Polícia prende acusado de homicídios em Serra e Floresta
Por Nill Júnior
Foto: Polícia Civil
No dia de hoje (10), dando continuidade à Operação Força no Foco, Policiais Civis da 187ª Circunscrição de Floresta cumpriram Mandado Prisão Temporário expedido pela Juiza de Direito da Comarca em desfavor de Carlos Eduardo de Souza, conhecido por Cadu.
A ação foi coordenada pelo Delegado de Polícia Alexandre Barros da Fonseca, com participação de agentes de polícia civil e Policiais Militares da 1ª CIPM (ROCAM, GATI, NIS II, GTI).
Após as formalidades legais, o capturado, acusado por homicídios em Floresta e Serra Talhada, foi conduzido à Cadeia Pública do município de Belém do São Francisco , onde ficará à disposição da justiça.
Em 12 de julho de 2024: Afogadense, sobrinho de padre e vivendo com a mãe de um sacerdote com cidadania italiana Alexandro Acioly, o Leca, historiador de Afogados da Ingazeira, viveu uma experiência que só é concebida a chefes de estado e poucas personalidades mundiais. Ele, a esposa Maria Elenice, mais a enteada Mariana Ataíde tiveram […]
Em 12 de julho de 2024: Afogadense, sobrinho de padre e vivendo com a mãe de um sacerdote com cidadania italiana Alexandro Acioly, o Leca, historiador de Afogados da Ingazeira, viveu uma experiência que só é concebida a chefes de estado e poucas personalidades mundiais.
Ele, a esposa Maria Elenice, mais a enteada Mariana Ataíde tiveram com o padre Matheus Henrique um encontro reservado com o Papa Francisco.
O motivo mostra a sensibilidade do líder da Igreja com o povo da América do Sul e especialmente do Brasil.
Em 24 de abril de 2021, o Papa Francisco, como bispo de Roma, ordenou nove sacerdotes para sua diocese, na Basílica de São Pedro. Dentre eles estava o afogadense Mateus Henrique Ataíde da Cruz. Como ainda imperavam as restrições da pandemia de Covid-19, Matheus fez um pedido ao Papa: que sua família, quando pudesse vir a Itália, o visitasse.
Menos de um mês antes da ida programada, Matheus enviou um e-mail ao Papa lembrando do compromisso, no que fora atendido.
Ele retornou o e-mail dizendo que os receberia neste dia 11, às 18 horas em sua casa, conhecida como Casa Santa Marta, mais simples que as suntuosas instalações do Vaticano. “E assim foi. Ficamos na recepção da casa dele. Depois fomos a uma antessala da casa”, disse Leca.
Ao Papa, levou um livro de sua autoria, um de Alexandre Morais e um de Thiago Caldas e cordeis de Nilson Gonçalves.
“Nos recebeu em uma simplicidade impressionante. A ficha ainda não caiu”, brinca emocionado.
Com Matheus de intérprete, tiveram um diálogo. Ao casal, fez a mesma pergunta com a qual já foi flagrado algumas vezes ao receber ou encontrar brasileiros: “cachaça é mesmo água?” – para quebrar o gelo.
Ao Papa, contaram um pouco de suas vidas e também do trabalho que o tio de Alex, o Monsenhor João Carlos Acioly Paz, falecido em abril de 2022, tinha realizado na Diocese de Afogados da Ingazeira. “Falamos também da pesquisa que estou fazendo sobre o Padre Carlos Cottart, desde o seu nascimento até sua chegada em Afogados da Ingazeira. Ele disse ‘que bom’, ao saber”. Acioly, com o apoio de Raquel Galvão, tem conseguido alguns documentos sobre o sacerdote na França.
Padre Carlos Cottart nasceu em 5 de março de 1868 na Vila de São Quintino, França, e morreu em 23 de dezembro de 1925, há quase cem anos, em Afogados da Ingazeira.
Seus restos mortais estão na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, que construiu juntamente com seus paroquianos; belíssimo templo em estilo gótico, elevada à categoria de Catedral, monumento grandioso que orgulha a cidade e a região do Pajeú.
O Pe. Carlos, como engenheiro, construiu, também, igrejas e capelas em distritos, tendo colaborado na ereção do Colégio Diocesano de Triunfo e outros templos regionais, como a grande catedral de Petrolina, outra obra monumental.
“Ontem tivemos o prazer e a oportunidade única de sermos recebidos pelo Papa Francisco em sua residência no Vaticano. Na oportunidade tive o prazer de presenteá-lo com um livro meu que é uma transcrição do livro, Drama do Ódio do também Afogadense, Manoel Arão, escrito por ele em 1900. Também entreguei em mãos o meu cordel intitulado, “Um Cordel de Lembranças”. A felicidade é sem fim e será um momento inesquecível”, disse em sua rede social.
O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) votou pela aprovação, em seu parecer como relator, do Projeto de Lei 4.254/2025, que reconhece a Poesia do Pajeú como manifestação da cultura nacional. A proposta, de autoria do deputado Túlio Gadêlha (Rede-PE), já recebeu o aval da Comissão de Cultura (CCULT). O texto deve seguir para votação em […]
O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) votou pela aprovação, em seu parecer como relator, do Projeto de Lei 4.254/2025, que reconhece a Poesia do Pajeú como manifestação da cultura nacional. A proposta, de autoria do deputado Túlio Gadêlha (Rede-PE), já recebeu o aval da Comissão de Cultura (CCULT).
O texto deve seguir para votação em plenário nesta terça-feira (3).
Em seu relatório, Veras enfatiza que o reconhecimento oficial corrige uma lacuna histórica e institucional. Para o parlamentar, a medida eleva a tradição sertaneja ao patamar das grandes artes brasileiras. “Trata-se de uma expressão cultural singular, de inequívoca relevância histórica, que resiste à massificação e ao esquecimento, mantendo-se viva e vibrante nas feiras, nas calçadas e nos festivais”, defende o relator.
Além do peso cultural, o deputado destaca o papel pedagógico da poesia regional. Segundo Veras, o rigor gramatical e a riqueza vocabular dos poetas de bancada e repentistas servem como um sistema de transmissão de conhecimento cotidiano para as novas gerações.
O texto aponta que crianças da região aprendem a contar sílabas poéticas de forma lúdica, facilitando o domínio da Língua Portuguesa por meio da métrica e das rimas. “Do ponto de vista educacional, a Poesia do Pajeú realmente funciona como um sistema de transmissão de conhecimento cotidiano. Crianças aprendem a contar sílabas poéticas e, por meio delas, perfazem ludicamente o caminho de acesso à Língua Portuguesa. O rigor gramatical e a riqueza vocabular presentes nos versos de poetas de bancada ou de repentistas são ferramentas pedagógicas vivas.”
Embora o Repente tenha sido reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil em 2021, e a Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE) tenha concedido recentemente ao município de São José do Egito o título de Capital Pernambucana da Poesia, a iniciativa deste Projeto de Lei tem relevância ainda maior, porque se reveste de um caráter de coroamento nacional. Enquanto os títulos anteriores focam no gênero Repente ou na localidade de São José do Egito, o PL em questão reconhece a Poesia do Pajeú, contemplando a região como um todo e as diversas formas de manifestação artística — como a glosa, o cordel, a bancada e o repente — enquanto expressão cultural de caráter nacional.
Após aprovado na Câmara dos Deputados, o PL 4.254/2025 segue para apreciação pelo Senado Federal. “Essa é a chancela definitiva que o Congresso Nacional oferece a uma das mais ricas manifestações culturais do nosso país”, conclui Veras.
O Governo de Pernambuco alcançou, em setembro de 2025, o menor número de Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVPs) desde o início da série histórica, há 15 anos. O resultado é reflexo direto da política pública do Juntos pela Segurança e do reforço no policiamento ostensivo, impulsionado pela chegada de 2.299 novos policiais militares às […]
O Governo de Pernambuco alcançou, em setembro de 2025, o menor número de Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVPs) desde o início da série histórica, há 15 anos. O resultado é reflexo direto da política pública do Juntos pela Segurança e do reforço no policiamento ostensivo, impulsionado pela chegada de 2.299 novos policiais militares às ruas desde agosto.
Foram 2.765 casos registrados de roubos, uma redução de 22,5% em relação ao mesmo mês de 2024, quando o total havia sido de 3.567 ocorrências. Esse é o melhor resultado dos últimos 177 meses, consolidando o segundo recorde consecutivo, já que agosto deste ano também havia atingido o índice mais baixo até então.
“Nós estamos vivendo uma virada de chave histórica na segurança pública de Pernambuco, e isso é resultado do trabalho incansável de um time comprometido com o bem-estar da nossa população. O Juntos pela Segurança é uma política de Estado, que alia gestão, inteligência e presença efetiva nas ruas. Seguiremos atuando para que os pernambucanos vivam com mais segurança e confiança no futuro do nosso Estado”, observou a governadora Raquel Lyra.
A retração dos roubos se estendeu a todos os principais marcadores de criminalidade patrimonial. Os assaltos a coletivos despencaram 72,1%, caindo de 43 para apenas 12 registros, o melhor desempenho da série histórica iniciada em 2011. Também houve redução de 27,4% nos celulares subtraídos, passando de 4.006 para 2.907 casos, e, de janeiro a setembro, 7.306 aparelhos foram recuperados pelas forças de segurança. Os roubos de veículos recuaram 2,9%, totalizando 930 ocorrências, enquanto os roubos de cargas diminuíram 4%, com 24 registros no mês de setembro.
Para o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, os resultados confirmam a eficiência da política pública e a dedicação dos profissionais de segurança. “Esses números representam o esforço conjunto de nossas forças policiais e o compromisso do Governo de Pernambuco em garantir mais tranquilidade à população”, afirmou o gestor.
Os indicadores de violência de gênero também apontam avanços consistentes, no comparativo dos meses de setembro em 2024 e 2025. O número de estupros caiu 23,4%, saindo de 231 para 177 casos, o melhor setembro da série histórica iniciada em 2015. As Mortes Violentas Intencionais (MVIs) contra mulheres tiveram queda de 25%, reduzindo de 20 para 15 registros. Os feminicídios mantiveram estabilidade, com três ocorrências em ambos os anos, enquanto os crimes de Violência contra a Mulher (VCM) diminuíram 6,8%, passando de 5.654 para 5.268 notificações.
No conjunto geral das Mortes Violentas Intencionais (MVIs), a redução foi de 12,6%, com 228 casos registrados em setembro de 2025, contra 261 no mesmo período de 2024. Os números confirmam a trajetória de queda sustentada dos homicídios no Estado, resultado da integração entre as forças de segurança, inteligência policial e fortalecimento das ações preventivas.
Além da redução expressiva nos índices criminais, a produtividade policial também reforça o compromisso das corporações com a segurança da população. Entre janeiro e setembro deste ano, 4.609 armas foram apreendidas e 23.378 prisões em flagrante realizadas. Dessas, 471 por homicídios, 1.164 por roubos, 5.636 por violência doméstica e 4.934 por tráfico de entorpecentes, entre outras ações.
O Governo Municipal de Itapetim inaugurou no último sábado (18), o Sistema de Abastecimento de Água do Sítio Santo Antônio de Lima. Serão mais de 70 famílias beneficiárias com esta grande ação. Todas as casas já estão com água encanada abastecendo suas residências, segundo nota. A ação foi fruto de parceria entre o Governo de […]
O Governo Municipal de Itapetim inaugurou no último sábado (18), o Sistema de Abastecimento de Água do Sítio Santo Antônio de Lima.
Serão mais de 70 famílias beneficiárias com esta grande ação. Todas as casas já estão com água encanada abastecendo suas residências, segundo nota.
A ação foi fruto de parceria entre o Governo de Itapetim e o Governo do Estado. Além de moradores, estiveram presentes o prefeito Adelmo Moura, a presidente Associação Comunitária Lindalva Solto, do vice-prefeito Junio Moreira, de vereadores e autoridades do Governo.
O prefeito Adelmo Moura destacou no ato que estará em Brasília com outros prefeitos lutando e pressionando a Presidência da República por mais recursos para os municípios. Adelmo também agradeceu ao governador Paulo Câmara e ao deputado e secretário de Agricultura, Nilton Mota, pela ajuda na realização da obra.
Candidata não quis confirmar se vai mudar de partido em 2015 e mostrou cautela com sua subida em pesquisa Do IG A nova candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, desconversou nesta sexta-feira (22) sobre a possibilidade de trocar o PSB pela Rede Sustentabilidade já em 2015, caso vença as eleições este ano. […]
Candidata não quis confirmar se vai mudar de partido em 2015 e mostrou cautela com sua subida em pesquisa
Marina Silva, presidenciável do PSB, dá entrevista coletiva em São Paulo, nesta sexta-feira (22) Foto: Wanderley Preite Sobrinho/IG
Do IG
A nova candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, desconversou nesta sexta-feira (22) sobre a possibilidade de trocar o PSB pela Rede Sustentabilidade já em 2015, caso vença as eleições este ano. Em entrevista coletiva em São Paulo, Marina também se comprometeu a não tentar a reeleição se for vitoriosa nas urnas em outubro.
“O PSB teve um gesto ao nos acolher no passado. Agora a Rede faz o mesmo. Não é hora de discutirmos isso, os partidos entendem que é necessário estar juntos”, declarou a candidata. Dividindo o controle da candidatura, as duas agremiações passaram por um momento de estranhamento recentemente, com saída do coordenador Carlos Siqueira, da agremiação socialista.
Marina também alfinetou o PT, da candidata adversária Dilma Rousseff, que está no terceiro mandato na Presidência da República.
“O meu mandato será de apenas quatro anos. Sem a reeleição, não faremos as coisas pensando nas próximas eleições. É preciso mostrar que o Brasil não é nos perpetuarmos no poder. Chega de ministros anônimos em que cada um quer um pedaço do estado”, prometeu Marina, que estava acompanhada do vice Beto Albuquerque e da deputada federal Luiza Erundina, que é a nova coordenadora geral de sua campanha.
A candidata deu mais uma vez indicações de que não vai dividir palanques com aliados regionais do PSB considerados como adversários ideológicos por ela, como o governador paulista Geraldo Alckmin, que tem a agremiação socialista como vice na sua chapa à reeleição.
“Estarei com os deputados federais e estaduais do PSB. Só não vou subir nos palanques que não subiria”, explicou Marina, que se mostrou mais contemporizadora com o setor de agronegócio, costumeiramente crítico às posições da candidata na questão do meio ambiente.
“Não trato do agronegócio de forma homogênea. Não é verdade que todos ali acham ameaçador unir economia com sustentabilidade. Defendo o uso da ciência para o desenvolvimento no campo e aumento da produção por produtividade”, disse Marina.
Já os setores do tabaco, armas e bebidas alcoólicas não terão o mesmo tratamento na candidatura. Marina confirmou que vai rejeitar doações das empresas dessas áreas. “Não queremos receber essas contribuições. É um sinal, uma mensagem.”
Sobre a sua subida recente nas intenções de voto, Marina foi cautelosa. “Pesquisa reflete o momento. Em 2010, 70% das pessoas não queriam mudança, hoje é o oposto. Eu imagino que as pessoas vão consolidar seu voto ao analisar as propostas, as histórias de cada um, além da polarização PT e PSDB.”
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