O novo secretário de saúde de Afogados da Ingazeira no Debate das Dez da Pajeú
Por Nill Júnior
Na última sexta-feira (31), o prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota anunciou durante reunião na Câmara dos Vereadores a saída do secretário de saúde, Gildázio Moura.
Hoje (05), nos estúdios da Pajeú, o novo secretario de saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim, se apresentou a população do município, traçou seu perfil, falou sobre as prioridades e disse como será a sua gestão a frente da Secretaria.
Artur Belarmino de Amorim é natural de Santa Rita-PB, tem 28 anos, é enfermeiro formado, especialista em saúde coletiva, sanitarista e especialista em regulação no SUS, pelo Instituto de Pesquisa e Ensino do Hospital Sírio Libanês/USP.
Artur Amorim é militante na área de planejamento de saúde desde 2011, luta pelo bom uso dos recursos públicos na saúde e fez parte da equipe que prestava assessoria para o Ministério da Saúde no município de Goiana-PE.
Artur já fazia parte da equipe da secretaria de saúde do município, trabalhando na área de planejamento e responsabilizou o reconhecimento dos companheiros de gestão pela sua indicação ao cargo.
Artur falou sobre Casa de Apoio, transporte, humanização no atendimento, reuniões nos bairros, saúde bucal, saúde oftalmológica, Unidades Básicas da Família, Agentes de saúde, Mais Médicos, Farmácia Popular, zoneamento das áreas de atendimento, equipe parametrizada e Dengue.
Artur disse também que espera contar com o apoio da população para que possa fazer uma boa gestão à frente da Secretaria de Saúde.
Candidata à reeleição percorreu os dois municípios nessa terça-feira (1º), citou ações do governo e projetou uma eventual segunda gestão. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) cumpriu, nessa terça-feira (1º), agendas de campanha em Moreno e Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife. Nos dois municípios, participou de caminhadas ao lado […]
Candidata à reeleição percorreu os dois municípios nessa terça-feira (1º), citou ações do governo e projetou uma eventual segunda gestão.
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) cumpriu, nessa terça-feira (1º), agendas de campanha em Moreno e Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife. Nos dois municípios, participou de caminhadas ao lado da candidata a vice, Priscila Krause (PSD), e de aliados.
Em Moreno, Raquel percorreu ruas do município acompanhada também do deputado federal e candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP). Durante o ato, citou investimentos realizados ou em andamento na cidade.
Entre as ações mencionadas estão a entrega de 13 ônibus escolares, uma cozinha comunitária e um Centro de Referência da Mulher, além da construção de uma creche e de uma Escola Técnica Estadual. A candidata também citou a autorização para as obras da Barragem de Engenho Pereira, intervenções de pavimentação e o Arco Metropolitano.
Raquel afirmou que sua gestão foi a que mais investiu em Moreno. O material divulgado pela campanha, porém, não apresenta uma série histórica de valores que permita comparar os investimentos com governos anteriores.
Na sequência, a candidata participou de caminhada em Jaboatão Centro. Ao lado de Priscila, Eduardo da Fonte e do candidato ao Senado Túlio Gadêlha (PSD), percorreu a área comercial e conversou com moradores e trabalhadores.
Em Jaboatão, Raquel mencionou a retomada das obras da Barragem Engenho Pereira, intervenções de contenção de encostas em Jardim Monte Verde, duas creches, pavimentação e outras obras em andamento.
Foi durante essa agenda que a candidata ampliou o discurso para o cenário estadual.
“Os próximos quatro anos serão os melhores anos da história de Jaboatão e os melhores anos da história de Pernambuco. Eu estou pronta para continuar liderando esse Estado”, declarou.
As duas caminhadas reuniram ainda prefeitos, parlamentares e candidatos proporcionais ligados à chapa de Raquel. Em Moreno, participaram os prefeitos Edmilson Cupertino e Diego Cabral, de Camaragibe. Em Jaboatão, esteve presente o prefeito Mano Medeiros, além de deputados e candidatos aliados.
Os materiais divulgados pela campanha não detalham os valores individualizados de todas as obras citadas, os percentuais de execução nem os prazos de conclusão de parte dos projetos mencionados.
Fotos: Janaína Pepeu e Beto Figueiroa
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Candidato à Presidência comentou os ataques envolvendo cartazes apócrifos e disse que divergências eleitorais não justificam atingir familiares de adversários. O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou, nessa terça-feira (1º), um vídeo em solidariedade à governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), após a circulação de cartazes […]
Candidato à Presidência comentou os ataques envolvendo cartazes apócrifos e disse que divergências eleitorais não justificam atingir familiares de adversários.
O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou, nessa terça-feira (1º), um vídeo em solidariedade à governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), após a circulação de cartazes apócrifos com ataques à gestora e referências ao seu marido, Fernando Lucena, morto em 2022.
“Esse vídeo aqui não é sobre política, é sobre o mínimo de respeito e de civilidade que todo mundo deveria ter, inclusive dentro de uma campanha eleitoral”, afirmou Flávio.
O senador disse ter encontrado Raquel apenas uma vez, rapidamente, em um aeroporto, e afirmou que decidiu se manifestar diante do conteúdo dos ataques.
Ao mencionar a morte de Fernando Lucena, Flávio afirmou não ser possível dimensionar a dor da governadora diante das referências feitas ao marido durante a campanha.
“Eu não tenho como mensurar a sua dor pela perda do seu marido, eu não sei o que vem na sua cabeça quando você lembra dele, ainda mais numa situação como essa aí desses cartazes”, declarou.
Na sequência, o candidato relacionou o episódio a uma experiência vivida por sua própria família. Flávio citou o atentado sofrido por Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018 e afirmou que sua família também conhece os efeitos da violência política.
O autor da facada contra Jair Bolsonaro, Adélio Bispo, havia sido filiado ao PSOL anos antes do atentado. Flávio fez referência a esse histórico ao dizer que o pai foi atacado por um “ex-integrante do PSOL”.
Ao final da manifestação, o senador aconselhou Raquel a buscar as medidas legais cabíveis e seguir com a campanha.
“Respira, levanta a cabeça, tome as medidas legais cabíveis e bola para frente. Peço a Deus que lhe dê força, saúde, coragem e sabedoria nessa caminhada”, afirmou.
A autoria dos cartazes apócrifos que motivaram as manifestações de solidariedade a Raquel Lyra segue sob investigação. A governadora já afirmou que não pretende apontar responsáveis antes da conclusão das apurações.
Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a manifestação de Flávio Bolsonaro.
Paulo Gonet sustenta que ministro do STF não poderia determinar, por iniciativa própria, aprofundamento de investigação sobre colega da Corte. A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu, nesta terça-feira (1º), a nulidade do ato do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o aprofundamento de apurações relacionadas ao ministro Alexandre de Moraes no […]
Paulo Gonet sustenta que ministro do STF não poderia determinar, por iniciativa própria, aprofundamento de investigação sobre colega da Corte.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu, nesta terça-feira (1º), a nulidade do ato do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o aprofundamento de apurações relacionadas ao ministro Alexandre de Moraes no contexto das investigações do caso Banco Master.
Em nota, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, argumenta que Mendonça, na condição de magistrado, não poderia determinar por iniciativa própria que a Polícia Federal investigasse pessoas específicas sem pedido do Ministério Público ou iniciativa da própria autoridade policial.
“A ordem dada à autoridade policial para investigar pessoas específicas, sem pedido do Ministério Público e sem iniciativa da autoridade policial, é nula, por exceder os limites de competência do magistrado na fase pré-processual”, afirma a manifestação da PGR.
Em termos práticos, a Procuradoria sustenta que cabe ao Ministério Público conduzir a iniciativa acusatória e ao Judiciário decidir sobre os pedidos que lhe são apresentados, preservando a separação das funções durante uma investigação criminal.
A PGR também argumenta que, mesmo diante de eventual indício de irregularidade envolvendo outro integrante do Supremo, Mendonça não poderia determinar diretamente o aprofundamento das apurações sobre o colega.
Segundo Gonet, caso considerasse que os elementos encontrados justificavam investigação sobre Moraes, Mendonça deveria encaminhar a questão ao presidente do STF para que o plenário da Corte avaliasse a necessidade e a forma de eventual apuração.
“Não caberia a ele aprofundar as pesquisas sobre o colega — vale dizer, não caberia a ele determinar que se investigassem com mais detimento referências ao colega”, diz outro trecho da manifestação.
O posicionamento da PGR representa um novo desdobramento do caso Banco Master. Nesta terça-feira, vieram a público informações sobre mensagens encontradas no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e contatos atribuídos a Alexandre de Moraes nos dias anteriores e no próprio dia da primeira prisão de Vorcaro, em novembro de 2025.
Mendonça encaminhou os novos elementos à PGR e defendeu que o assunto fosse submetido ao plenário do Supremo. Também passou a avaliar medidas relacionadas a uma possível investigação envolvendo Moraes.
Com a manifestação de Gonet, porém, a Procuradoria sustenta que o procedimento adotado por Mendonça é juridicamente inválido e pede que o ato e os elementos obtidos a partir dele sejam anulados.
O pedido da PGR não representa uma conclusão sobre o conteúdo das mensagens ou sobre eventual conduta de Alexandre de Moraes. A manifestação trata, neste momento, da legalidade do procedimento utilizado para aprofundar a apuração.
Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a explicação sobre a manifestação da Procuradoria-Geral da República.
Rodrigo Ambrósio negou ter gráfica ou relação com Amisadai Andrade e afirmou que vai registrar boletim de ocorrência após divulgação de informações sobre sua residência. Rodrigo Ambrósio, responsável pelo perfil Bastidor.PE, se manifestou nesta terça-feira (1º), após a Frente Popular de Pernambuco pedir que autoridades investiguem a origem da fotografia de um panfleto apócrifo que […]
Rodrigo Ambrósio negou ter gráfica ou relação com Amisadai Andrade e afirmou que vai registrar boletim de ocorrência após divulgação de informações sobre sua residência.
Rodrigo Ambrósio, responsável pelo perfil Bastidor.PE, se manifestou nesta terça-feira (1º), após a Frente Popular de Pernambuco pedir que autoridades investiguem a origem da fotografia de um panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD).
Em vídeo publicado nas redes sociais, Ambrósio negou informações que, segundo ele, vêm sendo divulgadas a seu respeito e afirmou que pretende adotar medidas judiciais.
“Eu não tenho gráfica e nunca tive. O endereço que estão mostrando como se fosse uma grande descoberta é simplesmente minha casa”, declarou.
Segundo Ambrósio, imagens da residência utilizadas em publicações teriam sido retiradas do Google Street View e seriam de 2020. Ele afirmou ainda que uma parede do imóvel estaria sendo associada a uma imagem relacionada aos ataques contra Raquel.
“O muro que está sendo exibido em vídeos por aí é o muro da minha residência, só que de 2020”, disse.
O responsável pelo Bastidor.PE também negou qualquer ligação com Amisadai Andrade, ex-servidor estadual citado nas denúncias envolvendo um suposto esquema de ataques digitais contra adversários políticos.
“Eu não conheço Amisadai e nunca tive qualquer relação com ele”, afirmou.
Ambrósio classificou as associações como uma tentativa de intimidar o trabalho realizado pelo perfil. Segundo ele, o Bastidor.PE funciona de forma independente, com participação voluntária de colaboradores.
“Essas são tentativas de usar informações falsas e associações inexistentes para intimidar um trabalho jornalístico e manipular a opinião pública”, declarou.
A manifestação ocorre depois de a Frente Popular pedir investigação complementar sobre o perfil e seus responsáveis. A coligação de João Campos (PSB) sustenta que a página publicou a principal fotografia encontrada do panfleto apócrifo que cita o marido de Raquel Lyra e pediu que as autoridades apurem a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo perfil com o Governo do Estado.
O pedido de investigação não significa que o Bastidor.PE ou Rodrigo Ambrósio tenham sido responsabilizados pela produção ou distribuição dos materiais.
No vídeo, Ambrósio afirmou ainda que pretende registrar boletim de ocorrência e recorrer à Justiça contra quem, segundo ele, divulgou informações falsas ou expôs sua residência.
“Eu não vou responder ataque com ataque. Vamos para a Justiça”, disse.
Ao final, reforçou que o perfil continuará publicando conteúdos. “A intimidação não vai definir o que o Bastidor pode ou não pode publicar. Nosso compromisso continua sendo com o jornalismo e com o direito de informar”, afirmou.
Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a manifestação de Rodrigo Ambrósio.
Coligação de João Campos quer apuração sobre a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo Bastidor.PE com o Governo do Estado. A Frente Popular de Pernambuco protocolou, nesta terça-feira (1º), um pedido complementar de investigação relacionado ao panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), […]
Coligação de João Campos quer apuração sobre a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo Bastidor.PE com o Governo do Estado.
A Frente Popular de Pernambuco protocolou, nesta terça-feira (1º), um pedido complementar de investigação relacionado ao panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), morto em 2022.
Segundo a coligação de João Campos (PSB), o novo pedido foi encaminhado à Polícia Federal e ao Ministério Público e complementa uma solicitação apresentada no último domingo (30), quando as imagens dos materiais começaram a circular. A Justiça Eleitoral também foi informada sobre os novos elementos.
O foco agora é o perfil Bastidor.PE, no Instagram. A Frente Popular afirma que a principal imagem localizada do panfleto que cita o marido da governadora foi publicada inicialmente pela página e pede que seja investigada a origem da fotografia.
A coligação também cita reportagem segundo a qual pessoas ligadas ao perfil ocuparam cargos no Governo de Pernambuco. Dois responsáveis pela página teriam trabalhado anteriormente na Secretaria de Turismo, enquanto outro articulista ocuparia atualmente cargo comissionado na Casa Civil.
Esses vínculos, por si só, não comprovam qualquer participação na produção ou distribuição do material. A Frente Popular pede justamente que as autoridades apurem se existe alguma relação entre essas circunstâncias e a publicação da imagem.
Outro argumento apresentado pela coligação é que sua equipe jurídica realizou buscas no Recife e afirma não ter localizado exemplar idêntico ao panfleto mostrado nas redes sociais nem pessoas que tenham relatado recebê-lo.
O Bastidor.PE apresenta uma versão diferente sobre a existência física dos materiais. Em publicação própria, o veículo afirmou ter recebido relatos e imagens de leitores pelo WhatsApp e disse que sua equipe foi ao Recife Antigo, onde encontrou uma série de cartazes apócrifos contra Raquel, entre eles um relacionado à morte de Fernando Lucena.
A página não é acusada formalmente, até o momento, de ter produzido os panfletos. O pedido da Frente Popular busca esclarecer de onde partiu a fotografia publicada, como o material chegou ao perfil e se há alguma circunstância adicional que deva ser investigada.
O caso ocorre em meio à disputa política provocada pelos cartazes. João Campos e Ivan Moraes (PSOL) negaram participação na produção dos materiais e também pediram investigação. Raquel Lyra classificou os ataques como violência política e afirmou que não pretende apontar responsáveis antes da apuração.
Foto: Reprodução
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