Às 11h: Evandro e Eclérinston na Manhã Total na Gazeta, em novo horário
Por Nill Júnior
O Programa Manhã Total na Gazeta começa em novo horário a partir deste sábado, dia 4, na Gazeta FM, em São José do Egito. Agora, entramos no ar um pouco mais tarde, às onze da manhã, na emissora egipciense, que integra o Grupo Fênix de Comunicação.
A Manhã Total na Gazeta tem prestação de serviço, notícias que movimentam a semana, participação dos ouvintes e o Debate do Sábado.
Neste sábado, o pré-candidato a prefeito Evandro Valadares e o médico e presidente do PSB Eclérinston Ramos são os convidados e falam de sucessão. Você pode participar pelo zap 9-9652-2723.
Acompanhe: Você escuta a Gazeta FM sintonizando 95,3 MHZ. Pela internet, o endereço é o www.gazetafm95.com.br . A emissora integra o Sistema Fênix de Comunicação, presidido por Gilberto Rodrigues, contando ainda com a Vilabella FM, de Serra Talhada. É dirigida pelo jornalista João Carlos.
A Polícia Federal (PF), em ação conjunta com o Ministério Público Federal (MPF) e a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou na manhã da terça-feira (7) a Operação Titânio. O objetivo, apurar irregularidades na contratação e execução de serviços de implantes dentários, do programa Brasil Sorridente, custeado com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). Os valores […]
A Polícia Federal (PF), em ação conjunta com o Ministério Público Federal (MPF) e a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou na manhã da terça-feira (7) a Operação Titânio.
O objetivo, apurar irregularidades na contratação e execução de serviços de implantes dentários, do programa Brasil Sorridente, custeado com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).
Os valores envolvidos na execução do programa e objeto de investigação superam o montante de R$ 9 milhões.
Estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão e seis mandados de condução coercitiva na região do município de Sumé, todos expedidos pela 11ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Monteiro.
Participam da operação policial 35 Policiais Federais e 6 Auditores da CGU e a investigação tramita sob segredo de justiça. As investigações do esquema estão sob segredo de justiça.
Por isso, a Polícia Federal não agendou coletiva de imprensa para apresentar os resultados da operação. A divulgação dos dados só acontecerá se o sigilo for afastado.
Vatican News O 18º Congresso Eucarístico Nacional se concluiu no dia 15 de novembro, em Recife, com uma grande notícia: O arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, leu a seguinte comunicação assinada pelo Frei Jociel Gomes, OFMCap., vice-postulador da Causa de Dom Hélder: “Comunico que foi emitido hoje, em Roma, o decreto de […]
O 18º Congresso Eucarístico Nacional se concluiu no dia 15 de novembro, em Recife, com uma grande notícia:
O arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, leu a seguinte comunicação assinada pelo Frei Jociel Gomes, OFMCap., vice-postulador da Causa de Dom Hélder:
“Comunico que foi emitido hoje, em Roma, o decreto de Validade Jurídica de Dom Hélder Câmara, reconhecendo que todos os atos e toda a documentação feitos na Arquidiocese foram aprovados pelo Dicastério das Causas dos Santos. Doravante, solicitaremos a nomeação de um Relator e iniciaremos a elaboração da Positio, que será, posteriormente, analisada pelas comissões de historiadores, teólogos, bispos e cardeais, a fim de que deem os seus pareceres. Com a aprovação destas comissões, o Papa poderá declará-lo “Venerável”.”
De acordo com Dom Fernando, os presentes “vibraram, aplaudiram e ficaram felizes com esta grande notícia”.
“Uma grande alegria que encheu os corações e vamos rezar para que o quanto antes possamos ver este processo caminhar e termos no futuro a satisfação de ter Dom Hélder, este grande bispo da nossa Igreja, como um santo, alguém que mereceu o reconhecimento da Igreja pelas suas virtudes, pelos seus valores, sendo um modelo de vida para todos nós.”
Esses dias, conversei com muita gente da política de Serra Talhada. Formei uma convicção: o candidato da oposição será Luciano Duque. Claro, essa análise tem o desconto do imponderável da política, mas vamos aos fatos. Primeiro, não há hoje nenhum outro nome competitivo para enfrentar uma gestão com o perfil do governo Márcia. Além da força […]
Esses dias, conversei com muita gente da política de Serra Talhada. Formei uma convicção: o candidato da oposição será Luciano Duque.
Claro, essa análise tem o desconto do imponderável da política, mas vamos aos fatos.
Primeiro, não há hoje nenhum outro nome competitivo para enfrentar uma gestão com o perfil do governo Márcia. Além da força da máquina, tem entregas. Não é perfeita, mas deve buscar se ajustar no que precisa melhorar para o ano chave, 2024.
Quem vai enfrentá-la com competitividade? Do grupo de Sebastião e Waldemar Oliveira, com todo respeito aos quatro nomes citados por eles para uma pesquisa, hoje não há nenhum competitivo. Pra ser trabalhado em vistas ao futuro, quem sabe o competente Alan Pereira. Mas também não tem capilaridade para esse enfrentamento hoje. Faeca Melo, André Terto, Duquinho? São quadros com importância como grupo, mas para essa missão, não decolam individualmente.
Já mais perto de Luciano, o mesmo se aplica a Ronaldo de Dja. Até deve ter mais tutano eleitoral, mas ainda longe de ameaçar Márcia Conrado. Diz que se pronuncia sábado sobre futuro. O problema é que já deve ter gente em suas bases dizendo que ele não disputa pra vereador. Pra não perder o que já está certo, a vereança, deve se decidir logo.
Falam no filho de Luciano, Miguel Duque. Também não vejo com capilaridade para disputar agora, além da crítica natural de que essa “renovação” sempre pelo “filho de”, tão comum na política, incomoda e não é legal. Dizem ter carisma, futuro, mas, se assim quiserem, melhor que seja trabalhado. Lançá-lo agora é jogá-lo aos leões, num ambiente desfavorável.
E Luciano? Esses dias, conversei com blogueiros da região que tem o mesmo sentimento: sua candidatura é uma questão de sobrevivência política. Ele precisa retomar na pior das hipóteses um palanque competitivo que o faça vivo, já que perdeu isso com o racha. E não terá essa condição sem uma eleição disputada. E eleição disputada hoje, só com ele na cabeça, unindo as oposições. Nessa conjuntura, o caminho já estaria sendo traçado: Duque na cabeça e o grupo dos Oliveira, com Sebá e Waldemar indicaria a vice.
O único problema é interromper o projeto parlamentar em que estava apostando para, se vencer, voltar à ceara local. Fato é que esse é um passo atrás. Mas necessário se quiser tentar retomar seu protagonismo local. Isso porque a reeleição de Márcia pode definhá-lo politicamente. Não esqueçam que ela reeleita vai jogar em 2026 colando um nome à caça dos votos e espaços para torná-lo ainda menor localmente. Mesmo que negue, um dos nomes a ser trabalhado é o de Márcio Oliveira, recém filiado ao PT. Mas podem surgir outros.
Registre-se que se perder, não perde o mandato estadual. Luciano pode disputar sem essa preocupação.
A partir de hoje e daqui pro ano que vem, você vai ouvir muita gente falando sobre suposições, possibilidades, cálculos, pesquisas, desmentindo essa análise, que claro, é uma reflexão pautada na realidade atual e pode sofrer alterações. Mas a levar em conta esses fatores, pra mim, o candidato da oposição será Luciano Duque.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou nesta sexta-feira durante evento em Belo Horizonte que não polemiza com pessoas que está investigando. Nesta quinta-feira, em discurso na tribuna do Senado, o senador Fernando Collor (PTB-AL) usou um palavrão para xingar Janot. Collor é um dos políticos denunciados pelo procurador e investigados no Supremo Tribunal Federal […]
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou nesta sexta-feira durante evento em Belo Horizonte que não polemiza com pessoas que está investigando.
Nesta quinta-feira, em discurso na tribuna do Senado, o senador Fernando Collor (PTB-AL) usou um palavrão para xingar Janot. Collor é um dos políticos denunciados pelo procurador e investigados no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de envolvimento com o esquema de corrupção na Petrobras revelado pela Operação Lava Jato.
“Olha, eu não vou polemizar com pessoas que eu estou investigando. […] Eu não polemizo nem sobre esse fato nem sobre outros fatos que ele atacou contra minha honra e contra a honra da minha mãe também”, declarou o procurador-geral, em resposta a um aluno, durante a aula magna que foi convidado a proferir na Faculdade de Direito Dom Helder Câmara.
Na última quarta-feira (5), Janot foi indicado por procuradores da República para mais um mandato de dois anos à frente da Procuradoria Geral da República. Ele foi o primeiro colocado na eleição que definiu a lista tríplice da Associação Nacional dos Procuradores da República.
A lista foi entregue à presidente Dilma Rousseff, que escolherá um dos três nomes para novo mandato na Procuradoria Geral da República – o mais provável é que Janot seja reconduzido.
Em uma conversa informal com os alunos, Janot respondeu a questões sobre corrupção e afirmou que se baseia em questões técnicas nas investigações Operação Lava Jato.
Ele foi questionado pelo reitor da Dom Helder, Paulo Umberto Stumpf, se há risco de golpe no país, levando em consideração as “acusações da Lava Jato”, e se considera que as instituições brasileiras estão “maduras” para enfrentar este tipo de movimento.
“A primeira coisa é deixar bem claro: a atividade do Ministério Público, ela não tem nada a ver com a atividade política. O que a gente faz é uma investigação técnica, e nós somos retos no atuar enquanto Ministério Público. Tudo aquilo que não é questão de Ministério Público e de investigação, a gente não trata. Então não tem nenhuma atuação política. A gente não faz atuação escolhendo investigado. Mesmo porque só podemos investigar o que é fato”, respondeu.
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