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Ouro Velho celebra 64 anos de emancipação política com anúncio de obras e investimentos

Por André Luis

O município de Ouro Velho, no Cariri paraibano, comemorou na semana que se passou, seus 64 anos de emancipação política com uma cerimônia marcada por celebrações e anúncios. O evento reuniu a população para o tradicional corte do bolo, e foi também ocasião para que o prefeito Gilvaney Júnior, conhecido como Dr. Júnior, apresentasse um pacote de obras e ações voltadas para o desenvolvimento da cidade.

Durante seu discurso, o prefeito destacou que as iniciativas anunciadas são um marco para o município, reforçando o compromisso da gestão com a melhoria da qualidade de vida da população.

Entre as ações estão a construção de quatro passagens molhadas, que irão facilitar o deslocamento nas áreas rurais, e dois reservatórios de água com capacidade para 50 mil litros cada, destinados ao abastecimento das comunidades da zona rural. Também serão construídas duas sedes para associações rurais, além da perfuração de dez poços artesianos, ampliando o acesso à água para as localidades mais necessitadas.

Além disso, a gestão anunciou a implantação de uma adutora de cinco quilômetros no Sítio Betânia, garantindo o abastecimento de água para a região. No campo esportivo, serão construídas uma quadra society e uma quadra poliesportiva na zona rural, promovendo lazer e incentivando a prática de esportes entre os moradores.

O prefeito Dr. Júnior destacou que essas obras representam um compromisso em atender às necessidades da população, com foco em infraestrutura, acesso à água e oportunidades. “Celebramos os 64 anos de emancipação política de Ouro Velho com muita alegria e trabalho! Essas ações representam nosso compromisso em melhorar a qualidade de vida da nossa gente, garantindo mais infraestrutura, acesso à água e oportunidades para todos”, afirmou em suas redes sociais.

Outras Notícias

Em reunião, Dilma admite dificuldades, pede cortes e determina unidade

Na longa reunião desta quinta-feira com a coordenação política, a presidente Dilma Rousseff priorizou dar uma resposta à agência de classificação de risco Standard & Poor´s, que tirou o grau de investimento do país Ao lado de ministros e do vice-presidente Michel Temer, Dilma levantou os dois principais pontos criticados pela agência para o rebaixamento. […]

A presidente Dilma Rousseff concede entrevista no Palácio do Planalto - Givaldo Barbosa / Agência O Globo

Na longa reunião desta quinta-feira com a coordenação política, a presidente Dilma Rousseff priorizou dar uma resposta à agência de classificação de risco Standard & Poor´s, que tirou o grau de investimento do país

Ao lado de ministros e do vice-presidente Michel Temer, Dilma levantou os dois principais pontos criticados pela agência para o rebaixamento. Ela, primeiro, pediu agilidade e urgência nos cortes do governo. Em segundo lugar, ressaltou a necessidade de unidade e coesão da equipe.

Um dos principais pontos sublinhados pela S&P foi a falta de coesão da equipe de Dilma no enfrentamento da crise econômica. A crítica era uma avaliação clara de que o titular da Fazenda, Joaquim Levy, estava sendo boicotado por outros integrantes do governo.

Segundo um dos participantes da reunião, só depois de anunciados cortes expressivos de gastos, que devem ser feitos em breve, é que o governo deverá negociar com o Congresso novas propostas para aumentar a arrecadação.

Nas palavras desse participante da equipe, existem várias propostas do setor financeiro, do setor produtivo e do próprio Congresso para aumentar contribuições e tributos.

Uma das prioridades nesse primeiro momento é ressaltar como reação à crise o projeto de lei sobre repatriação de recursos brasileiros não declarados no exterior, enviado hoje ao Congresso, que para o governo vai criar condições para a reforma do ICMS.

A estratégia do Planalto é enfatizar que o projeto foi construído em acordo com a Câmara e com o Senado. É uma tentativa de mostrar que ainda há diálogo político com o Congresso e com a base aliada, mesmo diante da gravidade da crise de governabilidade.

Dilma ressaltou mais uma vez o compromisso de chegar aos cerca de R$ 65 bilhões para alcançar a meta de 0,7% de superávit primário em 2016, proposta por Levy.

Ao Blog, um outro ministro que participou da reunião avaliou de forma reservada que hoje ficou claro para o governo que foi um erro ter enviado um déficit orçamentário de R$ 30 bilhões ao Congresso. Para o governo, isso acabou antecipando a perda de grau de investimento pela agência S&P.

Há uma força-tarefa dos integrantes da equipe econômica para apresentar as medidas o mais rápido possível, inclusive cobrados pela presidente Dilma Rousseff.

“O governo não vai negar nenhuma das dificuldades e também não nega o balizamento feito pela agência de classificação de risco. O cenário já não era positivo, o governo sabia que iria enfrentar esses problemas”, disse um ministro que participou da reunião. “Agora o governo vai tomar medidas para buscar o superávit primário”, concluiu.

As medidas passam por uma reforma da máquina administrativa, a necessidade de melhorar a qualidade dos gastos e também a busca por um aumento transitório da receita, que seria mexer em alíquotas e contribuições. “A prioridade agora é reduzir o custeio”, observou um ministro.

Na reunião, o ministro Nelson Barbosa (Planejamento) apresentou um gráfico que mostra que a nota do Brasil pela S&P voltou ao mesmo patamar que era em 2007. Já o vice Michel Temer ressaltou a unidade da equipe em busca de uma solução para a crise atual.

“O governo vai ter que cortar na própria carne”, reforçou um ministro. Enquanto isso, Levy está preparando uma entrevista coletiva para o início da tarde, para analisar o que foi apresentado pela agência S&P.

ONU diz que resposta de empresas a tragédia de Mariana foi insuficiente

Barragem da mineradora Samarco se rompeu em 5 de novembro de 2015. Relatores da ONU demonstram preocupação com comunidade afetada. Do G1 Um ano depois da tragédia de Mariana, em que o rompimento da barragem da mineradora Samarco lançou uma enxurrada de lama na região, a ONU divulgou um comunicado afirmando que as medidas tomadas […]

Especial desastre de Mariana 1 ano depois: barco navega na foz do Rio Doce em novembro de 2015 (Foto: Flávia Mantovani/G1)
Especial desastre de Mariana 1 ano depois: barco navega na foz do Rio Doce em novembro de 2015 (Foto: Flávia Mantovani/G1)

Barragem da mineradora Samarco se rompeu em 5 de novembro de 2015.
Relatores da ONU demonstram preocupação com comunidade afetada.

Do G1

Um ano depois da tragédia de Mariana, em que o rompimento da barragem da mineradora Samarco lançou uma enxurrada de lama na região, a ONU divulgou um comunicado afirmando que as medidas tomadas por autoridades e empresas envolvidas “não correspondem à dimensão do desastre e às consequências socioambientais, econômicas e de saúde”.

O comunicado, assinado por especialistas em saneamento básico, direitos humanos, direitos de povos indígenas e saúde pública, destaca que cerca de 6 milhões de pessoas afetadas pela tragédia continuam sofrendo.

Além disso, os especialistas afirmam que o governo ainda não providenciou provas de que a qualidade da água dos rios da região é suficiente para o consumo humano depois do acidente que levou rejeitos de mineração ao Rio Doce.

O documento critica também a falta de providências em relação à situação das comunidades indígenas e ribeirinhas e menciona denúncias de que defensores dos direitos humanos estão sendo perseguidos na região

Para os representantes da ONU, os esforços das empresas Samarco, Vale e BH Billiton para deter os vazamentos de lama foram insuficientes e ressaltam que este é o momento de “redobrar todos os esforços”.

Prefeitura realiza limpeza de barreiros e açudes na zona rural de Tuparatema

A Prefeitura de Tuparetama por meio da Secretaria de Obras e Infraestrutura, deu início aos trabalhos de limpeza e ampliação de barreiros e reservatórios na zona rural do município. Inicialmente, serão beneficiados os moradores dos sítios Várzea Tapada e Barra. O trabalho que conta com auxílio de retroescavadeiras, enchedeiras e caçambas, vai possibilitar o armazenamento […]

A Prefeitura de Tuparetama por meio da Secretaria de Obras e Infraestrutura, deu início aos trabalhos de limpeza e ampliação de barreiros e reservatórios na zona rural do município.

Inicialmente, serão beneficiados os moradores dos sítios Várzea Tapada e Barra. O trabalho que conta com auxílio de retroescavadeiras, enchedeiras e caçambas, vai possibilitar o armazenamento de água em períodos chuvosos.

O prefeito Sávio Torres acompanhou de perto os trabalhos e afirmou que o governo municipal vai auxiliar outras comunidades. “Pretendemos chegar no máximo de propriedades possíveis. Esperamos que as chuvas caiam e os reservatórios com maiores quantidades acumuladas, proporcionem dias melhores aos produtores rurais.”, disse o gestor.

De acordo com o secretário de Obras e vice-prefeito, Tanta Sales, um cronograma foi montado para dar continuidade em outras localidades.

Exemplo: Rio Jundiaí volta a ter peixes e abastece moradores

G1 No interior paulista, moradores comemoram a despoluição de um dos maiores afluentes do rio Tietê. O rio Jundiaí voltou a ter peixes e já está sendo usado para abastecimento. Um exemplo para situações como a que vivemos hoje com o Rio Pajeú. A mudança na qualidade da água no rio Jundiaí, que passa por […]

G1

No interior paulista, moradores comemoram a despoluição de um dos maiores afluentes do rio Tietê. O rio Jundiaí voltou a ter peixes e já está sendo usado para abastecimento. Um exemplo para situações como a que vivemos hoje com o Rio Pajeú.

A mudança na qualidade da água no rio Jundiaí, que passa por seis cidades, prova que recuperar um rio urbano leva tempo, mas é possível.

O rio banha uma das áreas mais industrializadas do estado, onde vive um milhão de pessoas, e já foi um dos um dos mais poluídos de São Paulo.

Foram mais de três décadas de trabalho. Estações de tratamento de esgoto foram construídas em todas as cidades que despejavam resíduos domésticos e da indústria. A fiscalização ficou mais rígida e a mata às margens do rio passou a ser preservada.

Moradores de Salto, por onde o rio passa, dizem que há 20 anos, em um trecho do rio, a água era preta e tinha cheiro muito forte. Agora a água é marrom e não tem cheiro nenhum.
Análises feitas no rio Jundiaí mostraram que o rio antes considerado morto, voltou a ter vida.

Com isso, a água em todos os 123 quilômetros do rio pode ser usada pro abastecimento. Uma etapa importante para a limpeza do maior rio paulista: o Tietê.

“O rio Jundiaí, que é um dos seus principais afluentes foi recuperado, o rio Sorocaba, outro afluente pela margem esquerda e o rio Piracicaba, outro afluente. Na medida que esses afluentes vão sendo recuperados e os córregos urbanos na capital paulista vão sendo recuperados, o Tietê vai renascendo na capital do estado”, diz Malu Ribeiro, do SOS Mata Atlântica.

Duzentos mil moradores já são abastecidos com a água do Jundiaí. Ele passou a ser também uma reserva importante para épocas de estiagem

IC faz nova perícia onde sete morreram em Recife

G1 PE Peritos do Instituto de Criminalística (IC) e bombeiros participaram, neste sábado (28), de nova perícia no local onde ocorreu um deslizamento de barreira, no bairro de Dois Unidos, na Zona Norte do Recife. Ao todo, sete pessoas morreram durante ou após acidente, ocorrido na madrugada da terça-feira (24). De acordo com a assessoria da Secretaria de […]

G1 PE

Peritos do Instituto de Criminalística (IC) e bombeiros participaram, neste sábado (28), de nova perícia no local onde ocorreu um deslizamento de barreira, no bairro de Dois Unidos, na Zona Norte do Recife.

Ao todo, sete pessoas morreram durante ou após acidente, ocorrido na madrugada da terça-feira (24).

De acordo com a assessoria da Secretaria de Defesa Social (SDS), a operação é considerada padrão. O trabalho complementar teve o objetivo de coletar amostras em três locais diferentes do solo.

Além disso, os peritos pretendem constatar, de maneira técnica, diferenças de umidade entre os materiais recolhidos.

Segundo moradores da região, a perícia teve início por volta das 9h e foi concluída por volta das 11h. Os peritos informaram para a comunidade que o resultado tem previsão de sair em 15 dias.

Ainda neste sábado (28), moradores firmaram esperar por um carro-pipa da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) desde a quinta (26).

Cinco adultos, uma criança e um bebê morreram no deslizamento, que atingiu duas casas na Rua Bela Vista, no Córrego do Morcego, no bairro de Dois Unidos.

Outras três pessoas ficaram feridas no desastre. Todas as vítimas são da mesma família e estavam reunidas para celebrar o Natal, mas foram impedidas pela tragédia.