Pernambuco registra 1.650 novos casos e 31 óbitos por Covid-19 nas últimas 24h
Por André Luis
Estado totaliza 266.999 casos confirmados e 10.430 óbitos pela doença.
A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, nesta quinta-feira (4), 1.650 casos de Covid-19.
Entre os confirmados na atualização, 57 são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 1.593 são leves. Agora, Pernambuco totaliza 266.999 casos confirmados da doença, sendo 31.266 graves e 235.733 leves.
Também foram confirmados 31 óbitos, ocorridos entre 6 de dezembro de 2020 e essa terça-feira (2). Com isso, o estado totaliza 10.430 mortes pela Covid-19. Os detalhes epidemiológicos serão repassados ao longo do dia pela Secretaria Estadual de Saúde.
A vice-prefeita Genedy Brito não foi apenas “pedra”, mas também “vidraça” na entrevista que deu ao radialista Anchieta Santos na Cidade FM. E na hora que foi provocada e questionada , gaguejou ou exitou em responder. Genedy e o médico Alan Xavier contra a administração do Prefeito Sebastião Dias continua. Nesta quinta (31) a dupla […]
A vice-prefeita Genedy Brito não foi apenas “pedra”, mas também “vidraça” na entrevista que deu ao radialista Anchieta Santos na Cidade FM. E na hora que foi provocada e questionada , gaguejou ou exitou em responder.
Genedy e o médico Alan Xavier contra a administração do Prefeito Sebastião Dias continua. Nesta quinta (31) a dupla esteve no Programa Cidade Alerta da Cidade FM. Genedy deixou claro que só cobrou participação no governo porque o compromisso foi assumido e esquecido pelo gestor.
Quando um ouvinte sugeriu que ela doasse o salário para a ADET (Associação dos Deficientes de Tabira), já que não participa do governo e ainda recebe salário, Genedi silenciou. Simplesmente ficou sem voz, sendo socorrida pelo médico Alan Xavier. Ouça:
Na segunda oportunidade, quando questionada se por estar arrependida de ter votado no poeta, votaria hoje em Dinca, Genedi silenciou, penso, matutou, até admitir que seria melhor votar em Dinca. Ouça:
O deputado federal e ex-prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti (PTB), é alvo de investigações pela Procuradoria Geral da República no STF. O Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, determinou o andamento do Inquérito 4.044, em trâmite na Suprema Corte do País contra o ex-prefeito do município. Zeca Cavalcanti é investigado por acusações de crimes […]
O deputado federal e ex-prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti (PTB), é alvo de investigações pela Procuradoria Geral da República no STF. O Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, determinou o andamento do Inquérito 4.044, em trâmite na Suprema Corte do País contra o ex-prefeito do município.
Zeca Cavalcanti é investigado por acusações de crimes de responsabilidade e outros crimes contra a administração pública. A informação é da Coligação da candidata Madalena Britto ao blog.
O Inquérito Penal nª 4.044, nasceu de uma investigação da Controladoria Geral da União, realizada no ano de 2009, na Prefeitura de Arcoverde, durante a gestão do ex-prefeito Zeca Cavalcanti. De acordo com o inquérito, não teria sido identificado pagamentos realizados com recursos do FUNDEB 40 e 60
A investigação revelou que diversos valores saíram de contas do FUNDEB 40 e 60 para outras contas, mas sem a identificação de sua destinação, ou seja, teria se utilizado, ilegalmente, o dinheiro da educação para pagar outros serviços, bens ou aquisições. Os valores que teriam sido desviados da educação ultrapassam o montante de R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais).
O Inquérito Penal nª 4.044 foi proposto pela Procuradoria Geral da República, em Brasília. A pedido do procurador, o Ministro Relator Gilmar Mendes, determinou diligências para reunir novas provas que poderão subsidiar a posterior abertura de Ação Penal no Supremo Tribunal Federal.
A Polícia Federal vai tomar os depoimentos dos ex-secretários de finanças (Geovane Freitas) e educação (Angélica Pacheco) do Município e reunir mais provas que comprovem os indícios já identificados pela Procuradoria Geral da República.
Prezado Nill Júnior, A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) esclarece que a solicitação de aumento de carga requisitada pela AABB de Afogados da Ingazeira não foi executada uma vez que o cliente se recusou a arcar com parte dos custos, conforme preconiza a legislação do setor elétrico nacional. Por solicitação da diretoria do clube, uma […]
A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) esclarece que a solicitação de aumento de carga requisitada pela AABB de Afogados da Ingazeira não foi executada uma vez que o cliente se recusou a arcar com parte dos custos, conforme preconiza a legislação do setor elétrico nacional.
Por solicitação da diretoria do clube, uma equipe técnica da concessionária prontamente esteve no local e constatou que para atender ao pedido seriam necessárias adequações na rede particular, de responsabilidade do clube.
À época, a empresa esclareceu ao diretor da AABB de Afogados da Ingazeira, Jurandir Pires, que sem a devida resolução da pendência não seria tecnicamente possível executar o serviço.
As informações prestadas pela Celpe estão em conformidade com a Resolução Normativa 414/2010, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Adicionalmente, foi explicado ao cliente que o aumento de carga sem a referida adequação resultaria em sobrecarga da rede de distribuição, comprometendo o fornecimento de energia e a segurança de outros consumidores da região.
A informação da contrapartida para realização da obra já havia sido comunicada, desde o mês de julho, à direção do clube.
Diante do exposto, causam perplexidade o título do artigo publicado, na quarta-feira (30), e a desmedida tentativa de comparar um crime brutal e covarde cometido contra um colaborador da empresa a uma solicitação de aumento de carga.
A vinculação dos fatos é incompatível. A Celpe permanece à disposição para reforçar todos os argumentos anteriormente apresentados.
Sem André de Paula, que alegou problemas de voz, o debate com candidatos ao Senado promovido pela Maranata FM foi polarizado entre Teresa Leitão e Gilson Machado, pela nacionalização do debate. O debate foi reproduzido pela Rádio Pajeú. Este blogueiro participou como presidente da ASSERPE e integrou a comissão que julgou direitos de resposta, ainda integrada […]
Sem André de Paula, que alegou problemas de voz, o debate com candidatos ao Senado promovido pela Maranata FM foi polarizado entre Teresa Leitão e Gilson Machado, pela nacionalização do debate.
O debate foi reproduzido pela Rádio Pajeú. Este blogueiro participou como presidente da ASSERPE e integrou a comissão que julgou direitos de resposta, ainda integrada pelo advogado Emílio Duarte e pela jornalista Wanda Nascimento.
A emissora e o mediador Wanderson Medeiros exploraram bastante a cadeira vazia do postulante do PSD.
O primeiro tema foi segurança. O candidato Guilherme Coelho defendeu mais policiais na rua com condições de trabalho. Também defendeu tecnologia e inteligência, criticando a baixa resolutividade dos crimes no estado.
Carlos Andrade, do União Brasil, destacou que Pernambuco é o estado com maior índice de mortes per capita do Brasil. “A impressão é que o estado desistiu da gente”.
Teresa defendeu valorização dos profissionais de segurança, ingresso por concurso público, com segurança cidadã, que atua para todos. Defendeu ainda políticas de prevenção ao feminicídio. Foi na defesa do estado falando da ampliação de delegacias da mulher e o Pacto Pela Vida.
Gilson Machado disse que a segurança de Pernambuco está entregue. “Porto de Galinhas foi alvo da violência com explosão de bancos e entregue aos bandidos. Em Caruaru a Rádio Cultura foi invadida durante um programa”. Disse que enquanto a criminalidade no Brasil cai, Pernambuco teve uma alta.
Eugênia Lima, disse que o tema é complexo, não envolvendo apenas militarização. “A política de Bolsonaro foi armar a população e não distribuir livros. Ele terá a arma do Estado e quer entregar à população “. Disse que temos a polícia que mais mata e a polícia que mais morre. “Precisamoa de uma polícia cidadã. A que chega na periferia chega batendo e matando”.
Mas o debate esquentou entre Gilson Machado e Teresa Leitão. Gilson lembrou uma frase de Teresa de que a facada em Bolsonaro tinha sido uma Fake News. “A senhora continua afirmando isso?” Teresa rebateu: “acho interessante um candidato como Vossa Excelência falar em intolerância política. É o que vocês mais fazem com mulheres, jornalistas. Eu nunca vi uma explicação condizente com aquela situação lamentável. Mas até hoje está sem explicação”.
“Arrodeia, mas não responde. Sim ou não? É muito arrodeio. O álcool baixou em Pernambuco porque intervi. Sou como suco de pacote. Pronto e preparado”. Teresa retrucou: “Primeiro me respeite. A cada pesquisa que mostra Lula subindo o combustível baixa. Política é sim, sim, não não. Estou ponderando e pedindo que se concluam as investigações “.
A nacionalização do debate também movimentou outros blocos. Teresa Leitão e Guilherme Coelho debateram a importância da agricultura familiar em contraponto ao agronegócio.
Eugênia disse defender Teresa ao perguntar a Gilson Machado sobre a extinção do Ministério da Cultura e leis Aldir Blanc e Paulo Gustavo. Gilson rebateu dizendo que havia absurdos com uso de recursos da lei Aldir Blanc, citando uma exposição em que crianças tocavam um homem nu e a peça Jesus Cristo, Rainha do Céu. “Passei seis anos pra receber cachê em Pernambuco”. Ela retornou falando do Auxílio Brasil de R$ 600. Queria 205 e pra janeiro, R$ 405. “Seu presidente entrega o maior rombo do país, rombo nas estatais, ministros e presidente presos”.
No bloco de perguntas dos ouvintes, Teresa voltou a cutucar. “Lula deixou mais de 350 bilhões em reservas. Quero ver quanto Bolsonaro vai deixar”.
Gilson: “Você passou oito anos defendendo Paulo Câmara. O pior governador para segurança. O que diz ao povo de Porto de Galinhas, à Rádio invadida?” Teresa: “Sou candidato de nove partidos, uma aliança que vai eleger Lula e tirar o Brasil do mapa da fome. O governador Paulo Câmara é um dos governadores da Frente. Tenho 28 anos de Deputada. Nunca fui adesista nem oposição pro que der e vier. No Senado vou trazer muitos recursos para Pernambuco. O candidato pensa que é governador ou ministro”.
Gilson: “A pessoa arrodeia e não responde. Política pode tudo em nome do poder?” Teresa: “A coerência está na aliança política que se reflete em Pernambuco. Política pode negociação em barras de ouro? A PF não investigar os filhos do presidente?”
Eles também se enfrentaram sobre o tema desemprego. “Deixamos esse país com 5% de desemprego”, disse Teresa. “É desonestidade afirmar que o governo Dilma Roussef deixou essa inflação “, criticou. Gilson e Teresa se acusaram de bravateiros, quanto o clima esquentou.
Correio 24 horas Filho do jornalista Mendel Bydlowski, Artur Loiola, 5 anos, morreu na tarde desta sexta-feira (10), após cair do quinto andar de um prédio em Guarujá, no litoral de São Paulo. A informação foi confirmada pela Polícia Civil (PC) ao portal G1 na noite desta sexta. Segundo o site, o repórter esportivo da […]
Filho do jornalista Mendel Bydlowski, Artur Loiola, 5 anos, morreu na tarde desta sexta-feira (10), após cair do quinto andar de um prédio em Guarujá, no litoral de São Paulo. A informação foi confirmada pela Polícia Civil (PC) ao portal G1 na noite desta sexta.
Segundo o site, o repórter esportivo da ESPN estava com a mulher e os dois filhos a passeio na cidade quando o acidente ocorreu nesta sexta. Arthur caiu de um prédio localizado na Avenida Marechal Deodoro da Fonseca, em frente à praia de Pitangueiras, esquina com a Rua Rio de Janeiro.
Conforme informações da PC, a vítima estava brincando com o irmão mais novo, próxima a um vidro do apartamento, que já estava um pouco quebrado. Na brincadeira, o menino acabou forçando o vidro, que cedeu e ocasionou a queda da criança. Artur chegou a ser socorrido às pressas e encaminhado ao Hospital Santo Amaro, mas teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.
Ainda conforme o G1, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) solicitou perícia ao Instituto de Criminalística (IC) e exames ao Instituto Médico Legal (IML). O caso foi registrado como morte suspeita pela Delegacia do Guarujá, que instaurou inquérito policial para apurar os fatos.
De acordo com a Prefeitura de Guarujá, viaturas da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros, a Guarda Civil Municipal e a Defesa Civil foram acionadas e compareceram até o local.
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