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O combate a hanseníase foi tema no Debate das Dez da Pajeú

Por Nill Júnior

Debate das Dez 23-01-14

Nesta sexta-feira (24) é o dia D de combate à hanseníase e a Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira laçou sua campanha de prevenção e tratamento da doença.

A Hanseníase é uma doença infecciosa que atinge a pele e os nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é longo. Pode variar de 2 a até mais de 10 anos. A hanseníase pode causar deformidades físicas, que podem ser evitadas com o diagnóstico no início da doença e o tratamento imediato.

Para falar sobre a hanseníase, prevenção, diagnóstico e tratamento, nos estúdios da Pajeú, a enfermeira e coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Sheila Pereira, a Coordenadora do programa Tuberculose e Hanseníase, Renata Alves e Madalena Brito, sanitarista e diretora da Vigilância em Saúde de Afogados da Ingazeira.

Renata informou que a hanseníase é caracterizada pela presença de manchas no corpo que podem ser avermelhadas ou esbranquiçadas e que muitas vezes as pessoas confundem com “Pano Branco”, mas que a grande característica da doença é a perca da sensibilidade no local da mancha.

Sheila disse que a hanseníase é transmitida através de secreções nasais, tosse e espirro, muito parecida como a forma de transmissão da gripe, por isso é muito importante que ao aparecer manchas no corpo deva se procurar imediatamente uma unidade de saúde.

“Quem tem uma mancha suspeita à gente pede logo que vá a uma unidade de saúde, onde será realizado exame clinico e caso haja suspeita será notificado e ser for constatado a hanseníase o tratamento começa imediatamente, cem por cento gratuito”, informou Sheila.

Sheila ainda informou que em Afogados da Ingazeira existem atualmente treze casos de hanseníase diagnosticados que estão passando pelo tratamento e sendo acompanhados pelas unidade de saúde da Vigilância em Saúde da secretaria.

Sheila disse que a duração do tratamento vária com o número de lesões que o paciente tem no corpo, mas que é entre seis a doze meses.

Madalena disse que esta sendo implantado no município a politica de atenção a saúde do trabalhador, e que Renata e Sheila já estão desenvolvendo um trabalho onde há a realização de palestras para o público alvo.

Madalena informou que tanto o trabalho de prevenção a saúde do trabalhador como a prevenção e tratamento para a hanseníase serão contínuos.

“Todas as unidades de saúde abrem um dia da semana a noite, especifico para o trabalhador, toda a equipe estará atendendo, médicos, enfermeiros/as, dentistas, justamente para acolher o trabalhador” informou Madalena.

Madalena disse que o município de Afogados é um dos poucos que consegui diagnosticar casos de hanseníase em crenças e destacou a importância do diagnostico precoce da doença. .

“É muito importante o diagnóstico precoce se você tem uma mancha, tem que procurar a unidade de saúde, porque pode ser tanto o pano branco ou a hanseníase e a pessoa não percebe”, disse Madalena.

Madalena também informou que quando o diagnóstico é tardio pode trazer algumas sequelas para o paciente e que o não tratamento de forma adequada também.

Com relação ao número de casos diagnosticados do município estar acima do recomendado pelo Ministério da Saúde, Renata disse que não ruim, pois mostra que a Secretaria de Saúde tem trabalhado de forma correta na descoberta da hanseníase.

“Esse trabalho que a gente vem fazendo é justamente para isso, a gente intensificou a buscativa dos casos, para que a gente possa chegar no nosso objetivo que é descobrir e tratar todos os casos de Afogados da Ingazeira, para que daqui a alguns anos possamos dizer que eliminamos a hanseníase do nosso município”, disse Renata.

Clique aqui e ouça o Debate na íntegra

Saiba mais:

A Hanseníase é uma doença infecciosa que atinge a pele e os nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é longo. Pode variar de 2 a até mais de 10 anos. A hanseníase pode causar deformidades físicas, que podem ser evitadas com o diagnóstico no início da doença e o tratamento imediato.

Sinais e Sintomas

  • Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo com perda ou alteração de sensibilidade.
  • Área de pele seca e com falta de suor.
  • Área da pele com queda de pêlos, especialmente nas sobrancelhas.
  • Área da pele com perda ou ausência de sensibilidade.
  • Sensação de formigamento (Parestesias) ou diminuição da sensibilidade ao calor, à dor e ao tato. A pessoa se queima ou machuca sem perceber.
  • Dor e sensação de choque, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e das pernas, inchaço de mãos e pés.
  • Diminuição da força dos músculos das mãos, pés e face devido à inflamação de nervos, que nesses casos podem estar engrossados e doloridos.
  • Úlceras de pernas e pés.
  • Nódulo (caroços) no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos.
  • Febre, edemas e dor nas juntas.
  • Entupimento, sangramento, ferida e ressecamento do nariz.
  • Ressecamento nos olhos.
  • Mal estar geral, emagrecimento.

Locais com maior predisposição para o surgimento das manchas: mãos, pés, face, costas, nádegas e pernas.
Importante: Em alguns casos, a hanseníase pode ocorrer sem manchas.

Transmissão
A transmissão se dá por meio de uma pessoa doente que apresenta a forma infectante da doença (multibacilar – MB) e que, estando sem tratamento, elimina o bacilo por meio das vias respiratórias (secreções nasais, tosses, espirros), podendo assim infectar outras pessoas suscetíveis.

O bacilo de Hansen tem capacidade de infectar grande número de pessoas, mas poucas pessoas adoecem, porque a maioria apresenta capacidade de defesa do organismo contra o bacilo.

A hanseniase não transmite por:

  • Meio de copos, pratos, talheres, portanto não há necessidade de separar utensílios domésticos da pessoa com hanseniase.
  • Assentos, como cadeiras, bancos.
  • Apertos de mão, abraço, beijo e contatos rápidos em transporte coletivos ou serviços de saude.
  • Picada de inseto.
  • Relação sexual.
  • Aleitamento materno.
  • Doação de sangue.
  • Herança genética ou congênita (gravidez).

Importante!
Assim que a pessoa começa o tratamento deixa de transmitir a doença. A pessoa com hanseníase não precisa ser afastada do trabalho, nem do convívio familiar.

Período de incubação
Em média de 2 a 5 anos.

Período de transmissibilidade
Enquanto a pessoa não for tratada.

Diagnóstico
O diagnóstico da hanseníase é basicamente clínico, baseado nos sinais e sintomas detectados no exame de toda a pele, olhos, palpação dos nervos, avaliação da sensibilidade superficial e da força muscular dos membros superiores e inferiores. Em raros casos será necessário solicitar exames complementares para confirmação diagnóstica.

Tratamento
O tratamento é ambulatorial, com doses mensais supervisionadas administradas na unidade de saúde e doses auto-administradas no domicílio.

Os medicamentos utilizados consistem na associação de antibióticos, denominados poliquimioterapia (PQT), que são adotados conforme a classificação operacional, sendo:

  • Paucibacilares: rifampicina, dapsona – 6 doses em até 9 meses;
  • Multibacilares: rifampicina, dapsona e clofazimina – 12 doses em até 18 meses.

Prevenção
Apesar de não haver uma forma de prevenção especifica, existem medidas que podem evitar as incapacidades e as formas multibacilares, tais como:

  • Diagnóstico precoce.
  • Exame dos contatos intradomiciliares (pessoas que residem ou residiram nos últimos cinco anos com o paciente).
  • Aplicação da BCG (ver item vacinação).
  • Uso de técnicas de prevenção de incapacidades.

Controle
O controle da hanseníase é baseado no diagnóstico precoce de casos, seu tratamento e cura, visando eliminar fontes de infecção e evitar seqüelas. A detecção de casos novos de hanseníase em menores de 15 anos foi adotada como principal indicador de monitoramento da endemia, com meta de redução estabelecida em 10%, até 2011 e está inserida no Programa Mais Saúde: Direitos de Todos (2008-2011) / Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O Programa Nacional de Controle da Hanseníase (PNCH) estabeleceu diretrizes operacionais para a execução de diferentes ações, articuladas e integradas, que pudessem em todas as frentes de trabalho propiciar às pessoas que adoecem sejam atendidas nas suas necessidades e direitos. Sem perder de vista o desafio da horizontalização e da descentralização, organizou-se as ações do PNCH, a partir de cinco componentes/áreas: vigilância epidemiológica; gestão; atenção integral; comunicação e educação e pesquisa.

Fonte: Ministério da Saúde

Do Portal Pajeú Rádio Web

 

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Meu São João é da tradição e ninguém toma

Não entendo como nos permitimos ajudar a, aos poucos, matar a tradição junina. Defender nossos valores culturais é também uma bandeira política.  Quando defendemos a manutenção de nossas raízes,  fortalecemos o que faz o mundo olhar, admirar e querer conhecer esse pedaço do país.  É isso que atrai uma multidão à região,  fomentando geração de […]

Não entendo como nos permitimos ajudar a, aos poucos, matar a tradição junina.

Defender nossos valores culturais é também uma bandeira política.  Quando defendemos a manutenção de nossas raízes,  fortalecemos o que faz o mundo olhar, admirar e querer conhecer esse pedaço do país.  É isso que atrai uma multidão à região,  fomentando geração de emprego e renda.

Nisso não enxergo concessões.  Toda a tradição e força do São João derivam da nossa música.  Ela é que encontra a combinação perfeita com as comidas típicas e demais elementos da nossa festa.  No mais, um povo que tem nossa música e nossa dança não deve nada a ninguém.  Não precisa importar nada. Ao contrário,  o país deve muito à nossa força músico-cultural.

Infelizmente,  o mercado voraz da música descartável,  do breganejo e do show bussiness é muito forte. Alguns inclusive ganharam o setor público com o esquema do troco, do “fecha por tanto e me dá tanto”, “a gente se ajeita”, e assim sucessivamente, claro, sem generalizar.  Por isso imagino que a Lei Luiz Gonzaga,  que obriga destinar 80% dos recursos para manifestações culturais do Nordeste no São João vai enfrentar um forte lobby dessa gente. Não será fácil.

Meu São João teve todos os elementos que me encantam desde a infância.  Fogueira, milho na brasa,  o encantamento dos fogos juninos,  sem nada que faça medo ou barulho, e forró pé-de-serra.  Bastou sintonizar a Rádio Pajeú.  O “São João da Pajeú” é uma grande festa com forrozeiros da região,  no tradicional estilo sanfona, triângulo e zabumba, combinado com os grandes nomes em shows ao vivo: Assisão,  Maciel Melo, Flávio José,  Flávio Leandro, até o sol raiar.

Inveja e avareza são dois dos sete pecados capitais. Eles se manifestam nesse período.  Com inveja da nossa beleza cultural e a avareza de quem quer sempre mais, uma máquina de destruir tradições tem atacado nosso São João.  O desabafo de Petrúcio Amorim e o movimento dos artistas por respeito à sua decência,  aparentemente vão gerar algo novo, para nos devolver o que já é nosso.

Que as novas gerações tenham a felicidade que tive. Meu São João é o melhor do mundo, um dos mais belos momentos do meu calendário.  Um tempo de encantamento,  emoção,  deslumbramento,  amor por tudo que me fez quem sou. Meu São João ninguém vai tirar de mim.

João Campos vai a Caruaru, “reduto” de Raquel Lyra

O pré-candidato a governador João Campos (PSB) esteve nesta terça-feira (23), em Caruaru, no Agreste. Ele transitou pelo Alto do Moura acompanhado de apoiadores, no reduto da governadora Raquel Lyra (PSD). A cidade se soma a uma lista de polos juninos visitados pelo ex-prefeito do Recife nos últimos dias, a exemplo de Araripina, Serra Talhada […]

O pré-candidato a governador João Campos (PSB) esteve nesta terça-feira (23), em Caruaru, no Agreste.

Ele transitou pelo Alto do Moura acompanhado de apoiadores, no reduto da governadora Raquel Lyra (PSD). A cidade se soma a uma lista de polos juninos visitados pelo ex-prefeito do Recife nos últimos dias, a exemplo de Araripina, Serra Talhada e Arcoverde.

“Estou aqui no Alto do Moura vendo essa maravilha da cultura pernambucana e nordestina. Viva o Mestre Vitalino, o verdadeiro rei do barro, que através de sua arte deu significado à luta do povo do Nordeste brasileiro. Mestre Vitalino é um patrimônio da cultura pernambucana e nordestina”, declarou João.

O pré-candidato esteve acompanhado de nomes da política de Caruaru, como os ex-prefeitos José Queiroz e Tony Gel, a ex-deputada Laura Gomes e os pré-candidatos a deputados Delegado Lessa (Republicanos), Dilson Oliveira (PSB) e Vitinho Maia (PSB). Também estiveram presentes o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), a pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT), os prefeitos Ruben Lima (Panelas), Josué Mendes (Agrestina) e Josafá Almeida (São Caetano), as deputadas federais Tabata Amaral (PSB) e Maria Arraes (PSB), o deputado federal Pedro Campos (PSB) e lideranças de outros municípios.

Mais cedo, João Campos também esteve em Gravatá, outro importante polo junino do estado. Acompanhado de apoiadores, ele passou por ruas do centro do município e percorreu os corredores do mercado público.

Assessor de Priscila é acusado de tentar hostilizar João Campos em Gravatá

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Vídeos que circulam nas redes sociais mostram um servidor da vice-governadora Priscila Krause (PSD) tentando hostilizar o pré-candidato a governador João Campos (PSB) em Gravatá, no Agreste.

José Ronaldo Moura da Silva aparece gritando palavras de ordem enquanto filma um colega fazendo o mesmo perto da comitiva do PSB dentro do Mercado Público da cidade. Durante o episódio, a dupla ainda teria dado uma cotovelada em um apoiador de João Campos.

Até o primeiro trimestre deste ano, José Ronaldo era secretário de Turismo da gestão de Ramos (PSD), prefeito eleito com as digitais da governadora Raquel Lyra (PSD) em 2024. Desde 19 de março deste ano, porém, ele está nomeado como gerente-geral administrativo no gabinete da vice-governadora Priscila Krause.

Após alguns segundos gritando, ele passou a ser vaiado por apoiadores de João Campos e por populares que recebiam o pré-candidato do PSB.

Gilson Machado declara apoio a Raquel Lyra e critica estratégia do PL em Pernambuco

Blog da Folha Em entrevista concedida nesse domingo (21) ao jornalista Mário Silva, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, o pré-candidato a deputado federal Gilson Machado (Podemos) declarou apoio à governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), para a disputa estadual. O ex-ministro do Turismo e da Cultura do governo Jair Bolsonaro também criticou a condução […]

Blog da Folha

Em entrevista concedida nesse domingo (21) ao jornalista Mário Silva, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, o pré-candidato a deputado federal Gilson Machado (Podemos) declarou apoio à governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), para a disputa estadual. O ex-ministro do Turismo e da Cultura do governo Jair Bolsonaro também criticou a condução do Partido Liberal (PL) no estado e avaliou o atual cenário de articulações políticas em Pernambuco.

Segundo Gilson, a legenda teria perdido o momento político considerado ideal para a construção de uma candidatura competitiva ao Governo de Pernambuco. “A direita não tem mais tempo de lançar um candidato competitivo e eu, Gilson Machado, vou apoiar Raquel Lyra”, afirmou.

O pré-candidato também fez críticas à possibilidade de indicação de um nome sem representatividade para a disputa estadual, segundo ele, o que poderia ter como efeito o enfraquecimento de palanques ligados ao entorno político de Flávio Bolsonaro em Pernambuco, dentro da reorganização das forças da direita no estado.

Ao comentar sua relação com a atual governadora, Gilson Machado destacou ações realizadas em parceria durante o período em que esteve no governo federal e Raquel Lyra ainda exercia o cargo de prefeita de Caruaru. “Raquel Lyra é uma boa gestora. Eu acompanhei o trabalho dela enquanto ministro e ela prefeita em Caruaru. Juntos, conseguimos o acesso ao aeroporto Oscar Laranjeira, a Estação Cultural e o Parque Luiz Gonzaga Sobrinho. Na época da pandemia, pediram 37 respiradores e trouxemos 117, em ações com a então prefeita Raquel Lyra ao lado”, disse.

Ele reforçou ainda que sua avaliação sobre a governadora está ligada à experiência administrativa acumulada ao longo dos anos e à relação institucional construída no período.

Cristiano Dantas defende pré-candidatura de Eduardo da Fonte para o Senado em Pernambuco

Durante entrevista ao programa Manhã da Rádio Portal, conduzido pelo radialista Fábio Santos, o vereador de Custódia, Cristiano Dantas, defendeu firmemente a pré-candidatura do deputado federal Eduardo da Fonte ao Senado por Pernambuco. ​De acordo com o parlamentar custodiense, Eduardo da Fonte reúne todas as qualidades necessárias e uma vasta experiência pública para o cargo. […]

Durante entrevista ao programa Manhã da Rádio Portal, conduzido pelo radialista Fábio Santos, o vereador de Custódia, Cristiano Dantas, defendeu firmemente a pré-candidatura do deputado federal Eduardo da Fonte ao Senado por Pernambuco.

​De acordo com o parlamentar custodiense, Eduardo da Fonte reúne todas as qualidades necessárias e uma vasta experiência pública para o cargo. Dantas destacou que o deputado lidera um expressivo grupo político, composto por prefeitos e deputados, que precisa ser ouvido no cenário estadual, reforçando que ele possui todas as condições políticas e eleitorais para lograr êxito na disputa e ser eleito o novo senador dos pernambucanos.

Cenário Político e Projeção

​Além de atuar fortemente na articulação majoritária, Cristiano Dantas também confirmou que é pré-candidato a deputado federal no pleito que se aproxima. ​Atualmente no exercício de seu quarto mandato consecutivo na Câmara Municipal de Custódia, Cristiano integra o quadro diretivo da União de Vereadores do Brasil (UVB).