Nasceu na tarde desta terça-feira (28) o quinto filho do governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB). O nome dele será Miguel Andrade de Lima Campos. O parto estava pré-marcado para o dia 8 de fevereiro, mas foi antecipado. As assessorias de imprensa do hospital e do governador não divulgaram informações sobre o bebê, o parto ou o estado da mãe.
A primeira-dama Renata Campos chegou à maternidade Santa Joana, em Recife, por volta das 11h e às 14h20 entrou na sala de parto. Segundo informações da assessoria, Miguel nasceu às 14h30. Estava acompanhada do marido, desmarcou os compromissos oficiais do dia.
No hospital, além de familiares, alguns políticos já visitam o governador, como o líder do governo na Assembleia Legislativa, Waldemar Borges (PSB), e o secretário de Turismo do Recife, Felipe Carreras, casado com uma prima da primeira-dama.
Renata Campos começou a sentir as contrações no início da manhã desta terça-feira (28). Ela procurou o obstetra Romero Carvalho e, em seguida, deu entrada na maternidade. A primeira-dama está hospedada na suíte 601 da maternidade.
Na simulação para segundo turno, 45% a 41% pró Raquel. Considerando a margem de erro, quadro é de empate técnico A governadora Raquel Lyra (PSD) lidera as intenções de voto para o governo de Pernambuco de acordo com pesquisa Múltipla contratada com exclusividade pelo blog. Na pesquisa estimulada, em que são oferecidas as opções para […]
Na simulação para segundo turno, 45% a 41% pró Raquel. Considerando a margem de erro, quadro é de empate técnico
A governadora Raquel Lyra (PSD) lidera as intenções de voto para o governo de Pernambuco de acordo com pesquisa Múltipla contratada com exclusividade pelo blog.
Na pesquisa estimulada, em que são oferecidas as opções para o entrevistado, ela tem 44%, contra 40% do ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao governo, João Campos, do PSB.
Ivan Moraes, do PSOL, aparece com 1%. Não opinaram 1% dos entrevistados. Indecisos são 7%. Votam branco e nulo 8%.
Considerando a margem de erro, de 3,3% para mais ou para menos, o quadro é de empate técnico. Raquel tem entre 40,7% e 47,3%. Já João Campos, entre 36,3% e 43,3%.
Na pesquisa divulgada em fevereiro, João tinha 42% e Raquel, 29%. Em maio, Raquel foi a 43% e João Campos, 39%. Em Junho, João Campos apareceu com 43% e Raquel, 38%. Quando você considera a margem de erro, o quadro mostra similaridade matemática com o de maio, mas em linhas gerais estabilidade. Também demostra equilíbrio, com ligeira vantagem para Raquel.
Segundo turno
Na simulação de segundo turno, Raquel Lyra tem 45% e João Campos, 41% dos votos. Não opinaram 1%. Indecisos são 6%. Brancos e nulos, 7%.
Rejeição
A rejeição de Raquel Lyra é maior que a de João Campos: 33% dizem que não votariam nela de jeito nenhum, contra 29% que rejeitam o socialista. Conhecem Raquel e talvez votem, 24%. Os que talvez votem em João são 28%. Conhecem e votam com certeza em Raquel 41%. Conhecem e votam em João com certeza 37%.
Dados da pesquisa
A pesquisa tem o número de identificação PE – 00028/2026/2026. Contratada pelo blog, foi a campo entre 24 a 26 de julho, com 900 entrevistas. A margem de erro de 3,3% para mais ou para menos.
O Múltipla também aferiu o voto espontâneo em Pernambuco, aquele em que não são oferecidas opções para o eleitor. No cenário aferido, Raquel Lyra tem 26% contra 17% do candidato do PSB. Estão indecisos 27%. Os que não opinaram são 22%. Disseram votar branco e nulo 8%. Os dados são muito similares à pesquisa de […]
O Múltipla também aferiu o voto espontâneo em Pernambuco, aquele em que não são oferecidas opções para o eleitor.
No cenário aferido, Raquel Lyra tem 26% contra 17% do candidato do PSB.
Estão indecisos 27%. Os que não opinaram são 22%. Disseram votar branco e nulo 8%.
Os dados são muito similares à pesquisa de maio. Nela, Raquel Lyra tinha 27% contra 18% do candidato do PSB. Estavam indecisos 28%. Os que não opinaram eram 21%. Disseram votar branco e nulo 5%. Apontaram outros nomes, 1%.
Dados da pesquisa
A pesquisa tem o número de identificação PE – 00028/2026/2026. Contratada pelo blog, foi a campo entre 24 a 26 de julho, com 900 entrevistas. A margem de erro de 3,3% para mais ou para menos.
O Múltipla avaliou também a gestão Raquel Lyra em Pernambuco. Um total de 64% dizem aprovar o governo, contra 28% que desaprovam. Já 8% não opinaram. Quando a população é chamada a classificar a gestão, 29% dizem ser boa, 14% afirmam ser ótima, 36% a tratam como regular, 5% a colocam como ruim e 12%, […]
O Múltipla avaliou também a gestão Raquel Lyra em Pernambuco. Um total de 64% dizem aprovar o governo, contra 28% que desaprovam. Já 8% não opinaram.
Quando a população é chamada a classificar a gestão, 29% dizem ser boa, 14% afirmam ser ótima, 36% a tratam como regular, 5% a colocam como ruim e 12%, péssima. Não opinaram 4%.
Os dados mostram relativa estabilidade com pequena curva ascendente em relação aos levantamentos anteriores. Em junho, 62% dos pernambucanos aprovavam a gestão da governadora, enquanto 26% desaprovavam. Outros 12% não opinaram.
Dados da pesquisa
A pesquisa tem o número de identificação PE – 00028/2026/2026. Contratada pelo blog, foi a campo entre 24 a 26 de julho, com 900 entrevistas. A margem de erro de 3,3% para mais ou para menos.
O Partido Social Democrático (PSD) oficializou neste domingo (26), em convenção realizada na sede do partido em São Paulo, a candidatura do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado à Presidência da República. O presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, foi confirmado como candidato a vice. “Eu não seria candidato se não fosse a coragem de Gilberto Kassab, que enfrentou […]
O Partido Social Democrático (PSD) oficializou neste domingo (26), em convenção realizada na sede do partido em São Paulo, a candidatura do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado à Presidência da República. O presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, foi confirmado como candidato a vice.
“Eu não seria candidato se não fosse a coragem de Gilberto Kassab, que enfrentou todos aqueles que achavam que podiam calar o Brasil e que não teria mais nenhum candidato fora da polarização”, afirmou Caiado no palco do evento, diante de militantes e partidários. O político prometeu, se eleito, implantar um “novo modelo de governo”.
“Não é possível que o Brasil vá querer optar por aqueles que são os maiores rejeitados da política nacional. Eleição não é de rejeitados. É de quem traz resultado para a sociedade brasileira. É o que nós demonstramos. Saímos do governo do Estado com 88% de aprovação, mostrando que, quando se tem capacidade para governar, a população reconhece. O que o Brasil precisa é de alguém que tenha coragem de comprar a briga pelo cidadão brasileiro”, disse Caiado.
No discurso, o candidato do PSD afirmou que, se eleito, vai confiscar os bens de homens que cometerem crime contra mulheres e entregá-los às vítimas. “Aquele agressor de mulher, aquele que violenta a mulher ou que pratica um feminicídio. Eu vou confiscar os bens dele e transferir para a mulher.”
Caiado vai disputar o Palácio do Planalto pela segunda vez. Nas eleições de 1989, terminou em 10º lugar, com 0,72% dos votos no primeiro turno. Em sua carreira política, foi deputado federal, senador e governador de Goiás por dois mandatos. Renunciou ao cargo em março para concorrer à Presidência.
O ex-governador chegou à convenção com a chapa definida. Em 1º de julho, anunciou Kassab como vice e disse que o presidente do PSD participaria ativamente de um eventual governo. A escolha formou uma chapa “puro-sangue”, composta apenas por integrantes da legenda. O PSD não fechou coligações até o momento.
Ex-prefeito de São Paulo, Kassab foi ministro nos governos Dilma Rousseff e Michel Temer e secretário da gestão Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo. Em 2011, fundou o PSD, partido que tem o maior número de prefeitos do país.
Apesar da chapa 100% PSD, Caiado enfrenta dificuldades para unificar o partido em estados importantes. Em São Paulo, o partido apoia a reeleição de Tarcísio, que está com Flávio Bolsonaro. Em Minas Gerais, o governador Mateus Simões, do PSD, declarou apoio a Zema (Novo). No Rio de Janeiro e na Bahia, lideranças estaduais da legenda apoiam o presidente Lula. Com isso, a chapa pode ficar sem palanques próprios em alguns dos maiores colégios eleitorais do país.
Antes de Caiado, Renan Santos (Missão) e Flávio Bolsonaro (PL) já haviam sido anunciados candidatos à Presidência.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, deve se reunir nesta segunda-feira (27) com o embaixador do Brasil na Argentina, Julio Bitelli, a prestar esclarecimentos sobre a relação entre os dois países. A medida ocorre após discurso do presidente argentino Javier Milei na convenção do PL, nesse sábado (25). Neste domingo (26), o governo brasileiro […]
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, deve se reunir nesta segunda-feira (27) com o embaixador do Brasil na Argentina, Julio Bitelli, a prestar esclarecimentos sobre a relação entre os dois países. A medida ocorre após discurso do presidente argentino Javier Milei na convenção do PL, nesse sábado (25).
Neste domingo (26), o governo brasileiro decidiu chamar Bitelli para consultas em Brasília. O embaixador deve chegar em solo brasileiro na manhã desta segunda.
Além disso, o Itamaraty também convocou o embaixador da Argentina no Brasil, Daniel Raimondi, para “transmitir a repulsa” do governo brasileiro e cobrar explicações sobre a atuação de Milei em território nacional.
Chamar um embaixador brasileiro que está em missão no exterior para consultas, como fez o Brasil, é uma medida considerada dura nas relações internacionais. É uma sinalização de que o país quer ouvir esclarecimentos de seu diplomata a respeito de uma atitude considerada hostil feita pela outra nação.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores classificou o episódio como “sem precedentes” e “lamentável”.
“Não há precedentes de um presidente estrangeiro que, em território nacional, enfeixe agressões e ofensas ao Chefe de Estado, às instituições democráticas, inclusive ao Poder Judiciário, e ao povo brasileiro. É especialmente lamentável que esse episódio infamante envolva o presidente de um país com que o Brasil mantém 203 anos de amizade e cooperação e que tem, no Brasil, o seu principal sócio comercial”, diz nota.
Em entrevista à TV Globo, o chanceler Mauro Vieira classificou as declarações de Milei de “ríspidas, grosseiras e inaceitáveis” e afirmou que a fala foi uma “interferência em assuntos domésticos”.
Vieira disse não conhecer precedentes recentes de um chefe de Estado estrangeiro se manifestando dessa forma em território brasileiro.
O chanceler descartou, neste momento, medidas diplomáticas mais duras, como a retirada da representação brasileira da Argentina. Segundo ele, o governo brasileiro pretende preservar os canais de diálogo e buscar esclarecimentos por vias diplomáticas.
“A retirada de embaixadores é um passo de grande gravidade. Dentro desse contexto de preservação, nós não vamos fazer isso agora. Nós precisamos de explicações do governo argentino: por que que o presidente da Argentina veio ao território brasileiro fazer esse tipo de manifestação e de declarações ríspidas, grosseiras e inaceitáveis?”, disse.
“Todo o episódio é extremamente grave e inaceitável. Mas nós temos que trabalhar pelo entendimento entre as nações, e a diplomacia é feita disso, de conversas”, completou o chanceler.
Discurso em evento do PL
Javier Milei foi um dos convidados que discursaram na convenção do Partido Liberal (PL), que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência neste sábado (25). Ele esteve em São Paulo para o evento.
Em um discurso inflamado, o presidente argentino fez críticas ao socialismo, valorizou a chamada “onda azul” na América do Sul e chamou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, de “lixo careca” após ter negada uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Milei também associou a candidatura de Flávio ao que chamou de uma transformação política em curso na América Latina e chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de “presidiário”.
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