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Papa Leão XIV apresenta recuperação dentro do esperado após cirurgia no pulmão, diz Vaticano

Por Michael Andrade

O papa Leão XIV, de 71 anos, apresenta evolução pós-operatória considerada normal após a cirurgia realizada nesta terça-feira (13) para a retirada de um tumor maligno do pulmão direito. Segundo o Vaticano, exames feitos nesta quarta-feira (14) apresentaram resultados dentro dos parâmetros esperados.

De acordo com o boletim divulgado pela Santa Sé, Leão XIV realizou exames de sangue e uma radiografia de tórax durante a manhã. A avaliação médica indicou recuperação compatível com o período pós-operatório.

O pontífice também começou a caminhar dentro do quarto e iniciou sessões de fisioterapia respiratória. A alimentação habitual já foi retomada.

Leão XIV passou por uma cirurgia na terça-feira para retirada de um tumor no pulmão. Durante o procedimento, os médicos removeram o lobo inferior do pulmão direito.

O diagnóstico de adenocarcinoma foi confirmado durante a cirurgia. Trata-se de um tipo de câncer de pulmão. A equipe médica segue acompanhando a recuperação e os exames complementares que deverão orientar os próximos passos do tratamento.

A previsão inicial é de que o papa permaneça internado por cerca de uma semana. Seus compromissos públicos foram suspensos durante o período de recuperação.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Andreas Solaro/AFP

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Outras Notícias

Governo garante terreno para a construção da Catedral de Salgueiro‏

Durante a abertura do seminário Todos por Pernambuco em Salgueiro, no Sertão Central, o governador Paulo Câmara assinou e encaminhou à Assembleia Legislativa de Pernambuco, neste domingo (15), um Projeto de Lei que garante a doação do terreno da extinta Companhia de Abastecimento e de Armazéns Gerais de Pernambuco para a Diocese do município. No […]

Durante a abertura do seminário Todos por Pernambuco em Salgueiro, no Sertão Central, o governador Paulo Câmara assinou e encaminhou à Assembleia Legislativa de Pernambuco, neste domingo (15), um Projeto de Lei que garante a doação do terreno da extinta Companhia de Abastecimento e de Armazéns Gerais de Pernambuco para a Diocese do município. No local, será construída a Catedral de Salgueiro. Para Paulo Câmara o gesto é uma forma de retribuir a atuação social da entidade.

“Fico feliz de o Governo do Estado ter conseguido contribuir para a melhoria das ações da Igreja Católica em Pernambuco, considerando a importante atuação social da instituição”, disse o governador. Paulo destacou ainda que a Igreja Católica é uma importante parceira do Estado e que o novo terreno terá a estrutura adequada para a construção da Catedral. “Esse era um sonho antigo da comunidade religiosa de Salgueiro, e nós conseguimos realizar”, pontuou o chefe do Executivo estadual.

A comunidade católica presente no auditório do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia (IFPE) recebeu a notícia com euforia.  Para o bispo da Igreja Católica do município, Dom Magno, a Catedral vai possibilitar a acolhida de mais fieis e ampliar o trabalho da diocese.  “A nossa comunidade vai poder fazer muito mais pela região”, completou Dom Magno.

Presidente da Alepe lamenta morte de Edmundo Gaia

Queremos registrar o nosso profundo pesar pelo falecimento do ex-vereador de Serra Talhada, Edmundo Gaia. Nós, que compartilhamos desse ofício de representar o povo nas casas legislativas, compreendemos a importância que o trabalho de Edmundo Gaia teve para a população. Deixamos os nossos sentimentos à família e a toda a população serra talhadense pela perda […]

Queremos registrar o nosso profundo pesar pelo falecimento do ex-vereador de Serra Talhada, Edmundo Gaia.

Nós, que compartilhamos desse ofício de representar o povo nas casas legislativas, compreendemos a importância que o trabalho de Edmundo Gaia teve para a população.

Deixamos os nossos sentimentos à família e a toda a população serra talhadense pela perda dessa figura pública que tão bem representava o distrito de São João dos Gaia, por meio dos seus mandatos na Câmara Municipal.

Deputado Eriberto Medeiros – Presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco

Gravação de Joesley: Aécio contra indicação de Serraglio

O Globo Na gravação que Joesley Batista entregou à PGR no ano passado, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) atacou o então ministro da Justiça, Osmar Serraglio, por ele não aceitar orientações sobre indicação do comando para a Polícia Federal. Serraglio confirmou em entrevista ao GLOBO, nesta sexta-feira (20), as acusações já formuladas pela PGR. Na ocasião, […]

O Globo

Na gravação que Joesley Batista entregou à PGR no ano passado, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) atacou o então ministro da Justiça, Osmar Serraglio, por ele não aceitar orientações sobre indicação do comando para a Polícia Federal. Serraglio confirmou em entrevista ao GLOBO, nesta sexta-feira (20), as acusações já formuladas pela PGR.

Na ocasião, o tucano disse ao empresário que o então ministro era “um bosta de um caralho, que não dá um alô”. Aécio disse que Michel Temer “errou de novo de nomear essa porra desse (…). Porque aí mexia na PF.”

O senador demonstrava preocupação com os inquéritos que seriam abertos na época das delações da Odebrecht e sugeriu a Joesley que era necessário intervir para que os responsáveis pelas investigações fossem previamente selecionados para evitar uma distribuição aleatória.

 “O que que vai acontecer agora? Vai vim um inquérito de uma porrada de gente, caralho, eles são tão bunda mole que eles não (têm) o cara que vai distribuir os inquéritos para o delegado. Você tem lá cem, sei lá, 2.000 delegados da Polícia Federal. Você tem que escolher dez caras, né?, do Moreira, que interessa a ele vai pro João (…) O Aécio vai pro Zé”, disse o tucano, na gravação.

Além disso, ele propôs ao empresário que ajudasse a pressionar o presidente da Câmara, o deputado Rodrigo Maia, para que ele votasse matérias que incluem a anistia ao caixa dois. O tucano chegou a dizer que “alguém” de Joesley poderia mandar “um recado pro Rodrigo” para “assustar um pouco”.

Depois, Aécio emendou: “Tem que votar essa merda de qualquer maneira (…) Eu tô assustando ele (Rodrigo Maia). Se a gente conseguir isso (anistia do caixa dois), já dá 80% do problema”.

Na CCJ, Danilo Cabral reafirma voto pela aceitação de denúncia contra Temer

“O nosso mandato não é um cheque me branco, em que cada um faz o que quer. Não me posicionarei de costas para o povo. Meu voto será sim”, declarou o deputado Danilo Cabral (PSB-PE) em seu pronunciamento na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal na manhã de hoje (13) durante a […]

“O nosso mandato não é um cheque me branco, em que cada um faz o que quer. Não me posicionarei de costas para o povo. Meu voto será sim”, declarou o deputado Danilo Cabral (PSB-PE) em seu pronunciamento na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal na manhã de hoje (13) durante a análise da admissibilidade da investigação contra o presidente Michel Temer. O parlamentar destacou que o povo brasileiro está indignado com toda essa situação e que, em sua grande maioria, defende que o presidente seja investigado.

De acordo com Danilo Cabral, seu posicionamento se baseia em convicções jurídicas ancoradas nos fatos apontados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e também “no profundo anseio por justiça que emana do povo”. O deputado lembrou que essa é a primeira vez que um presidente da República é acusado criminalmente no exercício do mandato. “Não posso aceitar com naturalidade a relação promíscua entre um presidente e um criminoso travestido de empresário, tratando, abertamente, sem nenhum pudor, sobre crimes de corrupção”, justificou Danilo.

O deputado, 50º a falar na CCJ, fez questão de frisar que a missão da Câmara é verificar se há elementos suficientes na denúncia da PGR para que seja instaurado o processo contra o presidente Michel Temer. “Admitir que esses elementos existem não implica condenação prévia. O presidente ainda poderá se defender amplamente no Supremo Tribunal Federal (STF), atendendo todos os requisitos do processo legal”, lembrou.

Em sua fala, Danilo Cabral citou trechos da denúncia, como a transcrição da gravação da conversa entre o presidente e o empresário Joesley Batista, e o flagra do recebimento de propina pelo ex-deputado Rodrigo Rocha Loures. Além disso, o deputado criticou a ação do governo para tentar barrar a denúncia na CCJ, com a troca de integrantes do colegiado e a liberação de emendas, que já ultrapassa R$ 4 bilhões entre empenhos e pagamentos. “É uma vergonha! Temer está tentando comprar apoio da Câmara dos Deputados e o pior é que muitos colegas parlamentares estão se sujeitando a este tipo de prática”, censurou.

Danilo Cabral afirma que há uma expectativa de que o parecer do relator Sérgio Zveiter (PMDB-RJ) possa ser votado ainda na tarde de hoje (13) na CCJ. Isso depende do número de parlamentares inscritos para discutir a aceitação da denúncia contra o presidente Michel Temer por crime de corrupção passiva.

Serra deixa Ministério alegando questões de saúde

O ministro de Relações Exteriores, José Serra, pediu exoneração do cargo ao presidente Michel Temer, alegando problemas de saúde que, segundo ele, já são do conhecimento do presidente. “Faço-o com tristeza, mas em razão de problemas de saúde, os quais me impedem de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de chanceler”. Segundo […]

O ministro de Relações Exteriores, José Serra, pediu exoneração do cargo ao presidente Michel Temer, alegando problemas de saúde que, segundo ele, já são do conhecimento do presidente.

“Faço-o com tristeza, mas em razão de problemas de saúde, os quais me impedem de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de chanceler”.

Segundo os médicos “o tempo para restabelecimento adequado é de pelo menos quatro meses”.

Além da questão das viagens, Serra afirmou que seu problema de saúde dificulta os trabalhos no dia-a-dia. “Para mim, foi motivo de orgulho integrar sua equipe. No Congresso, honrarei meu mandato de senador, trabalhando pela aprovação de projetos que visem à recuperação da economia, ao desenvolvimento social e à consolidação democrática do Brasil”.

O senador entrou nos planos de Temer para um futuro no governo já em abril de 2016, quando este ainda era vice-presidente, para ser o braço de interlocução com o empresariado, alojado em um Ministério das Relações Exteriores forte, assumindo o comando do comércio exterior.

Ele fazia parte de um plano de “núcleo duro” da economia, junto com Meirelles, na Fazenda, Jucá, no Planejamento, e Moreira Franco, em uma supersecretaria ligada à Presidência, visando parcerias público-privadas, privatizações e concessões.

O papel de Serra, no quarteto, era fortalecer as exportações, por meio de acordos comerciais com diversos mercados do mundo.