Na contramão da Mata Sul, chuva alegra moradores no Sertão do Estado
Por Nill Júnior
No último final de semana, uma forte chuva castigou a Mata Sul de Pernambuco, deixando cerca de 137 famílias desalojadas. Contudo, a chuva registrada no Sertão pernambucano, foi considerada um presente para os moradores, já que beneficiou as barragens de Ingazeira, que está em fase de construção, e a de Brotas, distante 386 quilômetros do Recife.
No Sertão, entre a última sexta-feira (16) e esse domingo (18), choveu 69 milímetros em Afogados da Ingazeira e 121 em Carnaíba. A chuva inundou a rodovia PE-390, que liga as cidades de Serra Talhada e Floresta. No trecho entre a Serra do Bravo e a Serrinha, a água invadiu a rodovia.
Já em Barreiros, na mata sul, as chuvas acumularam 103 mm de precipitação, o que elevou o nível dos rios que cortam a cidade. Segundo as autoridades do município, o Rio Carimã subiu 3.70 mm e o Rio Una 3 mm. Em Cortês, também na Mata Sul, dez deslizamentos foram responsáveis por desalojar 85 famílias. Ninguém ficou ferido.
Primeira Mão O ex-prefeito e candidato a gestor de Buíque Jonas Camelo teve sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral da 60ª Zona Eleitoral. Cabe recurso. A juíza substituta da comarca de Buíque, Dra. Ingrid Miranda Leite, tomou a decisão com base no julgamento que rejeitou as contas pela Câmara de Vereadores referente ao exercício de […]
O ex-prefeito e candidato a gestor de Buíque Jonas Camelo teve sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral da 60ª Zona Eleitoral. Cabe recurso.
A juíza substituta da comarca de Buíque, Dra. Ingrid Miranda Leite, tomou a decisão com base no julgamento que rejeitou as contas pela Câmara de Vereadores referente ao exercício de 2015.
Em agosto, foi mantida a votação que rejeitou as contas de Jonas e o colocou como inelegível.
Jonas querendo contestar tem o prazo de 7 (sete) dias, as impugnações ao pedido de registro de sua candidatura ao cargo de Prefeito, a seguir apresentadas e disponíveis no PJE nº 0600055-35.2020.6.17.0060.
Foram duas ações, uma da Coligação O TRABALHO VAI CONTINUAR (MDB/PSB/PROS/PCdoB) e outra, da COLIGAÇÃO BUÍQUE QUER MUDANÇA (PPSD/PTB/DEM).
Em nota, o secretário de Cultura de Serra Talhada Anildomá Willians convida produtores do Sertão do Pajeú para participarem de Oficina sobre o Edital do Funcultura Audiovisual. Segue nota: Olá, produtores do Sertão do Pajeú. Vamos tirar os projetos da gaveta. Oficina sobre o Edital do Funcultura Audiovisual, em Serra Talhada. Quando: dia 22 de […]
Em nota, o secretário de Cultura de Serra Talhada Anildomá Willians convida produtores do Sertão do Pajeú para participarem de Oficina sobre o Edital do Funcultura Audiovisual. Segue nota:
Olá, produtores do Sertão do Pajeú.
Vamos tirar os projetos da gaveta.
Oficina sobre o Edital do Funcultura Audiovisual, em Serra Talhada.
Quando: dia 22 de janeiro, sexta-feira.
Local: Sala Multimídia do Museu do Cangaço.
Oficina gratuita, inscrições na hora.
Contamos com as presenças dos produtores e artistas da área do Audiovisual para que possamos, de fato, avançar na possibilidade de produzir.
Não basta reclamar, temos que fazer.
A Oficina será ministrada por técnicos da SECULT/PE.
Eis as chances.
Formação é tudo.
Saudações cangaceiras.
O ex-deputado federal Silvio Costa (Pernambuco) sofreu um infarto e foi internado, em Recife, neste domingo (26). De acordo com o filho de Costa, o deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), a situação é considerável estável. “Esclareço que o ex-deputado Silvio Costa, meu pai, teve um princípio de infarto e será submetido, nesta manhã, a […]
O ex-deputado federal Silvio Costa (Pernambuco) sofreu um infarto e foi internado, em Recife, neste domingo (26).
De acordo com o filho de Costa, o deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), a situação é considerável estável.
“Esclareço que o ex-deputado Silvio Costa, meu pai, teve um princípio de infarto e será submetido, nesta manhã, a um procedimento de cateterismo. Graças a Deus o quadro está estável. Agradeço em meu nome e de toda a família as manifestações de apoio e solidariedade”, publicou em seu twitter no final da manhã desta segunda-feira (27).
Silvio Costa foi deputado federal por três mandatos, entre 2007 e 2011, e depois entre 2015 e 2018.
Costa foi líder do governo Dilma Rousseff (PT) e, durante o processo de impeachment contra a então presidente, entre 2015 e 2016, Costa se destacou ao defender a continuação do mandato da petista.
A Prefeitura de Sertânia, no sertão de Pernambuco, lançou nesta sexta-feira (30/07) uma seleção pública simplificada para contratação temporária de profissionais para atender a necessidade da Secretaria Municipal de Educação. O Edital 03/2021 prevê a contratação de candidatos e Formação de Cadastro de Reserva de nível médio e superior (ampla concorrência e Pessoa com Deficiência). […]
A Prefeitura de Sertânia, no sertão de Pernambuco, lançou nesta sexta-feira (30/07) uma seleção pública simplificada para contratação temporária de profissionais para atender a necessidade da Secretaria Municipal de Educação.
O Edital 03/2021 prevê a contratação de candidatos e Formação de Cadastro de Reserva de nível médio e superior (ampla concorrência e Pessoa com Deficiência). As inscrições poderão ser feitas até às 23h59 do dia 15 de agosto. O resultado final está previsto para o dia 15 de setembro deste ano após cumprir todas as etapas estabelecidas.
Serão 28 vagas para os cargos de Mediadores e Tutores para o curso de alfabetização do EJA, incluindo PCD, e 1 vaga para ensino superior para o cargo de Psicopedagogo Clínico. Os contratos têm duração de um ano, podendo ser prorrogados por período igual.
Para se inscrever na seleção, os candidatos (as) deverão ter conta no Gmail para acessar o link do Formulário de Inscrição clicando aqui, ou diretamente no site da Prefeitura: www.sertania.pe.gov.br e clicar na aba “Seleção Secretaria de Educação – Inscrições”, que será direcionado para o Formulário de Inscrição. O candidato (a) deverá preencher o Formulário, anexando o Currículo Padrão e demais documentos.
A seleção será feita em etapa única: análise curricular, de títulos e experiência profissional, de caráter classificatório e eliminatório. O Processo Seletivo Simplificado terá validade de 12 meses, a contar da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por igual período.
Folha O ex-presidente do grupo Odebrecht Pedro Novis disse em seu acordo de delação premiada que repassou € 2 milhões de caixa dois a José Serra (PSDB) a partir de 2006, quando o tucano disputou e venceu a eleição para o governo de São Paulo. Segundo Novis, não foi exigida contrapartida do político tucano. Os […]
O ex-presidente do grupo Odebrecht Pedro Novis disse em seu acordo de delação premiada que repassou € 2 milhões de caixa dois a José Serra (PSDB) a partir de 2006, quando o tucano disputou e venceu a eleição para o governo de São Paulo. Segundo Novis, não foi exigida contrapartida do político tucano.
Os valores, de acordo com Novis, foram depositados entre 2006 e 2007 em contas na Suíça indicadas pelo empresário José Amaro Pinto Ramos, próximo ao PSDB.
O valor corresponde a R$ 5,4 milhões, quando se corrige o euro pelos valores médios daqueles anos.
Pinto Ramos afirmou à Folha, por meio de seu advogado, que recebeu € 1,2 milhão da Odebrecht na Suíça em 2006 e 2007, mas que o montante corresponde a serviços de consultoria à empresa. Ele diz ter feito estudos de viabilidade econômica para projetos da Odebrecht na Argélia, na Turquia e no Uruguai.
A Folha revelou em agosto do ano passado que delatores da Odebrecht haviam dito a procuradores da Lava Jato que Serra recebera R$ 23 milhões em contas secretas na Suíça em 2010, quando disputou a Presidência pelo PSDB e acabou derrotado por Dilma Rousseff, do PT.
No caso dos R$ 23 milhões, Novis e outro funcionário da Odebrecht afirmaram à Lava Jato que os repasses foram feitos em contas de dois amigos de Serra: os empresários Ronaldo Cezar Coelho, fundador do PSDB e hoje no PSD, e Márcio Fortes, que já foi tesoureiro nacional do PSDB.
Em 2006, a campanha de Serra não registrou nenhuma doação da Odebrecht. Serra declarou à Justiça eleitoral que gastou R$ 25,9 milhões na eleição daquele ano.
Já na campanha presidencial de 2010, a Odebrecht doou, segundo delatores, R$ 23 milhões pelo caixa dois. A Justiça eleitoral registra R$ 2,4 milhões doados pela empreiteira ao candidato.
Novis presidiu o grupo Odebrecht entre 2002 e 2009, quando foi substituído no cargo por Marcelo Odebrecht. Amigo de Serra há mais de 20 anos, Novis se referia ao tucano em planilhas internas como “vizinho” (como de fato foram) ou “careca”, segundo disse em sua delação.
Ele tinha autonomia para repassar recursos ao tucano enquanto Emílio Odebrecht, presidente do conselho de administração, apostava suas fichas em Lula e no PT.
Segundo Novis, os € 2 milhões foram solicitados por intermediários de Serra para a campanha eleitoral de 2006. A empresa, ainda segundo o delator, não pediu nenhum tipo de contrapartida ao tucano.
O empresário apontado pelo ex-presidente da Odebrecht, Pinto Ramos já foi citado por outros delatores do grupo como um dos intermediários de propina para o projeto do submarino nuclear, orçado em € 6,7 bilhões (cerca de R$ 23 bilhões).
Ele diz que recebeu honorários da Odebrecht por ter apresentado o grupo brasileiro à estatal francesa DCNS, mas nega ter pago suborno.
Pinto Ramos já manteve escritório nos EUA e na França e tem relação antiga com tucanos. Ele chegou a ser indiciado na Suíça em 2011 por lavagem de dinheiro, sob suspeita de ter repassado suborno em negócios da Alstom com o governo paulista. As autoridades suíças, no entanto, arquivaram o caso por falta de provas, segundo o advogado do empresário, Thiago Nicolai.
No Brasil, as investigações sobre a Alstom chegaram a Pinto Ramos, mas não há provas de que ela tenha cometido irregularidades.
SERRA NEGA ILEGALIDADE
O senador José Serra (PSDB) afirmou por meio de nota que “não cometeu nenhuma irregularidade e que suas campanhas foram conduzidas pelo partido, na forma da lei”.
Serra diz que “enquanto não forem abertos os sigilos dos depoimentos dos delatores investigados, é impossível apresentar qualquer comentário ou defesa, pois não se pode confirmar sequer o conteúdo das informações”.
Sobre o repasse de R$ 23 milhões em 2010, Serra disse que a campanha foi conduzida dentro da legalidade, mas afirmou que o partido era o responsável pelas finanças.
O empresário José Amaro Pinto Ramos afirma que recebeu € 1,2 milhão da Odebrecht entre 2006 e 2007, mas nega ter feito repasses a Serra. Pinto Ramos afirma que a Odebrecht pagou por três estudos de viabilidade econômica de projetos fora do país, dos quais nenhum saiu do papel.
Um dos estudos, encomendado pelo braço da Odebrecht em Portugal, era sobre a viabilidade de adutoras de água na Argélia. Outro era sobre a viabilidade de implantação de um sistema de bondes urbanos na Turquia.
O terceiro era sobre o impacto que a implantação de um sistema de bondes teria sobre o mercado imobiliário de Montevidéu, no Uruguai, de acordo com o advogado Thiago Nicolai, que defende Pinto Ramos.
De acordo com o advogado, o empresário tem contratos de todos os estudos de viabilidade que produziu e os pagamentos foram declarados às autoridades dos países em que ele atuou.
O advogado afirma que o Ministério Público da Suíça analisou todas as movimentações bancárias feitas por Pinto Ramos naquele país e concluiu que não houve repasse de suborno.
Como não havia provas de ilegalidades, as autoridades suíças arquivaram as investigações, o que equivale a ser absolvido, ainda de acordo com Nicolai.
Sobre a acusação de que teria intermediado repasse de propina no contrato do submarino nuclear, Pinto Ramos diz que recebeu honorários da Odebrecht por ter apresentado o grupo brasileiro para a empresa francesa DCNS, que detém a tecnologia do submarino nuclear que deve ser produzido no Brasil.
Segundo o advogado de Pinto Ramos, o empresário atua como consultor por conta dos contatos que criou em mais de 30 anos de atividade na Europa, EUA e Japão.
A Odebrecht diz em nota que “não se manifesta sobre o teor de eventuais depoimentos de pessoas físicas, mas reafirma seu compromisso de colaborar com a Justiça. A empresa já adota as melhores práticas de ‘compliance'”.
para o governo de São Paulo. Segundo Novis, não foi exigida contrapartida do político tucano.
Os valores, de acordo com Novis, foram depositados entre 2006 e 2007 em contas na Suíça indicadas pelo empresário José Amaro Pinto Ramos, próximo ao PSDB.
O valor corresponde a R$ 5,4 milhões, quando se corrige o euro pelos valores médios daqueles anos.
Pinto Ramos afirmou à Folha, por meio de seu advogado, que recebeu € 1,2 milhão da Odebrecht na Suíça em 2006 e 2007, mas que o montante corresponde a serviços de consultoria à empresa. Ele diz ter feito estudos de viabilidade econômica para projetos da Odebrecht na Argélia, na Turquia e no Uruguai.
A Folha revelou em agosto do ano passado que delatores da Odebrecht haviam dito a procuradores da Lava Jato que Serra recebera R$ 23 milhões em contas secretas na Suíça em 2010, quando disputou a Presidência pelo PSDB e acabou derrotado por Dilma Rousseff, do PT.
No caso dos R$ 23 milhões, Novis e outro funcionário da Odebrecht afirmaram à Lava Jato que os repasses foram feitos em contas de dois amigos de Serra: os empresários Ronaldo Cezar Coelho, fundador do PSDB e hoje no PSD, e Márcio Fortes, que já foi tesoureiro nacional do PSDB.
Em 2006, a campanha de Serra não registrou nenhuma doação da Odebrecht. Serra declarou à Justiça eleitoral que gastou R$ 25,9 milhões na eleição daquele ano.
Já na campanha presidencial de 2010, a Odebrecht doou, segundo delatores, R$ 23 milhões pelo caixa dois. A Justiça eleitoral registra R$ 2,4 milhões doados pela empreiteira ao candidato.
Novis presidiu o grupo Odebrecht entre 2002 e 2009, quando foi substituído no cargo por Marcelo Odebrecht. Amigo de Serra há mais de 20 anos, Novis se referia ao tucano em planilhas internas como “vizinho” (como de fato foram) ou “careca”, segundo disse em sua delação.
Ele tinha autonomia para repassar recursos ao tucano enquanto Emílio Odebrecht, presidente do conselho de administração, apostava suas fichas em Lula e no PT.
Segundo Novis, os € 2 milhões foram solicitados por intermediários de Serra para a campanha eleitoral de 2006. A empresa, ainda segundo o delator, não pediu nenhum tipo de contrapartida ao tucano.
O empresário apontado pelo ex-presidente da Odebrecht, Pinto Ramos já foi citado por outros delatores do grupo como um dos intermediários de propina para o projeto do submarino nuclear, orçado em € 6,7 bilhões (cerca de R$ 23 bilhões).
Ele diz que recebeu honorários da Odebrecht por ter apresentado o grupo brasileiro à estatal francesa DCNS, mas nega ter pago suborno.
Pinto Ramos já manteve escritório nos EUA e na França e tem relação antiga com tucanos. Ele chegou a ser indiciado na Suíça em 2011 por lavagem de dinheiro, sob suspeita de ter repassado suborno em negócios da Alstom com o governo paulista. As autoridades suíças, no entanto, arquivaram o caso por falta de provas, segundo o advogado do empresário, Thiago Nicolai.
No Brasil, as investigações sobre a Alstom chegaram a Pinto Ramos, mas não há provas de que ela tenha cometido irregularidades.
SERRA NEGA ILEGALIDADE
O senador José Serra (PSDB) afirmou por meio de nota que “não cometeu nenhuma irregularidade e que suas campanhas foram conduzidas pelo partido, na forma da lei”.
Serra diz que “enquanto não forem abertos os sigilos dos depoimentos dos delatores investigados, é impossível apresentar qualquer comentário ou defesa, pois não se pode confirmar sequer o conteúdo das informações”.
Sobre o repasse de R$ 23 milhões em 2010, Serra disse que a campanha foi conduzida dentro da legalidade, mas afirmou que o partido era o responsável pelas finanças.
O empresário José Amaro Pinto Ramos afirma que recebeu € 1,2 milhão da Odebrecht entre 2006 e 2007, mas nega ter feito repasses a Serra. Pinto Ramos afirma que a Odebrecht pagou por três estudos de viabilidade econômica de projetos fora do país, dos quais nenhum saiu do papel.
Um dos estudos, encomendado pelo braço da Odebrecht em Portugal, era sobre a viabilidade de adutoras de água na Argélia. Outro era sobre a viabilidade de implantação de um sistema de bondes urbanos na Turquia.
O terceiro era sobre o impacto que a implantação de um sistema de bondes teria sobre o mercado imobiliário de Montevidéu, no Uruguai, de acordo com o advogado Thiago Nicolai, que defende Pinto Ramos.
De acordo com o advogado, o empresário tem contratos de todos os estudos de viabilidade que produziu e os pagamentos foram declarados às autoridades dos países em que ele atuou.
O advogado afirma que o Ministério Público da Suíça analisou todas as movimentações bancárias feitas por Pinto Ramos naquele país e concluiu que não houve repasse de suborno.
Como não havia provas de ilegalidades, as autoridades suíças arquivaram as investigações, o que equivale a ser absolvido, ainda de acordo com Nicolai.
Sobre a acusação de que teria intermediado repasse de propina no contrato do submarino nuclear, Pinto Ramos diz que recebeu honorários da Odebrecht por ter apresentado o grupo brasileiro para a empresa francesa DCNS, que detém a tecnologia do submarino nuclear que deve ser produzido no Brasil.
Segundo o advogado de Pinto Ramos, o empresário atua como consultor por conta dos contatos que criou em mais de 30 anos de atividade na Europa, EUA e Japão.
A Odebrecht diz em nota que “não se manifesta sobre o teor de eventuais depoimentos de pessoas físicas, mas reafirma seu compromisso de colaborar com a Justiça. A empresa já adota as melhores práticas de ‘compliance'”.
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