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Pazzuelo anuncia compra de 100 milhões de doses da Coronavac

Por Nill Júnior

G1

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou nesta quinta-feira (7) a assinatura de um contrato com o Instituto Butantan para o fornecimento de 100 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 — 46 milhões até abril e outras 54 milhões de doses até o fim do ano.

Segundo o ministro, toda a produção do Butantan será incorporada ao Plano Nacional de Imunização, para distribuição em todo o país. De acordo com Pazuello, o valor da dose é de pouco mais de US$ 10.

Mais cedo, nesta quinta, o governo de São Paulo informou que a vacina CoronaVac, desenvolvida pelo Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, registrou 78% de eficácia nos testes clínicos feitos no Brasil.

Também nesta quinta, o Butantan enviou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o pedido de uso emergencial da CoronaVac.

Segundo a Anvisa, o prazo para a análise do pedido de uso emergencial é de dez dias. A avaliação do pedido de registro definitivo é feita em até 60 dias.

Outras Notícias

Deputada cobra informações no Portal da Transparência

A deputada estadual Priscila Krause (DEM) questionou, na tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), na tarde desta segunda-feira (24), o fato de o Poder Executivo estadual suprimir, desde janeiro deste ano, uma seção de detalhamento de gastos públicos que informava ao cidadão dados a respeito de despesas de suas unidades orçamentárias. Em vez de […]

A deputada estadual Priscila Krause (DEM) questionou, na tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), na tarde desta segunda-feira (24), o fato de o Poder Executivo estadual suprimir, desde janeiro deste ano, uma seção de detalhamento de gastos públicos que informava ao cidadão dados a respeito de despesas de suas unidades orçamentárias.

Em vez de descrever o detalhamento da ordem bancária, como fazia nos anos anteriores, o Portal da Transparência incluiu um hashtag no lugar. “Em vez de detalhar os gastos, como deveria, o governo agora incluiu um jogo da velha, para os mais novos, hashtag. Hahstag quem quiser que se vire pra descobrir”, informou.

Ao anunciar que protocola ainda hoje um pedido de informações ao governador Paulo Câmara (PSB) para justificar a nova orientação, Priscila lamentou que os dez anos da Secretaria da Controladoria Geral do Estado, comemorados neste ano de 2017, aconteçam nesse clima de supressão de informações e censura.

“Nós temos uma Controladoria competente, de técnicos qualificados e comprometidos com o Estado. Não é possível que uma orientação política determine a supressão de informações tão caras ao público e termine por atrapalhar um trabalho tão importante”, acrescentou.

Entre os exemplos de informações que não estão mais publicadas – incluídas na seção “detalhamento da ordem bancária”, Priscila citou a descrição exata de qual obra está sendo beneficiada com os recursos do FEM, a justificativa da cessão de diária civil aos servidores (viagem, data, evento), dados relativos aos boletins de medição no caso de obras, o detalhamento referente ao aluguel de veículos (local, data) e o mês do boleto das faturas pagas de prestação de serviços (Compesa, Celpe).

PDT de Ciro Gomes anuncia ‘apoio crítico’ a Fernando Haddad

O PDT anunciou nesta quarta-feira (10) que dará “apoio crítico’ a Fernando Haddad (PT) no segundo turno da eleição. Haddad disputará a Presidência da República com Jair Bolsonaro (PSL). A decisão foi anunciada em uma nota, divulgada pelo partido, após reunião da Executiva Nacional. “A Executiva Nacional do PDT, reunida nesta quarta-feira na sede nacional do partido, em Brasília, declara seu apoio crítico […]

O PDT anunciou nesta quarta-feira (10) que dará “apoio crítico’ a Fernando Haddad (PT) no segundo turno da eleição. Haddad disputará a Presidência da República com Jair Bolsonaro (PSL).

A decisão foi anunciada em uma nota, divulgada pelo partido, após reunião da Executiva Nacional.

“A Executiva Nacional do PDT, reunida nesta quarta-feira na sede nacional do partido, em Brasília, declara seu apoio crítico à candidatura de Fernando Haddad para evitar a vitória das forças mais reacionárias e atrasadas do Brasil e a derrocada da democracia”, informou o partido.

Na última segunda-feira (8), o presidente do PDT, Carlos Lupi, já havia afirmado ao G1 que o partido “jamais” apoiaria Bolsonaro e estudava dar “apoio crítico” a Haddad.

Nesta quarta, Lupi declarou que Ciro Gomes não subirá em palanque com Haddad, e que esta é uma “decisão institucional”.

“Não faremos nenhuma reivindicação. Por isso que a gente fala que é o voto crítico. É voto sem participação em campanha. Não queremos, já está clara a nossa posição, a participação em nenhum governo se Fernando Haddad ganhar a eleição”, afirmou.

Segundo o presidente do PDT, “a partir de agora”, o partido “está decidindo lançar a candidatura Ciro 12 em 2022” – Ciro Gomes, porém, já disse que a eleição de 2018 seria a última.

No primeiro turno, o candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, ficou em terceiro lugar. Ex-governador do Ceará e ex-ministro da Integração Nacional, ele recebeu 13,3 milhões de votos (12,47%).

No último domingo (7), logo após a confirmação o resultado do primeiro turno, Ciro Gomes foi questionado sobre quem apoiaria no segundo turno e respondeu “ele, não”, uma referência ao movimento #EleNão, contrário a Jair Bolsonaro.

Ao deixar o encontro do PDT desta quarta-feira, Ciro afirmou: “Abaixo o fascismo! Pela democracia! Abaixo a ditadura! Ditadura nunca mais!”

‘Apego a poder, dinheiro é um vício’, diz Sérgio Cabral em depoimento

Na audiência pedida pela defesa do ex-governador, ele deu mais detalhes sobre os esquema de corrupção, voltou a admitir ter recebido propina e chegou a dizer que dinheiro e poder são um “vício”. Cabral foi preso na Operação Lava Jato em novembro de 2016 e suas condenações somam 198 anos e 6 meses de prisão. […]

Na audiência pedida pela defesa do ex-governador, ele deu mais detalhes sobre os esquema de corrupção, voltou a admitir ter recebido propina e chegou a dizer que dinheiro e poder são um “vício”.

Cabral foi preso na Operação Lava Jato em novembro de 2016 e suas condenações somam 198 anos e 6 meses de prisão.

No início da audiência, Cabral citou os nomes de ex-colaboradores no governo como o ex-secretário de Saúde, Sérgio Côrtes, e Régis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil do RJ. O ex-secretário de saúde está presente na audiência desta terça.

O ex-governador Sérgio Cabral também afirmou estar arrependido por não ter falado de propinas anteriormente.

O ex-governador contou ainda que o então vice-governador Luiz Fernando Pezão (MDB), que acumulou o cargo, inicialmente, com a secretaria de Obras também recebia propinas. Segundo ele, o valor enviado a Pezão chegava a R$ 150 mil mensais.

O ex-governador Pezão está preso desde o dia 29 de novembro do ano passado, em operação da Polícia Federal, no Palácio Laranjeiras. A prisão foi baseada em delação de Carlos Miranda, operador financeiro de Cabral, que disse ter feito pagamento de mesada de R$ 150 mil para Pezão, com direito a 13º de propina e bônus de R$ 1 milhão.

Cabral explicou ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, o motivo de ter decidido falar das propinas no seu governo após mais de dois anos na prisão.

“O que minha família tem passado. E o senhor[ juiz] colocou um ponto importante: É uma situação histórica. Em nome da minha mulher[Adriana Ancelmo], da família e do momento histórico resolvi falar. Hoje sou um homem mais aliviado e vou ficar cada vez mais aliviado. Por isso decidi falar a verdade para ficar bem comigo mesmo”, explicou. Do G1.

Maurício Rands reforça parceria com Victor Flores: “O agente do Sertão”

A dobradinha entre o candidato a deputado federal Maurício Rands e o candidato a deputado estadual Victor Flores (Avante-70007) voltou a ganhar destaque nesta terça-feira (22), durante entrevista concedida ao programa de Waldiney Passos e Ricardo, na Rádio Rural FM. Um dia após o Encontro para Florescer Pernambuco, realizado em Petrolina, Rands voltou a destacar […]

A dobradinha entre o candidato a deputado federal Maurício Rands e o candidato a deputado estadual Victor Flores (Avante-70007) voltou a ganhar destaque nesta terça-feira (22), durante entrevista concedida ao programa de Waldiney Passos e Ricardo, na Rádio Rural FM. Um dia após o Encontro para Florescer Pernambuco, realizado em Petrolina, Rands voltou a destacar a importância da candidatura de Victor para fortalecer a representatividade do Sertão.

Ao comentar o evento realizado na segunda-feira, Maurício Rands classificou o encontro como “extraordinário” e, em tom descontraído, fez referência ao número de urna de Victor (70007), comparando-o ao famoso agente 007. “Ele é o agente do Sertão”, brincou, destacando o compromisso do ambientalista com pautas voltadas ao desenvolvimento, à qualidade de vida e ao futuro da região.

Durante a entrevista, Rands defendeu o fortalecimento da bancada pernambucana na Câmara Federal e afirmou que decidiu disputar um novo mandato para ampliar a capacidade de Pernambuco de conquistar investimentos e defender os interesses do Estado. Também voltou a criticar a concentração de poder nas mãos dos mesmos grupos políticos e reafirmou seu compromisso com pautas como educação, educação ambiental, valorização dos trabalhadores, enfrentamento à violência contra a mulher e políticas de combate à discriminação.

Em sua participação, Victor destacou que a parceria representa a união entre experiência e renovação política, defendendo que Pernambuco precisa ampliar sua representatividade tanto em Brasília quanto na Assembleia Legislativa.

“O Sertão precisa voltar a ocupar os espaços onde as decisões são tomadas. Ao lado de Maurício Rands, queremos fortalecer essa representação e construir políticas públicas que melhorem a vida das pessoas.”

A aliança entre Victor Flores e Maurício Rands tem sido construída em torno de pautas comuns, como o fortalecimento da educação, a proteção do Rio São Francisco, o desenvolvimento sustentável, a valorização da cultura e a defesa de uma política baseada em resultados e boas ideias para Pernambuco.

Kaio Maniçoba faz avaliação positiva de primeiros 30 dias na Câmara

Dentre as bandeiras do parlamentar, a construção de unidade regional de hemodiálise em Serra Talhada Em um mês de trabalho, o deputado federal Kaio Maniçoba (PHS-PE) já contabiliza vários encontros com lideranças políticas e sindicais no seu gabinete, em Brasília. Maniçoba já levou representantes do Polo Gesseiro do Araripe e do Sindicato da Indústria do […]

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Dentre as bandeiras do parlamentar, a construção de unidade regional de hemodiálise em Serra Talhada

Em um mês de trabalho, o deputado federal Kaio Maniçoba (PHS-PE) já contabiliza vários encontros com lideranças políticas e sindicais no seu gabinete, em Brasília. Maniçoba já levou representantes do Polo Gesseiro do Araripe e do Sindicato da Indústria do Gesso (Sindusgesso) para encontro com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Armando Monteiro Neto. Na pauta, negócios e dificuldades econômicas naquela região.

Além disso, o deputado se reuniu com o secretário de Saúde de Pernambuco, Iran Costa, para tratar da construção de uma extensão do Hospital do Câncer de Pernambuco (HCP) e de um Centro de Hemodiálise na cidade de Serra Talhada, local estratégico para atendimento de diversas microrregiões do sertão.

Nesta quarta-feira (4), o deputado foi nomeado titular da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, além de também estar na suplência da Comissão de Educação da Câmara e na CPI da Petrobras.

Kaio ainda apresentou seu primeiro projeto de lei na Câmara Federal. O projeto trata sobre a anistia para os agricultores que tenham dívidas originadas a partir de empréstimos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) ou do Fundo de Terras e da Reforma Agrária.

O Projeto de Lei 309/2015 abrange os produtores castigados por secas ou enchentes e que estejam localizados em municípios que decretaram estado de emergência ou de calamidade pública, com o devido reconhecimento do Governo Federal.

Kaio Maniçoba  é o único deputado pernambucano titular na Comissão Parlamentar de Inquérito, responsável por apurar os eventuais desvios de recursos públicos na Petrobras, a chamada CPI da Petrobras. “Tenho defendido o aprofundamento das investigações, doa a quem doer”, enfatizou.