Pernambuco confirma 989 novos casos da Covid-19 e 23 mortes
Por André Luis
Foram confirmados, nesta quarta-feira (9), mais 989 casos da Covid-19 em Pernambuco, além de outros 23 óbitos. Com isso, o número de infectados pelo novo coronavírus aumentou para 133.579 no estado, que passou a totalizar 7.764 mortes provocadas pela doença, números registrados desde março, no início da pandemia.
No boletim desta quarta-feira (9), a Secretaria Estadual de Saúde (SES) registrou 45 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 944 quadros leves da Covid-19, ou seja, pessoas que se infectaram pelo novo coronavírus, mas não precisaram de internamento hospitalar. No acumulado desde março, Pernambuco chegou a 25.658 casos graves e 107.921 casos leves da doença.
Com relação aos 23 óbitos, seis deles ocorreram nos últimos três dias, sendo um na terça-feira (8), quatro na segunda-feira (7) e um no domingo (6). As outras 17 mortes aconteceram entre o dia 2 de maio e o sábado (5).
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou ao presidente da Câmara de Vereadores de Solidão, Antônio Marinheiro de Lima, que anule a votação, apreciação e julgamento das contas do ex-prefeito Diomésio Alves de Oliveira, referentes ao exercício de 2008. O presidente também deverá recolocar em votação as contas do ex-gestor, no prazo de 60 dias […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou ao presidente da Câmara de Vereadores de Solidão, Antônio Marinheiro de Lima, que anule a votação, apreciação e julgamento das contas do ex-prefeito Diomésio Alves de Oliveira, referentes ao exercício de 2008.
O presidente também deverá recolocar em votação as contas do ex-gestor, no prazo de 60 dias contados a partir de 22 de agosto, garantindo a Diomésio Alves de Oliveira o direito à ampla defesa.
Segundo a promotora de Justiça Manoela Eleutério de Souza, o julgamento das contas do ex-prefeito no exercício 2008 havia sido feito pelos parlamentares em contradição ao parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), que orientou pela rejeição.
A representante do MPPE alega que, apesar dos e sforços da Instituição e dos representantes do TCE-PE e do Ministério Público de Contas para que as prestações de contas das gestões municipais sejam apreciadas pelos vereadores no prazo determinado pela Constituição do Estado de Pernambuco, a função fiscalizatória do Poder Legislativo “resta prejudicada em face da ocorrência de desvios procedimentais, decisões não fundamentadas ou não apreciação no prazo”.
Para evitar que a situação se repita o MPPE também recomendou ao presidente da casa, Antônio Marinheiro de Lima, que observe a necessidade de que as decisões que dizem respeito às contas do ex-prefeito sejam fundamentadas com base na lei.
Da mesma forma, todos os atos devem ser públicos, com o envio dos pareceres, votos dos vereadores, atas das sessões e resoluçõ es legislativas para a Promotoria de Justiça de Tabira e o TCE-PE.
A promotora de Justiça ainda alerta que, caso não seja cumprida a recomendação, os vereadores podem incidir nas sanções previstas na Lei nº 8.429/92 (Lei de Improbidade Administrativa) e no Decreto-Lei 201/67 em face da não observância das disposições constitucionais, administrativas e penais vigentes.
Por Anchieta Santos O médico e ex-prefeito de Tabira Josete Amaral se despediu do Hospital Regional Emília de Afogados da Ingazeira com os plantões do último final de semana. Depois de muitos anos, Josete, profissional bastante querido pelos pacientes de toda região, deixou a unidade justificando a pesada maratona de atividades. Saia de um plantão […]
O médico e ex-prefeito de Tabira Josete Amaral se despediu do Hospital Regional Emília de Afogados da Ingazeira com os plantões do último final de semana.
Depois de muitos anos, Josete, profissional bastante querido pelos pacientes de toda região, deixou a unidade justificando a pesada maratona de atividades.
Saia de um plantão em Afogados, emendava com outro em Tabira de onde retornava a Recife. Se dizendo cansado, Josete preferiu encerrar suas atividades no regional.
Casos de demissão de colaboradores que não teriam votado em Bolsonaro por alinhados do empresariado no Pajeú começam a repercutir nas redes sociais. A caça às bruxas pelo resultado eleitoral tem tido repercussão, com empresários bolsonaristas buscando vingar o resultado demitindo colaboradores sob alegação de que votaram no petista. Alguns chegam a ser intimidados ou ironizados. “Faz […]
Casos de demissão de colaboradores que não teriam votado em Bolsonaro por alinhados do empresariado no Pajeú começam a repercutir nas redes sociais.
A caça às bruxas pelo resultado eleitoral tem tido repercussão, com empresários bolsonaristas buscando vingar o resultado demitindo colaboradores sob alegação de que votaram no petista.
Alguns chegam a ser intimidados ou ironizados. “Faz o L agora”, “Lula vai pagar seu salário”, “você fazia política aqui dentro”, são algumas das alegações.
Dentre os episódios revelados, as críticas são maiores partindo de empresas que já assediaram colaboradores exigindo o voto no candidato do PL.
Tanto uma prática quanto outra são ilegais. Problema é que, com medo de perder o emprego, muitos não denunciam.
No caso dos desligados, a situação pode render na Justiça do Trabalho. O caso é o mesmo para casos em que eleitores de Bolsonaro sejam assediados por empresários lulistas. Problema é que, com a derrota do bolsonarismo, esses episódios tem surgido mais.
“Assédio eleitoral ocorre quando o empregador ultrapassa os limites do seu poder diretivo e limites contratuais de trabalho e intervém na liberdade do seu empregado de escolha livre e consciente do seu candidato com o objetivo de fazê-lo aderir a um grupo político ou candidato”, explicou a advogada e diretora da Associação Espírito-Santense de Advogados Trabalhistas (Aesat), Eliza Thomaz.
Essas situações de assédio estão enquadradas nos artigos 299 e 301 do Código Eleitoral e podem ser consideradas crimes eleitorais.
Um funcionário não pode ser demitido (nem por justa causa), punido ou discriminado por expressar a opinião política em ambiente de trabalho.
Já Alexandre Rosa, advogado trabalhista e sócio do Goulart Penteado, lembra que a Justiça já considerou discriminatória a demissão de funcionários por manifestação política.
“Existem casos em que a demissão, ainda que sem justa causa, foi considerada discriminatória porque o empregado conseguiu provar que o desligamento ocorreu em decorrência de sua regular manifestação política no ambiente de trabalho”.
São José do Egito recebeu neste sábado a visita da governadora Raquel Lyra, recebida pelo prefeito Fredson Brito em um evento que reuniu milhares de pessoas. A governadora entregou importantes ações para o município: inaugurou a cozinha comunitária, que vai garantir mais segurança alimentar; fez a entrega de um ônibus escolar, reforçando o transporte dos […]
São José do Egito recebeu neste sábado a visita da governadora Raquel Lyra, recebida pelo prefeito Fredson Brito em um evento que reuniu milhares de pessoas.
A governadora entregou importantes ações para o município: inaugurou a cozinha comunitária, que vai garantir mais segurança alimentar; fez a entrega de um ônibus escolar, reforçando o transporte dos estudantes; inaugurou o sistema de abastecimento de água do Muquém, levando dignidade a dezenas de famílias; e assinou o termo de investimento de quase R$ 3 milhões em asfalto.
O momento contou com a presença dos vereadores Tadeu do Hospital, Aldo Lima, Patrícia de Bacana, Gerson Souza, Daniel Siqueira e Vicente de Vevéi, além do vice-prefeito Zé Marcos, do ex-prefeito Dr. Romério Guimarães, lideranças locais e uma multidão de cidadãos que acompanharam de perto mais esse capítulo de avanços para a Terra da Poesia.
O prefeito Fredson Brito destacou a importância da parceria com a governadora e com o Governo do Estado e reafirmou o compromisso de seguir trabalhando de mãos dadas com a população para garantir mais desenvolvimento e qualidade de vida em São José do Egito.
Raquel Lyra, emocionada, destacou dezenas de ações em São José do Egito e disse que é a governadora também da Terra da Poesia.
A ausência do tradicional boneco gigante do ex-deputado José Patriota no Carnaval de Afogados da Ingazeira surpreendeu muitos foliões neste ano. Conhecido como o “Patriota de Olinda”, o boneco sempre foi destaque no período momesco. Segundo informações da Coluna do Domingão, do blog, deste domingo (9), a depender de Sandrinho Palmeira e Totonho Valadares, o […]
A ausência do tradicional boneco gigante do ex-deputado José Patriota no Carnaval de Afogados da Ingazeira surpreendeu muitos foliões neste ano. Conhecido como o “Patriota de Olinda”, o boneco sempre foi destaque no período momesco.
Segundo informações da Coluna do Domingão, do blog, deste domingo (9), a depender de Sandrinho Palmeira e Totonho Valadares, o boneco gigante do Deputado falecido em setembro de 2023 participaria com os demais, como forma de homenagem. No entanto, a decisão final coube à família do ex-deputado, que optou por não autorizar a aparição do boneco neste momento.
A escolha foi respeitada pela organização do evento e pelas autoridades locais. O respeito ao luto e à memória de José Patriota prevaleceu.
A ausência do boneco gigante causou estranheza em alguns, mas reforçou o respeito à família e o legado de um dos maiores líderes políticos da região, falecido em setembro do ano passado.
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