Era um dos últimos da geração de bispos que enfrentaram ditadura, amigo de Dom Francisco
Dom Marcelo Cavalheira, ex-arcebispo da Paraíba, morreu aos 88 anos no começo da noite deste sábado (25), em Olinda (PE), onde morava havia anos.
A informação foi confirmada pela Arquidiocese da Paraíba. Padre Virgílio – administrador da Diocese em João Pessoa – se manifestou sobre a morte.
Um sobrinho do religioso, também chamado Marcelo, postou a notícia nas redes sociais.
“Ele se engasgou na janta, foi socorrido e faleceu no hospital”, contou Marcelo Cavalheira, sobrinho do ex-arcebispo.
Foi ordenado padre no dia 28 de fevereiro de 1953, em Roma. Como padre, foi Professor de Teologia no Seminário de Olinda; Diretor Espiritual do Seminário; primeiro reitor do Seminário Regional do Nordeste Olinda; Assistente Eclesiástico da Ação Católica e Subsecretário do Regional Nordeste II da CNBB.
Neste período, Dom Marcelo foi um dos mais importantes colaboradores de Dom Hélder Câmara. Durante o regime militar no Brasil, defendeu os líderes católicos perseguidos, sendo ele mesmo preso e torturado. Era da geração e muito amigo em missão e ideais do Bispo Diocesano de Afogados da Ingazeira, Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, também tido como defensor dos direitos humanos.
Em janeiro de 2009, Dom Marcelo foi indenizado pelo estado por reparação econômica de danos, recebendo a quantia de R$ 100 mil.
Foi nomeado bispo auxiliar da Paraíba, recebendo a sé titular de Bitilio, que abrangia 25 cidades, em 29 de outubro de 1975, sendo ordenado bispo, aos 47 anos, em 27 de dezembro de 1975, pelas mãos de Dom Helder Pessoa Câmara, Dom Aloísio Lorscheider e Dom José Maria Pires.
Em 9 de novembro de 1981, aos 53 anos, foi designado bispo da recém criada Diocese de Guarabira, na Paraíba. Em 29 de novembro de 1995 foi designado para ser Arcebispo da Arquidiocese da Paraíba, múnus que exerceu até 5 de maio de 2004.
Como bispo e arcebispo, foi membro da Comissão Episcopal de Pastoral da CNBB Nacional (1987-1991 e 1995-1998), responsável pelo setor Leigos e CEBs; Vice-Presidente da CNBB Nacional (1998 a 2004). Participou do Sínodo dos Bispos sobre os Leigos e da Quarta Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano]], em Santo Domingo. Foi delegado à Assembléia Especial do Sínodo dos Bispos para a América por eleição da Assembléia da CNBB e confirmado pelo Papa João Paulo II (1997).
Pré-candidato foi recebido pelo prefeito de São Lourenço da Mata, Vinicius Labanca O pré-candidato João Campos (PSB) foi recebido em São Lourenço da Mata, no Grande Recife, na tarde deste sábado (16), para um ato de apoio à sua futura postulação ao Governo de Pernambuco. O evento foi conduzido pelo prefeito Vinicius Labanca (PSB) e […]
Pré-candidato foi recebido pelo prefeito de São Lourenço da Mata, Vinicius Labanca
O pré-candidato João Campos (PSB) foi recebido em São Lourenço da Mata, no Grande Recife, na tarde deste sábado (16), para um ato de apoio à sua futura postulação ao Governo de Pernambuco. O evento foi conduzido pelo prefeito Vinicius Labanca (PSB) e contou com a participação de deputados, vereadores e outras lideranças com atuação política e social na região.
Nos discursos, fortes críticas ao governo Raquel Lyra. Foram citados episódios como a tentativa de fechamento da sede do 20º Batalhão da Polícia Militar e “a morosidade na execução de serviços estruturais que possibilitem a reabertura da ponte de Tiúma, interditada desde o início do ano passado”.
“O que está acontecendo em Pernambuco é que, em vez de enfrentar os problemas, a turma do governo gasta energia perseguindo vereador e prefeito. Que gaste energia para inaugurar as creches, UPAs, para fazer obras novas”, declarou João, reforçando a parceria com Labanca e o povo de São Lourenço da Mata. “Não só estou animado e disposto, mas tenho convicção e muita fé em Deus de que serei governador de Pernambuco para fazer o bom debate e o que precisa ser feito. Não vamos ver as oportunidades passando e nada sendo feito”, completou.
Já o prefeito Vinicius Labanca classificou o atual governo como “o pior da história de Pernambuco”, lembrou a unidade entre o ex-governador Eduardo Campos (1965-2014) e o ex-prefeito Ettore Labanca (1944-2019) em São Lourenço da Mata e enfatizou a esperança da população local pela retomada da parceria com o governo estadual a partir de 2027.
“Teve governo que construiu ponte em São Lourenço, e hoje tem governo que interdita. Eu acredito em governo que constrói. Essa foi a pior governadora da história de Pernambuco e ponto final. E falo por conta da comparação que está sendo feita. São Lourenço doou o terreno da creche há dois anos, e ele só está sendo limpo agora na véspera da eleição. Um governo estadual entregar três creches é uma vergonha. Pernambuco não aguenta mais. Por isso, João, vá atrás desse sonho, que é de todo o povo, porque essa turma toda está contigo”, declarou.
O evento também contou com a participação do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), da pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT), dos deputados Silvio Costa Filho (Republicanos), Pedro Campos (PSB), Eriberto Filho (PSB) e Sileno Guedes (PSB), do vice-prefeito Lucca Labanca (PSB) e de 14 dos 15 vereadores de São Lourenço da Mata.
O ex-prefeito de São Caetano Esmeraldo Santos decidiu apoiar a pré-candidatura de Miguel Coelho ao Governo de Pernambuco. A aliança foi consolidada em reunião no Recife. A chegada de Esmeraldo assegura palanque ao pré-candidato do União Brasil em um importante município do Agreste Central. Além de prefeito de São Caetano, Esmeraldo Santos já exerceu mandato […]
O ex-prefeito de São Caetano Esmeraldo Santos decidiu apoiar a pré-candidatura de Miguel Coelho ao Governo de Pernambuco. A aliança foi consolidada em reunião no Recife.
A chegada de Esmeraldo assegura palanque ao pré-candidato do União Brasil em um importante município do Agreste Central.
Além de prefeito de São Caetano, Esmeraldo Santos já exerceu mandato de deputado estadual. O experiente político do Agreste considera que Miguel reúne predicados capazes de tirar Pernambuco da atual fase de retrocesso em indicadores de emprego, pobreza e segurança.
“Ele é uma nova força que provou em Petrolina ser uma liderança capaz de fazer muito em pouco tempo. Miguel vai ser um grande governador, assim como foi um grande prefeito. Confio que ele fará nosso Agreste ter dias melhores e estou muito animado para fazer sua campanha”, disse o ex-prefeito de São Caetano.
Após fechar o apoio, Miguel ressaltou que sua pré-campanha segue em ritmo de crescimento. O pré-candidato deve anunciar novas adesões ainda este mês.
“Estamos unindo lideranças dos quatro cantos do estado. O ex-prefeito Esmeraldo é uma referência em São Caetano e vai nos ajudar a fortalecer nosso projeto no Agreste”, afirmou o pré-candidato a governador pelo União Brasil.
Marília embaralha o jogo O anúncio da candidatura de Marília Arraes ao governo de Pernambuco pelo Solidariedade bota fogo no debate sucessório. Desde 2018, Marília já rondava os noticiários como potencial nome ao governo do estado. Tinha quase tudo que uma candidata precisa para ir à rua: densidade eleitoral na largada, poder de crescimento, discurso, […]
O anúncio da candidatura de Marília Arraes ao governo de Pernambuco pelo Solidariedade bota fogo no debate sucessório.
Desde 2018, Marília já rondava os noticiários como potencial nome ao governo do estado. Tinha quase tudo que uma candidata precisa para ir à rua: densidade eleitoral na largada, poder de crescimento, discurso, jovem, mulher, alinhamento com o Lulismo. Faltou-lhe o apoio do próprio partido, o PT.
Em 2020, quase foi eleita prefeita do Recife. Perdeu pra João Campos depois de uma forte campanha para descontruir o petismo, puxada pelo PSB. Quem esquece do “PT nunca mais” pichado nas ruas? Antes, quase não consegue a legenda para disputa. Tal qual em 2018, o grupo majoritário do partido, capitaneado por Humberto Costa, senador defensor intransigente do alinhamento com o PSB, com espaços importantes ocupados no governo e para muitos, mais defensor da aliança do que da autonomia do próprio partido, minou, rifou e trabalhou pelo enfraquecimento do projeto da Deputada Federal.
Além de derrotada internamente mesmo sendo o mais potencial nome do PT, Marília era vítima de um veto amplamente conhecido do PSB.
Prima de Eduardo em primeiro grau e em segundo de João Campos, desde que teve seus interesses contrariados deixou o PSB em 2016. Registre-se, Marília teve mais vida de PSB que de PT. Filiou-se ao PSB em 2005. Foi secretária de Juventude e Emprego de Pernambuco na gestão de Eduardo Campos.
Ainda Secretaria Municipal de Juventude e Qualificação Profissional, na gestão de Geraldo Júlio. Só em 2014, passou a agir como oposição até romper totalmente. A partir daí, virou persona non grata para o partido.
Agora, por exemplo, apesar de novamente pontuar bem para o governo do Estado ou Senado, seu cancelamento era a única certeza. Tinha 25% de intenções para o estado (Plural em agosto de 2021) e o mesmo percentual para o Senado em março (Diário/Empetec). Uma do Paraná Pesquisas essa semana a colocou com 46%. Mas, depois de acompanhar mais uma vez todo o movimento para barrar no seu partido qualquer possibilidade de, em que pese ser o nome mais competitivo, poder ser candidata, Marília cansou.
Começou a a avaliar um caminho alternativo. Não queria perder a condição de ser candidata invocando o nome de Lula. Achou o Solidariedade, nenhum supra sumo da moralidade. Mas lhe deu guarita. Antes disso, num movimento desesperado, o PT chegou a aprovar seu nome para o Senado. Era tarde.
E que estrago Marília pode causar no processo eleitoral? Primeiro, não é certo dizer a princípio que ela carrega os 25% de votos aferidos nos últimos levantamentos. Mas tira mais votos de setores da Frente Popular e Danilo que da direita. O primeiro efeito, tirar a possibilidade desejada pelo PSB de, alinhado com o Lulismo, resolver a fatura no primeiro turno. Isso dá mais dramaticidade e tensão ao processo.
Lula já avisou que vai pedir votos pra Danilo Cabral. Mas diante de sua batalha contra o Bolsonarismo, não tem como nem porquê impedir Marília de invocar sua imagem e história. Aliás, ela já avisou que “Lula não tem dono”. Assim, só o curso da campanha vai dizer até onde avança seu projeto e se há chances de disputar um lugar no segundo turno, hoje menores diante do cenário.
A primeira pesquisa após o seu anúncio já vai dar alguns elementos sobre que nível de campanha teremos em Pernambuco. Mas já há uma certeza inquestionável: ela dá uma emoção diferente à peleja, no fato novo que surpreendeu essa pré-campanha. Marília embaralha o jogo…
Duque não segue Marília
O ex-prefeito de Serra Talhada e pré-candidato a estadual, Luciano Duque, foi muito crítico do PT pelo gesto de rifar Marília Arraes. Mas, apesar do alinhamento com a ex-petista, Luciano não seguirá seus passos no Solidariedade. “Continuo no PT”, disse à Coluna. Assim, pede votos pra Danilo Cabral e cia.
Vereadores divididos
Uma classe já tão enfraquecida, a dos vereadores, se permite ser massa de manobra política. Esta semana, UVP e UVB-PE se dividiram. A União dos Vereadores de Pernambuco fez um evento acusado de levantar a bola de Danilo Cabral. E os oposicionistas estiveram no evento de Triunfo, com Raquel, Miguel e cia.
Ninguém viu
Até agora, apenas o candidato Anderson Ferreira não deu as caras no Sertão do Pajeú. Já estiveram Danilo, Raquel, Miguel e Marília. Claro, cedo ou tarde deve aparecer. Não se constrói um projeto dessa magnitude sem pedir bênção à região.
Pai rebelde
Pai do prefeito Luciano Bonfim, de Triunfo, o ex-prefeito Nêgo Bomfim não segue os passos do filho. Vota para estadual em Jarbas Filho e declarou que vai votar em Miguel Coelho para governador.
Mudança de planos
No rádio corredor, aumentaram os rumores de que André de Paula, presidente estadual do PSD, será candidato ao Senado na Frente Popular. E o PT terá apenas a vice, com Teresa Leitão, que volta a ter o nome cotado. Carlos Veras disputaria novo mandato federal. Será?
Pula pula
A uma semana para o fim da chamada “janela partidária”, ao menos 50 deputados já mudaram de partido. Em Pernambuco, só pulou o Deputado Federal Augusto Coutinho, do Solidariedade para o Republicanos e Marília Arraes, do PT para o Solidariedade.
Pau da gota
O presidente do Psol em Recife, Juliano Medeiros, desceu a lenha em Marília Arraes em evento neste sábado. “Os eleitores pernambucanos perderam uma liderança que deixou as trincheiras da esquerda para se aliar a um partido que apoiou Temer e foi a favor do Golpe contra a presidenta Dilma. O Psol não se alia a qualquer um”, disse.
Com quem quer contar
Danilo Cabral tem infinitamente mais lideranças apoiando seu projeto em Pernambuco. Mas, nos eventos de Garanhuns e Triunfo, Marília conversou com Irlando Parabólicas (prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde); João Hermano (vice-prefeito de Triunfo); Lula Baião (ex-vice-prefeito de Triunfo); Alcindo Correia (vereador de Garanhuns); Djaci Marques (vereador de Triunfo); Fany Bernal e Marília Ferro (co-vereadoras de Garanhuns); Milena Araújo (vereadora de Abreu e Lima); Eudson Catão (ex-prefeito de Palmeirina); Jocelino Ferreira (vereador de Caetés); Robério Paes (liderança de Bom Conselho); Jânio Moraes (ex-vereador de Brejão); Waldir Araújo (ex-vereador de Abreu e Lima); Anselmo Martins (vereador e presidente da Câmara Municipal de Triunfo); Adeilton Patriota (ex-vereador de Triunfo); Valter Firmino (vereador de Santa Maria da Boa Vista) e Jocelino Ferreira (vereador de Caetés). Esses já estão no caderninho dela…
Frase da semana:
“O PSB tá morrendo de medo de disputar com a gente”.
De Marília Arraes (SD) no lançamento de sua pré-candidatura ao Governo de Pernambuco.
Deputado Estadual reeleito com 42.640 votos, Ângelo Ferreira esteve no Debate das Dez da Rádio Pajeú avaliando sua votação e falando de seu futuro político. Ângelo avaliou positivamente os números. “É natural que tendo candidatos no Pajeú como Anchieta Patriota, Rogério Leão, Augusto César, Aline obter essa votação. A candidatura de Anchieta foi a mais […]
Deputado Estadual reeleito com 42.640 votos, Ângelo Ferreira esteve no Debate das Dez da Rádio Pajeú avaliando sua votação e falando de seu futuro político. Ângelo avaliou positivamente os números. “É natural que tendo candidatos no Pajeú como Anchieta Patriota, Rogério Leão, Augusto César, Aline obter essa votação. A candidatura de Anchieta foi a mais votada no Pajeú. Mas minha votação foi de mais de 17 mil votos. Na outra tive 27 mil, ou seja, nove mil votos. Mas perdi cidades importantes como Carnaíba”.
Ângelo falou que sua meta girava em torno de 46 mil votos no Estado. “Tive quase 43 mil. Importante foi ter conseguido a reeleição e principalmente três mandatos, o que não é fácil”.
O Deputado afirmou que a comoção pela morte de Eduardo impactou a campanha de Paulo, mas não necessariamente a dos candidatos à Alepe. “Os adversários não queriam que a gente falasse em m Eduardo. Se a gente ainda fala em Arraes, que morreu em 2005, porque não falar nele? Mas não sei se pesou. Esperávamos fazer trinta, fizemos 26”.
Perguntado sobre quem poderia apagar pequenos “focos de incêndio” que já surgiram no PSB, como entre Totonho Valadares, Valdemar Borges e José Patriota, Ângelo foi direto. “Fizemos uma campanha onde a gente elegeu um governador e a nossa liderança maior. São naturais essas divergências que surgiram com o processo eleitoral. O bombeiro vai ser Paulo Câmara”.
Ele brincou afirmando que a questão seria resolvida se Totonho e Patriota o apoiassem. “Pelejei pra ter esse apoio em Afogados”, brincou. Ele foi apoiado pela vice Lúcia Moura.
Ângelo prometeu empenho na defesa de estradas no Sertão. “Vamos continuar fazendo a luta pelas estradas do Pajeú. Ele afirmou que além das ações das PEs 320, 275, 292 e 265 vai lutar pelas obras das PEs de Cruzeiro do Nordeste até Pernambuquinho, Custódia para Iguaraci, Iguaraci a Jabitacá e de Ingazeira para o 49.
Ângelo não confirmou ou descartou integrar a equipe de Paulo Câmara. “Tão conversando muito sobre isso mas só quem pode decidir isso ou não é Paulo Câmara. E não posso dizer o que analisarei já que sequer se sabe quem será convidado”.
Ângelo criticou ainda o governo Guga Lins, dizendo haver grande rejeição em torno de seu governo. Disse ainda que ele decidiu votar em Dilma, contra indicação de seu partido. “Também chegou a dizer que votaria em Eduardo.Tem que fazer um exame de DNA pra saber em quem ele vai votar”, ironizou.
O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) anunciou nesta quinta-feira (8), ao lado do ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, a previsão de chegada de novos peritos médicos do INSS. Em Pernambuco, o atendimento será organizado em polos, beneficiando municípios como Afogados da Ingazeira, Araripina, Garanhuns, entre outros. O anúncio foi feito por meio de um […]
O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) anunciou nesta quinta-feira (8), ao lado do ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, a previsão de chegada de novos peritos médicos do INSS. Em Pernambuco, o atendimento será organizado em polos, beneficiando municípios como Afogados da Ingazeira, Araripina, Garanhuns, entre outros.
O anúncio foi feito por meio de um vídeo (veja ao final da matéria) nas redes sociais, em que Veras aparece ao lado do ministro, em Brasília. Segundo Wolney Queiroz, o concurso para 500 novos peritos já está em fase final, com a divulgação da lista de aprovados prevista para junho. Após um mês de treinamento, os profissionais começarão a ser distribuídos por todo o país, seguindo critérios técnicos que incluem a criação de polos com mais de um perito, em vez de nomeações isoladas em cada cidade.
“Afogados da Ingazeira será uma dessas cidades. Vamos concentrar peritos e criar polos mais eficazes, garantindo continuidade no atendimento”, destacou o ministro.
A declaração de Veras ocorre dias depois de o presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Vicentinho Zuza, ter criticado publicamente o parlamentar por, segundo ele, não ter resolvido até agora o problema da falta de peritos no município.
Sem citar diretamente a crítica, o deputado rebateu com um recado. “A gente sabe da ansiedade das pessoas, mas não podemos ser irresponsáveis politicamente, levando falsas esperanças. Existe um rito. O que importa é que no início do segundo semestre já teremos novos peritos em Afogados e em outras cidades de Pernambuco”, afirmou.
Veras também ressaltou que essa é uma luta antiga do movimento sindical e das lideranças populares, e que a chegada dos novos profissionais será possível graças à atuação do atual ministro e do secretário-executivo Adroaldo, também pernambucano.
“Estamos cumprindo o que o presidente Lula pediu: agilizar o atendimento, humanizar e acabar com as filas”, disse Wolney Queiroz.
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