Obras hídricas para Pesqueira e região solicitadas a Governador por Deputado
Por Nill Júnior
O deputado João Eudes entregou ao governador Paulo Câmara, ofício com relação em anexo de grandes e pequenas obras reivindicadas pela população das cidades de Pesqueira, Alagoinha, Poção, Sanharó e Venturosa.
Na conversa, a grave seca que castiga a região, João Eudes listou as obras mais urgentes e vitais, incluindo a barragem de Comorongo, que beneficia Pesqueira e Sanharó, a Adutora de Mutuca, o projeto da Adutora de Pesqueira/Papagaio/Salobro, a recuperação de poços artesianos, além de liberações de carros pipa para Alagoinha.
O deputado ainda entregou um relatório ao governador, sobre a precipitação pluviométrica de Pesqueira, apontando que há quatro anos a região sofre com a falta de chuvas.
Por André Luis Em entrevista à Rádio Folha FM, o deputado estadual Luciano Duque, líder do Solidariedade na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), abordou o posicionamento do partido em relação ao apoio à governadora Raquel Lyra e como isso pode afetar sua relação com Marília Arraes, vice-presidente Nacional do Solidariedade. O deputado foi questionado sobre […]
Em entrevista à Rádio Folha FM, o deputado estadual Luciano Duque, líder do Solidariedade na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), abordou o posicionamento do partido em relação ao apoio à governadora Raquel Lyra e como isso pode afetar sua relação com Marília Arraes, vice-presidente Nacional do Solidariedade.
O deputado foi questionado sobre a decisão da bancada do partido em apoiar a governadora Raquel Lyra, e se isso poderia gerou um distanciamento em relação à ex-deputada federal Marília Arraes.
Luciano Duque explicou que a escolha pelo apoio à governadora foi uma decisão coletiva do partido, pautada no objetivo de apoiar Pernambuco e suas políticas públicas. O deputado destacou a autonomia dos deputados em fazer essa escolha e que a tendência é que os quatro parlamentares sigam unidos na legenda, apesar das divergências.
Quanto à relação com Marília Arraes, Duque enfatizou que é uma visão diferente de mundo e de política, e que espera que a companheira compreenda e respeite a decisão. Ele reiterou o respeito e apreço pelo trabalho de Marília, mas ressaltou que a posição do Solidariedade visa garantir a força coletiva do partido e sua capacidade de influenciar as políticas públicas do governo.
“É uma decisão coletiva e precisa ser compreendida e respeitada”, disse Duque. “O Solidariedade vem com uma postura de apoiar Pernambuco. Marília admite já dialogar com PSB. Nós fizemos uma posição ao PSB a vida inteira, eu fui oposição a Paulo Câmara por oito anos. Esse debate ele vai acontecer internamente e eu espero que a companheira entenda que nós temos a autonomia de escolher o que é melhor para os nossos mandatos e para o partido em Pernambuco.”
Duque negou ainda que a decisão represente rompimento com Marília. “Eu considero uma visão diferente de mundo, de política. Mas, compreendendo e respeitando a posição dela. Mais adiante, nós não sabemos, Marília vai ser senadora, deputada estadual, federal, não sei, e podemos estar juntos em seus projetos”, afirmou Duque.
Questionado se a postura de se aproximar de Raquel Lyra tinha alguma relação com o anúncio do PT, partido da prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, com quem Duque pode disputar a Prefeitura em 2024, ter anunciado oposição à governadora, o deputado negou e afirmou que essa decisão foi amadurecida durante o recesso parlamentar. Ele relatou que foi incentivado por membros do partido a compreender que, no processo democrático, é necessário respeitar a maioria.
Luciano Duque acredita que, ao atuar como um grupo coeso, o partido terá uma influência maior nas políticas públicas do governo Raquel Lyra, em contraste com uma posição na oposição. Entretanto, o deputado afirmou que também buscará conversar com Marília Arraes e compreender suas posições.
Nas principais cidades do Pajeú, a greve dos professores estaduais ainda não pegou. Em Afogados da Ingazeira, segundo levantamento do repórter Celso Brandão para a Rádio Pajeú, não houve adesão em praticamente nenhuma das escolas estaduais. No maior Colégio da cidade, o CNE, apenas uma professora faltou segundo a diretora Edjane “Até o presente momento […]
Nas principais cidades do Pajeú, a greve dos professores estaduais ainda não pegou. Em Afogados da Ingazeira, segundo levantamento do repórter Celso Brandão para a Rádio Pajeú, não houve adesão em praticamente nenhuma das escolas estaduais.
No maior Colégio da cidade, o CNE, apenas uma professora faltou segundo a diretora Edjane “Até o presente momento a escola está funcionando normalmente. Na primeira parada, a escola aderiu 100%. Na segunda, de 48 horas, alguns pararam , outros não. Hoje as aulas acontecem de forma regular. A única professora que faltou, não sabemos se está na greve ou não”.
Em Serra Talhada, os professores de Serra Talhada não aderiram por completo à greve, convocada pelo Sintepe.
Segundo o Farol de Notícias, na Escola Manoel Pereira Lins os professores trabalham normalmente. Entretanto, há uma expectativa de adesão à greve no meio da semana. Na Escola Técnica Clóvis Nogueira também não há paralisação.
Escola Manoel Pereira Lins – Serra Talhada – Foto: Farol de Notícias
Adesão nas Escolas Irmã Elizabeth e no Erempac onde sem aulas, os alunos voltaram para casa na manhã desta segunda-feira (13).
Os professores ligados à rede estadual de ensino em Pernambuco decretaram greve por tempo indeterminado na tarde da sexta-feira (10).
Os professores cobram o cumprimento da Lei do Piso Salarial (11.738/2008), que garante o reajuste de 13,01% a todos os professores da rede e não apenas aos profissionais com nível médio, como determina o projeto aprovado pela Assembleia Legislativa (Alepe) no último dia 31 de março.
Foram mais 1.018 novos casos. Afogados da Ingazeira, São José do Egito, Serra Talhada e Tabira foram as cidades que apresentaram os maiores números Por André Luis – Atualizado às 8h06 com os casos de Brejinho De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta segunda-feira […]
Foram mais 1.018 novos casos. Afogados da Ingazeira, São José do Egito, Serra Talhada e Tabira foram as cidades que apresentaram os maiores números
Por André Luis – Atualizado às 8h06 com os casos de Brejinho
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta segunda-feira (24), foram notificados 1.018 novos casos de Covid-19, 349 recuperados e nenhum novo óbito na região nas últimas 72h.
As dezessete cidades do Pajeú confirmaram novos casos. Foram cento e cinco em Afogados da Ingazeira, trinta e sete em Brejinho, dezoito em Calumbi, trinta e um em Carnaíba, cinquenta e quatro em Flores, vinte e quatro em Iguaracy, dezessete em Ingazeira, três em Itapetim, quarenta e três em Quixaba, quarenta e oito em Santa Cruz da Baixa Verde, quarenta e oito em Santa Terezinha, cento e cinquenta e sete em São José do Egito, duzentos e quatro em Serra Talhada, trinta e seis em Solidão, cento e vinte e seis em Tabira, trinta em Triunfo e trinta e sete em Tuparetama.
Agora o Sertão do Pajeú conta com 38.636 casos confirmados, 34.999 recuperados (90,58%), 673 óbitos e 2.964 casos ativos da doença.
Em julgamento no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF) nesta terça-feira (7), a 8ª Turma aumentou em 14 anos a condenação de João Vaccari Neto em ação que também condenou outros cinco réus na Lava Jato. O ex-tesoureiro do PT havia sido condenado em fevereiro a 10 anos por corrupção passiva em primeira instância. […]
Em julgamento no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF) nesta terça-feira (7), a 8ª Turma aumentou em 14 anos a condenação de João Vaccari Neto em ação que também condenou outros cinco réus na Lava Jato. O ex-tesoureiro do PT havia sido condenado em fevereiro a 10 anos por corrupção passiva em primeira instância. Ou seja, a pena aumentou para 24 anos.
Ele cumpre prisão preventiva em Curitiba. A defesa de Vaccari pedia a liberdade dele e vai recorrer da decisão. Leia abaixo a nota na íntegra.
Vaccari tem outras quatro condenações em ações da Lava Jato e já havia sido absolvido duas vezes.
Em junho, foi absolvido da condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O ex-tesoureiro do PT havia sido condenado a 15 anos e quatro meses de reclusão pelo juiz Sérgio Moro, de Curitiba. Em setembro, foi absolvido por insuficiência de provas da acusação por corrupção passiva na condenação que, em primeira instância, era de 9 anos de prisão.
Entretanto, houve uma liminar que pedia sua soltura do presídio negada no TRF4, no mês de julho.
Todos os envolvidos nesse processo foram alvos da 23ª fase da Lava Jato, deflagrada um ano antes da condenação e batizada como Acarajé, que era como os suspeitos se referiam ao dinheiro irregular, segundo a Polícia Federal, que liderou a força-tarefa.
Finalmente, o prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, do União Brasil, se permitiu fotografar explicitamente numa agenda com o prefeito eleito, Fredson Brito, e a futura primeira dama, Lúcia Lima. A foto do café de domingo foi publicada em uma rede social. No cardápio tinha suco de laranja, frutas, café e forra. Isso mesmo, café […]
Finalmente, o prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, do União Brasil, se permitiu fotografar explicitamente numa agenda com o prefeito eleito, Fredson Brito, e a futura primeira dama, Lúcia Lima.
A foto do café de domingo foi publicada em uma rede social. No cardápio tinha suco de laranja, frutas, café e forra. Isso mesmo, café com forra.
Augusto não engoliu ter sido rifado quando favoritíssimo à prefeitura de São José do Egito. Vencia de lavada até as últimas pesquisas o próprio Fredson.
Mas não conseguiu unir o grupo, diga-se família Valadares. Uma articulação de Paulinho Jucá com o apoio do sogro Evandro Valadares rifou Augusto. O prefeito paraibano não conseguiu viabilizar sua candidatura pelo jogo oposto e decidiu apoiar veladamente Fredson contra George Borja. Entre aspas, porque ninguém nega que Augusto ajudou Fredson nos bastidores.
George Borja, aliás, tentou o apoio do prefeito de Ouro Velho. Registre-se, o socialista foi a melhor solução encontrada pelos governistas. Não são poucos os que o tratam de “nome certo na hora errada”. Inteligente, propositivo, firme ideologicamente, um excepcional quadro. Mas nem isso foi suficiente para vencer a rejeição de Evandro e Paulo.
Do outro lado, o também preparado Fredson pavimentou seu caminho tijolo a tijolo. Primeiro, unindo a oposição, articulado e baforado pela sorte da política que cabe a poucos. Ajeitou-se com Zé Marcos e dobrou até o complicado Romério Guimarães. E de bandeja, teve Augusto, Hugo Rabelo e cia como “consultores de luxo”. O resultado as urnas mostraram, porque o resultado, assim como a pesquisa, explica a política.
Agora, tomam café em paz. Um café com gosto de forra…
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