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O fato e a foto : advogado egipciense recarrega baterias em Machu Pichu

Por Nill Júnior

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O advogado rubro-negro Augusto Valadares e sua companheira Amanda Cartaxo estão descobrindo os segredos das milenares e enigmáticas ruínas de Machu Pichu, no Peru. E não tem trajeto, destino ou roteiro que tire do advogado egipciense o direito de vestir sua segunda pele : a camisa do Sport Clube Recife.

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Augusto foi destaque no Blog do Torcedor, do NE10 e também enviou registros para o nosso blog. Depois de um período servindo à Prefeitura como procurador na gestão Evandro valadares, Augusto carrega forças para voltar a debater política, que está no seu DNA.

Outras Notícias

“Jornalismo não se responde com intimidação”, diz responsável pelo Bastidor.PE após pedido de investigação

Rodrigo Ambrósio negou ter gráfica ou relação com Amisadai Andrade e afirmou que vai registrar boletim de ocorrência após divulgação de informações sobre sua residência. Rodrigo Ambrósio, responsável pelo perfil Bastidor.PE, se manifestou nesta terça-feira (1º), após a Frente Popular de Pernambuco pedir que autoridades investiguem a origem da fotografia de um panfleto apócrifo que […]

Rodrigo Ambrósio negou ter gráfica ou relação com Amisadai Andrade e afirmou que vai registrar boletim de ocorrência após divulgação de informações sobre sua residência.

Rodrigo Ambrósio, responsável pelo perfil Bastidor.PE, se manifestou nesta terça-feira (1º), após a Frente Popular de Pernambuco pedir que autoridades investiguem a origem da fotografia de um panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD).

Em vídeo publicado nas redes sociais, Ambrósio negou informações que, segundo ele, vêm sendo divulgadas a seu respeito e afirmou que pretende adotar medidas judiciais.

“Eu não tenho gráfica e nunca tive. O endereço que estão mostrando como se fosse uma grande descoberta é simplesmente minha casa”, declarou.

Segundo Ambrósio, imagens da residência utilizadas em publicações teriam sido retiradas do Google Street View e seriam de 2020. Ele afirmou ainda que uma parede do imóvel estaria sendo associada a uma imagem relacionada aos ataques contra Raquel.

“O muro que está sendo exibido em vídeos por aí é o muro da minha residência, só que de 2020”, disse.

O responsável pelo Bastidor.PE também negou qualquer ligação com Amisadai Andrade, ex-servidor estadual citado nas denúncias envolvendo um suposto esquema de ataques digitais contra adversários políticos.

“Eu não conheço Amisadai e nunca tive qualquer relação com ele”, afirmou.

Ambrósio classificou as associações como uma tentativa de intimidar o trabalho realizado pelo perfil. Segundo ele, o Bastidor.PE funciona de forma independente, com participação voluntária de colaboradores.

“Essas são tentativas de usar informações falsas e associações inexistentes para intimidar um trabalho jornalístico e manipular a opinião pública”, declarou.

A manifestação ocorre depois de a Frente Popular pedir investigação complementar sobre o perfil e seus responsáveis. A coligação de João Campos (PSB) sustenta que a página publicou a principal fotografia encontrada do panfleto apócrifo que cita o marido de Raquel Lyra e pediu que as autoridades apurem a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo perfil com o Governo do Estado.

O pedido de investigação não significa que o Bastidor.PE ou Rodrigo Ambrósio tenham sido responsabilizados pela produção ou distribuição dos materiais.

No vídeo, Ambrósio afirmou ainda que pretende registrar boletim de ocorrência e recorrer à Justiça contra quem, segundo ele, divulgou informações falsas ou expôs sua residência.

“Eu não vou responder ataque com ataque. Vamos para a Justiça”, disse.

Ao final, reforçou que o perfil continuará publicando conteúdos. “A intimidação não vai definir o que o Bastidor pode ou não pode publicar. Nosso compromisso continua sendo com o jornalismo e com o direito de informar”, afirmou.

Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a manifestação de Rodrigo Ambrósio.

 

Vídeo: Reprodução/Instagram

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Frente Popular pede investigação sobre origem de foto de panfleto contra Raquel Lyra

Coligação de João Campos quer apuração sobre a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo Bastidor.PE com o Governo do Estado. A Frente Popular de Pernambuco protocolou, nesta terça-feira (1º), um pedido complementar de investigação relacionado ao panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), […]

Coligação de João Campos quer apuração sobre a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo Bastidor.PE com o Governo do Estado.

A Frente Popular de Pernambuco protocolou, nesta terça-feira (1º), um pedido complementar de investigação relacionado ao panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), morto em 2022.

Segundo a coligação de João Campos (PSB), o novo pedido foi encaminhado à Polícia Federal e ao Ministério Público e complementa uma solicitação apresentada no último domingo (30), quando as imagens dos materiais começaram a circular. A Justiça Eleitoral também foi informada sobre os novos elementos.

O foco agora é o perfil Bastidor.PE, no Instagram. A Frente Popular afirma que a principal imagem localizada do panfleto que cita o marido da governadora foi publicada inicialmente pela página e pede que seja investigada a origem da fotografia.

A coligação também cita reportagem segundo a qual pessoas ligadas ao perfil ocuparam cargos no Governo de Pernambuco. Dois responsáveis pela página teriam trabalhado anteriormente na Secretaria de Turismo, enquanto outro articulista ocuparia atualmente cargo comissionado na Casa Civil.

Esses vínculos, por si só, não comprovam qualquer participação na produção ou distribuição do material. A Frente Popular pede justamente que as autoridades apurem se existe alguma relação entre essas circunstâncias e a publicação da imagem.

Outro argumento apresentado pela coligação é que sua equipe jurídica realizou buscas no Recife e afirma não ter localizado exemplar idêntico ao panfleto mostrado nas redes sociais nem pessoas que tenham relatado recebê-lo.

O Bastidor.PE apresenta uma versão diferente sobre a existência física dos materiais. Em publicação própria, o veículo afirmou ter recebido relatos e imagens de leitores pelo WhatsApp e disse que sua equipe foi ao Recife Antigo, onde encontrou uma série de cartazes apócrifos contra Raquel, entre eles um relacionado à morte de Fernando Lucena. 

A página não é acusada formalmente, até o momento, de ter produzido os panfletos. O pedido da Frente Popular busca esclarecer de onde partiu a fotografia publicada, como o material chegou ao perfil e se há alguma circunstância adicional que deva ser investigada.

O caso ocorre em meio à disputa política provocada pelos cartazes. João Campos e Ivan Moraes (PSOL) negaram participação na produção dos materiais e também pediram investigação. Raquel Lyra classificou os ataques como violência política e afirmou que não pretende apontar responsáveis antes da apuração.

Foto: Reprodução

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TSE restabelece campanha digital de Renan Santos e libera participação em debates

Decisão permite retomada de perfis registrados no TSE, participação em debates e repasses do Fundo Eleitoral. O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), liberou, nesta terça-feira (1º), a campanha digital de Renan Santos (Missão), candidato à Presidência da República. A nova decisão flexibiliza as restrições impostas anteriormente e permite que a chapa presidencial […]

Decisão permite retomada de perfis registrados no TSE, participação em debates e repasses do Fundo Eleitoral.

O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), liberou, nesta terça-feira (1º), a campanha digital de Renan Santos (Missão), candidato à Presidência da República.

A nova decisão flexibiliza as restrições impostas anteriormente e permite que a chapa presidencial do Missão volte a realizar propaganda eleitoral por meio de sites, blogs, redes sociais, aplicativos de mensagens e outras plataformas digitais, desde que os endereços estejam devidamente registrados no sistema da Justiça Eleitoral.

Toffoli também liberou Renan para participar de debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação.

A decisão autoriza ainda a retomada dos repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha e a realização de despesas com recursos eventualmente já transferidos à candidatura.

O ministro determinou também que as plataformas digitais restabeleçam o funcionamento dos perfis do candidato abrangidos pela decisão. Nesta terça-feira (1º), Meta e TikTok haviam informado ao TSE que retiraram do ar perfis de Renan citados na decisão anterior.

A restrição havia sido adotada no contexto da análise do pedido de registro da candidatura do Missão. Toffoli apontou anteriormente problemas relacionados à informação de perfis utilizados para propaganda eleitoral na internet.

Com a nova decisão, a campanha poderá voltar a utilizar os endereços eletrônicos já registrados oficialmente na Justiça Eleitoral.

A análise do registro da candidatura de Renan Santos ainda segue no TSE.

Fonte: G1
Foto: Reprodução

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Flávio Bolsonaro pede renúncia de Moraes após revelação sobre contrato de R$ 131 milhões

Candidato à Presidência afirma que novos elementos envolvendo o ministro e Daniel Vorcaro tornam inviável sua permanência no STF. O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu, nesta terça-feira (1º), a renúncia do ministro Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação representa mais um desdobramento político das revelações […]

Candidato à Presidência afirma que novos elementos envolvendo o ministro e Daniel Vorcaro tornam inviável sua permanência no STF.

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu, nesta terça-feira (1º), a renúncia do ministro Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação representa mais um desdobramento político das revelações envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master. 

“Isso é muito grave. Eu acho que o Alexandre de Moraes deveria renunciar ao Supremo Tribunal Federal. Não tem a menor condição de continuar sendo ministro do Supremo”, afirmou Flávio antes de uma sessão da Comissão de Segurança Pública do Senado.

A declaração ocorreu após a divulgação de informações sobre o contrato de R$ 131 milhões firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.

Segundo a reportagem, metadados de uma versão do documento enviada por WhatsApp a Vorcaro indicam que o arquivo passou por edição de um usuário identificado como “Ministro Alexandre de Moraes”.

O próprio escritório de Viviane confirmou que Moraes teve acesso à minuta. Em nota, a banca afirmou que consultou o ministro, na condição de marido da sócia-diretora, para verificar a existência de possíveis impedimentos legais para a contratação. Segundo o escritório, não foi identificado impedimento, e Moraes nunca julgou causa envolvendo o Banco Master. 

Flávio Bolsonaro, entretanto, afirmou que os novos elementos levantam suspeitas sobre eventual atuação do ministro em favor de Vorcaro.

“Tudo sugere que há uma proteção de Moraes dada ao Vorcaro”, declarou o candidato. A afirmação é uma acusação de Flávio e não representa conclusão das investigações.

As declarações ocorrem no mesmo dia em que vieram a público novos detalhes das mensagens encontradas no celular de Vorcaro. Parte do material mostra contatos atribuídos a Moraes nos dias anteriores e no próprio dia da primeira prisão do ex-banqueiro.

Como o Blog do Nill Júnior mostrou nas reportagens anteriores sobre o caso Master, a Polícia Federal busca esclarecer se Vorcaro teve acesso antecipado a informações sobre medidas que seriam adotadas contra ele e qual teria sido a origem desses dados.

O ministro André Mendonça encaminhou os novos elementos à Procuradoria-Geral da República (PGR) e avalia os próximos passos relacionados à possível inclusão de Moraes na investigação. 

Até o momento, não há conclusão de que Alexandre de Moraes tenha cometido crime. A existência do contrato, o acesso do ministro à minuta e as mensagens analisadas pela PF integram um conjunto de fatos que ainda está sob apuração.

Fonte: Diário do Poder / CNN Brasil
Foto: Divulgação/Charles Vieira

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André Mendonça avalia pedir investigação contra Alexandre de Moraes no STF

Ministro aguarda manifestação da PGR antes de decidir se avança com iniciativa relacionada aos novos desdobramentos do caso Banco Master. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), avalia pedir a abertura de uma investigação contra o também ministro Alexandre de Moraes, segundo fontes ouvidas pela reportagem. A iniciativa ocorre após novos elementos surgirem […]

Ministro aguarda manifestação da PGR antes de decidir se avança com iniciativa relacionada aos novos desdobramentos do caso Banco Master.

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), avalia pedir a abertura de uma investigação contra o também ministro Alexandre de Moraes, segundo fontes ouvidas pela reportagem.

A iniciativa ocorre após novos elementos surgirem nas investigações envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master, entre eles informações relacionadas a contatos atribuídos ao ex-banqueiro com Moraes nos dias anteriores à primeira prisão de Vorcaro.

Mendonça já solicitou esclarecimentos à Procuradoria-Geral da República (PGR) e aguarda a manifestação do órgão antes de definir os próximos passos. O ministro também pretende conversar com o presidente do STF, Edson Fachin, caso a iniciativa avance.

Nesta terça-feira (1º), Mendonça retirou o sigilo de parte da apuração relacionada ao material encontrado no celular de Vorcaro e defendeu que os novos elementos sejam analisados pelo plenário do Supremo.

Por envolver um integrante da própria Corte, uma eventual investigação deverá seguir procedimentos específicos dentro do STF. A manifestação da PGR será considerada antes de qualquer avanço formal.

Alexandre de Moraes contesta parte das informações atribuídas a conversas com Vorcaro. Até o momento, não há conclusão de que o ministro tenha cometido crime ou outra irregularidade.

Fonte: Diario de Pernambuco / Correio Braziliense
Foto: Luiz Silveira/STF

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