Dois garotos, um de 7 e outro de 10 anos, morreram afogados na manhã desta segunda-feira, 2, em um açude localizado no Sítio Canoa, na região do distrito de Conceição das Crioulas, em Salgueiro.
As crianças foram identificadas como Willy Bergue do Nascimento Freitas e Wagner Jackson do Nascimento Freitas.
O açude fica nas proximidades da casa da avó das vítimas e tem aproximadamente dois metros de profundidade. bombeiros atuaram para localizar os corpos.
Segundo a avó, os meninos saíram de casa dizendo que iriam caçar e resolveram tomar banho no reservatório sem o seu conhecimento. Hoje seria o aniversário do garoto de 7 anos, que estava animado para comemorar a data especial. O sepultamento deve ocorrer nesta terça. A cidade está em choque.
O prefeito Marcones Sá decretou luto oficial pelo falecimento. “Anunciamos com profundo pesar o falecimento dos meninos Willy e Wagner, que faleceram nesta segunda-feira (02). Eles eram alunos da Escola Municipal Cleuzemi Pereira do Nascimento e partem deixando enorme saudade em toda a equipe da Escola. Aos pais, amigos e familiares, nossos sentimentos. Que Deus conforte o coração de cada um neste momento de tamanha dor e os receba de braços abertos na morada celestial”.
No Dia Internacional da Mulher, o Fórum de Mulheres do Pajeú vai às ruas denunciar a falta de serviços de saúde à mulher e de atendimento à vítimas de violência, em Afogados da Ingazeira, Sertão do Pajeú. A delegacia da mulher e o Centro de Saúde da Mulher, Criança e Adolescente, já foram inaugurados, mas […]
Prédio existe mas não tem funcionamento de serviços específicos para mulheres, denuncia movimento
No Dia Internacional da Mulher, o Fórum de Mulheres do Pajeú vai às ruas denunciar a falta de serviços de saúde à mulher e de atendimento à vítimas de violência, em Afogados da Ingazeira, Sertão do Pajeú.
A delegacia da mulher e o Centro de Saúde da Mulher, Criança e Adolescente, já foram inaugurados, mas falta profissionais. Essa é uma das reivindicações contidas na carta que será divulgada nesta terça-feira (08) no ato É Pela Vida das Mulheres, e posteriormente entregue ao poder público.
De acordo com o estudo Mapa da Violência 2015 o Brasil é o quinto país do mundo onde mais mulheres são mortas, e onde meio milhão delas são estupradas anualmente.
“A violência e a saúde são temas muito presentes na vida das mulheres. Não conseguimos marcar consultas por falta de profissionais, e com relação a violência não há uma delegacia especializada que atenda, causando impunidade. Em outros municípios as mulheres não tem onde recorrer, é por isso que estaremos nas ruas neste 8 de março”, disse Fátima Silva, uma das coordenadoras do Fórum de Mulheres do Pajeú.
Além da caminhada com batucada pelas ruas de Afogados da Ingazeira, que começa às 16h. Agricultoras de várias comunidades também estarão participando de oficinas temáticas pela manhã, a partir das 8h, na sede do Grupo Mulher Maravilha. A programação conta ainda com um um cine-debate às 13h, no Cinema São José, com o filme O silêncio das Inocentes. O ato É Pela Vida das Mulheres também acontece em Recife.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) ofereceu denúncia contra um casal de agricultores, que habita no distrito de Ibiritanga, na zona rural de Carnaíba, por maus-tratos a uma menina de sete anos de idade, filha do marido e enteada da esposa dele. A mulher é acusada de praticar as agressões, enquanto o homem por se […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) ofereceu denúncia contra um casal de agricultores, que habita no distrito de Ibiritanga, na zona rural de Carnaíba, por maus-tratos a uma menina de sete anos de idade, filha do marido e enteada da esposa dele. A mulher é acusada de praticar as agressões, enquanto o homem por se omitir e permitir a violência.
Segundo as denúncias e a confissão da própria acusada, ela empregou de tapas e puxões de cabelo, implicando em sofrimento físico e mental à menina, como forma de aplicar castigo pessoal em razão de desobediência da ofendida. Os delitos de tortura foram praticados contra a mesma vítima, no mesmo lugar, tempo e maneira de execução, por reiteradas vezes causando-lhe intenso sofrimento físico e mental dentro do seu próprio lar, deixando a criança com grande temor e assustada. O acusado não procurou evitar ou apurar a tortura praticada em desfavor da filha.
A Polícia Civil tomou conhecimento das agressões através do relato de policiais militares, que faziam patrulhamento na Escola José Batista Neto, localizada no distrito de Ibitiranga. Eles perceberam que a vítima apresentava hematomas no lado esquerdo do rosto, que, segundo o depoimento da menina, foram resultado de surras aplicadas pela madrasta.
Os conselheiros tutelares de Carnaíba foram acionados e verificaram a situação. Constataram a veracidade das narrações, pois a criança se encontrava muito assustada e com marcas de pente nas costas, além de marcas de mordidas pelo rosto e, por fim, tinha seu cabelo cortado de forma brusca.
“A menina confirmou ter sofrido várias agressões físicas e psicológicas, afirmando que não levou ao conhecimento das autoridades ou professoras porque a madrasta ameaçava agredi-la. Na maioria das vezes, as agressões ocorriam para que a menor realizasse atividades domésticas ou por motivos fúteis”, contou o promotor de Justiça Ariano Tércio Silva de Aguiar.
O pai da vítima foi advertido pelo Conselho Tutelar e também assinou Termo de Compromisso e Responsabilidade. Ele afirmou ser pai de dez filhos e que passa boa parte do tempo trabalhando. Todavia, mesmo após tomar conhecimento das agressões, o acusado se omitiu e nada fez para evitá-las.
Já a acusada confessou as brutalidades, além de detalhar chineladas na vítima e golpes com um pente. “A autoria e materialidade delitiva se encontram comprovadas por meio das provas documentais, fotos, auto de exame traumatológico, testemunhais, declaração da vítima, confissão dos acusados, todas produzidas no inquérito policial”, afirmou o promotor de Justiça Ariano Tércio Silva de Aguiar.
Da revista VEJA Ex-ajudante de ordens e principal peça no quebra-cabeças que pode levar Jair Bolsonaro a um julgamento por tentativa de golpe de Estado, o tenente-coronel Mauro Cid disse em seu acordo de colaboração premiada que uma das versões da minuta golpista discutida pelo então presidente no apagar das luzes de 2022 tinha, entre […]
Ex-ajudante de ordens e principal peça no quebra-cabeças que pode levar Jair Bolsonaro a um julgamento por tentativa de golpe de Estado, o tenente-coronel Mauro Cid disse em seu acordo de colaboração premiada que uma das versões da minuta golpista discutida pelo então presidente no apagar das luzes de 2022 tinha, entre suas cláusulas, ordens para levar para a cadeia não só os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e o presidente do Senado Rodrigo Pacheco, como registra relatório da Polícia Federal, mas uma extensa lista de autoridades. O motivo: os alvos não comungavam do mesmo alinhamento ideológico do capitão.
VEJA teve acesso ao trecho da delação de Cid em que ele explica as reuniões de novembro e dezembro de 2022 durante as quais personagens como o então assessor para Assuntos Internacionais Filipe Martins e o advogado Amauri Saad elaboraram uma série de “considerandos” na tentativa de embasar juridicamente uma possível anulação das eleições. Na mesma época, os três comandantes militares foram consultados sobre medidas a serem tomadas. Foi em um desses encontros, em 7 de dezembro de 2022, que o comandante Almir Garnier, chefe da Marinha na época, teria dado guarida à sublevação.
Nas declarações que integram seu acordo de colaboração, Cid diz “que o documento tinha várias páginas de ‘considerandos’, que retratava as interferências do Poder Judiciário no Poder Executivo e no final um decreto que determinava diversas ordens que prendia (sic) todo mundo”.
Braço-direito de Bolsonaro ao longo dos quatro anos de governo, o delator afirma também que, além dos ministros Alexandre e Gilmar, e do senador Rodrigo Pacheco, os alvos das prisões planejadas na minuta eram “autoridades que, de alguma forma, se opunham ideologicamente ao ex-presidente”. Cid, no entanto, não nominou a quem estava se referindo.
A minuta do que a Polícia Federal trata como uma evidência inequívoca de que havia um golpe em curso no país anunciava ainda que novas eleições seriam convocadas, mas não detalhava, nas palavras de Mauro Cid, “quem iria fazer, mas sim, o que fazer”.
Foi a partir dessa reunião que Jair Bolsonaro, depois de tomar conhecimento do teor do documento, pediu que a minuta de decreto fosse editada para que só contassem a prisão de Alexandre de Moraes e a realização de nova disputa eleitoral sobre o pretexto de “fraude no pleito”.
Em 7 de dezembro daquele ano, em uma nova rodada de discussões no Palácio da Alvorada, em Brasília, Bolsonaro chamou os três comandantes das Forças Armadas para apresentar a eles os “considerandos”. Na versão apresentada por Cid à Polícia Federal, àquela altura “o ex-presidente queria pressionar as Forças Armadas para saber o que estavam achando da conjuntura”, e os militares não foram informados de que faziam parte dos planos prender o principal algoz do bolsonarismo no Supremo e convocar novas eleições.
No relatório que embasou, no início de fevereiro, uma série de buscas contra militares de alta patente, a Polícia Federal afirma que o ex-ajudante de ordens apontou Almir Garnier como o comandante que teria colocado as tropas à disposição do golpe.
Sem estar presente na conversa em que o chefe da Marinha teria dado o ok para a insurreição, Mauro Cid diz ter ouvido do general Marco Antônio Freire Gomes, então comandante do Exército, o teor do que fora discutido. Nas palavras de Cid registradas na colaboração premiada, “o ex-presidente apresentou o documento aos generais com o intuito de entender a reação dos comandantes das forças em relação ao seu conteúdo”.
O Deputado Federal Ricardo Teobaldo (PODEMOS) cumpre agenda hoje em Afogados da Ingazeira. Ele esteve participando do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Ricardo esteve acompanhado do ex-vereador Zé Negão e do vereador José Edson Ferreira. “O Pajeú sempre esteve presente na minha vida pública. Fui o Deputado Federal mais votado na última eleição nessa […]
O Deputado Federal Ricardo Teobaldo (PODEMOS) cumpre agenda hoje em Afogados da Ingazeira. Ele esteve participando do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.
Ricardo esteve acompanhado do ex-vereador Zé Negão e do vereador José Edson Ferreira. “O Pajeú sempre esteve presente na minha vida pública. Fui o Deputado Federal mais votado na última eleição nessa banda do Pajeú, com 13 mil votos. Sempre venho ao Pajeú. Aqui em Afogados nunca tive apoio formal. Pra minha felicidade, tivemos um entendimento e parceria com Zé Negão, que é uma liderança conhecida na política de Pernambuco. Ele coordenou a campanha de Armando no Pajeú, tem uma liderança e articulação grande”.
Ricardo fica até segunda no Pajeú. Visita nomes como Francisco Dessoles em Iguaracy, além de aliados em Flores, Solidão, Tabira, Santa Terezinha, Itapetim, Tuparetama e Ingazeira onde também entrega ações fruto de emendas. Domingo com Zé Negão e Edson Filho entrega à população uma retroescavadeira zero quilômetro, duas caçambas para associações comunitárias.
Zé Negão comemorou. “Essa parceria com Ricardo pensa no povo e desenvolvimento de Afogados da Ingazeira. Ricardo não foi votado em Afogados por nosso grupo e mesmo assim já chegou com essas ações. Ainda tem um caminhão pipa que já está na Codevasf para atender a população, especialmente as comunidades rurais. Vários deputados votados não colocaram um real de emenda e ele já colocou mais de R$ 1 milhão”.
Edson Filho destacou a ação de Ricardo e cutucou a Frente Popular e o prefeito do Recife João Campos, eleito Federal em 2018 com apoio do grupo em Afogados. “Um Deputado que sem ter sido votado já entrega mais de R$ 1 milhão de ações. O legado de Zé Negão na Câmara não é fácil de assumir. Sou grato a ele por assumir essa missão de forma honrosa. Fizemos uma campanha firme, comprometida e um de nossos compromissos era fomentar agricultura. Já estamos fazendo essas entregas no nosso primeiro ano de mandato. Por outro lado, João Campos teve quase 7 mil votos e não retribuiu”.
Super candidaturas do PV com ingressos de pesos pesados podem tirar vagas do PT. Entenda: Exclusivo A confirmação do ingresso do PV de Clodoaldo Magalhães na arrumação que formou a coligação governista pegou muitos nomes, principalmente do PT, de surpresa. O mais grave é que o movimento pode rifar petistas que tinham possibilidade de conquistar […]
Super candidaturas do PV com ingressos de pesos pesados podem tirar vagas do PT. Entenda:
Exclusivo
A confirmação do ingresso do PV de Clodoaldo Magalhães na arrumação que formou a coligação governista pegou muitos nomes, principalmente do PT, de surpresa.
O mais grave é que o movimento pode rifar petistas que tinham possibilidade de conquistar mandatos.
Para Federal, por exemplo , além de Clodoaldo Magalhães, devem estar aportando Felipe Carreras e Wolney Queiroz. O segundo tem a possibilidade próxima pela dificuldade de montar chapa no PDT.
Alguns nomes tem potencial para passar dos cem mil votos e embaralham o jogo com nomes da legenda. O próprio Carlos Veras e Teresa Leitão terão que disputar espaço.
Para Estadual, a realidade não é diferente. Nomes do PV como Jorge Carrero, Joaquim Lira e France Hacker estão entre os que vão disputar vaga na Alepe.
Nessa faixa de disputa estão os petistas Doriel Barros, Luciano Duque, João Paulo e Odacy Amorim, por exemplo. Parte deles pode perder uma boa possibilidade pois o ponto de corte ficou mais alto.
Uma fonte ouvida pelo blog reclama do PSB e o acusa de plantar “um cavalo de troia” para implodir o PT, usando o PV como barriga de alguel.
“Vai implodir a chapa do PT e nomes como João Paulo e a deputada Ducicleide Amorim não teriam nenhuma chance. Na disputa federal, o PT que ja perdeu Marilia Arraes, tem o mandato de Carlos Veras ameaçado”.
Petistas estão irritados com a arrumação de Humberto Costa. Internamente, o clima já é pesadíssimo, com troca de farpas e acusações. O acordo teria sido fechado sem conhecimento da maioria dos petistas.
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