Pesquisas eleitorais movimentam semana no Moxotó e Pajeú
Por André Luis
Na próxima quarta-feira, dia 18 de setembro, será divulgado o novo levantamento do Instituto Múltipla sobre o cenário eleitoral de Arcoverde, uma das principais cidades do Sertão.
A pesquisa foi contratada pelo Blog e entrevistou 420 pessoas no dia 12 de setembro. Com um intervalo de confiança de 95%, a margem de erro é de 4,8%, para mais ou para menos.
O resultado é aguardado com expectativa, já que na última pesquisa, realizada em 2 de agosto, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti liderava com 51% das intenções de voto, seguido pela ex-prefeita Madalena Britto, com 28%. João do Skate aparecia com apenas 3%.
A nova pesquisa trará um retrato atualizado da corrida eleitoral e pode indicar possíveis mudanças nas intenções de voto, especialmente em um cenário competitivo como o de Arcoverde.
Carnaíba, Iguaracy e São José do Egito também terão pesquisas
Além de Arcoverde, No Moxotó, cidades do Sertão do Pajeú também serão palco de pesquisas eleitorais nos próximos dias.
O Instituto Naipes registrou pesquisas para Carnaíba e Iguaracy, com divulgação marcada para o dia 16 de setembro. As cidades, conhecidas por suas tradições culturais, como a Terra de Zé Dantas (Carnaíba) e a Terra de Maciel Melo (Iguaracy), agora se tornam o centro das atenções políticas, com os resultados aguardados para dar mais clareza ao cenário local.
Em São José do Egito, cidade famosa por sua intensa movimentação política, duas pesquisas estão programadas.
O Instituto Conecta divulgará seu levantamento no dia 16, enquanto o Datacensus divulgará seus números no dia 17 de setembro.
São José do Egito já é conhecida como a cidade com mais pesquisas registradas nesta eleição, com números de vários institutos servindo como termômetro para o rumo da disputa.
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) promove nesta terça-feira (20), às 10h, audiência pública interativa sobre o desdobramento das denúncias encaminhadas pela CPI da Pandemia relativas aos procedimentos adotados pela empresa de assistência médica Prevent Senior no tratamento da covid-19. Aprovado no Plenário do Senado em outubro de 2021, o relatório final da CPI da […]
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) promove nesta terça-feira (20), às 10h, audiência pública interativa sobre o desdobramento das denúncias encaminhadas pela CPI da Pandemia relativas aos procedimentos adotados pela empresa de assistência médica Prevent Senior no tratamento da covid-19.
Aprovado no Plenário do Senado em outubro de 2021, o relatório final da CPI da Pandemia revelou que a Prevent Senior, especializada no atendimento ao público idoso, indicava a utilização de medicamentos do chamado kit covid sem o conhecimento prévio de seus pacientes.
“Após diversas oitivas e documentos analisados pela comissão de inquérito desta Casa legislativa, observamos que o Ministério Público de São Paulo, o Conselho Regional de Medicina e outros órgãos de controle e fiscalização precisavam tomar providências acerca do que ocorreu nos corredores dos hospitais da rede Prevent Senior”, destaca o senador Humberto Costa (PT-PE), que preside a CAS e solicitou a realização da audiência pública.
No requerimento, Humberto Costa ressalta que os resultados obtidos pela CPI da Pandemia motivaram a instauração de uma comissão de inquérito na Câmara Municipal de São Paulo, com o objetivo de analisar e investigar todas as ações da Prevent Senior realizadas no âmbito do município de São Paulo para enfrentar a covid-19.
“Segundo o relatório da comissão instalada pela Câmara paulistana dos achados da CPI do Senado, constaram propostas de aprofundamento das investigações, razão pela qual o colegiado municipal acompanhou o que havia sido iniciado, dando prosseguimento nas investigações. Somam-se às comissões parlamentares os encaminhamentos promovidos pelo Poder Judiciário e pelo Ministério Público do Estado de São Paulo”, conclui Humerto Costa em seu requerimento.
Convidados
A audiência pública contará com a participação, já confirmada, dos procuradores Lorena Vasconcelos Porto e Murillo César Buck Muniz, do Ministério Público do Trabalho (MPT); dos promotores de Justiça Everton Luiz Zanella, Arthur Pinto Filho, Maria Fernanda de Castro Marques Maia e Nelson dos Santos Pereira Júnior, do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP); e do procurador do Ministério Público Federal (MPF), Kleber Marcel Uemura.
Também estão confirmadas as participações da advogada Bruna Mendes Morato; de Andrea Montera Rotta e Luiz Cezar Oliveira Pereira, testemunhas na CPI municipal da Prevent Senior; de Kátia Shirlene Castilho dos Santos, testemunha na CPI da Pandemia; e da presidente da Sociedade Brasileira de Bioética (SBB), Elda Coelho de Azevedo Bussinguer.
A audiência pública da CAS ocorrerá na sala 3 da Ala Alexandre Costa. As informações são da Agência Senado.
O radialista, blogueiro e Diretor da Cultura AM de São José do Egito, Geraldo Palmeira, se recupera após procedimento cirúrgico no Hospital Getúlio Vargas, no Recife. Geraldo foi submetido a uma cirurgia para retirada de um tumor na medula. Com importante grau de complexidade, diante do local onde o procedimento foi realizado, a cirurgia durou […]
O radialista, blogueiro e Diretor da Cultura AM de São José do Egito, Geraldo Palmeira, se recupera após procedimento cirúrgico no Hospital Getúlio Vargas, no Recife.
Geraldo foi submetido a uma cirurgia para retirada de um tumor na medula. Com importante grau de complexidade, diante do local onde o procedimento foi realizado, a cirurgia durou algumas horas.
A boa notícia é que não deixou sequelas. Geraldo já conseguiu sentar e retomou a alimentação. Ele está acompanhado de familiares e tem recebido manifestações de solidariedade de muitos amigos da radiodifusão.
Os próximos passos buscarão através de biópsia identificar o perfil do tumor retirado para que seja traçado o tipo de tratamento pós operatório.
Marco Zero Abalados com o assassinato e com medo da repressão da policial, os parentes da menina Heloysa mantiveram a decisão de não dar entrevistas. A revolta, que foi silenciada por uma ação policial truculenta na noite do dia 31 de março, se transformou em temor e quietude, consequência da presença constante da polícia na […]
Abalados com o assassinato e com medo da repressão da policial, os parentes da menina Heloysa mantiveram a decisão de não dar entrevistas. A revolta, que foi silenciada por uma ação policial truculenta na noite do dia 31 de março, se transformou em temor e quietude, consequência da presença constante da polícia na rua onde vivem as principais testemunhas oculares do crime.
A vizinha da criança e amiga de longa data da família, que prefere não se identificar, fez questão de contar como tudo aconteceu no dia 30 de março. Emocionada, ela conta que nunca imaginou ver uma “cena de terror daquelas” e lembra do momento em que tentou salvar Heloysa. “Eu não esqueço nunca mais, isso fica na nossa mente. Eu fecho os olhos e vejo ela [Heloysa] no chão. Minha maior revolta é que eu ainda gritei ‘para! baleou Lôlô, para!’ e eles [policiais] não pararam e depois ainda passaram pela gente com cara de deboche e saíram procurando os cartuchos das balas. Foi tudo muito rápido, parecia uma cena de novela, não deu tempo nem da gente correr”, relatou. O recolhimento dos cartuchos vazios prejudica ou mesmo impede o trabalho da perícia.
A vizinha que concedeu esta entrevista estava próxima a Heloysa e também do irmão dela, um menino de apenas quatro anos. Ela correu com as crianças junto com outras mulheres que estavam na rua, todas vizinhas da avó da menina. Ela conta com detalhes tudo que lembra sobre o crime que custou a vida de Lôlô, apelido pelo qual Heloysa era conhecida carinhosamente na comunidade. O próximo parágrafo é a transcrição literal do trecho da gravação em que ela conta os momentos de terror que viveu:
“Eles [policiais] já chegaram atirando. O rapaz [que a polícia estava perseguindo] caiu da moto. O policial que estava perseguindo o rapaz, tropeçou e caiu, quando levantou ele estava com muita raiva e começou a atirar na direção que eu estava junto com a minha comadre e uma vizinha. Lôlô estava na bicicleta junto com o irmão dela na rua. Eu vi o rapaz caindo da moto e o carro da polícia atrás. Nesse momento eu gritei para minha comadre: ‘entra, é polícia’. Aí ela olhou pra mim e respondeu: ‘as crianças’. Daí eu só escutei os tiros. Mesmo que o rapaz tivesse armado não teria dado tempo de ter atirado porque foi muito rápido, só a polícia atirou. Aquele tiro ia me pegar, mas pegou em Lôlô. Quando eu olhei pra ela (Heloysa), ela estava gritando “eu tô com medo, titia’, aí eu peguei na mão dela e coloquei ela dentro do terraço da casa da avó e ela ficou lá parada. Até então eu não tinha visto que ela estava baleada. Depois disso, eu peguei ela e coloquei atrás das minhas pernas, quando eu segurei as mãos dela eu senti que ela apertou com força e logo em seguida soltou a minha mão e depois já foi arriando no chão. A partir daí eu comecei a gritar desesperada: ‘para, para, vocês mataram Lôlô’ e eles [policiais] não pararam de atirar. Na hora do desespero eu nem consegui tirar ela do chão, quem pegou ela foi a minha comadre e colocou ela nos braços do pai dela. Com a filha nos braços ele olhou para os policiais e falou: ‘olha o que vocês fizeram com a minha filha’ e um deles respondeu: ‘Ela estava na rua’”.
Mesmo amedrontada pelas ameaças da polícia, a vizinha fez questão de contar o que sabe e afirmou que não vai ficar calada porque quer que a justiça seja feita o mais rápido possível. “Eles querem que a gente fale que foi troca de tiro, mas não foi troca de tiro. Eu estava no momento e vi o que foi a pior cena da minha vida. Eu sou nativa de Porto de Galinhas e nunca vi uma situação daquela”, disse.
A entrevistada fez questão de nos levar até a cena do crime e mostrar as marcas de bala nas paredes das casas. Na casa da avó da criança, foi possível ver as marcas das balas e a bicicleta com que a criança estava brincando na hora do ocorrido. No momento, havia crianças e mulheres sentadas nas portas das casas e imaginar que os disparos foram feitos em uma rua tão estreita e movimentada dá a perspectiva de que a tragédia poderia ter sido ainda maior.
Um acidente na PE 320, próximo ao Lar do idoso em Tabira terminou com um morte e uma criança ferida. Segundo informações da PM, Manoel Nascimento Santos, 31 anos, morador do Povoado Riacho do Gado conduzia uma motocicleta John 50 cilindradas, quando colidiu com um cavalo na pista. Manoel morreu na hora. Já uma criança […]
Um acidente na PE 320, próximo ao Lar do idoso em Tabira terminou com um morte e uma criança ferida.
Segundo informações da PM, Manoel Nascimento Santos, 31 anos, morador do Povoado Riacho do Gado conduzia uma motocicleta John 50 cilindradas, quando colidiu com um cavalo na pista.
Manoel morreu na hora. Já uma criança que vinha com ele na garupa de 11 anos, por sorte sofreu apenas escoriações. A ocorrência foi repassada à DP.
Com as chuvas que caíram, formando uma pastagem na área próximas às PEs 292 e 320, aumentou número de animais soltos, provocando acidentes e mortes.
Do Blog de Matheus Leitão O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi ouvido nesta quarta-feira (6), na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, pela força-tarefa da Operação Zelotes, que investiga a suposta venda de duas medidas provisórias na época em que ele comandou o Palácio do Planalto e uma no governo Dilma Rousseff. No […]
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi ouvido nesta quarta-feira (6), na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, pela força-tarefa da Operação Zelotes, que investiga a suposta venda de duas medidas provisórias na época em que ele comandou o Palácio do Planalto e uma no governo Dilma Rousseff.
No ínício da noite, o Instituto Lula divulgou nota na qual informou que o ex-presidente “prestou informações” ao delegado Marlon Cajado como forma de colaboração. Segundo a assessoria do instituto, Lula depôs como informante – não é investigado nem testemunha.
Mais cedo, investigadores do caso informaram ao Blog que o depoimento do ex-presidente estava previsto para esta quarta (6) e que Lula responderia a questionamentos que tentam esclarecer a suspeita de negociação da MP 471, de 2009, e da MP 512, de 2010. A outra MP investigada é do governo Dilma (MP 627, de 2013). O depoimento havia sido marcado para o final do mês passado, mas foi adiado.
O empresário Luís Cláudio Lula da Silva, filho caçula do ex-presidente, é investigado pela Zelotes em razão de uma de suas empresas ter sido contratada por aproximadamente R$ 2 milhões pela Marcondes & Mautoni, acusada de fazer lobby para a aprovação dessas medidas provisórias.
Os investigadores levantaram suspeitas sobre a consultoria prestada por Luís Cláudio, que, segundo perícia da PF, teria se baseado em informações disponíveis na internet e pelo fato de a empresa não ter funcionários. Os donos do escritório estão presos e, um deles, já iniciou negociação para fazer delação premiada, como adiantado pelo blog.
Após pedido da defesa de Luis Cláudio, o Tribunal Regional da 1ª Região determinou sigilo dos documentos apreendidos nesta empresa do filho do ex-presidente. Responsável pela decisão, a desembargadora Neuza Maria Alves da Silva definiu a operação de busca e apreensão como “flagrante desproporcionalidade”.
A nota divulgada pelo Instituto Lula afirma que, no depoimento, Lula negou que a edição das MPs tivesse relação com o contrato entre as empresas Mautoni e LFT.
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