O fato e a foto: Tô na Folia distribui alimentos arrecadados no carnaval
Por Nill Júnior
O bloco Tô na Folia informa em nota que foram entregues mais de 200 cestas básicas com os alimentos arrecadados durante os festejos de momo.
Segundo Daniel Valadares, diretor do blog que participou da entrega, as entidades beneficiárias foram as Pastorais Carcerária e da Criança, Abrigo São Vicente de Paulo, ASAVAP, bairros Miguel Arraes e Laura Ramos.
“Gostaríamos de poder ter entregue mais cestas, mas mesmo assim agradecemos a todos os foliões que contribuíram com as doações”, disse Daniel.
O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania fixou um pagamento mensal de R$ 17.562,80 para a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) como reparação econômica por perseguição política durante o regime militar. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (27). A medida cumpre uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª […]
O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania fixou um pagamento mensal de R$ 17.562,80 para a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) como reparação econômica por perseguição política durante o regime militar. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (27).
A medida cumpre uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), proferida em dezembro passado, que determinou à União a concessão de reparação econômica sob a forma de prestação mensal, permanente e continuada.
O tribunal reconheceu a ex-presidente como anistiada, validando o direito dela a uma indenização mais um pagamento mensal e permanente como reparação à tortura sofrida durante a ditadura.
Em 1970, Dilma foi presa e submetida a torturas em São Paulo – nos antigos Operação Bandeirante (Oban) e Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) -, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, quando tinha 22 anos, de acordo com acervo do Instituto Vladimir Herzog.
As torturas aplicadas foram o pau de arara, a palmatória, choques e socos, que causaram problemas em sua arcada dentária, segundo os documentos da entidade.
De acordo com o ato ministerial, o valor mensal reflete o salário médio equivalente ao cargo no plano de cargos e salários da ex-fundação estadual.
Além da pensão mensal, o órgão calculou um montante retroativo estimado em R$ 6.616.492,19, referente ao período acumulado desde 21 de outubro de 1997 – data de corte estipulada pela Justiça. Do valor bruto, segundo o ministério, deverão ser deduzidas as quantias eventualmente já quitadas pelo Estado.
A nova fixação altera o posicionamento anterior da pasta. Em agosto de 2025, o ministério havia estipulado uma reparação em parcela única no valor de R$ 100 mil, formato revisto após o trânsito e adequação aos parâmetros definidos pela decisão judicial da corte federal.
Caso passou por revisão da Comissão de Anistia
A ação judicial foi ajuizada por Dilma Rousseff em agosto de 2022. A União, na época sob o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apresentou argumentos e recursos para questionar o pedido da ex-presidente. O Conselho Pleno da Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania revisou o caso em 2025, sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Foi então que a defesa de Dilma voltou a pedir a indenização.
A Justiça justificou o valor diante da gravidade das violações sofridas.
“A autora foi submetida a sessões sucessivas de choques elétricos, pau-de-arara, palmatória, afogamento, nudez forçada, isolamento absoluto, ameaças de morte e de mutilação, privação de sono e de alimentos, bem como a episódios de extrema violência que lhe causaram sequelas físicas permanentes, a exemplo da torção na arcada dentária e hemorragias no útero, além de abalos psicológicos duradouros, reconhecidamente associados às práticas de tortura institucionalizada”, diz o voto desembargador João Carlos Mayer Soares, que atuou como relator do processo.
Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução
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O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, teria coordenado a operação que levou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao território norte-americano, segundo o advogado e empresário mexicano Simón Levy, ligado ao presidente Donald Trump. A declaração foi publicada nesta terça-feira (27), dois dias após a derrota de Flávio para Luiz Inácio Lula da […]
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, teria coordenado a operação que levou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao território norte-americano, segundo o advogado e empresário mexicano Simón Levy, ligado ao presidente Donald Trump. A declaração foi publicada nesta terça-feira (27), dois dias após a derrota de Flávio para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais.
Em publicação na rede social X, Levy atribuiu diretamente a Rubio a responsabilidade pela articulação que teria permitido a saída do parlamentar brasileiro.
“O cérebro por trás dessa operação é o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio”, afirmou.
O mexicano também declarou que Flávio teria chegado em segurança aos Estados Unidos e que pretende liderar a oposição ao governo Lula a partir do exterior.
A possível participação de Rubio coloca o governo norte-americano no centro das especulações sobre a viagem. No entanto, até o momento, não há confirmação oficial do Departamento de Estado de que o secretário tenha coordenado ou participado de qualquer operação envolvendo o senador brasileiro.
A informação surge em meio aos desdobramentos de uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a entrega dos passaportes de Flávio Bolsonaro à Polícia Federal no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro. O parlamentar nega irregularidades.
Segundo reportagens publicadas nesta terça-feira, a ida de Flávio aos Estados Unidos foi confirmada à agência Reuters por fontes, incluindo uma ligada ao governo norte-americano. Entretanto, autoridades brasileiras e americanas ainda não haviam apresentado confirmação pública da viagem.
A participação de Marco Rubio, especificamente, permanece baseada na declaração de Simón Levy, sem comprovação independente.
Fonte: Agência Brasil; Reuters
Foto: Reprodução
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A direção nacional do Partido Liberal (PL) realizou uma reunião de emergência nesta terça-feira (27), em Brasília, após a divulgação de informações sobre a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil com destino aos Estados Unidos. O encontro ocorreu na sede da legenda, no complexo Brasil 21, e reuniu dirigentes e parlamentares para avaliar […]
A direção nacional do Partido Liberal (PL) realizou uma reunião de emergência nesta terça-feira (27), em Brasília, após a divulgação de informações sobre a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil com destino aos Estados Unidos. O encontro ocorreu na sede da legenda, no complexo Brasil 21, e reuniu dirigentes e parlamentares para avaliar os desdobramentos políticos da viagem.
Segundo o Metrópoles, nem todos os integrantes do partido tinham conhecimento da decisão de Flávio, derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25).
Entre os participantes das articulações estavam o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e o senador Rogério Marinho (PL-RN), responsável pela coordenação da campanha presidencial de Flávio.
O senador Efraim Filho (PL-PB) também compareceu à sede do partido. Ao chegar, afirmou que os dirigentes precisavam compreender a situação antes de definir os próximos passos.
“Vamos reunir com Valdemar e entender todo o cenário”, declarou.
A reunião ocorreu horas depois de Rogério Marinho negar que Flávio tivesse deixado o Brasil. Questionado pela coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, o senador afirmou, no início da manhã: “Não saiu”.
Posteriormente, o portal informou, com base em fontes próximas à família Bolsonaro, que Flávio havia embarcado para a Flórida. A agência Reuters também recebeu de uma fonte do governo dos Estados Unidos a confirmação de que o parlamentar estava a caminho do território americano.
Decisão judicial e cancelamento dos passaportes
A saída do Brasil foi noticiada um dia depois de o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar que Flávio entregasse seus passaportes à Polícia Federal no prazo de 24 horas e ficasse proibido de deixar o país.
Como os documentos não foram apresentados dentro do prazo, a Polícia Federal cancelou os passaportes brasileiros do senador em seus sistemas nesta terça-feira.
A determinação judicial foi tomada no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz. O parlamentar nega irregularidades.
Apesar do descumprimento da ordem judicial, não havia mandado de prisão contra Flávio até a publicação da reportagem. Por isso, o senador não era considerado formalmente foragido da Justiça.
Repercussão no partido
A notícia também provocou manifestações entre parlamentares do PL. O deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB), líder da oposição na Câmara dos Deputados, declarou apoio ao senador, mesmo diante das informações sobre a possível violação da restrição judicial.
“Se Flávio realmente saiu do país, o apoio é total”, escreveu nas redes sociais.
A situação ocorre em meio às articulações do PL para reorganizar sua atuação política após a derrota presidencial.
Embora a direção nacional do partido tenha reconhecido oficialmente o resultado das eleições, Flávio Bolsonaro contestou inicialmente a vitória de Lula e chegou a anunciar que pediria a anulação do pleito.
Até a divulgação da reportagem, não havia informação sobre decisões tomadas na reunião de emergência ou mudanças na estratégia política da legenda.
Fonte: Metrópoles
Foto: Breno Esaki/Metrópoles
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O cirurgião-dentista e professor universitário George Borja de Freitas, natural de São José do Egito, recebeu a Medalha e o Diploma de Honra ao Mérito Profissional Odontológico Professor Edrízio Barbosa Pinto, concedidos pelo Conselho Regional de Odontologia de Pernambuco (CRO-PE). Segundo informações publicadas pelo Blog do Erbi, George é o primeiro egipciense a receber a […]
O cirurgião-dentista e professor universitário George Borja de Freitas, natural de São José do Egito, recebeu a Medalha e o Diploma de Honra ao Mérito Profissional Odontológico Professor Edrízio Barbosa Pinto, concedidos pelo Conselho Regional de Odontologia de Pernambuco (CRO-PE).
Segundo informações publicadas pelo Blog do Erbi, George é o primeiro egipciense a receber a honraria, destinada ao reconhecimento de contribuições para a Odontologia.
Com atuação na cirurgia bucomaxilofacial e no ensino superior, George Borja possui uma trajetória profissional e acadêmica que inclui passagens por instituições de ensino do Brasil e do exterior.
A homenagem considera sua contribuição para o desenvolvimento da Odontologia e para a formação de profissionais da área.
Ao comentar o reconhecimento nas redes sociais, George destacou a dedicação exigida pelo exercício da profissão.
“Quem vive essa profissão sabe quanto estudo, dedicação e responsabilidade existem por trás de cada atendimento”, declarou.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chegou aos Estados Unidos nesta terça-feira (27), segundo informações de um aliado próximo do parlamentar repassadas ao UOL. A notícia foi divulgada após o candidato derrotado à Presidência da República descumprir uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para entregar seus passaportes à Polícia Federal […]
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chegou aos Estados Unidos nesta terça-feira (27), segundo informações de um aliado próximo do parlamentar repassadas ao UOL. A notícia foi divulgada após o candidato derrotado à Presidência da República descumprir uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para entregar seus passaportes à Polícia Federal e não deixar o território brasileiro.
A reportagem da colunista Mariana Sanches, atualizada às 16h56, informa que um interlocutor de Flávio confirmou sua chegada ao país norte-americano. Segundo essa fonte, o senador deverá conceder uma entrevista coletiva na quarta-feira (28).
Apesar da informação sobre a chegada, ainda não foi esclarecido qual meio de transporte Flávio utilizou para deixar o Brasil nem o trajeto percorrido.
Uma fonte nos Estados Unidos, próxima ao governo de Donald Trump e à família Bolsonaro, afirmou ao UOL que tinha conhecimento da partida do senador. O interlocutor, entretanto, não confirmou se a viagem passou pela Argentina.
O Departamento de Estado americano foi procurado pela reportagem, mas não havia se manifestado até a publicação.
A agência Reuters também ouviu um aliado de Flávio e uma fonte do governo dos Estados Unidos que confirmaram a viagem. A chegada do parlamentar, no entanto, ainda não havia sido anunciada oficialmente pelas autoridades americanas.
Versões divergentes
Mais cedo, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, havia negado a informação sobre a saída do Brasil. Questionado pelo UOL, ironizou a possibilidade de viagem.
“Sim. Foi o Elon Musk que mandou o foguete”, afirmou Eduardo.
A suspeita começou a circular durante a madrugada, depois que o jornal argentino Infobae noticiou que Flávio teria atravessado a fronteira com a Argentina para embarcar em um avião particular rumo aos Estados Unidos.
Segundo a publicação, a aeronave partiria de Puerto Iguazú. O UOL verificou, porém, que o avião mencionado continuava no aeroporto argentino. Não há confirmação de que Flávio tenha utilizado essa rota.
Passaportes cancelados
Na segunda-feira (26), Flávio Bolsonaro foi intimado a entregar seus passaportes no prazo de 24 horas, por determinação de Alexandre de Moraes.
O senador não apresentou os documentos dentro do período estabelecido. Diante do descumprimento, a Polícia Federal cancelou os passaportes comum e diplomático em seus sistemas e informou que comunicará a situação ao ministro do STF.
A medida judicial foi determinada no âmbito de uma investigação que apura suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o senador e o advogado Willer Tomaz. Ambos negam irregularidades.
Em vídeo divulgado na segunda-feira, Flávio criticou a decisão judicial e afirmou que não pretendia deixar o Brasil.
“Eu vou entregar os meus passaportes e vou me defender dessa aberração, que é uma clara tentativa de me intimidar”, declarou na ocasião.
O senador também havia anunciado que permaneceria no país para organizar a oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que o derrotou no segundo turno das eleições, realizado no domingo (25).
Apesar do descumprimento da ordem para entregar os passaportes, não havia sido divulgado, até a atualização da reportagem, mandado de prisão contra Flávio Bolsonaro.
Fonte: UOL
Foto: Reprodução
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