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Operação prende acusados de homicídios e tráfico na divisa entre PE e PB

Por Nill Júnior

 

Imagens da operação, divulgadas pelo Vale do Piancó Notícias

As ações policiais se deram em Princesa Isabel, Sousa, Flores, Afogados da Ingazeira, Santa Terezinha e Canhotinho

Uma Mega Operação Policial, denominada de “ΘΉΡΑΜΑ”, coordenada pelas Polícias Civil e Militar da Paraíba e Pernambuco, foi deflagrada, no início da manhã desta terça-feira (14), com o objetivo de reprimir o tráfico de drogas, que vinha ocorrendo na fronteira entre os dois Estados.

As ações policiais se deram em Princesa Isabel, Sousa, no Estado da Paraíba e, em Flores, Afogados da Ingazeira, Santa Terezinha e Canhotinho, no Estado de Pernambuco. De acordo com a polícia ao G1PB, a operação precisou ser antecipada no município de Flores-PE, pois, segundo investigações, havia cinco execuções de pessoas a serem feitas, a mando de Josemar Patriota, conhecido como “cangaceiro”, que já estava preso em Sousa.

Essa manhã, muitas pessoas em Flores acordaram assustadas com a quantidade de cirenes e carros de polícia na cidade. A movimentação foi intensa na cidade sertaneja. Mesmo relato foi repassado por moradores das outras cidades envolvidas.  Foram varias prisões nas cidades alvo da operação. Os detalhes ainda não foram repassados.

Outras Notícias

Após chamar Obama de macaco, Coreia do Norte fica sem internet

Do Uol As redes de internet fixa e móvel ficaram fora do ar na Coreia do Norte na noite deste sábado (27), horário local, segundo a agência chinesa “Xinhua”, citada pela “Reuters”. No início da semana, o país já havia ficado sem conexão por dois dias consecutivos. A conexão ficou totalmente indisponível de 8h30 a […]

Cena do filme
Cena do filme “A Entrevista”, uma ficção sobre o assassinato do líder norte-coreano, Kim Jong-un

Do Uol

As redes de internet fixa e móvel ficaram fora do ar na Coreia do Norte na noite deste sábado (27), horário local, segundo a agência chinesa “Xinhua”, citada pela “Reuters”. No início da semana, o país já havia ficado sem conexão por dois dias consecutivos.

A conexão ficou totalmente indisponível de 8h30 a 10h30 (horário de Brasília), afirmou a agência de notícias chinesa citando seus repórteres na Coreia do Norte. Eles informaram a situação via linhas de telefone fixo.

A queda da internet ocorre após o governo da Coreia do Norte chamar opresidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de “macaco”.

O país também culpa Washington pelas interrupções da internet ocorridas nos últimos dias em meio ao confronto sobre o ataque de hackers ao estúdio de cinema Sony Pictures, que lançou o filme “A Entrevista”, uma ficção sobre o assassinato do líder Kim Jong-un.

“Conspiração e insulto”

A Comissão de Defesa Nacional, órgão regulamentador do Norte, presidido pelo líder Kim Jong Un, disse que Obama foi o responsável pela decisão tardia da Sony de liberar a comédia de ação “A Entrevista”, que retrata uma conspiração para assassinar Kim.

“Obama é sempre imprudente em palavras e atos, como um macaco em uma floresta tropical”, disse um porta-voz não identificado para a comissão em um comunicado divulgado pela agência oficial de notícias KCNA, usando um termo aparentemente projetado para causar ofensa racial que a Coreia do Norte usou antes.

A Sony cancelou o lançamento do filme quando grandes redes de cinema se recusaram a exibi-lo na sequência de ameaça de violência de hackers, mas colocaram-no em lançamento limitado depois que Obama disse que a Sony estava rendendo-se à pressão da Coreia do Norte.

Ipojuca com domingo de eleição

Os eleitores de Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife, vão às urnas hoje para escolher o seu prefeito. No município, o candidato Romero Sales (PTB) havia sido o mais votado para o cargo em outubro do ano passado, mas teve o registro indeferido por já ter uma condenação por improbidade administrativa.  Na quinta-feira (30), o […]

Os eleitores de Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife, vão às urnas hoje para escolher o seu prefeito. No município, o candidato Romero Sales (PTB) havia sido o mais votado para o cargo em outubro do ano passado, mas teve o registro indeferido por já ter uma condenação por improbidade administrativa. 

Na quinta-feira (30), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou o recurso de cassação do registro, que foi rejeitado pelo relator. Com isso, ficou mantida a decisão do próprio TSE que havia cassado o registro do candidato mais votado na eleição municipal do ano passado e previsão de eleição suplementar no município neste domingo.

Quem assumiu o cargo de prefeito foi o presidente da Câmara dos Vereadores, que fica até que saia o resultado da nova eleição. Em uma sessão tumultuada, com cadeiras sendo arremessadas e spray de pimenta, Ricardo José de Souza (PTC) foi eleito presidente do Legislativo e, consequentemente, assumindo à prefeitura.

O município conta com mais de 67 mil eleitores. A cidade tem 190 seções eleitorais e, em todas elas, as urnas eletrônicas estão funcionando sem problemas. A maior seção eleitoral é a localizada na Escola Municipal Manoel Luiz Uchoa Cavalcanti, onde 401 pessoas estão aptas a votar. O dia da eleiçã conta com 760 mesários.

Três candidatos disputam o cargo de prefeito de Ipojuca. Veja abaixo o perfil deles:

  • Carlos Santana (PSDB) tem 60 anos, é médico veterinário, servidor público municipal, casado e foi quatro vezes prefeito de Ipojuca.
  • Célia Sales (PTB) tem 52 anos de idade, ensino médio completo, é casada e é funcionária pública municipal. Ela foi a candidata a vereadora nas eleições de 2016.
  • Olavo Aguiar (PMN) tem 39 anos de idade, ensino fundamental completo, casado e atualmente é vereador em Ipojuca.

*Colaborou Fabiano Costa

João Campos realiza plenária de escuta popular no Recife

Pré-candidato a governador promoveu edição local do Chega Junto Pernambuco juntamente com um time de lideranças O pré-candidato a governador João Campos (PSB) conduziu, nesta quinta-feira (25), uma plenária regional do Chega Junto Pernambuco, iniciativa de escuta popular de sua pré-campanha. Realizado em um Clube das Pás, com foco na segunda Região Político-Administrativa (RPA2) do […]

Pré-candidato a governador promoveu edição local do Chega Junto Pernambuco juntamente com um time de lideranças

O pré-candidato a governador João Campos (PSB) conduziu, nesta quinta-feira (25), uma plenária regional do Chega Junto Pernambuco, iniciativa de escuta popular de sua pré-campanha. Realizado em um Clube das Pás, com foco na segunda Região Político-Administrativa (RPA2) do Recife, o evento contou com cerca de 20 pronunciamentos de representantes da política local, além de orientações à população sobre a inscrição na plataforma chegajuntope.com.br. As contribuições populares serão inseridas no processo de construção do plano de governo a ser apresentado durante a campanha eleitoral.

Durante a plenária, João Campos destacou a alegria de voltar ao Recife para escutar uma população que conhece de perto sua capacidade de gestão. “Meu sentimento é de muita alegria e devoção ao povo da nossa cidade. Agora chegou a hora de andar Pernambuco e mostrar ao nosso estado como é que se governa de verdade. A gente vive um tempo em que é possível separar os governos dos que prometem e dos que fazem. Eu quero ser governador de Pernambuco para acordar todo dia de manhã bem cedo e construir creche de verdade, botar a política para perto e dizer que aqui ninguém vai brigar, mas fazer indústria, trazer emprego e fazer o ensino técnico crescer de novo no nosso estado”, discursou.

O pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos) disse que a caminhada com João Campos, que em três meses já passou por cerca de 60 cidades, tem sido leve e propositiva. “Tenho certeza que Pernambuco viverá dias melhores. Imaginem a parceira entre João Campos governador, Victor Marques prefeito e Lula presidente. O Recife dará a maior vitória eleitoral que um governador já teve”, avaliou.

Já o senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT) reforçou que o compromisso desse conjunto político é “transformar o prefeito que mudou a cara do Recife em governador do estado de Pernambuco”, porque ele “representa a capacidade de Pernambuco fazer muito mais”. No mesmo sentido, a pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT) exaltou a nitidez ideológica da Frente Popular, que “não abre nem para um trem carregado de dinamite quando o assunto é defender Pernambuco e o Brasil”.

A senadora Teresa Leitão (PT) criticou a tentativa de aliados da governadora Raquel Lyra (PSD) de minimizar o apoio de Lula (PT) a João Campos, declarado em vídeo na semana passada. Segundo a petista, houve um esforço para reinterpretar textos e feições do presidente com o objetivo de desvirtuar uma mensagem nítida, enquanto o palanque adversário sequer está pronto para o pleito. “O time de lá não pode dizer como é que vai jogar porque a escalação está difícil. Até Neymar entrou em campo ontem e não caiu, mas a escalação lá está difícil. Aqui não. O time aqui está escalado”, afirmou.

O prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), por sua vez, lembrou que João Campos poderia ter escolhido o caminho mais fácil e seguido à frente da gestão da capital, em um mandato para o qual foi eleito com quase 80% dos votos. Ainda assim, tomou a decisão de concorrer ao Governo de Pernambuco por saber “que o povo só vai entrar no Palácio quando o time que está do lado certo estiver lá”.

Também tiveram participações os deputados Pedro Campos (PSB), Francismar Pontes (PSB) e Eriberto Filho (PSB), os vereadores Romerinho Jatobá (PSB), Rinaldo Júnior (PSB), Samuel Salazar (MDB), Tadeu Calheiros (MDB), Carlos Muniz (PSB), Júnior de Cleto (PSB), Douglas Brito (Avante), Luiz Eustáquio (PSB) e Zé Neto (PSB), o vereador licenciado e secretário de Direitos Humanos e Juventude do Recife, Marco Aurélio Filho (PV), e os ex-vereadores Victor André Gomes e Aline Mariano.

Na ONU, Suíça coloca Brasil ao lado de ditaduras que atacam a imprensa, diz colunista

O governo brasileiro de Jair Bolsonaro é alvo de críticas internacionais por sua resposta à pandemia e por ataques contra a imprensa, levando até mesmo o governo da Suíça a incluir o país sul-americano na lista de preocupações internacionais. A informação é do colunista do UOL, Jamil chade. Num discurso nesta quarta-feira na ONU, a […]

O governo brasileiro de Jair Bolsonaro é alvo de críticas internacionais por sua resposta à pandemia e por ataques contra a imprensa, levando até mesmo o governo da Suíça a incluir o país sul-americano na lista de preocupações internacionais. A informação é do colunista do UOL, Jamil chade.

Num discurso nesta quarta-feira na ONU, a delegação suíça usou seu tempo para alertar sobre países que estão se aproveitando da emergência da covid-19 para violar direitos humanos, principalmente no que se refere ao papel da imprensa. Além do Brasil, Berna cita Cuba, China e Venezuela.

“A pandemia tem, entre outras coisas, destacado a centralidade dos direitos à liberdade de expressão e de acesso à informação”, disse os diplomatas de Berna em seu discurso n ONU.

“A Suíça lamenta profundamente que muitos Estados tenham explorado a situação de emergência para restringir desproporcionalmente os direitos humanos, incluindo o direito à liberdade de expressão”, afirmou.

“Observamos tais restrições ou medidas desproporcionais contra jornalistas e mídia independentes, em particular nos seguintes países: Bangladesh, Brasil, Camboja, Cuba, China, Egito, Iraque, Nicarágua, Rússia, Tanzânia e Venezuela”, afirmou a delegação europeia.

“A Suíça pede a todos os Estados que garantam os direitos à liberdade de expressão e acesso à informação e que garantam que os atores da sociedade civil, jornalistas e defensores dos direitos humanos possam trabalhar livremente”, afirmou.

A reação dos suíços causou surpresa por parte de outras delegações, sempre acostumadas à cautela da diplomacia de Berna. Os suíços, tradicionalmente neutros, optam por não criticar governos estrangeiros em público, na esperança de manter canais de comunicação com os diferentes países. Também surpreendeu a crítica diante do acordo comercial assinado entre os dois países no ano passado.

Os comentários ocorreram um dia depois que a alta comissária da ONU para Direitos Humanos, Michelle Bachelet, também destacou o comportamento do governo brasileiro de negar a gravidade da crise como um potencial elemento que iria aprofundar a pandemia. Ela também havia listado o Brasil ao lado de outros governos pouco democráticos, além dos EUA.

O governo brasileiro iria tomar a palavra para responder às críticas. Mas, no último minuto, retirou seu nome da lista dos países, sem dar explicações. Instantes depois, uma nova lista foi publicada, trazendo o Brasil como último no debate, o que obrigará o país a se pronunciar apenas nesta quinta-feira.

STF decide hoje se mantém prisão preventiva de Bolsonaro

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal inicia nesta segunda-feira (24) o julgamento, em plenário virtual, da decisão que colocou o ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão preventiva. A análise, realizada entre 8h e 20h, ocorre de forma eletrônica, com os ministros depositando seus votos no sistema do STF. Participam da deliberação Flávio Dino, Cristiano Zanin […]

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal inicia nesta segunda-feira (24) o julgamento, em plenário virtual, da decisão que colocou o ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão preventiva. A análise, realizada entre 8h e 20h, ocorre de forma eletrônica, com os ministros depositando seus votos no sistema do STF. Participam da deliberação Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, enquanto Alexandre de Moraes, autor da decisão contestada, não vota.

Bolsonaro foi preso no sábado (22), após a Polícia Federal afirmar que havia risco de fuga, violação da tornozeleira eletrônica e tentativa de usar aglomerações de apoiadores para confundir as autoridades. Ele já cumpria prisão domiciliar em razão da condenação por tentativa de interferir no processo do golpe de Estado, pela qual recebeu pena de 27 anos e 3 meses.

No domingo (23), o ex-presidente passou por audiência de custódia na Superintendência da PF em Brasília, onde a juíza Luciana Sorrentino decidiu manter a prisão preventiva. Segundo a ata, Bolsonaro atribuiu a violação da tornozeleira a um “surto” provocado por medicamentos psiquiátricos, alegando que a pregabalina lhe causou paranoia e alucinações. Ele afirmou ter acreditado que o dispositivo estava grampeado e chegou a tentar abrir a tampa com um ferro de soldar, mas interrompeu a ação e comunicou os agentes.

Ao longo do depoimento, Bolsonaro negou intenção de fuga e disse não lembrar de ter apresentado sintomas semelhantes anteriormente. Também declarou que o uso de um dos remédios havia começado apenas quatro dias antes da prisão.

A Primeira Turma decidirá agora se mantém ou revoga a prisão preventiva. Caso a decisão de Moraes seja confirmada, Bolsonaro poderá permanecer detido por tempo indeterminado, observada a regra de reavaliação a cada 90 dias. Além disso, segue válida a determinação que restringe visitas na prisão, autoriza apenas acesso de advogados e médicos e cancela encontros previstos anteriormente, como os dos governadores Tarcísio de Freitas e Cláudio Castro.