Moradores da Rua Professor Vera Cruz fazem mutirão da limpeza
Por Nill Júnior
Por Neyton Vinícius
Neste domingo (22), moradores da Rua Professor Vera Cruz se organizaram e fizeram o mutirão da limpeza, homens, mulheres e idosos colocaram a mão na massa para limpar a rua por sofrerem com a poeira causada pelas obras da MAF naquela rua.
Foto: Priscila KelianeFoto: Priscila Keliane
“Nós moradores da Rua Prof. Vera Cruz não aguentamos tanta poeira colocando em risco nossa saúde. Progresso é muito bom, mas tem que vir associado com organização e compromisso”. Disse a moradora Priscila Keliane.
Tribunal pediu esclarecimentos ao juízo de origem antes de definir até onde podem avançar as diligências envolvendo uma fotografia publicada pelo portal. O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) negou, nesta segunda-feira (7), o pedido liminar apresentado em favor de Fillipe Carlus Francisco Vilar Jardim e Rodrigo Santos Ambrósio, identificados no processo como jornalistas vinculados […]
Tribunal pediu esclarecimentos ao juízo de origem antes de definir até onde podem avançar as diligências envolvendo uma fotografia publicada pelo portal.
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) negou, nesta segunda-feira (7), o pedido liminar apresentado em favor de Fillipe Carlus Francisco Vilar Jardim e Rodrigo Santos Ambrósio, identificados no processo como jornalistas vinculados ao Bastidor.PE.
A decisão, no entanto, não determina que os profissionais revelem suas fontes nem encerra a discussão sobre o alcance do sigilo jornalístico.
O caso envolve uma fotografia publicada pelo portal em 30 de agosto. A Justiça Eleitoral determinou a apresentação do arquivo digital original, dos metadados e de informações sobre como a imagem foi produzida, recebida, editada e divulgada.
A defesa argumentou que parte dessas informações poderia permitir a identificação de fontes jornalísticas, protegidas pela Constituição, e pediu a suspensão das determinações.
Ao analisar o pedido, o TRE-PE entendeu que ainda faltam informações para suspender imediatamente todas as diligências. Por isso, determinou que o juízo responsável pela investigação apresente esclarecimentos no prazo de 24 horas.
Um dos pontos que geraram interpretações diferentes sobre o processo diz respeito a uma eventual busca e apreensão contra os jornalistas.
A decisão analisada pelo Blog não registra a existência de mandado de busca e apreensão expedido contra os profissionais.
A medida aparece no habeas corpus porque a defesa pediu, preventivamente, que fossem proibidas buscas, apreensões ou acessos a arquivos e comunicações que pudessem identificar fontes jornalísticas.
A manifestação da Coligação Frente Popular de Pernambuco, apresentada no processo, sustenta que não houve autorização para busca e apreensão. Segundo essa manifestação, foi determinada apenas a avaliação, pela autoridade policial, sobre a necessidade da medida e, se fosse o caso, a apresentação de um pedido específico à Justiça.
O desembargador Washington Amorim também registrou na decisão que não estava demonstrada a expedição de mandado de busca e apreensão a ser suspenso.
Sigilo da fonte permanece no centro da discussão
Apesar de negar o pedido urgente, o TRE-PE reconheceu que informações aparentemente técnicas também podem atingir o sigilo jornalístico.
A decisão cita metadados, registros de transmissão e identificadores de contas como exemplos de dados que podem permitir, indiretamente, a identificação de uma fonte.
O tribunal também afirmou que será necessário diferenciar informações recebidas de uma fonte protegida de fatos presenciados diretamente pelos jornalistas ou de materiais produzidos pela própria equipe.
Outro ponto destacado é que eventual preservação ou apreensão de um arquivo não significaria autorização automática para acessar todo o seu conteúdo.
Por enquanto, portanto, o TRE-PE manteve as diligências, mas ainda não decidiu de forma definitiva quais informações poderão ser exigidas dos jornalistas.
Também não há, segundo a decisão, ordem concreta de prisão contra os profissionais.
Após os esclarecimentos do juízo de origem, o processo seguirá para manifestação da Procuradoria Regional Eleitoral e poderá voltar a ser analisado pelo tribunal.
Nova rodada divulgada nesta segunda-feira (7) mostra Lula sete pontos à frente de Flávio; em eventual segundo turno, os dois aparecem empatados numericamente com 41%. Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) aponta o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 36% das intenções de voto no primeiro turno da eleição […]
Nova rodada divulgada nesta segunda-feira (7) mostra Lula sete pontos à frente de Flávio; em eventual segundo turno, os dois aparecem empatados numericamente com 41%.
Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) aponta o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 36% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial. Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 29%, enquanto Augusto Cury (Avante) registra 8%.
No cenário principal, sem Pablo Marçal, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) aparecem com 3% cada. Romeu Zema (Novo) tem 2% e Samara Martins (UP), 1%.
Edmilson Costa (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram. Brancos, nulos ou nenhum somam 8%, enquanto 10% estão indecisos.
Comparação com a rodada anterior
Na comparação com a pesquisa divulgada em 2 de setembro, Lula oscilou de 37% para 36%. Flávio Bolsonaro permaneceu com 29%, enquanto Augusto Cury passou de 10% para 8%.
Renan Santos manteve 3%. Ronaldo Caiado passou de 1% para 3%, e Romeu Zema oscilou de 1% para 2%. Todas essas variações devem ser observadas considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
A Quaest também realizou um cenário incluindo Pablo Marçal (PRTB), que está inelegível. Nesse teste, Lula, Flávio e Cury mantiveram, respectivamente, 36%, 29% e 8%, enquanto Marçal apareceu com 1%.
Lula e Flávio empatam no segundo turno
A disputa fica ainda mais apertada nas simulações de segundo turno. Lula e Flávio Bolsonaro aparecem com exatamente 41% cada.
Na pesquisa anterior, Lula tinha 42% e Flávio, 41%, cenário que já configurava empate técnico dentro da margem de erro.
Nos demais confrontos testados, os números são:
Lula 44% x 33% Romeu Zema
Lula 42% x 37% Renan Santos
Lula 41% x 38% Ronaldo Caiado
Lula 39% x 35% Augusto Cury
Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, Lula e Caiado estão tecnicamente empatados. O confronto entre Lula e Augusto Cury também está no limite da margem. Já contra Renan Santos e Romeu Zema, Lula aparece numericamente à frente por diferenças superiores a esse intervalo.
Metodologia
A Quaest ouviu presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 3 e 6 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-01720/2026.
Fonte: Quaest / Grupo Globo
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32ª edição da mobilização ocorreu nesta segunda-feira (7) e também levou às ruas pautas como fim da escala 6×1, defesa do SUS e combate ao feminicídio. Movimentos sociais realizaram, nesta segunda-feira (7), a 32ª edição do Grito dos Excluídos, com marchas e manifestações em mais de 50 cidades de todas as regiões do país, segundo […]
32ª edição da mobilização ocorreu nesta segunda-feira (7) e também levou às ruas pautas como fim da escala 6×1, defesa do SUS e combate ao feminicídio.
Movimentos sociais realizaram, nesta segunda-feira (7), a 32ª edição do Grito dos Excluídos, com marchas e manifestações em mais de 50 cidades de todas as regiões do país, segundo os organizadores.
Neste ano, a mobilização teve como lema “Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania!”.
Entre as reivindicações apresentadas pelos participantes estiveram moradia digna, reforma agrária, educação pública, fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), enfrentamento ao feminicídio e às diferentes formas de violência contra as mulheres, combate ao racismo e à LGBTfobia e o fim da escala de trabalho 6×1.
Em São Paulo, a manifestação percorreu ruas da região central e terminou com uma missa na Catedral da Sé dedicada à população em situação de rua. Antes da caminhada, foi realizado um café da manhã comunitário.
“A gente faz uso desse dia para dizer: olha, não temos liberdade ainda, temos que avançar muito para ser um país, uma sociedade em liberdade”, afirmou Miriam Hermogenes, da Central dos Movimentos Populares.
No Rio de Janeiro, os manifestantes percorreram a Avenida Presidente Vargas. O ato reuniu grupos que defenderam pautas relacionadas à soberania nacional, à democracia, à moradia e ao meio ambiente.
Uma das iniciativas levou apresentações teatrais para a manifestação, com encenações sobre participação política e democracia. Outra ala reuniu fotografias de vítimas da ditadura militar e defendeu a preservação das instituições democráticas.
O fim da escala 6×1 também esteve entre as pautas levadas às ruas. A proposta que altera a jornada de trabalho ainda depende de análise no Senado.
Em Brasília, participantes chamaram atenção para questões ambientais e para os efeitos sociais da crise climática. Integrantes do Núcleo de Ecologia Integral apresentaram uma carta com propostas sobre políticas agrícolas, fundiárias, urbanas, resíduos, justiça climática e proteção ambiental.
O Grito dos Excluídos é realizado tradicionalmente no 7 de Setembro e reúne movimentos e organizações sociais em torno de reivindicações relacionadas a direitos sociais, desigualdade e participação popular.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Paulo Pinto
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Candidato à Presidência reuniu apoiadores nesta segunda-feira (7), em São Paulo; levantamento estimou público de 28,5 mil pessoas no pico da manifestação. O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participou, nesta segunda-feira (7), de um ato político na Avenida Paulista, em São Paulo, marcado por críticas ao governo Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, […]
Candidato à Presidência reuniu apoiadores nesta segunda-feira (7), em São Paulo; levantamento estimou público de 28,5 mil pessoas no pico da manifestação.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participou, nesta segunda-feira (7), de um ato político na Avenida Paulista, em São Paulo, marcado por críticas ao governo Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Durante o discurso, Flávio classificou os atos de 8 de Janeiro como uma “farsa” e relacionou a condenação de Jair Bolsonaro às decisões tomadas pelo Supremo.
“Deram uma segunda facada em Bolsonaro. Essa farsa que foi 8 de janeiro. Essa farsa que condenaram um homem correto, um homem honesto, um homem que tem Deus no coração, por crimes que ele não cometeu”, afirmou.
A declaração representa a versão política apresentada pelo candidato. O STF já condenou réus por participação na organização e execução dos atos que culminaram na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes em Brasília e em investigações relacionadas à tentativa de ruptura institucional.
Flávio também voltou a direcionar críticas a Alexandre de Moraes em meio à crise recente no Supremo envolvendo os desdobramentos do caso Master.
“Nós temos que proteger o STF de Alexandre de Moraes, aquela laranja podre. O Supremo não é Alexandre de Moraes. A magistratura não é Alexandre de Moraes”, declarou.
Propostas apresentadas no ato
O candidato aproveitou o discurso para defender propostas nas áreas de segurança pública e saúde. Entre elas, citou o enquadramento de organizações como PCC e Comando Vermelho como terroristas, redução da maioridade penal, aumento de penas para determinados crimes e castração química para autores de violência sexual.
Flávio também afirmou que pretende ampliar o padrão de atendimento do Sistema Único de Saúde.
“A saúde pública vai ser padrão Einstein. O nosso SUS vai ser padrão Einstein”, disse.
Aliados participam da manifestação
O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participou do ato. Também estiveram presentes o prefeito Ricardo Nunes (MDB), Guilherme Derrite (PP), André do Prado (PL), Sergio Moro (PL), Valdemar Costa Neto e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL).
Tarcísio defendeu durante o discurso que nenhuma autoridade esteja acima da Constituição.
“Ninguém está acima da lei”, afirmou, ao citar presidentes da República, governadores, senadores, magistrados e ministros.
Nikolas Ferreira também criticou Moraes e declarou apoio à candidatura de Flávio à Presidência.
Público estimado em 28,5 mil
O Monitor do Debate Político da USP/Cebrap e a organização More in Common estimaram que o ato atingiu um pico de 28,5 mil participantes às 16h32.
Considerando a margem de erro de 12% do levantamento, a estimativa varia entre 25,1 mil e 32 mil pessoas. A contagem utiliza fotografias aéreas analisadas com auxílio de software de inteligência artificial.
Segundo o levantamento, o público ficou abaixo do registrado no ato de 7 de Setembro de 2025 na Paulista, estimado em 42,2 mil pessoas.
Confusão entre grupos
Durante a manifestação, a Polícia Militar utilizou gás lacrimogêneo para dispersar um grupo de manifestantes de esquerda nas proximidades da Avenida Paulista.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, um grupo tentou acessar a área destinada aos apoiadores de Flávio Bolsonaro, e policiais militares e guardas civis intervieram para impedir um confronto.
A SSP informou que não houve registro de incidentes graves.
Fonte: G1
Foto: Reprodução
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Governadora e candidata à reeleição citou obras em unidades da rede estadual, novos hospitais e investimentos em saúde durante entrevista à TV Tribuna. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou, nesta segunda-feira (7), de sabatina promovida pela TV Tribuna e apresentou ações de sua gestão na área da saúde. Entre os pontos […]
Governadora e candidata à reeleição citou obras em unidades da rede estadual, novos hospitais e investimentos em saúde durante entrevista à TV Tribuna.
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou, nesta segunda-feira (7), de sabatina promovida pela TV Tribuna e apresentou ações de sua gestão na área da saúde.
Entre os pontos mencionados, Raquel citou a construção de quatro Hospitais da Mulher, a entrega do Hospital da Mulher do Agreste, em Caruaru, as obras do Hospital Mestre Dominguinhos, em Garanhuns, e o funcionamento do Hospital Nossa Senhora Aparecida como unidade de retaguarda do Hospital da Restauração.
“Pegamos a saúde de Pernambuco sucateada. E isso é resultado de um descaso de muito tempo. Os hospitais sequer contrato de manutenção tinham. Só no Hospital da Restauração para requalificação e reforma, estamos investindo R$ 160 milhões, e estamos reformando todos os hospitais de Pernambuco. O investimento que começou vai seguir de maneira muito firme”, afirmou.
A declaração sobre as condições encontradas pela atual gestão representa a avaliação da própria candidata sobre a situação da rede estadual quando assumiu o governo.
Raquel também destacou a construção de novos Hospitais da Mulher em Garanhuns, Ouricuri, Igarassu e Serra Talhada. Segundo a campanha, as unidades deverão ampliar a oferta de atendimentos especializados no Estado.
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Em Caruaru, a governadora citou o Hospital da Mulher do Agreste. De acordo com os números apresentados pela campanha, a unidade recebeu investimento de R$ 84,8 milhões e tem capacidade para realizar mais de 700 partos por mês.
Outro empreendimento mencionado foi o Hospital Mestre Dominguinhos, em Garanhuns. Segundo o material divulgado, são R$ 125,8 milhões destinados à construção e outros R$ 39,6 milhões para equipamentos.
“O Hospital Mestre Dominguinhos não tinha nem terreno, nem projeto. Ele foi prometido há uns 20 ou 30 anos. Quando assumimos o governo, fizemos o projeto do hospital em casa, com engenheiros e arquitetos que trabalham para fazer projeto para Pernambuco”, disse Raquel.
A candidata também falou sobre o Hospital Nossa Senhora Aparecida, que passou a funcionar como retaguarda do Hospital da Restauração. Conforme os dados apresentados pela campanha, a unidade possui 213 leitos e recebeu mais de R$ 170 milhões em investimentos.
Foto: Divulgação
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