PoderData: aprovação do governo Lula chega é de 41%
Por André Luis
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 53% dos brasileiros, segundo uma pesquisa do PoderData divulgada nesta quarta-feira (28).
Por outro lado, 41% aprovam a administração federal, comandada pelo petista. São 6% os que não sabem.
A desaprovação do governo cresceu 14 pontos percentuais desde a primeira pesquisa, realizada no início do atual mandato. À época, a gestão do chefe do Executivo era reprovada por 39%.
Já a aprovação, diminuiu 11 pontos percentuais. Em janeiro de 2023, o governo de Lula era aprovado por 52%.
Ainda segundo a pesquisa, a gestão de Lula tem aprovação maior do que o próprio presidente. O desempenho pessoal petista é aprovado por 34% dos eleitores e desaprovado por 57%.
A pesquisa PoderData entrevistou 2.500 pessoas, por telefone, entre os dias 24 e 26 de janeiro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
Apesar de ser ano eleitoral, o levantamento não tem registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), por não se tratar de uma pesquisa de intenção de voto. As informações são da CNN.
O prefeito Sebastião Dias assinou o termo de posse dos novos Agentes de Saúde e de Endemias aprovados no último concurso. A cerimônia aconteceu na Câmara dos Vereadores. A vereadora Maria Nelly, presidente da Câmara, disse em seu discurso que trabalhar no SUS não é tarefa fácil. “É uma missão árdua, porém muito gratificante”, disse Nelly. […]
O prefeito Sebastião Dias assinou o termo de posse dos novos Agentes de Saúde e de Endemias aprovados no último concurso. A cerimônia aconteceu na Câmara dos Vereadores.
A vereadora Maria Nelly, presidente da Câmara, disse em seu discurso que trabalhar no SUS não é tarefa fácil. “É uma missão árdua, porém muito gratificante”, disse Nelly. Aos novos servidores do município e colegas de trabalho, uma vez que Nelly também é servidora municipal, ela desejou boa sorte e disse que todos podem contar com a Câmara.
O líder da oposição, Djalma Sales, elogiou os empossados e os parabenizou reconhecendo o trabalho e dedicação que cada um teve para chegar àquele momento. Marcílio Pires, líder do governo, parabenizou também os novos agentes dizendo da importância que a conquista representa para cada um. “Sejam humildes e tratem bem a população e zelem por esse espaço”.
O secretário de Administração, Flávio Marques, lembrou que o prefeito Sebastião Dias, logo no início de sua primeira gestão, teve o cuidado de chamar os concursados e hoje esses servidores estão distribuídos em todas as secretarias ajudando o município. O vice-prefeito, Zé Amaral, também fez questão de dar as boas-vindas aos novos servidores.
Sem espaço para sepultar mais filhos da terra, a Prefeitura de São José do Egito já iniciou os trabalhos para a construção de um novo cemitério público. O terreno escolhido se localiza no Sítio Aroeira, por trás do Arena Motel. A Secretaria Municipal de Infraestrutura concluiu dos serviços de terraplanagem numa área que tem dois […]
Sem espaço para sepultar mais filhos da terra, a Prefeitura de São José do Egito já iniciou os trabalhos para a construção de um novo cemitério público. O terreno escolhido se localiza no Sítio Aroeira, por trás do Arena Motel.
A Secretaria Municipal de Infraestrutura concluiu dos serviços de terraplanagem numa área que tem dois hectares. Agora, a Prefeitura desenvolve o projeto executivo da obra.
Atualmente São José dispõe de dois cemitérios na zona urbana. O Sebastião Rabelo – mais antigo, e o Campo do Silêncio. Os dois estão com suas capacidades de sepultamento praticamente esgotadas.
Nova área anunciada por prefeitura
Quando concluído, o novo cemitério será denominado de “Apóstolo Pedro”, confirma a prefeitura em nota. Mas a chave não ficará com Pedro, que detém por direito chave do céu. Vai ser entregue a administrador ou um coveiro mesmo…
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, assinou nesta segunda feira (28), estado de emergência no município. A medida permite que a prefeitura faça compra de combustível, medicamentos, insumos hospitalares, bem como alimentos e gás a fornecedores que não estejam cadastrados como licitados na administração pública municipal, quando estes não puderem fornecer o material necessário, a […]
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, assinou nesta segunda feira (28), estado de emergência no município.
A medida permite que a prefeitura faça compra de combustível, medicamentos, insumos hospitalares, bem como alimentos e gás a fornecedores que não estejam cadastrados como licitados na administração pública municipal, quando estes não puderem fornecer o material necessário, a tempo e modo.
O decreto de situação de emergência pública vale por um período de 60 (sessenta) dias, podendo este prazo ser prorrogado por igual período.
O SINTEMA – sindicato dos servidores municipais de Arcoverde perdeu a ação coletiva em que cobrava adicional de insalubridade dos profissionais de saúde, contra o Município de Arcoverde. Houve a supressão do adicional com base na legislação federal e municipal, logo após cessada a pandemia. Segundo nota, o Município comprovou o pagamento aos profissionais de […]
O SINTEMA – sindicato dos servidores municipais de Arcoverde perdeu a ação coletiva em que cobrava adicional de insalubridade dos profissionais de saúde, contra o Município de Arcoverde.
Houve a supressão do adicional com base na legislação federal e municipal, logo após cessada a pandemia.
Segundo nota, o Município comprovou o pagamento aos profissionais de saúde, com efeito retroativo e fez prova dessa quitação nos autos do processo. “Mesmo assim, o sindicato não concordou com o pagamento e resolveu estranhamente prosseguir com a ação de cobrança, tendo a Justiça decidido pela improcedência da ação”.
A nota trata a atitude do Sindicato como “intransigência sindical” durante a tramitação do processo nº 5398-44.2220, da segunda vara cível. A defesa do Município ficou a cargo da Procuradoria-Geral, através de seus procuradores. Clique aqui e veja a sentença.
Foi publicado nesta terça-feira (15), no Diário Oficial da União, o decreto presidencial que regulamenta a Lei da Reciprocidade Econômica. A norma estabelece critérios para que o Brasil possa suspender concessões comerciais, de investimentos ou de propriedade intelectual em resposta a ações unilaterais de países ou blocos econômicos que afetem a competitividade do país no […]
Foi publicado nesta terça-feira (15), no Diário Oficial da União, o decreto presidencial que regulamenta a Lei da Reciprocidade Econômica. A norma estabelece critérios para que o Brasil possa suspender concessões comerciais, de investimentos ou de propriedade intelectual em resposta a ações unilaterais de países ou blocos econômicos que afetem a competitividade do país no cenário internacional.
O texto também institui o Comitê Interministerial de Negociação e Contramedidas Econômicas e Comerciais, que será responsável por deliberar sobre a adoção de medidas provisórias e acompanhar negociações voltadas à superação dos entraves impostos por terceiros ao Brasil.
O comitê será presidido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e contará com a participação dos ministros da Casa Civil, da Fazenda e das Relações Exteriores. A Secretaria-Executiva ficará a cargo do MDIC, e a participação de outros ministérios poderá ser solicitada conforme a pauta discutida.
O decreto permite ao Brasil adotar contramedidas provisórias, de caráter excepcional e com tramitação acelerada. Os pedidos deverão ser encaminhados à Secretaria-Executiva do comitê, que consultará os demais ministérios e poderá ouvir representantes do setor privado antes de submeter a questão à deliberação.
Essas contramedidas podem ser aplicadas em casos como:
Ações unilaterais que tentem interferir em decisões soberanas do Brasil;
Violações de acordos comerciais que prejudiquem benefícios pactuados;
Requisitos ambientais impostos por outros países que ultrapassem os padrões adotados no Brasil.
Além disso, o decreto regulamenta as contramedidas ordinárias, previstas nos artigos 3º, 9º, 10º e 11º da Lei da Reciprocidade. Nesse caso, os pedidos serão analisados pela Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) e deverão passar por consulta pública antes de serem deliberados pelo Comitê Executivo de Gestão (Gecex). A decisão final caberá ao Conselho Estratégico da Camex.
A atuação do Ministério das Relações Exteriores (MRE) está prevista em todas as fases do processo. Caberá à pasta notificar os países ou blocos econômicos afetados e conduzir as consultas diplomáticas, em articulação com o MDIC e outros órgãos da Camex. O Itamaraty também deverá apresentar relatórios periódicos ao Gecex com informações sobre o andamento das negociações.
A regulamentação reforça a posição do governo federal de responder de forma coordenada e técnica a ações internacionais que prejudiquem os interesses comerciais e econômicos do Brasil.
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