de protocolo de candidaturas e o PT não tinha efetuado nenhum registro. Tendo em vista o que havia acontecido no dia anterior, quis evitar que novos eventuais problemas acontecessem, como aquele que ocasionou o atraso no protocolo referente à primeira eleição e nos fez perder a Primeira Secretaria. Assim, destaco ainda que além de mim, os colegas Paulo Guedes (PT/MG) e João Daniel (PT/SE) fizeram inscrições avulsas. Já a partir daí comecei a ser alvo de grande animosidade por parte de alguns representantes do meu partido. Em contrapartida, recebi também o apoio – aberto e velado – de muitos outros companheiros e companheiras do PT e de outros partidos de nosso campo.
Na manhã da quarta-feira, numa reunião às pressas, na hora do início da votação, o PT decidiu alterar a orientação inicial, pela qual eu havia sido indicada como candidata oficial do partido à Segunda Secretaria. Foi realizada uma eleição interna, cujo resultado foi uma demonstração clara de que – diferentemente do que querem fazer parecer algumas instâncias do partido – não havia nenhum consenso para a substituição de meu nome. Obtive 22 votos e o deputado João Daniel, 24 votos.
Assim, em cima da hora, o partido retirou o apoio oficial à minha candidatura e eu resolvi disputar a eleição de forma avulsa. Fui para uma disputa dura, de forma clara, defendo os princípios democráticos e sem nenhum atropelo às normas e regimento da Câmara Federal. O mesmo fez o colega Paulo Guedes, que estranhamente alguns integrantes do PT esquecem de citar ao dispararem ameaças de retaliações/punições contra meu nome.
Concluída a votação, recebi 172 votos, João Daniel teve 166 e Paulo Guedes, 54. A disputa seguiu para o segundo turno. O resultado final, 192 votos para minha candidatura e 186 para o colega João Daniel. São somente 24 votos de diferença! Desde a segunda-feira, alguns parlamentares se arvoraram em afirmar a existência de um suposto apoio do presidente da Câmara, Arthur Lira, e seu grupo. Apoio este que teria sido “essencial” para minha eleição. Se houvesse tal acordo, vindo de um presidente recém eleito com 302 votos, não precisaríamos fazer muitas contas para saber que eu teria sido eleita sem a necessidade de segundo turno e com uma margem muito mais ampla de votos, afinal estaria “amparada” pela base do Centrão.
Esse acordo nunca existiu. Assim como nunca existiu nenhuma reunião entre mim, o ex-presidente Lula e o companheiro Fernando Haddad para tratar da minha decisão de disputar a Segunda Secretaria de forma avulsa. Aliás, Fernando Haddad estava em Brasília e se reuniu com diversos parlamentares, mas nenhuma vez comigo. Nenhum dos dois sequer me telefonou. O que existiu foi um árduo trabalho de construção política, fruto de um ótimo relacionamento que mantenho na Casa, com os colegas parlamentares. Ressalto também o engajamento muito bonito da bancada feminina, que sempre se mobiliza bastante para que mulheres estejam na mesa diretora. Aliás, poucas mulheres conseguem fazer parte da mesa. Na maior parte das vezes que isso aconteceu, foi por candidatura avulsa, pois raramente os partidos indicam quadros femininos. É lamentável que mais uma vez expedientes como Fake News estejam sendo usados para tentar desvirtuar uma decisão democrática e legítima.
Sobre um suposto ataque ao PT, quero dizer que ingressei nos quadros do partido num dos períodos de mais ataque: o ano do impeachment. Minha formação é de esquerda, de luta e de exemplos como Lula, Arraes, Fernando Lyra, Cristina Tavares. Defendi o PT em diversos momentos difíceis, até mesmo, por exemplo, quando fui impedida pelo partido de ser candidata a governadora e quando me candidatei a prefeita, defendendo as bandeiras do partido dos ataques mais baixos feitos por parte do PSB, numa campanha que chamou a atenção do paíspela baixaria do adversário e por significar uma renovação nos quadros da esquerda.
É muito triste observar que, geralmente, quando uma mulher toma atitudes ousadas, a sociedade opte por achar que sempre tem algum homem por trás. É igualmente triste ver e ouvir declarações inverídicas sobre minha conduta partidária e comprometimento coletivo. Golpe, traição e outros adjetivos que tentam imputar a mim não são palavras que fazem parte do meu vocabulário e muito menos da minha forma de fazer política. Em qualquer parlamento do mundo há esse tipo de disputa por espaços de poder e decisão, no Brasil não é diferente. Ao longo da minha vida pública sempre me pautei pela transparência e pelo debate. Tentar transformar uma disputa legítima, legal e ética em algo impróprio, indevido, ameaçador não é uma atitude saudável ou democrática. A Segunda Secretaria da Câmara Federal é ocupada pelo PT, por uma deputada que jamais se posicionou contra o que realmente importa: os ideais de justiça social defendidos pelo nosso partido.
Agora, me pergunto, que relevância isso tem para o cenário de caos que vive o nosso país? Precisamos nos debruçar sobre pautas como vacinação em massa, testagem, combate à covid, solução para a crise econômica, prorrogação do auxílio emergencial, desemprego, combate aos desmontes do Estado Nacional Brasileiro. Sobre isso, ninguém tem dúvidas em relação às minhas posições. E continuarei sempre nas trincheiras, do lado certo da História.
Sigo tranquila, sigo firme e disposta a fazer o melhor por Pernambuco e pelo Brasil.
Marília Arraes Deputada Federal / Segunda Secretária da Câmara Federal
Com o início do recesso parlamentar neste domingo (23), os trabalhos do Congresso Nacional só serão retomados em fevereiro do ano que vem, já com os novos deputados federais e senadores. Diversos projetos que foram debatidos neste ano não chegaram a ser votados, mas podem voltar a tramitar na nova legislatura. Entre as propostas que o Congresso […]
Com o início do recesso parlamentar neste domingo (23), os trabalhos do Congresso Nacional só serão retomados em fevereiro do ano que vem, já com os novos deputados federais e senadores.
Diversos projetos que foram debatidos neste ano não chegaram a ser votados, mas podem voltar a tramitar na nova legislatura.
Entre as propostas que o Congresso pode analisar no ano que vem estão a que sugere restringir o foro privilegiado e a que trata da autonomia da Polícia Federal.
Temas polêmicos como o projeto Escola Sem Partido, a proposta sobre demarcação de terras indígenas, a privatização da Eletrobras e a divisão de recursos da exploração do pré-sal também devem ser discutidos em 2019.
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