PF: Moraes mantém delegados de inquéritos e evita mudança nas investigações
Por Nill Júnior
Foto: Carlos Moura/STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou hoje que a Polícia Federal (PF) mantenha no comando delegados que trabalham em inquéritos na Corte.
Com isso, evita-se que o novo diretor da PF — que ainda será escolhido — mude a orientação das investigações.
“Comunique-se ao Diretor Executivo da Polícia Federal, em exercício, que, no âmbito da Polícia Federal, as investigações neste inquérito deverão continuar a ser conduzidas pelo Delegado Federal Alberto Ferreira Neto, em São Paulo e da equipe de Brasília, composta pelos Delegados Federais Igor Romário de Paula, Denisse Dias Rosas Ribeiro, Fábio Alceu Mertens e Daniel Daher”, decidiu Moraes.
Os delegados indicados trabalham em duas frentes na Corte. Uma sobre ofensas, ameaças e fake news enquanto a outra é sobre o financiamento de atos com pautas antidemocráticas. Moraes é o relator de ambos os casos e o responsável por coordenar as investigações ao lado da Polícia Federal.
A decisão de Moraes acontece horas após o ex-ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, pedir demissão. Ele afirmou que não concordou com a exoneração de Maurício Valeixo, diretor-geral da PF, e declarou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) trocou o comando da PF para ter acesso a investigações e relatórios da entidade, o que é proibido pela legislação.
O vereador Rodrigo Rôa (Podemos) anunciou, durante a sua fala na sessão da Câmara de Arcoverde, da noite desta segunda-feira (25/05), que vai se afastar das funções parlamentares por 90 dias. A decisão ocorre em meio à tramitação de um processo de pedido de cassação contra o seu mandato. Segundo Rodrigo, o objetivo da licença […]
O vereador Rodrigo Rôa (Podemos) anunciou, durante a sua fala na sessão da Câmara de Arcoverde, da noite desta segunda-feira (25/05), que vai se afastar das funções parlamentares por 90 dias.
A decisão ocorre em meio à tramitação de um processo de pedido de cassação contra o seu mandato.
Segundo Rodrigo, o objetivo da licença é garantir que as investigações conduzidas pelo Poder Legislativo ocorram de forma isenta, transparente e sem qualquer suspeita de interferência política.
”Tomei essa decisão para que a Câmara possa fazer o seu trabalho com total independência. Quem não deve, não teme. Sigo confiante na verdade e no devido processo legal”, declarou o vereador.
Com o afastamento de 90 dias, a comissão responsável pela investigação do pedido de cassação terá o prazo para colher depoimentos, analisar documentos e apresentar o relatório final sem a presença do parlamentar nas sessões ordinárias e comissões da Casa.
A Mesa Diretora da Câmara Municipal deve formalizar a licença nos próximos dias e, caso haja previsão no Regimento Interno, deverá convocar o suplente da coligação (o primeiro nome na suplência do Podemos é o de Jobson Vaz) para assumir a cadeira interinamente durante o período.
Até o fechamento dessa matéria, a presidência da Casa James Pacheco não havia se pronunciado oficialmente sobre o cronograma das investigações.
Pegiu fogo a sessão da Câmara de Arcoverde. O presidente Luciano Pacheco recebeu três denúncias contra vereadores governistas, na estratégia de buscar expor os colegas, diante do processo que sofre dos pares.
Luciano apresentou denúncias contra Rodrigo Rôa, por ter contratos de dua clínica com o município, Heriberto do Sacolão, por alugar imóvel ao município, e Célia Galindo, pelo acidente com o carro oficial da Câmara que estava com um familiar.
Pacheco disse ainda ter denúncias de assédio, rachadinha e outras, mas afirmou que “só recebe documento”. Também mobilizou vereadores de várias cidades de Pernambuco e Alagoas.
Na hora que foi ler a denúncia contra Célia, a vereadora, que é Primeira Secretária, disse que não teria problema em ler a denúncia contra ela.
Pacheco ainda sinalizou que vai buscar a justiça se os vereadores “traírem sua confiança”.
Mais um capítulo da conturbada situação da Câmara de Arcoverde.
Em tempos de eleição a caneta do prefeito tem muitas serventias: despachar, liberar, ordenar, admitir e também demitir. Faz parte da guerra eleitoral. Segundo o blogueiro Júnior Finfa, a postura do Governo Sandrinho Palmeira vai mudar. Ele abandonará o estereótipo de bom samaritano, que sempre o norteou, e vai endurecer com servidores e beneficiados que […]
Em tempos de eleição a caneta do prefeito tem muitas serventias: despachar, liberar, ordenar, admitir e também demitir. Faz parte da guerra eleitoral.
Segundo o blogueiro Júnior Finfa, a postura do Governo Sandrinho Palmeira vai mudar. Ele abandonará o estereótipo de bom samaritano, que sempre o norteou, e vai endurecer com servidores e beneficiados que não estiverem alinhados politicamente com a administração.
“Alguém pode ser convidado a deixar o governo. É inadmissível que alguém receba qualquer cargo administrativo não esteja no nosso alinhamento político”, teria dito o gestor de Afogados da Ingazeira. É sinal que a caneta vai vadiar, conclui.
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado A CPI da Pandemia pode comunicar ao Supremo Tribunal Federal (STF) o cometimento de crime de prevaricação (retardar ou deixa de praticar ato de ofício para satisfazer interesse pessoal) por parte do presidente Jair Bolsonaro. Após a reunião desta sexta-feira (25), o vice-presidente do colegiado, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou que […]
A CPI da Pandemia pode comunicar ao Supremo Tribunal Federal (STF) o cometimento de crime de prevaricação (retardar ou deixa de praticar ato de ofício para satisfazer interesse pessoal) por parte do presidente Jair Bolsonaro.
Após a reunião desta sexta-feira (25), o vice-presidente do colegiado, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou que vai propor essa medida à comissão e que os fatos apontados até agora são suficientes para motivar o impeachment de Bolsonaro.
— Não tem situação mais grave do que a que nós ouvimos hoje. Não há, na história das comissões parlamentares de inquérito, nas duas circunstâncias de impeachment que nós tivemos na história republicana desde 1988, algo tão grave. Basta se reportar aos dois impeachments que já houve nos últimos 30 anos. Não chega a um terço da gravidade do que estamos vendo nesta CPI e do que nós vimos no dia de hoje — apontou o senador.
Os depoimentos desta sexta-feira foram do deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) e do seu irmão, Luis Ricardo Miranda, servidor concursado do Ministério da Saúde.
Juntos, eles reiteraram à comissão a denúncia de suspeitas de irregularidades na compra da vacina Covaxin, da Bharat Biotech.
Pressionado por integrantes da comissão, o deputado confirmou que o presidente Jair Bolsonaro citou o nome do deputado Ricardo Barros (PP-PR) como suposto mentor por trás das supostas irregularidades na compra da vacina Covaxin.
Para o relator do colegiado, senador Renan Calheiros (MDB-AL), o dia foi histórico para a CPI, que avança em outro ramo das investigações.
— Com a vinda dos irmãos Miranda, nós possibilitamos à comissão parlamentar de inquérito este grande dia. Hoje nós começamos uma nova fase, efetivamente, da comissão parlamentar de inquérito. Nós já avançamos bastante com relação àquelas teses contidas no plano de trabalho e entramos para valer nessa parte do desvio de dinheiro público, no beneficiamento pessoal — avaliou Renan.
Gravidade
O presidente da comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM), afirmou que gravidade dos fatos apontados no depoimento dos irmãos é maior do que se imagina, especialmente pelo fato de o deputado apontado como mentor do esquema ser líder do governo na Câmara.
O fato de ele ter sido autor de emenda que possibilitou a compra da vacina também foi lembrado pelos integrantes da CPI.
Omar Aziz afirmou que a comissão deve analisar uma proposta da senadora Simone Tebet (MDB-MS) para que seja feita uma acareação entre o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e servidores citados no caso. A comissão também deve avançar com novos pedidos de quebras de sigilo na próxima semana.
Para Eliziane Gama (Cidadania-MA), ficou muito clara a constatação de tentativa de fraude documental, já que a investigação aponta para mudanças nas faturas (invoices) com a manutenção da primeira data do documento, para dar a entender que não havia nada errado.
Constrangimento
Marcos Rogério (DEM-RO) afirmou que a CPI foi palco da maior notícia falsa da pandemia e que os depoentes tentaram sustentar uma narrativa acusatória que precisa ser esclarecida no âmbito interno do Ministério da Saúde. Segundo o senador, todos os erros identificados no processo foram resolvidos. Ele disse considerar que a oposição ficou constrangida com o depoimento.
— A oposição se ancorou numa acusação absolutamente falsa, sem lastro na verdade, sem qualquer fundamento de razoabilidade. Falou-se a semana toda que estaríamos diante de um escândalo envolvendo o governo federal. Quando você olha para o processo, você vê que está diante de uma situação absolutamente normal nas tratativas administrativas.
O senador apontou ainda que a leitura de superfaturamento foi equivocada porque cada embalagem cotada continha várias doses da vacina, e não apenas uma. Para ele, a pressão pela agilidade na aquisição de vacinas é normal no contexto de pandemia em que o país está vivendo.
O ex-secretário José Augusto Freitas, o Zeu, irmão de Edgley Freitas, uma pessoa da linha de frente do grupo da oposição tabirense, criticou em um áudio a possibilidade de o vereador Pipi da Verdura ser candidato a vice na chapa encabeçada por Flávio Marques. Segundo o Blog do Finfa, Zeu afirmou que jamais aceitaria seu […]
O ex-secretário José Augusto Freitas, o Zeu, irmão de Edgley Freitas, uma pessoa da linha de frente do grupo da oposição tabirense, criticou em um áudio a possibilidade de o vereador Pipi da Verdura ser candidato a vice na chapa encabeçada por Flávio Marques.
Segundo o Blog do Finfa, Zeu afirmou que jamais aceitaria seu nome como vice na chapa de Flávio Marques. “Na campanha de Zé de Bira, Pipi foi quem mais incentivou e no final traiu Zé de Bira. Não confio em político dessa extirpe”.
Pipi da Verdura responde ao Zeu: “Essas coisas na realidade não me atingem. Não se preocupe que não vou prejudicar o grupo da oposição, eu não quis ser prefeito na era de Eduardo Campos, imagine agora. Não vou atrapalhar esse grande grupo. Agora, não vou deixar que pessoas me agridirem na vida pessoal”.
De fato, Pipi, em que pese ser uma figura humana inatacável, foi questionado por sua atuação política pela falta de firmeza em importantes momentos de sua trajetória. Ao ponto de, pela atividade máter, lidar com frutas e verduras em parte importante da vida, ser comparado a um chuchu político. Não tem serventia pra quase nada.
A Prefeitura de Solidão confirma o pagamento referente ao mês de junho dos servidores municipais, o dinheiro já está creditado nas contas dos servidores. Os funcionários efetivos, comissionados e inativos (aposentados e pensionistas) receberam nesta terça-feira (29). Até o dia 5 de julho todos os contratados receberão seus vencimentos. Segundo nota da assessoria, “desde que […]
A Prefeitura de Solidão confirma o pagamento referente ao mês de junho dos servidores municipais, o dinheiro já está creditado nas contas dos servidores.
Os funcionários efetivos, comissionados e inativos (aposentados e pensionistas) receberam nesta terça-feira (29). Até o dia 5 de julho todos os contratados receberão seus vencimentos.
Segundo nota da assessoria, “desde que Djalma Alves assumiu a gestão municipal em janeiro de 2017, nunca houve atrasos na folha de pagamento dos servidores solidanenses”.
Djalma fez questão de destacar a importância do servidor para o bom andamento dos serviços na cidade.
“Sabemos que eles são peças fundamentais na prestação de serviços à população. Mesmo em uma época difícil, temos colocado como foco manter os pagamentos em dia, pois salário é um merecimento de todo trabalhador”, destacou o Prefeito Djalma Alves.
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